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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Privatizações FHC Passa-moleque

Governo Fernando Henrique Cardoso. Setores inteiros foram transferidos do Estado para poderosos oligopólios internacionais, e o engraçado, se graça houver nisso, é que muitos destes são, em seus países de origem, empresas estatais! A petroquímica, inteirinha, foi privatizada; a distribuição de energia, idem; a telefonia fixa e móvel, nem se fala; a siderurgia inteira, com uma enorme concentração em alguns poucos grupos econômicos, industriais e financeiros; e a sempre lembrada mineração de ferro, com a Vale do Rio Doce sendo vendida na “bacia das almas”. Esse processo estendeu-se, por imposição do governo federal, a todos os estados, indo no pacote todos os bancos estaduais, de que o caso Banespa é o emblema maior. Restam como estatais apenas a Petrobrás, o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste do Brasil, o Banco da Amazônia, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e uns 80% da geração de energia elétrica. Tudo isso, vale lembrar, com a utilização dos poderosos fundos de previdência das próprias estatais, tendo o Previ, do Banco do Brasil, na liderança.

Dados do próprio governo, extraídos de relatórios do BNDES, xerife do programa de privatizações, davam conta do balanço, até 1998, segundo nosso saudoso Aloysio Biondi: para uma arrecadação por conceito de vendas de R$ 85 bilhões – alguma parte paga com “moedas podres”, títulos da dívida pública sem nenhum valor de mercado, nem liquidez, como os títulos da dívida agrária –, par contre, a privatização custou R$ 87 bilhões! Isto é, ainda saímos perdendo! Incluem-se no custo da privatização, os subsídios nos juros dos empréstimos concedidos pelo Estado para que as empresas privadas comprassem as estatais, o prévio “saneamento” financeiro para entregá-las enxutas, esbeltas e belas para o lucro, isenções fiscais concedidas, débitos pesados que ficaram com o Estado, como, por exemplo, obrigações trabalhistas.


Na vastíssima operação realizada – o programa de privatizações do governo brasileiro esteve sempre entre um dos maiores do mundo e agora é o maior do mundo – duas questões são relevantes e ajudam a explicar a crise atual, que já passou para a política. Além do prejuízo real, econômico e financeiro, já sumariamente relatado, o governo federal, com as extensões estaduais, perdeu capacidade para realizar políticas setoriais e mesmo política econômica. [...]

A segunda conseqüência é de ordem não menos letal; freqüentemente, ela é localizada apenas no terreno da ética [...] Trata-se do tema da corrupção: uma megaoperação do porte do programa de privatizações realizado açodadamente pelo governo brasileiro abre todas as portas para ela. Em primeiro lugar, pelo volume de recursos em jogo que, na conta de Biondi, atingiu, em termos correntes, até 1998, entre 15% e 20% do PIB brasileiro. Em segundo lugar, porque simultaneamente às privatizações, como conseqüência delas, com o desmonte do Estado, sua capacidade de fiscalização reduziu-se drasticamente, justamente quando a privatização introduzia na economia brasileira grupos econômicos de porte. Para o que o Estado brasileiro não dispunha de experiência, nem de instituições adequadas: apressadamente, montaram-se as famosas agências reguladoras, as Anas da vida, cuja capacidade é quase zero, com os resultados conhecidos, agora, com a crise energética.(...)


As privatizações, na forma em que foram realizadas, constituem um processo de desnacionalização da política e despolitização da economia. [...]”

(Francisco de Oliveira. Trecho do artigo “O apodrecimento da beleza”, publicado na revista Teoria & Debate, no 48, de junho de 2001, p.4-7.)


ALOYSIO BIONDI
A Petrobrás, mesmo em fases de grave turbulência da economia brasileira, consegue facilmente empréstimos externos. O governo é que a tem impedido de recorrer a essas fontes para acelerar a produção de petróleo; portanto, não é por sua culpa que o Brasil não é auto-suficiente em petróleo até hoje, argumento desonestamente utilizado para abrir caminho à privatização da Petrobrás na surdina, operação já em andamento (veja mais à frente).
De tão manipuladas, chegam a ser revoltantes as críticas à Petrobrás e aos preços da gasolina no Brasil, “os mais altos do mundo”, como berram erradamente os críticos. Nunca se diz à população que, ao longo dos anos, a Petrobrás sempre teve direito a uma parcela mínima sobre o preço do litro de gasolina e de outros produtos, com a maior parcela sendo representada por impostos, taxas e, em determinados períodos, até por uma fatia para “baratear o álcool”. Para se ter uma idéia da realidade: em outros países, a margem (porcentagem) de lucro das distribuidoras é três vezes maior do que a recebida pela Petrobrás, que se limitava a 9 centavos por litro, quando o litro da gasolina estava a 59 centavos.
A Petrobrás descobriu na bacia de Campos uma jazida submarina de petróleo responsável por poços capazes de produzir, cada um, o volume fantástico de 10 mil barris por dia. O campo de Marlim, como é chamado, produz hoje 240 mil barris de petróleo por dia, ou 20% de toda a produção nacional. Para chegar a esses resultados fantásticos, a Petrobrás já gastou a quantia também fabulosa de 2,6 bilhões de dólares. Agora, a estatal deseja investir mais dinheiro no campo, para chegar à produção local de 500 mil barris/dia. Serão mais 2,3 bilhões de reais, totalizando, portanto, 4,9 bilhões de reais ou, arredondados, 5 bilhões de reais, aplicados em Marlim. No entanto, depois que a Petrobrás, isto é, o povo brasileiro, que é seu verdadeiro dono, caminha para gastar 5 bilhões de reais na região, o governo FHC ordenou que a estatal convide grupos privados para participar dos “gastos” no projeto – e, é claro, também dos lucros bilionários que eles proporcionarão.
Quanto os sacrificados “sócios” vão precisar desembolsar? A cifra espantosamente baixa de 140 milhões de reais. Se forem mesmo 20 “sócios”, como previsto, cada um aplicará 7 milhões – e ficará sócio de um projeto que terá custado 5 bilhões de reais à sociedade brasileira. Um negócio escandalosamente escandaloso.  Qual o argumento do governo para adotar essa fórmula? Segundo o BNDES, em seu boletim Informe BNDES de fevereiro último, o governo cortou o orçamento da Petrobrás em 1 bilhão de reais em 1999 e, para não prejudicar “as metas de aumento da produção de petróleo”, era “necessário que parte dos investimentos inicialmente previstos com recursos da própria Petrobrás fosse realizado pela iniciativa privada”… Atenção: o fato de os “acionistas” desembolsarem apenas 140 milhões de reais para participar do projeto não significa que eles terão uma participação pequena, proporcional ao seu investimento, nos lucros de Marlim.  Não. Eles terão praticamente 30% ou um terço dos lucros. Por quê? Como assim? O BNDES formou uma espécie de empresa, chamada Sociedade de Propósito Especial, com um capital de 200 milhões de reais, dos quais 140 milhões dos tais “sócios” e 60 milhões do próprio BNDES.
Essa empresa foi criada apenas para pedir um empréstimo especial, no exterior, de 1,3 bilhão de reais, para ser aplicado no campo de Marlim. Quer dizer: os “sócios” foram chamados somente para tomar dinheiro emprestado – que a própria Petrobrás conseguiria facilmente no exterior. E com esse dinheiro emprestado vão aplicar 1,3 bilhão de reais, mais os 140 milhões de seu “capital” – isto é, o total de 1,44 bilhão, equivalente a menos de um terço dos gastos de 5 bilhões de reais – e ter, portanto, direito àquela participação de 30% nos lucros. Uma calamidade. A fórmula escolhida para o campo de Marlim, com sócios “páraquedistas” engolindo lucros de bilhões que seriam da nação, é apenas uma das operações que o governo vem realizando para privatizar a Petrobrás de forma silenciosa, sem reação da opinião pública.
O governo FHC fez uma promessa para conseguir que o Congresso Nacional aprovasse a nova lei que acabou com o monopólio estatal na exploração do petróleo, em 1997. Assegurou que a Petrobrás não seria privatizada; assim, outras empresas poderiam procurar e explorar petróleo, bem como participar de todas as atividades do setor (refino, distribuição etc.) como concorrentes, mantendo-se a existência da estatal. Graças a manobras dos deputados e senadores governistas, no entanto, foi aprovado um substitutivo ao projeto original que, segundo críticas feitas pelos oposicionistas na época, abriu as portas para a privatização silenciosa da Petrobrás. Como? A nova lei permitiu que todo e qualquer setor de atividades da Petrobrás possa ser “roubado” da empresa e vendido a grupos privados. Por exemplo: o governo pode criar uma empresa “nova” somente para ser dona das refinarias da Petrobrás, ficando portanto com o setor de refino. E, em seguida, vender a empresa. A mesma coisa poderia ser feita – nova empresa e venda – para a exploração de gás. Ou para os oleodutos e gasodutos. Ou para a própria exploração de petróleo. Em resumo: no final de algum tempo, todas as atividades da Petrobrás já não existiriam. Ela seria uma empresa existente apenas no papel. Uma empresa “casca de ovo”, como dizem os especialistas.
Os temores dos críticos, como a Associação dos Engenheiros da Petrobrás, estão sendo confirmados com o “esvaziamento” da Petrobrás – sem que a opinião pública perceba:
DISTRIBUIÇÃO – nessa área, já não havia monopólio, isto é, empresas privadas como a Shell participam da venda ao consumidor há décadas. Ainda assim, o ministro das Minas e Energia anunciou recentemente que o governo “talvez” venda parte dos postos da Petrobrás. Motivo? A Petrobrás Distribuidora é responsável por um terço do abastecimento de combustíveis do país, posição que conquistou, frise-se, apesar da concorrência. Isso, diz o governo, seria um “exagero”. No mundo todo há fusões gigantescas nessa área, ganhando manchetes. E justamente um ministro de um governo que defende uma política de concentração de empresas, financiando certos grupos, vem com a justificativa contraditória de vender parte da Petrobrás Distribuidora para “evitar” seu gigantismo…
REFINARIAS – o presidente da Agência Nacional de Petróleo, David Zylbersztajn, também anunciou que “talvez” a Petrobrás venda algumas de suas refinarias…
Ainda, acredite-se…
Com base na nova lei, o governo FHC já providenciou “parcerias” para a Petrobrás, isto é, sócios estrangeiros e nacionais que passarão a investir, junto com a empresa estatal, em pesquisa e exploração de campos de petróleo.
E, para completar, o governo FHC também “tomou” da Petrobrás áreas em que ela havia descoberto petróleo, ou indícios de petróleo, para entregá-las a empresas nacionais ou multinacionais, por meio de licitações (concorrências). Parece incrível, mas é verdade: com base na nova lei, a Petrobrás foi obrigada a entregar todos os estudos e relatórios de pesquisas que ela fez sobre as possíveis jazidas de petróleo no Brasil.  Estudos e pesquisas de décadas, que custaram dezenas e dezenas de bilhões de reais à Petrobrás, isto é, ao povo brasileiro. E que foram entregues à Agência Nacional de Petróleo de graça, com um único objetivo: serem vendidos às empresas interessadas em participar das concorrências. O preço cobrado pela Agência? De novo, parece incrível: apenas 300 mil reais por todo o “pacote” de pesquisas que custaram bilhões de reais ao Brasil. Isso mesmo, 300 mil reais. E tem mais: as empresas que quiserem comprar os estudos relativos apenas a uma região do país poderão pagar uns 20 mil, 30 mil reais, qualquer trocadinho por eles. Um assalto, literalmente, contra os contribuintes e cidadãos brasileiros, que pagaram as pesquisas da Petrobrás ao longo de décadas.
Detalhe final, que retrata o comportamento do governo FHC e seus aliados no Congresso: há empresas multinacionais que também estudaram o subsolo brasileiro, na década de 1970, como participantes dos contratos de risco do governo Geisel. A nova lei, financiando certos grupos, vem com a justificativa contraditória de vender parte da Petrobrás Distribuidora para “evitar” seu gigantismo…
GOLPE FINAL
O governo abriu licitações para a exploração de petróleo em várias áreas do país. As empresas interessadas devem fazer um “lance”, uma proposta inicial. Qual foi o lance? Quantos milhões? Quantos bilhões? Ora, por quem sois. As empresas ofereceram de 50 mil a 150 mil reais pelo petróleo que o governo FHC está leiloando. O Brasil vai se vender por 50 mil reais.
PERGUNTINHA
Se o governo diz que a Petrobrás precisa de mais dinheiro para acelerar as pesquisas, por que não aumenta o seu capital, vendendo ações a toda a população – seguindo o exemplo da Inglaterra de Thatcher, ou da Itália, ou da França? Por que chama meia dúzia de grupos privilegiados para serem sócios em projetos bilionários em que toda a sociedade investiu?
BNDES
Numa sexta-feira, cinco dias antes do leilão de “privatização” da Cemig, empresa de energia de Minas Gerais, o presidente Fernando Henrique Cardoso assinou um decreto revolucionário. Por ele, o BNDES ficou “autorizado” a – leia-se “recebeu ordens para”– conceder empréstimos também a grupos estrangeiros.
Reviravolta histórica – e inconcebível. Criado para dar apoio ao desenvolvimento nacional, o banco estatal se concentrou inicialmente no financiamento a projetos de infra-estrutura e, posteriormente, como instrumento de política industrial, recebeu a incumbência de criar condições de competição para grupos nacionais. Para cumprir esse papel, o BNDES estava proibido por lei de financiar empresas estrangeiras. O decreto presidencial de 24 de maio de 1997 escancarou os cofres do BNDES às multinacionais, para que comprassem estatais. Isso ao mesmo tempo que o banco continuava proibido de conceder empréstimos exatamente às estatais brasileiras, incumbidas dos setores de infra-estrutura e básicos. Na quarta-feira seguinte, um grupo norte-americano comprou um bloco de um terço das ações da Cemig por 2 bilhões de reais, com metade desse valor financiado pelo BNDES. Pois é.
A submissão do governo brasileiro aos interesses de outros países culminou com esse “arrombamento” do BNDES pelas multinacionais. Mas essa submissão estava presente no processo de privatizações há muito tempo – sempre com imensos prejuízos aos interesses do país. Exemplos:
ENERGIA ELÉTRICA – às vésperas do leilão da Light, o governo brasileiro cedeu a uma série de pressões dos “compradores” em potencial. Coube a Elena Landau, diretora de desestatização do BNDES, e posteriormente diretora de um banco estrangeiro, anunciá-las na linguagem complicada de sempre, para evitar que a opinião pública se apercebesse da gravidade das decisões.
a) Tarifas – enquanto dizia que as tarifas seriam reduzidas para beneficiar o consumidor, o governo já havia concordado em reajustá-las todos os anos, de acordo com a inflação medida pelo IGP-DI (isto é, o governo concedeu reajustes automáticos, indexou). Prazo previsto para essa indexação durar: cinco anos. Prazo anunciado por Elena Landau: oito anos. Mais três anos de reajuste automático.
b) Tecnologia – foi concedida “liberdade” para os compradores adotarem a tecnologia que bem entendessem. Em bom português, o que isso significava realmente? Tecnologia é sinônimo de equipamento. Então, o que o governo deu foi liberdade para a Light e outros futuros “compradores” adotarem tecnologia de suas matrizes, fornecida, é óbvio, pelas fábricas de seus países de origem.
Essa concessão trouxe a conseqüência previsível: as empresas “privatizadas” passaram a importar maciçamente equipamentos, peças, componentes. “Quebraram” a indústria nacional. E “torraram” dólares, contribuindo para a crise futura do real.
c) Endividamento – outra “liberdade” concedida aos compradores: decidirem livremente os meios de financiar seus investimentos futuros, isto é, desapareceu a exigência de que as multinacionais trouxessem capital próprio para aplicar no país.  Elas puderam recorrer a empréstimos no mercado mundial, aumentando o endividamento e o pagamento de juros pelo Brasil. Outro fator de derrocada do real.
d) Passa-moleque – finalmente, a senhora Elena Landau foi incumbida de noticiar, também, que o governo havia abandonado o modelo que sempre divulgara para a privatização das empresas de energia. Até então, assegurava-se – inclusive ao Congresso Nacional – que o governo participaria ativamente da gestão da administração das empresas privatizadas. A reviravolta: o governo desistia de ser co-gestor, para concentrar-se no papel de fiscalizador do setor. Autonomia total para as multinacionais agirem de acordo com seus interesses. E de seus países.
e) Quem manda no país – com as privatizações, o governo poderia até extinguir o Ministério da Energia, pois ele perdeu qualquer função. Como assim? Também inacreditavelmente, toda a política energética do Brasil passou a ser decidida por uma espécie de “condomínio”, como diz o governo, formado pelas empresas de energia agora privatizadas, ou “operadoras”… Seu nome? Operador do Sistema Nacional – OSN. Um “condomínio” que, ao contrário do que os brasileiros pensam, não ficou responsável apenas pelo sistema de transmissão de energia, e do qual a opinião pública veio a tomar conhecimento por causa do “apagão” de março de 1999. Seus poderes são totais: o “condomínio” de operadoras substituiu o governo e passou a decidir onde, quando e como devem ser construídas usinas, quais as regiões prioritárias etc. O problema de tarifas e qualidade de serviços ficou com a Agência de Energia Elétrica, do governo. O resto, com a OSN, das operadoras. Para que Ministério? O governo não manda mais nada mesmo. Nem governa mais.

Em decorrência da (in)gerência dos governantes brasileiros, o mandato de Fernando Henrique Cardoso trouxe para o Brasil  atraso tecnológico, submissão, atraso cultural e social para o seus cidadãos.
Fernando Henrique Cardoso não defendeu o Patrimônio Público; - Privatizou, doou, os bens públicos a preço de banana; - obedeceu aos consensos vindo de Washington cegamente sem pensar no futuro da Nação Brasileira como Soberana e Liberta, abrindo  o espaço brasileiro para aquí oligarquias estrangeiras aliadas a impatriotas brasileiros, decidam  o futuro alienado dos nossos jovens.  (FHC (FHC DISCURSO VERGONHOSO)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Rothschild (Reino Unido) líder em privatização fusões & aquisições no Brasil...

4“Trotski e Rotschild marcam a amplitude das oscilações do espírito judaico; estes dois extremos abrangem toda a sociedade, toda a civilização do século XX.” (Opinião do judeu Kadmi citada em Léon de Poncins - "Les forces sécrétes de la Revolution").

Lê-se no romance "Coningsby" de d´Israeli, que o mundo é governado por personagens muito diferentes daquelas que imaginam os olhos que não penetram atrás dos bastidores.

O romano e mais tarde os impérios espanhóis estavam obcecados com os produtos asiáticos. E o inteligente chinês aceitava somente metal precioso (ouro) como pagamento.

A clã Rothschild envolvida em todos os governos dos principais impérios europeus, apoiados pela Grã-Bretanha, começou a considerar o Japão como uma ponte para expropriar o ouro asiático.
Os Rothschild se infiltraram em vários países assumiam a oferta de dinheiro e começou a comprar fora de todos os recursos naturais tudo  o que os povos precisavam: alimentos, medicamentos, energia, infra-estrutura. Eles fizeram investimentos em tudo a fim de obter um controle total das nações e seus povos. 

“Eles (os banqueiros e capitalistas) têm todas as mercadorias nas mãos e fazem com elas o que bem entendem, sem receio de elevar ou abaixar preços conforme sua conveniência, oprimindo e destruindo os pequenos comerciantes, do mesmo modo que o peixe maior devora os peixinhos dentro d´água. Somente se contentarão quando tiverem sugado o mundo inteiro e todo o ouro do universo. Todos estão expostos ao perigo e a ruína, ganha este ano, perde no seguinte, menos eles, os capitalistas, que ganham sempre, eternamente, ou repararam as perdas com novos lucros. Assim agindo, tomam conta do mundo[4].

Na obra literária de Giovanni Papini em uma de suas páginas , seu personagem de ficção diz: “Eu comprei uma república!” “Eu comprei um império ainda no berço” - poderão repetir os Rotschild - e esse império virou Republica Velha e virou República Nova sempre sob meu domínio. Seu povo expulsou um velho monarca, que lhes queria muito bem e, durante meio século, procurará, servi-lo honestamente; expulsou também um presidente bem intencionado, digno, altivo e bravo. A mim nunca expulsou e me paga tributo desde 1824. Eu sou o seu verdadeiro Rei!”
A realidade dolorosa é a de que o Brasil não tem independência, porque nunca teve, nem tem soberania econômica. Ele a vendeu em 1824 a Rotschild por £ 2.450.000!...

No dia 12 de janeiro de 1825 O Brasil tornava-se independente para ficar subordinado ao judeu Nathan Mayer Rothschild.
As governanças da nova República maçons bucheiros[5] abaixaram-se, para que a clã anglo-americana  pisasse na cabeça do povo brasileiro, tornando-os seus eternos capachos.


São poucos os homens com dignidade, que não se deixam corromper, que não tem medo de dizer a verdade, que enfrentam os materialistas usurários que tornaram-se os donos das riquezas banhadas por muito sangue da América Latina; No Brasil, somente durante um século seguiu para a Europa, extraído das minas de quatro províncias brasileiras, a  soma de 63,417 arrobas de ouro bruto”. “De 1751 a 1769, os navios saídos do Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco levam para Lisboa, em moedas de ouro cunhadas no Brasil 29,265:352$000 para o erário régio, e para os particulares”. (1) ... Imaginem o leitor que está este texto à ler: de 1492 à 1750 quantas riquezas seguiram em direção à Europa... E para os brasileiros, ficou a herança; as dívidas públicas externas e internas. E neste período, o Brasil já estava dominado pela Inglaterra, que já tinham  conseguido manter os monarcas portugueses em baixo dos seus pés e usando as forças ocultas da maçonaria judaica, bancada por aquele que mentiu sobre a batalha de Waterloo que deu a queda e exílio de Napoleão, os Rothschild, que conseguiu com a mentira tornar-se o maior usurário do mundo; comprou todas as ações da bolsa  destruiu Napoleão e a França financeiramente.



A venda das estatais, segundo o governo brasileiro, serviria para atrair dólares, reduzindo a dívida do Brasil (que dívida é esta?) com o resto do mundo – e “salvando” o real. E o dinheiro arrecadado com a venda serviria ainda, segundo o governo, para reduzir também a dívida interna, isto é, aqui dentro do país, do governo federal e dos estados. Aconteceu o contrário: as vendas foram um “negócio da China” e o governo “engoliu” dívidas de todos os tipos das estatais vendidas; isto é, a privatização acabou por aumentar a dívida interna. Ao mesmo tempo, as empresas multinacionais ou brasileiras que “compraram” as estatais não usaram capital próprio, dinheiro delas mesmas, mas, em vez disso, tomaram empréstimos lá fora para fechar os negócios. Assim, aumentaram a dívida externa do Brasil[?].

Não seria audacioso imaginar o porquê em 2010 nosso governo-fantoche, então presidido por Luiz Inácio Lula da Silva, provavelmente aconselhado por algum agente Rothschild, orgulhosamente anunciou ter efetuado a maior capitalização em capital aberto da história da humanidade, onde o valor estratosférico de US$ 72,8 bilhões (o equivalente a R$ 127,4 bilhões [2]) em ações foi negociado na Bovespa (transformando esta na segunda maior bolsa do mundo em ações capitalizadas [3]). Ocorre que, novamente, os Rothschild entraram em cena e adquiriram US$ 70 bilhões, dos US$ 72,8 bilhões que foram negociados, tornando-se, depois do próprio governo brasileiro, o maior acionista da Petrobras.
Tal cenário repete-se ainda ao retroceder a nossa história recente, quando no governo-fantoche de Fernando Henrique Cardoso, provavelmente seguindo também a alguma orientação de Rothschild, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) foi entregue “em cerca de metade a testas-de-ferro ‘nacionais’ e a outra metade diretamente a investidores estrangeiros. A coordenadora global desta transação foi a Merril Lynch & Co. ABN AMRO Rothschild: a empresa que fez a avaliação do valor de ‘venda’ e, depois, ela mesma, acabaria por se tornar uma das acionistas (algo não só ilegal, como imoral)”
Economicamente somos escravos – admitamos! Mas, ainda somos livres de espírito, portanto, não aceitemos sem reação a escravidão que nos é imposta por um punhado de banqueiros psicopatas da City e de Wall Street. É dever de todos os brasileiros conscientes reagir contra o capitalismo internacional, buscar construir uma atitude nacional saudável, capaz de “insuflar energia aos moços, arrancá-los da descrença, da apatia, do ceticismo, da tristeza em que vivem; ensinar-lhes a lição da coragem, incutindo-lhes a certeza do valor que cada um tem dentro de si, como filho do Brasil e da América”
O conteúdo abaixo retirei  da internet do site dos Rothschild e imprimi; hoje, não são mais encontraos:

Longa história

O Rothschild é líder em privatização e fusões & aquisições no Brasil. Desde os primeiros dias da história independente do país, o Rothschild tem "apoiado" o  Governo Brasileiro e a comunidade empresarial

  -Rothschild Brasil financia Independência do Brasil em 1824.
  -Rothschild Brasil financia todos os títulos brasileiros de 1824 a 1930
  -Rothschild Brasil financia a construção da Ponte Rio-Niterói

-Rothschild Brasil abre escritório de representação no país em 1976
  -Criada uma subsidiária operacional em conjunto com um parceiro local em 1989
-Subsidiária integral do Grupo é criada em 1997
-Rothschild Brasil hoje é reconhecido como líder em privatização e estabeleceu
uma forte reputação  como assessor privado de fusões & aquisições

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"Compre você também uma empresa 
pública, um banco, uma ferrovia, uma rodovia, um porto. O governo vende baratíssimo. Ou pode doar - as privatizações agravaram o “rombo” externo e 
o  “rombo”  interno .  A política  de   crédito  do   BNDES  agravou  a  
recessão."






Vamos lá...  as aparições em cada quadro acima, descrevo à seguir:
  1. 2000 - IRB - Brasil Reseguros S.A. - Privatização  em 2.000 (encerrado) US$?
  2. 1999 - Grupo Casino - Grupo Pão de Açucar - Aquisição de uma participação estratégica de 26,2% no Grupo Pão de Açucar (CBD) por US$1,6 bilhão.
  3. 1998 -  Petrobras Project finance para o campo de excploração de petróleo de Martim de US$1,5 bilhão.
  4. 1998 - NAKATA - Venda da Nakata S.A.para a Dana Corporation por US$70 milhões.
  5. 1998 - Banco Central do Brasil -  Inpacel Vnda da Inpacel para International Paper por US$ 350 milhões.
  6. 1998 - Algar Telecom KMT - ATL Aquisição de licença celular Banda C nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo por US$ 12.5 milhão.
  7. 1997 - BNDES Companhia Vale do Rio Doce - Privatização  US$ 3,3 bilhões.
  8. 1996 - State of Rio Grande do Sul -  CEEE  Cia Estadual de Energia Eletrica, assessoria na estrutura de privatização
  9. 1996 - BNDES -  Light - Privatização US$ 2,5 bilhões.
  10. 1996 - BNDES - Escelsa - Privatização US$ 520 milhões.
  11. 1994 - BNDES - EMBRAER - Privatização US$ 190 milhões.
  12. 1992 - BNDES - Copesul - Privatização US$ 860 milhões.
18.01.2005 Lançamento do novo site do Rothschild Brasil, com informações, história e novidades.
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Experiência no Brasil
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Vamos lá... censuraram as aparições em cada quadro acima portanto, descrevo à seguir:
  1. 2004 - Brasil Telecom - Faimes opinion na aquisição de 63% do IG por US$ 101 milhões.
  2. 2004 - BNL S.p.A - Vnda do Banco BNL Brasil ao Unibanco por US$ 150 milhões.
  3. 2003 - TUPY - Assessoria e restruturação da dívida e levantamento de capital US$ 250 milhões.
  4. 2003 - Massa Falida (interventor)  EMTEC - Venda da EMTEC da Amazônia S.A. paraMatsuka Co. LLC
  5. 2003 - Beghin-Say Aquisição de 36% da Açucar Guarani S.A. por US$ 636 milhões.
  6. 2002 - BNDES  Cia Vale do Rio Doce - Oferta Globas de Ações US$ 1,9 bilhões.
  7. 2001 - Finmeccanica - Venda da Ansaldo Coesma para a Alston S.A. 
  8. 2001 - (Encerrado) BNDES Governo de Goias -  CELG - Privatização
  9. 2000 - Bonaire - CPFL/ Energia - Avaliação e Assessoria estratégica para grupo de fundo de pensão brasileiros.
  10. 2000 - Grupo Abril - Venda da HBO Brasil Eurochannel.
  11. 2000 - BNDES - Celpe - Privatização US$ 1,0 bilhão.
  12. 2000 - Imerys - Aquisição da Quimbarra da White Martins.
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Vamos lá... censuraram as aparições em cada quadro acima portanto, descrevo à seguir:
  1. 2005 - Groupe Casino - Aquisição do controle compartilhado da CBD por US$ 884,2 milhões.
  2. 2005 - Venda de 60 lojas da CBD, Co- controlada pelo Casino, para a família Abilio Diniz por US$ 417,6 milhões.
  3. 2005 - Banco Morada - Venda da Financeira do Banco Morada S/A ao Bradesco por US$ 30,7 milhões.
  4. 2005 - Corfinsura - Fairness opinion na fusão simultânea dos Bancos Bancolombia, Corfinsura, e Conavi, resultando na maior instituição financeira  da Colômbia US$ 722 milhões.
  5. 2004 - Telefonica - Aquisição do Atrium Telecom por US$ 50 milhões
  6. 2004 - Rio Tinto - Venda de 51% da Rio Paracatu Mineração S/A para a Kinross Gold Corp. por US$ 260 milhões.
  7. 2004 - CVDR - Cia Vale do Rio Doce - Venda de 82% da Pará Pigmentos S.A. para a Caemi por US$ 117,8 milhões.
  8. 2004 - Valeu - Banco Industrial Multistock - Venda da financeira do Banco Industrial Multistock  ao HSBC - por US$129 milhões.
  9. 2004 - Brasil Telecom - Faimess opinion na aquisição de 63% do IG por US$ 101 milhões.
  10. 2003 - ABN-AMRO - Aquisição do Banco Sudameris Brasil S.A por US$ 763,1 milhões.
  11. 2003 - BNL S.p.A - Venda da unidade de asset management do Brasil para o Banco Votorantim.
  12. 2003 - Brasil Telecom - Aquisição da GloboNet Communications Group Ltd por US$ 48 milhões.

"O governo diz que arrecadou 85,2 bilhões de reais com as privatizações.
Mas contas “escondidas” mostram que há um valor maior, de 87,6 bilhões de reais, a ser descontado daquela “entrada de caixa”. E note-se: esse levantamento é apenas parcial, faltando ainda calcular itens importantes, mencionados acima, como gastos com demissões, perdas de Imposto de Renda, perda dos lucros das estatais privatizadas etc. Por isso mesmo, deixam de ser levados em conta nos cálculos os “juros” sobre o dinheiro, em moeda corrente, efetivamente recebidos pelo governo. Obalanço geral mostra que o Brasil “torrou” suas estatais, e não houve redução alguma na dívida interna." http://www.aloysiobiondi.com.br/IMG/pdf/05brasilprivatizado4.pdf






Muitas das estatais privatizadas e transferidas para outras, essas outras são compostas por diretores, donos laranjas dentro do Brasil indicados por essa oligarquia  usurpadora, egoísta, dos banqueiros sionistas internacionais como exemplo cito a  extinta CAEMI do sócio laranja Eike Batista, sucedendo Eliezer Batista seu pai, o  destruidor e dono eterno da Vale(VDRD) que hoje vive na Alemanha.

VIRAM... PARA QUE SERVE O BNDES? 
PARA FINANCIAR (sem receber + que dívida é esta?)

PARA QUE SERVE  OS PRESIDENTES CIVIS ELEITOS PELAS URNAS OBRIGATÓRIAS E FRAUDULENTAS CONFORME LEI DE FHC COLOCANDO NO PODER QUEM A OLIGARQUIA INTERNACIONAL QUER.  QENTREGAM, OS BENS MAIS PRECIOSOS DO BRASIL PARA ROTHSCHILD & ROCKFELLER E SUA OLIGARQUIA  G300.
CABE AO POVO LIBERTAR O ESTADO DAS FORÇAS QUE SE FORMAM A ELE PARALELAS; IMPOR A AUTORIDADE DA NAÇÃO, ACIMA DE TUDO; IR ÀS EXTREMAS CONSEQUÊNCIAS DE UMA CAMPANHA SEM TRÉGUAS, ESSE VERDADEIRO CAMINHO DO POVO BRASILEIRO E PRINCIPALMENTE DA JUVENTUDE.

[1] - (A.J. de Melo Morais)
[2] Lula, euforia no momento mais auspicioso do capitalismo. VEJA, 24 de setembro de 2010. Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/lula-euforia-no-momento-mais-auspicioso-do-capitalismo. Acesso em 25 de maio de 2013.setembro de 2010.
[3] “Capitalização da Petrobras foi a maior da história da humanidade”, diz Lula. R7, 24 de  Disponível em: http://noticias.r7.com/economia/noticias/capitalizacao-da-petrobras-foi-a-maior-da-historia-da-humanidade-diz-lula-20100924.html. 
[4] - “Trotski e Rotschild marcam a amplitude das oscilações do espírito judaico; estes dois extremos abrangem toda a sociedade, toda a civilização do século XX” (Barroso,1936, p. 4). Trotski intelectual marxista e revolucionário bolchevique de origem judia. A família Rothschild, de origem judia conhecida por suas atividades bancárias e financeiras. Barroso identifica nesses dois elementos a síntese da ação judaica, seriam ambos os símbolos máximos do mal, que necessitavam ser denunciados e combatidos pelo bem da Nação que passa a ter suas raízes buscadas na história, com uma visão teleológica, tendo uma origem e uma evolução que passa a ser racionalizada por Barroso a fim de entender o passado para se explicar o presente, e assim apontar uma saída para o futuro, no qual ele seria o farol capaz de guiar o povo brasileiro rumo à salvação moral e espiritual.  FOUCAULT, Michel. Arqueologia do Saber. Forense Universitária, 1997, 5ª edição.
[5] - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2012/01/a-casa-de-saxe-coburgo-gota-familia.html

The History of the House of Rothschild  

by Andrew Hitchcock

http://www.iamthewitness.com/DarylBradfordSmith_Rothschild.htm