segunda-feira, 9 de julho de 2018

Braskem o maior crime de corrupção no Brasil no Estelionato Empresarial brasileiro de FHC, Lula, Dilma, Temer, doando tudo para o capital estrangeiro

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Petrobras pode ficar em nova empresa com Braskem e LyondellBasell
A Petrobras deve desistir de se desfazer de sua fatia na petroquímica, conforme previa o plano de investimento da estatal
A Odebrecht deve vender sua participação na Braskem para a holandesa LyondellBasell  até outubro; a Petrobras pode ou não acompanhar o movimento de sua sócia na petroquímica; a transação será submetida a órgãos antitruste, incluindo o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), no Brasil, e a Federal Trade Commission (FTC), nos EUA.
A Brasken está sendo vendida porque o Brasil não cresce e porque está barato demais. Porque o custo de capital aqui é alto e desordens microeconômicas várias prejudicam a empresa nacional. Sim, há motivos imediatos da venda da boa Braskem. A Odebrecht está endividada e na lama, pois foi flagrada corrompendo o país. A Petrobras está endividada, pois foi quase destruída sob Dilma Rousseff; porque quer se concentrar em petróleo.”

Copene do Brasil Polo Petroquímico de Camaçari BA "Braskem" e o Estelionato Empresarial brasileiro de Lula e Dilma PT

A criação da Braskem é um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil.

Estará nascendo a maior fabricante mundial de resinas plásticas. A LyondellBasellL yondell­Basell com sede na Holanda, tem histórico de atuação agressiva. Com isso, com a mudança de um monopólio nacional para internacional, as empresas que usam as resinas produzidas pelas Braskem tenham os seus custos elevados, percam vantagens e competitividade.

Braskem: maior petroquímica da América Latina, tem 41 unidades industriais em quatro países e receita líquida de vendas de R$ 49,26 bilhões em 2017.

Lyondell­Basell: com sede na Holanda, a Lyondell­Basell teve no ano passado receita de US$ 34 bilhões, o equivalente hoje a cerca de R$ 126 bilhões. É resultado da compra da americana Lyondell pela europeia Basell, em 2007. Tem 55 unidades em 17 países.
A nova empresa: seria a maior produtora mundial de resinas plásticas, com capacidade para produzir 18 milhões de toneladas de polietileno e polipropileno. 

Como fica a Petrobras: a estatal tem outros 47% dos papéis ordinários e 36,1% do capital total. Caso a transação seja concretizada, será garantida à Petrobras a possibilidade de vender a sua parte pelas mesmas condições negociadas com a Odebrecht.

A cadeia petroquímica e o polo de Triunfo

1ª geração
Braskem: unidade de petroquímicos básicos do polo. Recebe nafta (derivado de petróleo) e transforma em produtos como eteno, propeno, butadieno, tolueno e benzeno, entre outros, vendidos para as empresas de segunda geração petroquímica, que também ficam no polo.
2ª geração
-Hoje são quatro empresas na chamada segunda geração petroquímica, que transformam os petroquímicos básicos em outro produtos como polietileno, polipropileno, borracha sintética, estireno e poliestireno.
Braskem: as unidades de poliefinas produzem polietilenos e polipropilenos. A empresa tem uma planta que faz eteno verde a partir de etanol (feito com cana-de-açúcar), matéria-prima que vem de outros Estados. O polietileno verde é produzido na planta convencional.
Innova: pertence ao bilionário gaúcho Lirio Parisotto (o espancador de mulher). Produz estireno e poliestireno, aplicados em construção civil, isolamento térmico, brinquedos e embalagens.
Eduardo Braga e Lirio Albino Parisotto (PMDB-AM) político mais rico do Brasil. Viva o BNDES! Viva a Petrobras! Viva Minas e Energia!
https://mudancaedivergencia.blogspot.com/2016/07/lirio-albino-parisotto-pmdb-am-politico.html
Arlanxeo: produz borrachas sintéticas, utilizadas na produção de pneus e aplicações nas indústrias eletrônicas, de calçados, automotiva. Com duas unidades no polo, empresa é resultado de associação entre a alemã Lanxess e a Saudi Aramco, maior petrolífera do mundo, da Arábia Saudita.
Oxiteno: braço do grupo Ultra, que é dono da rede de postos Ipiranga. Produz óxido de eteno, empregado em cosméticos, detergentes, agroquímicos e embalagens.
3ª geração
-Empresas que são clientes das indústrias de segunda geração do polo. Dos segmentos de plástico e borracha, fabricam produtos finais, como embalagens, filmes, pneus, tubos e peças. 


https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2018/06/venda-da-braskem-provoca-receio-entre-14-mil-empresas-no-rs-cjiux7knz0gdg01pa3au6tk78.html

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