terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Agenda liberal para vender o Brasil. O posto "Beltrão" Ipiranga junto a Bolsonaro,

Sou apartidária, não sou de direita ou esquerda. Sou contra qualquer coisa que prejudique os cidadãos. Por isso, posto aqui um texto expondo o que está ocorrendo paralelamente ao que temos visto no cenário político brasileiro.
Sempre fui a favor do impeachment, mas me dá nojo ver os políticos safados que votaram SIM e Institutos financiadores acharem que são santos, é bom que saibamos quem está por trás de vários desses movimentos. NÃO ESTOU DEFENDENDO NENHUM PARTIDO OU POLÍTICO CORRUPTO, 
o texto expõe os interesses na continuidade da crise brasileira. [3]

https://www.youtube.com/watch?v=dYb0zADzRog

O posto Ipiranga é uma das empresas do Grupo Ultra de Hélio Beltrão:

O que faz um liberal doar 330.000 para uma presidente esquerdista? Pergunta no Posto Ipiranga!
Helio Beltrão, além de querer  o Estado apenas para si, é formado em engenharia na  Politécnica-USP, uma universidade pública. Brasil parece ser o país da piada pronta, pois o presidente do Instituto Mises Brasil, think Tank que difunde a tendência econômica mais radical do liberalismo, defende a privatização do ensino público.  Pode parecer piada, mas é exatamente esta a mentalidade da elite brasileira: pobre só serve para pagar impostos, pois se crescer na vida, não haverá disposição para aceitar um salário de fome.
Caro colega, quando alguns destes indivíduos falarem em redução de impostos, tenha a certeza de que eles estão defendendo , e unicamente, o dinheiro deles.
O Sr. Helio Beltrão espalha aos 4 cantos a eficiência do livre mercado ao mesmo tempo em que atua em um setor no qual não há concorrentes ( pois depende de uma concessão pública para distribuir gasolina no posto Ipiranga e explorar gás natural). Pelo contrário, é parceiro e sócio do Governo que ajudou a financiar.
E para continuar sem concorrentes, basta financiar quem está no poder. 

Segundo o fundador do Instituto Millenium,Hélio Beltrão ligado a Paulo Guedes, a pobreza está ”diminuindo” no Brasil.
Nada mais fora da realidade. 
A cada dia que se passa, alguns liberais decepcionam dada a incoerência entre os valores que dizem defender e o que realmente fazem em prol de seus interesses. Apregoam a defesa de um mercado sem regulações do Governo, com menos impostos sobre os negócios e  exortam as liberdades individuais dos homens. Mas quando conseguem privilégios dos Governos, como empréstimos no BNDES ou parcerias com empresas estatais, estes se esqueçam de que  recursos por eles utilizados nada mais são do que os impostos pagos por terceiros. É o caso do  empresário Helio Beltrão, dono da Ultra Gaz, que doou aproximadamente 5 milhões para a campanha da Dilma Rousseff,  mas aparentemente promove um modelo de gestão de governo que é o oposto do praticado pelo PT. Como em política o cão não morde a mão que o alimenta, empresários não fazem doações, mas investimentos em siglas , para poder receber em trocas favores em defesa de seus negócios. No setor de energia é necessário obter uma concessão pública para explorar os recursos naturais, como petróleo e gás natural. Porém, seus contatos com o Governo não são recentes.

Em 1999, o grupo ULTRA foi agraciado com um empréstimo de 1 bilhão de reais (veja no link abaixo 2). O que soa estranho é que Beltrão preside e financia uma instituição- O Mises Brasil- que promove um discurso anti-Estado e anti-Governo. Se diz contra a intervenção do Estado na economia e defende que todos os serviços públicos devem ser privatizados, sob a alegação de que quem utiliza saúde e educação está sendo sustentado por quem paga imposto ( como se pobre não pagasse nada), daí o Governo que presta serviço público estaria praticando ”injustiça social” por tirar dinheiro do bolso de quem  trabalha para quem não nada possui . Nada mais infame e irreal. Mas abrir mão do BNDES é algo que está fora de cogitação. Defende descaradamente redução de impostos, mas não larga os impostos dos outros. Helio Beltrão é sócio das empresas estatais Banco do Brasil, BNDES e Petrobrás na Braskem, empresa da qual detém 20% das ações, pois ser sócio de empresas estatais é sinônimo de risco zero e lucro 100% garantido.

ULTRA no leilão da Copene R$ 1 Bi do BNDES para Helio Beltrão


A REFINARIA DE PETRÓLEO IPIRANGA FOI INAUGURADA NO DIA 07 DE SETEMBRO DE 1937, NA CIDADE DO RIO GRANDE (RS), DANDO INÍCIO AO PROCESSO DE REFINO DE PETRÓLEO NO PAÍS E ORIGINANDO ASSIM AS EMPRESAS DE PETRÓLEO IPIRANGA.

Ipiranga S/A. - Companhia Brasileira de Petróleo, a atual Refinaria de Petróleo Riograndense S/A.
  • Filho do ministro da Desburocratização no governo de João Baptista Figueiredo (1979 a 1985), o economista Helio Beltrão é um liberal convicto que continua carregando a bandeira um dia empunhada pelo pai, de quem herdou também o nome. Membro do conselho de administração do Grupo Ultra (controlador de Ipiranga, Texaco e Ultragaz) e presidente do Instituto Mises Brasil (em homenagem ao grande defensor da liberdade econômica Ludwig von Mises)

Ipiranga na Lava Jato

a negociação ter sido fechada num domingo,vazou a operação. Graças a esse vazamento, foi registrada uma oscilação positiva de 4,10% nos papéis da Ipiranga, enquanto o Ibovepa, maior indicador da Bolsa Valores de São Paulo, registrava queda de 1,27% no encerramento do pregão na sexta-feira , alguém (individual ou em grupo) ganhou muito dinheiro com a compra antecipada de ações do Grupo Ipiranga. A Lava Jato quer chegar em responsável o valor que a Petrobras pagou na negociação do controle da Ipiranga, a preços do final do exercício fiscal de 2013, equivalia ao prejuízo, de US$ 1,250 bilhão, com a compra da Refinaria Pasadena, nos EUA.

Liberais, libertários e conservadores, uni-vos: Hélio Beltrão, Misses, Millenium &, estão defendendo , e unicamente, o dinheiro deles.

Grupo Ultra:    http://www.wikiwand.com/pt/Grupo_Ultra

Ultrapar:    https://istoe.com.br/tag/ultrapar/

O Ultra é a quarta maior empresa do Brasil, com receita líquida de R$ 75,6 bilhões em 2015,
A compra do grupo Ipiranga pela Petrobras, Braskem e grupo Ultra, de US$ 4 bilhões, consiste no maior negócio (SUSPEITO)  já realizado no país. 
o grupo Ultra, a Petrobras e a Braskem deverão fazer uma Oferta Pública de compra de ações das empresas do grupo Ipiranga, na Bovespa. A operação, segundo analistas, é vantajosa para os minoritários donos de ações ordinárias, mas poderá ser prejudicial aos preferencialistas .
O presidente da Federação das Indústria do Rio (Firjan) Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, integrante de uma das cinco famílias até então acionistas da Ipiranga, disse, que a oferta do grupo formado pela Petrobras, Ultra e Braskem pela companhia foi "irrecusável" 
O grupo Ipiranga é o segundo maior distribuidor de combustíveis do país, atrás apenas da BR Distribuidora, e tem atuação também em refino, exploração de petróleo e gás e no setor petroquímico.
Para evitar uma forte concentração da Petrobras no setor de distribuição de combustíveis e eventuais problemas no Conselho de Administração de Defesa da Concorrência, a  (ULTRA)Ultrapar (empresa de participações do grupo) ficará com os negócios de combustíveis e lubrificantes nas regiões Sul e Sudeste e manterá a marca Ipiranga. A Petrobras ficará com as operações nesses segmentos no Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país. Com o acordo, a Ultrapar, atualmente maior distribuidora de gás liquefeito de petróleo (GLP) do Brasil, se transformará na segunda maior companhia de distribuição de combustíveis do Brasil, detendo participação de 15% do mercado.
Em conferência com analistas de mercado, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, diz que a empresa e seus sócios não têm objetivo de investir na expansão da capacidade de produção da Refinaria Ipiranga.

Em oito décadas de história, a Riograndense nunca vendeu tanto

Com um lucro de 27 milhões de dólares, a refinaria gaúcha obteve um retorno de 40% sobre o patrimônio em 2016, o melhor índice do setor


Grupo Ultra está se apropriando da Liquigás

O Conselho de Administração da Petrobrás aprovou a venda de sua subsidiária, a Liquigás, distribuidora de gás de GLP (o gás de botijão) para a Ultragaz, controlada pelo Grupo Ultrapar, em associação com o Banco Itaú, por R$ 2,8 bilhões. A operação ainda pode ser anulada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Com a aquisição, o Grupo Ultra, dono dos postos Ipiranga, conquistará 45% do mercado nacional. Hoje a Ultragaz tem 23,5%. Na Bahia, a Ultragaz chegara a 60% do mercado e em São Paulo, 57%.

Um dos maiores golpes contra o povo brasileiro
feita praticamente sem publicidade, com somente empresas ligadas ao oligopólio do setor envolvidas no processo, com o banco Itaú conduzindo a negociação, sendo o próprio Itaú sócio do Grupo Ultra, A aquisição da Liquigás pelo Grupo Ultra é praticamente uma doação para o maior oligopólio do Brasil. Até mesmo a Associação Brasileira dos Revendedores de GLP – ASMIRG-BR, entidade nacional dos revendedores de GLP, denuncia que este acordo leva “a concentração extremamente elevada desse mercado, no qual apenas cinco empresas[1] detêm cerca de 90% do mercado nacional de GLP”.
Segundo a revista “Isto É Dinheiro”, Beltrão, Peri Ygel (dono do Grupo Ultra), e Paulo Cunha, executivo recrutado nos anos 1960 na Petrobrás, souberam aproveitar o excelente relacionamento do Ultra com o regime militar e sobretudo com um dos seus principais líderes, o general Ernesto Geisel. À frente da Petrobrás, o futuro presidente da República desenhou o que ficou conhecido como sistema tripartite e, com ele, deu a partida no setor petroquímico brasileiro. Tratava-se de reunir uma estatal (a Petrobrás), uma companhia estrangeira, responsável pela transferência de tecnologia, e um grupo nacional, que assumiria a gestão. O Grupo Ultra encaixava-se nessa última classificação.
Em novembro de 2010, o Ultra/Ipiranga adquiriu a DNP, distribuidora de combustíveis nos estados do Amazonas, Rondônia, Roraima, Piauí, Acre, Pará e Mato Grosso, o que ampliou ainda mais a expansão geográfica da Ipiranga.
Atualmente, a Ipiranga também opera em seus postos mais de mil lojas de conveniência e mais de 700 unidades Jet Oil, que oferecem serviços automotivos especializados.

Grupo Ultra degrada o ambiente e não paga indenizações
Notas:

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