quinta-feira, 31 de maio de 2018

A geopolitica do “Grande Caribe” a fragilidade do Brasil e ameaça aos Estados Unidos

PORQUE OS CIENTISTAS RESOLVERAM BRINCAR DE DEUS !?!
A família Rothschild escolheu a China como o centro para o tipo de Nova Ordem Mundial que a elite globalista quer fazer emergir. Esse seria um estado abertamente autoritário, no qual a tecnologia da inteligência artificial é usada para monitorar os cidadãos e rapidamente remover encrenqueiros que expressam pontos de vista políticos dissidentes, como vem ocorrendo na Venezuela.
Os Estados Unidos são o principal obstáculo para que uma Nova Ordem Mundial tão autoritária seja criada, e a geoengenharia secreta foi, portanto, realizada no Havaí, do contrário, criaria um megatsunami através de um colapso importante do sistema de falhas de Hilina. Se o plano tivesse funcionado, não é difícil ver como os EUA teriam sido incapazes de impedir a emergência de uma Nova Ordem Mundial - baseada no modelo sociopolítico autoritário da China mascarado por trás da tecnologia da IA-inteligência artificial ​​projetada para atrair uma geração de conhecimento milenar. Uma parte tão bonita do nosso planeta está sendo repetidamente visada pela elite global por catástrofes que facilitarão seus planos para a Nova Ordem Mundial. Todos aqueles que estão por trás do Empreendimento Geotérmico Puna  cujos proprietários estão ligados à família Rothschild, por seu papel na devastação que está sendo causada na região da Puna inferior por seu fracking ou PGV secreto; os funcionários municipais locais que provavelmente seriam subornados para permanecer em silêncio sobre o risco de permitir tal empreendimento; e também contra as elites globais que montaram um plano tão nefasto, destruidor.
(Michael E. Salla, Ph.D.) (PGV é uma usina de conversão de energia geotérmica que traz vapor e líquido quente através de poços subterrâneos).
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O Havaí é um dos 50 estados dos Estados Unidos. O Havaí localiza-se em um arquipélago no meio do Oceano Pacífico, podendo ser considerado o estado 
norte-americano mais isolado em relação ao resto do país.

Canal  na Nicarágua já vendida, financiada pela clã luciferiana; facilitar a China comunista à transportar petróleo da Venezuela, Brasil, América Latina, e, "minérios, ouro,..." via Eurásia a cabala em apoia a  nWo  ? O que diz o governo brasileiro? NADA! se preparam militarmente como declarou o General Villas Boas no Brasil ("defender a democracia 'comunista' "), contra qualquer ação contrária dos Estados Unidos a Venezuela ou outro classificado como Unasul ou Ursal.
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Nota minha: Foi muita ingenuidade dos Estados Unidos não ter cortado o cordão umbilical com a Inglaterra à tempos.
As metrópoles colonialistas imperiais, em especial a Inglaterra, foram as mais perversas ao desenvolvimento socioeconômico dos países chamados periféricos subdesenvolvidos, já que o modelo desde o aparecimento de Adam Smith em “A Riqueza das Nações” considerava-os apenas como fornecedores de matérias-primas.
Foi assim que ela (Inglaterra) venceu a Guerra do Paraguai, dando apoio logístico e financeiro à (Tríplice Aliança), fechando a Bacia do Prata, maior ecossistema hidroviário da América do Sul e ficou quase 40 anos para concluir alguns trechos da Estrada de Ferro São Paulo Rio Grande (a São Paulo Railways), quando o Governo Ditatorial de Getulio Vargas expulsou os ingleses com a quebra do Contrato.
Sendo assim, acumulamos grandes prejuízos com a não opção pela moderna interiorização e do avanço da sociedade como um todo, das tecnologias de ponta para infraestrutura viária do país. As classes dominantes conservadoras pró modelo mantiveram este “status quo” desde o Brasil Imperial capitaneado por José Bonifácio de Andrada e Silva e a totalidade dos Presidentes após a proclamação da República (res publica) até culminar com o terceiro regime, patrocinado pela oligarquia financeira internacional, através da ONU, e administrada dentro do Brasil pelo Foro de SP.
ASSIM, MADURO HERDANDO DE CHAVES, QUEREM INVADIR A GUIANA PARA TOMAR O "ESSEQUIBO" GUYANA PARA LIGAR A VENEZUELA AO ATLÂNTICO: A isso, é preciso agregar a ideia oligárquica de “congelar” o desenvolvimento do que chamam a  rio Negro, o que inclui toda a Calha Norte do Amazonas. O centro da “ilha” é, precisamente “Ilha da Guiana”, área delineada pelo rio Orinoco, o canal de Cassiquiare e osamente, o estado brasileiro de Roraima, que tem sido submetido a uma draconiana “esterilização territorial”, com a maior parte de seu território demarcado como áreas indígenas ou reservas naturais, que obstaculizam quaisquer atividades econômicas modernas. No caso, a miopia estratégica levou sucessivos governos brasileiros a permitir no estado a formação das gigantescas reservas ianomâmi e Raposa Serra do Sol, ambas fronteiriças. (o canal Cassiquiare (Calha Norte) sendo explorado representaria uma oportunidade única de apoiar o desenvolvimento do território da Ilha das GuYanas, a qual se encontra desarticulada tanto produtiva como comercialmente) [10]. O GRANDE PROBLEMA É A VENEZUELA QUE QUER INVADIR, SE APODERAR DO ORINOCO TODO INCLUSIVE DA CALHA NORTE BRASILEIRA.
  • canal do Cassiquiare, também designado por canal Casiquiare ou rio Cachequerique, é um canal natural com 326 km de comprimento que se desenvolve entre a margem esquerda do rio Orinoco, na Venezuela, e a margem esquerda do rio Negro, afluente do rio Amazonas, na fronteira entre a Venezuela e a Colômbia. O Cassiquiare interliga assim duas das mais importantes bacias hidrográficas do mundo: a do Amazonas, a maior do planeta, com de 6 200 000 km²; e a do Orinoco, a terceira maior da América do Sul, com uma área de 948 000 km². Na sua totalidade aquelas bacias perfazem uma superfície conjunta de 7 850 000 de quilómetros quadrados, correspondentes a 44% do território da América do Sul. O canal é uma ocorrência geográfica raríssima, resultante da captura fluvialde uma bifurcação de outro curso de água, a qual faz da região do estado brasileiro do Amazonas ao nordeste dos rios Solimões e Amazonas, os estados brasileiros do Amapá eRoraima, a parte da Venezuela a leste do Orinoco e as três Guianas uma única e gigantesca ilha marítimo-fluvial.[11]
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“A fonte do poder estadunidense”.

A menção a uma área “de Yorktown às Guianas”, ou seja, da Virgínia à fronteira com o Brasil, provém de um velho conceito dos Confederados estadunidenses mais radicais, como os Cavaleiros do Círculo Dourado, uma sociedade semi-secreta que, antes da Guerra Civil Americana (1861-1865) contemplava a criação de uma área escravagista oligárquica em toda aquela região. Não por acaso, o próprio Kaplan, como muitos dos mais proeminentes pensadores “neoconservadores” dos EUA, são admiradores abertos das ideias da Confederação, derrotadas por Abraham Lincoln, na Guerra Civil.
Finalmente, para situar com mais precisão a presente investida para a “internacionalização” efetiva da Amazônia, vale observar o artigo publicado em julho de 2012 pelos jornalistas estadunidenses Robert D. Kaplan e Karen Hooper, na página da agência de inteligência privada Stratfor, intitulado “A fonte do poder estadunidense”. Afirmam os autores:
Historicamente, o poderio geopolítico estadunidense tem a sua origem, não na Europa ou na Ásia, mas no Grande Caribe. O Grande Caribe é o mundo que vai de Yorktown às Guianas, ou seja, dos estados mesoatlânticos às selvas do norte da América do Sul. O Hemisfério Ocidental, como o estrategista holandês-americano Nicholas J. Spykman explicou, em 1942, não se divide entre a América do Norte e a do Sul. Ele se divide entre as latitudes ao norte da grande barreira da selva amazônica e as latitudes ao sul dela. Em outras palavras, sob uma ótica geopolítica, a Venezuela não é, absolutamente, um país sul-americano, mas caribenho. A maior parte da sua população de 28,8 milhões vive no norte, ao longo do Mar do Caribe, longe das selvas do sul.
Embora os cabeçalhos midiáticos de hoje falem do Oriente Médio e da Ásia, para muitos presidentes dos EUA, do início do século XIX ao início do XX, as crises de política externa se centraram no Grande Caribe. Foi um processo de 100 anos para que os jovens EUA, realmente, tomassem das potências européias o controle do Grande Caribe. O Grande Caribe – o Golfo do México e o Caribe, propriamente dito – é de fato uma extensão territorial de águas azuis do território continental dos EUA. Uma vez que os EUA puderam assegurar o controle do Grande Caribe, o país se tornou o hegemon do Hemisfério Ocidental, restando apenas o Ártico Canadense e o cone sul da América do Sul (inclusive as zonas de sombra da Bolívia, Equador e Peru), efetivamente, além do cinturão de segurança estabelecido pela marinha dos EUA nas Índias Ocidentais.
E, com o Hemisfério Ocidental sob a sua dominação, os EUA puderam, a partir daí, afetar o equilíbrio de poder no Hemisfério Oriental. As vitórias estadunidenses nas duas guerras mundiais e na Guerra Fria foram, originalmente, construídas sobre a geopolítica do Grande Caribe. Porém, como as distâncias entraram em colapso, em um Mundo mais densamente povoado e crescentemente unido pela tecnologia, o Grande Caribe volta novamente ao palco. (…)
A relevância de tais considerações se torna evidente, diante das considerações de Kaplan e Hooper, que antecipa uma oportunidade ideal para a implementação da estratégia mencionada, na morte do presidente venezuelano Hugo Chávez, que dá como certa, antes ou durante as vindouras eleições presidenciais no país, em outubro próximo. Ademais, ele ameaça a Colômbia com um processo de desestabilização, prevendo um retrocesso na guerra do Estado colombiano contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Fatos que, em sua avaliação, teriam um grande potencial de desestabilização de toda a região norte da Amazônia, diante dos quais adverte que os EUA poderiam até intervir militarmente, mas não evitariam o caos. Suas palavras:
Assim, Washington não poderia contar com uma estabilização, nem na Colômbia nem na Venezuela, sem falar na guerra das drogas no México, com 50 mil mortes desde 2006 – com a maior parte da violência ocorrendo no norte do México, próximo à fronteira com os EUA. Os EUA podem dominar o Grande Caribe, em termos do seu poderio militar convencional. Podem dominar o Grande Caribe, no sentido de que nenhuma potência relevante pode desafiar os EUA ali. Mas tal poderio estadunidense não pode garantir a estabilidade em lugar algum dentro da própria região.
Evidentemente, poder-se-ia considerar que o texto de Kaplan e Hooper é produto de um surto psicótico comum em estrategas desequlibrados sob condições de estresse agudo, em tempos de crise, exceto pelo fato de ele ser membro do Conselho de Política de Defesa (nomeado pelo então secretário de Defesa Robert Gates, em 2009), consultor do Exército, Fuzileiros Navais e Força Aérea dos EUA e ex-professor visitante da Academia Naval de Annapolis, onde ministrou um curso sobre “Futuros desafios de segurança global”. Semelhante currículo leva alguns analistas, como o jornalista mexicano Alfredo Jalife-Rahme, a considerá-lo como “um arauto do Pentágono para sentir o pulso de seus adversários e/ou ameaçá-los”. A revista Foreign Policy, onde escreve regularmente, o considera entre os 100 maiores pensadores estratégicos globais. Embora com um currículo mais modesto, sua colega Hooper é diretora de análises para a América Latina e África da Stratfor.
Está claro que o aprofundamento da crise econômico-financeira mundial, o declínio militar dos EUA e a emergência de um pensamento estratégico temerário em certos círculos hegemônicos, constituem uma séria ameaça real à soberania dos Estados nacionais ibero-americanos. Isto implica em que a delimitação de gigantescas áreas na Amazônia brasileira como autênticas “zonas de exclusão econômica”, por motivos ambientais ou indígenas – seja por ingenuidade ou irresponsabilidade – passa ao largo da possibilidade real de que estas possam transformar-se em alvos de operações militares.
Para o Brasil, evidentemente, tal perspectiva torna urgente a necessidade de uma drástica reversão da política de demarcação de reservas indígenas desproporcionais, juntamente com a promoção de uma ocupação socioeconômica racional da Região Amazônica, com um engajamento efetivo das próprias populações indígenas, segundo as suas peculiaridades culturais, no desenvolvimento e na defesa da soberania brasileira. Antes tarde do que nunca[7].

Não apenas Maduro mas terroristas das FARC, iranianos, cubanos, libaneses e terroristas do Hezbolah há anos têm identidades e passaporte venezuelanos[9].
Demonstraram-se vínculos do Hezbollah com o narcotráfico, que o provê de milhares de milhões de dólares em lucros que são usados para financiar operações que representam ameaças aos Estados Unidos.


- O Brasil é outro lugar importante de ameaça, principalmente devido à sua parcela da população que é muçulmana, algo em torno de um milhão de habitantes,"pressagia uma série de novos desafios de segurança para os Estados Unidos e seus aliados na América Latina". Na última década Chávez forjou uma crescentemente íntima associação estratégica com o governo iraniano, o qual converteu a Venezuela em um "grande eixo de operações para o Hezbollah". Berman assegurou aos congressistas que o Hezbollah dirige centros de treinamento de militantes radicais venezuelanos no sul do Líbano, "para possíveis ataques em território norte-americano, e opera em campos de treinamento dentro da Venezuela, com o apoio de funcionários governamentais simpatizantes"[8].
US-base militarResultado de imagem para bases militares no Peru

Notas:
[2] “Obama falha o seu golpe de Estado na Venezuela”, Thierry Meyssan, Tradução Alva, Rede Voltaire, 23 de Fevereiro de 2015.
[4] «¿Qué debe hacer América Latina frente a la tormenta financiera?», por Ariel Noyola Rodríguez, Russia Today (Rusia) , Red Voltaire , 9 de febrero de 2016.
[5] «Southcom Commander Outlines Latin America Strategy», Karen Parrish, US Department of Defense, July 14, 2016.
[7]http://www.marcosdearaujo.com.br/component/content/article/2-noticias/323-corredor-triplo-a-para-consolidar-internacionalizacao-e-engessamento-da-amazonia
[8]Tradução: Graça  Salgueiro MSM   http://revistacalibre.blogspot.com.br/2014/02/venezuela-e-brasil-paises-onde-o.html
[9]http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/nicolas-maduro-e-colombiano.html
[10]http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1510200001.htm
[11]http://aurelinojr.blogspot.com/2011/02/canal-cassiquiare-passagem-estrategica.html

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