sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Quem está por trás do nome "BRIC"? o ex-presidente da Goldman Sachs Jim O' Neill - economista britânico

  • O ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT), assinou  em 18 de março de 2016,  o resultado final da seleção dos programas de pós-graduação brasileiros que vão compor a Universidade em Rede do Brics (ou melhor, todas as universidades federais e estaduais) - grupo de países formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Cuidado jovens com o marxismo cultural, com a desinformação, com o terrorismo tomando conta dos jovens brasileiros, todo o cuidado é pouco:  http://capes.gov.br/cooperacao-internacional/multinacional/brics
  • POR QUE, A CRIAÇÃO DO BRICS, envolvendo duas grandes potências Como China e Rússia com países sempre em desenvolvimento? [5,6,7,8,]
  • O banco dos BRICS terá sua sede em Xangai, na China.
A ("guerra"  entre Putin e os globalistas pode muito bem ser uma falsa guerra tendo em vista uma concentração ainda maior do poder mundial - hipótese não de todo fora da possibilidade se levarmos em conta quem está por trás do nome "BRICS". !! por detrás, o principado, o califado.
LaRouche diz que o Grupo Inter-Alfa de Rothschild – a mesma organização que conseguiu que o Presidente John F. Kennedy fosse assassinado e depois criou o chamado BRIC com Brasil, Rússia,  Índia, China—como o grupo que controla posições vitais na Rússia de hoje e como as pessoas que são “o principal empecilho para salvar a Rússia da destruição que ameaça atingi-la hoje, quando explodir a crise brasileira, e que acontecerá.”   
AS LIGAÇÕES DA INGLATERRA COM O CALIFADO [4]
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Basicamente o que isto demonstra é que a maior parte (não toda) propaganda anti-Rússia e anti-Putin é motivada pelos mesmos globalistas que já controlam e dominam sobre o Ocidente. Claro que isto não é um garantia da honestidade e fiabilidade de Putin, mas sim, algo que pode explicar parcialmente uma vasta gama de eventos actuais, especialmente no que toca aos eventos a desenrolar na Síria.
Putin está a ser, também, esperto, astuto,  em associar a sua luta "contra os globalistas" em termos da uma guerra entre a civilização Cristã contra os globalistas e contra os internacionalistas. O sucesso desta estratégia pode ser visto na popularidade que Putin tem junto da população Americana,(e complicando Trump).

Terence James "Jim" O'Neill, Baron O'Neill de Gatley 

Jim O'Neill on the outcome of the BRICS summit
https://www.youtube.com/watch?v=Yz5ApkAQXL0
Conhecido por Teoria econômica BRIC
2001 Idea first cited in  Goldman Sachs report
(Idéia citada pela primeira vez em 2001 por Goldman Sachs report)
(nascido em 17 de Março de 1957), [1] ex-presidente da Goldman Sachs Asset Management e ex-conservador ministro do governo, é um economista britânico mais conhecido por cunhar BRIC , a sigla Que representa o Brasil , a Rússia , a Índia e a China - os quatro países em desenvolvimento rápido que passaram a simbolizar a mudança do poder econômico global longe das economias desenvolvidas do G7  . 
  • O'Neill cunhou o termo " BRIC " em 2001 em "O Mundo Precisa de Melhores Economia BRICs", um artigo escrito para Goldman Sachs "Global Economic Paper" série. Ele também cunhou o termo MINT México , Indonésia , Nigéria e Turquia - a fim de diferenciar entre a variedade de economias emergentes. Ele planeja agrupar este quarteto como "mercados de crescimento" dentro das nações BRIC Em janeiro de 2014, é professor honorário de Economia na Universidade de Manchester . [3] Em 2010, foi nomeado Presidente da Divisão de Gerenciamento de Ativos da Goldman Sachs. Em 2 de julho de 2014, ele foi nomeado pelo primeiro-ministro britânico David Cameron para chefiar uma comissão internacional para investigar a resistência antimicrobiana global.  Foi nomeado Secretário Comercial do Tesouro no Segundo Ministério de Cameron , cargo que ocupou até sua renúncia em 23 de setembro de 2016.
  • Para ele, os Brics não vão acabar, mas terão um papel limitado como "uma organização frouxa para coordenação diplomática".
Em suma, o Brasil NÃO tem para onde correr.
Este é o dado de realidade n.1 que temos de perspectivar. ( Loryel Rocha  )
Imagem 1- Os 10 Reinos do Clube de Roma
Imagem 2- ONU e as 10 regiões globais de desenvolvimento. Vide a semelhança destas regiões globais com os 10 Reinos do Clube de Roma
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1) O Brasil faz parte dos BRICS (projeto da BANCA e da Rússia). A terminologia BRIC refere-se à qualquer grupo de mercado "emergente" fora do eixo do G7. Há, portanto, formalmente, vários BRICS já criados no mundo. Aquele do qual o Brasil faz parte é UM deles e não o único.
Os BRICS visam propor uma "nova economia emergente" para o século XXI geo-estrategicamente posicionada num eixo Sul-Sul. A importância de um eixo Sul-Sul capitaneado pelos países falantes de Língua Portuguesa foi perspectivada na década de 1950 pelo filósofo português Agostinho da Silva cuja idéia foi encampada pelo governo de Jânio Quadros concretizada na chamada "Política Externa Independente do Brasil" cujas memórias foram lançadas numa bela coleção da Fundação Alexandre de Gusmão sob a presidência do embaixador Jerônimo Moscardo. Durante décadas, a política externa de Jânio Quadros foi ridicularizada. Há pouco tempo, ela começou a ser vista como brilhante.
Acontece que o protagonismo da comunidade lusíada na construção desse eixo foi para o ralo. Com a deposição do Jânio, os militares enterraram-no. No governo Sarney, a proposta retornou com outro viés, trazendo de volta a relação do filósofo português Agostinho da Silva com o embaixador brasileiro José Aparecido de Oliveira, e se criou a Comunidade da Língua Portuguesa. Os governos do Collor, PSDB e PT soterraram o projeto ou antes, adulteraram. E Michel Temer, antes de sair, fez o desfavor de colocar o intelectual orgânico comunista Raul Jungman dentro da CPLP (Comunidade dos Povos Falantes de Língua Portuguesa).
Concerne entender um dos cenários da década de 1950 para perceber a importância estratégica da Política Externa Independente do Brasil". A elite globalista-financeira do Clube de Roma havia proposto a divisão do mundo em 10 Reinos, e o Brasil ocuparia o sexto Reino. Portanto, a proposta de Agostinho da Silva e Jânio Quadros, se tivesse sido executada, seria, ela sim, um verdadeiro eixo Sul-Sul fora da BANCA. A BANCA simplesmente pegou a ideia de Agostinho da Silva e a implementou em meados de 2000.
A BANCA só conseguiu impor seu nefasto negócio com a criação dos Bancos Centrais americanos e europeu. No Brasil, Jair Bolsonaro e Paulo Guedes já prometeram privatizar o Banco Central. Enquanto isso, dentre as licitações lançadas no governo Temer está a PRIVATIZAÇÃO DA CASA DA MOEDA.
A sigla BRIC foi criada por Jim O'Neill em um estudo de 2001 intitulado "Building Better Global Economic BRICs", chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs. A primeira reunião da Cúpula aconteceu em 2009.
Uma característica dos BRICS é promover acordos bilaterais, trilaterais. Tais acordos existem muito antes do governo Trump, por conseguinte, não é novidade nenhuma lançado pelo Trump. Trata-se de outra bravata Jair Bolsonaro dizer que vai tirar o Brasil das garras do globalismo para promover acordos bilaterais. Com quem? Com qual grupo do G7 ele fará isso de modo isolado? Com qual grupo Sul-Sul fará isso sem entrar em algum BRIC sem o aval da BANCA-Goldman Sachs?
Os governos pós-1985 fizeram conexões, acordos e tratados com a BANCA, o Califado Árabe e os Comunistas. Os acordos representam os maiores saldos da balança comercial do país.
O Brasil de Jair Bolsonaro está na Presidência dos BRICS a partir de 2019. O banco dos BRICS terá sua sede em Xangai, na China.
Por tudo isso (e tudo o mais que envolve a participação do Brasil nos BRICS) a bravata eleitoreira, oportunista e mentirosa do messias fabricado contra a China é fruto ou da ignorância absoluta deste tipo sobre o que se passa com o Brasil desde o início do ano 2000 ou é manipulação política criminosa. A bravata foi tão grave a ponto do próprio Mourão ter "colocado o messias fabricado no seu devido no lugar" ano passado, dizendo que a relação com a China era sólida. E ele estava certo.
Em suma, o Brasil NÃO tem para onde correr.
Este é o dado de realidade n.1 que temos de perspectivar.
Imagem 1- Os 10 Reinos do Clube de Roma
Imagem 2- ONU e as 10 regiões globais de desenvolvimento. Vide a semelhança destas regiões globais com os 10 Reinos do Clube de Roma

NOTAS:
[1] https://en.wikipedia.org/wiki/Jim_O'Neill,_Baron_O'Neill_of_Gatley
[2] http://voxday.blogspot.com.br/2016/12/difensor-occidens.html
[3] http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2011/11/111125_joseph_nye_brics_rw.shtml
[4]http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/05/ligacoes-historicas-da-inglaterra-com-o.html
[5Embora sem participar diretamente do golpe de 1964, Washington apoiou o movimento que ao fim derrubou o governo Goulart e com ele a Política Externa Independente. A história iria demonstrar, entretanto, que o globalismo não se esgotara como paradigma de definição da inserção internacional do país, ao ser retomado no chamado Pragmatismo Responsável do governo do general Ernesto Geisel (1974-79) durante o regime militar (detalhe que o povo não sabe).A "política externa independente" durante o governo João Goulart ao "pragmatismo responsável" de Geisel   https://mudancaedivergencia.blogspot.com/2008/12/a-politica-externa-independente-durante.html
[6] Quinto Império: o mito do Quinto Império - a semente do sonho português que resultaria na criação de um império na América, ou seja, o próprio Brasil.sob a tutela intelectual do monge Joaquim de Fiore. A partir de uma interpretação muito particular do apocalipse e de algumas passagens do Velho e do Novo Testamento, esse grupo de dissidentes imaginava que por um período de mil anos haveria a paz e a prosperidade na Terra, sob o reinado do Cristo, que retornaria dos céus, cercado de anjos, como ele próprio havia dito aos discípulos, conforme a tradição evangélica.
Esse milenário seria precedido por tragédias, fome, doenças, guerras e cataclismas. Depois viria a bonança de mil anos, antes do Juízo Final, da definitiva vitória das forças do bem sobre as forças das trevas.
Com o tempo o conceito se ampliou. Também chamado de quiliasmo ou milenialismo, o milenarismo passou a designar todas as idéias relacionadas ao fim do mundo, ao apocalipse, a profecias, ao sonho de um reinado de paz e felicidade na Terra.
O milenarismo é de origem látrica, portanto religiosa, tem suas raízes na Antiguidade e se consolidou enquanto ideologia no período medieval. É, sobretudo, uma ideologia judaico-cristã.
Os quatro primeiros, todos terrenos, seriam supostamente a própria Babilônia, a Grécia, Roma e Egito ou talvez a Pérsia. O quinto império, porém, seria diferente de todos os demais porque teria dimensão simultaneamente secular e espiritual. "Nos dias desses reis", escreveu Daniel, "o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído. Esse reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre."O que esse texto enigmático da Bíblia tem a ver com o Brasil? É preciso levar em conta que Portugal foi sempre um país profundamente influenciado pelas idéias religiosas. A própria fundação do reino, em meados do século 12, era parte de uma grande cruzada religiosa. http://universoholistic.blogspot.com/2011/06/movimento-milleniumm-quinto-imperio-e.html
[7] "Feliz quem esperar e alcançar mil trezentos e trinta e cinco dias. 
a)Quanto a ti, vai até o fim. Repousarás e te levantarás para tua parte da herança, no Tempo do Fim" (Dan. 12, 12-13). Entre 1647 e 1666, o Padre Vieira escreve "História do Futuro", obra que lhe valerá a condenação de "herética e judaizante" pelo tribunal da Inquisição, pois "promete o reino de Deus nesta vida e muito cedo", à maneira dos judeus que "o esperam nesta vida presente de seus Messias e perpétuo para sempre". 
b)A origem da condenação é o livro "Esperanças de Portugal", parte da trilogia que inclui a "Chave dos Profetas" e a "História do Futuro", inspirada em Daniel, no capítulo 18 de Isaías, nas "Trovas do Bandarra" (em que o Encoberto d. Sebastião será o Imperador dos Últimos Dias, vencedor das primeiras batalhas contra o Anticristo) e no milenarismo trinitário de Joaquim di Fiori. 
c)A obra prevê a união de portugueses e judeus, o Reino de Mil Anos e o retorno triunfal dos judeus a Israel. A interpretação do capítulo 18 de Isaías, possivelmente recebida pelo jesuíta das obras do franciscano peruano Gonzalo Tenório, demonstra que Isaías profetizou não só a América, mas, pela quantidade de detalhes e particularidades, profetizou o Brasil, e não o Peru, como julgara Tenório. Ambos, porém, interpretam as "gentes convulsas", as "gentes dilaceradas" e as "gentes terríveis", de que fala Isaías, como sendo as Dez Tribos Perdidas de Israel, e o motivo fundamental para essa interpretação é uma outra profecia de Isaías, segundo a qual a redenção do "resto de Israel" só se dará depois que todo Israel se houver dispersado na direção dos quatro ventos e, evidentemente, a última direção somos nós. Jesuítas e franciscanos se consideram as duas ordens monásticas profetizadas por Joaquim di Fiori e por isso escrevem movidos pela certeza do fim da história e do tempo do fim como tempo do Espírito Santo inteiramente revelado ao Reino de Deus. 
d)Grandes foram os que profetizaram. Pequenos os que sabem reconhecer a realização das profecias. "Os futuros", diz Vieira, "quanto mais vão correndo, tanto mais se vão chegando a nós e nós a eles".
e)O Brasil não é apenas "novos céus e novas terras" cumprindo a profecia do alargamento da ciência e o anúncio do milênio como Era do Espírito: o Brasil é condição e parte integrante do milênio, isto é, do Último Império. As profecias de Daniel e de Isaías, cumpridas com a descoberta e a conquista do Brasil, são fatos e provas da consumação da revelação e do tempo. Nós somos a história consumada, do país-paraíso nos persuade de que nossa identidade e grandeza se encontram predeterminadas no plano natural: somos sensíveis e sensuais, carinhosos e acolhedores, alegres e sobretudo somos essencialmente não-violentos,  deixando-nos fora do mundo da História.
[8] Fin de los Dias: Publica ser llegado el Fin de los Dias …, foi publicada em Glückstadt em 5426, ou seja, em 1666 da era comum, sendo dedicada à Yeshiva Shahare Zeddek (Academia Portal de Justiça). Esta academia era composta pelas mais ilustres personalidades da Comunidade de Hamburgo (ver Quadro 1), cujas famílias constituíram as bases das comunidades tanto daquela cidade como da de Amesterdão.
a) Um dos princípios básicos dos textos cabalísticos e místicos que apontam para o messianismo é a percepção da redenção que se segue a um período de catástrofe. A redenção é simultaneamente um processo individual e colectivo porque inclui todas as gerações, sendo tempo duma tremenda luta entre as forças do Bem e do Mal tanto na Terra como nos Céus (Elior 44). 
b) O (res)surgimento dos messianismos e profetismos judaicos beneficiaram dum prévio ambiente cultural. No século XVI saíram à estampa as obras de Isaac Abravanel (Lisboa, 1437−Veneza, 1508) que incluem cinco livros sobre questões messiânicas e cálculos para a vinda do messias. Por seu turno, o discípulo de Isaac Lúria e Moses Cordovero, Abraham ben Eliezer ha-Levi (a. 1540–1600) foi autor de diversos escritos proféticos, apontando 1524 ou 1530–1531 como o início dos novos tempos. Acrescente-se ainda os textos Galya Raza e Mishreh Kittrin que pretendiam aumentar o conhecimento da era messiânica, sendo conhecido um movimento no Norte de Itália encabeçado pelo profeta asquenazita Asher Laemmlein Reutlingen (Goldish 42–43). Os séculos XVI e XVII também foram marcados por vivências negativas associadas por vezes à sensação de fim de mundo. E isso explica em parte o comportamento e expectativas dos judeus sefarditas em diáspora, por um lado, e asquenazitas após os massacres de 1648– 1649 na Polónia (Idel 183), por outro. Mas o mesmo se pode dizer dos cristãos e muçulmanos envolvidos, quer na Guerra dos Trinta Anos (1618–1648), quer nas guerras do Império Otomano com os Habsburgos que envolveu grande parte dos países da Europa. Ou seja, as consequências da intolerância religiosa e das guerras tal como das acções dos líderes políticos e religiosos da época aliam-se ao sentimento de sobrevivência das populações que se poderá traduzir numa fragilidade pós tragédia e conduzir as pessoas ao refúgio na fé em busca de conforto e de redenção—algo que as religiões oferecem tal como o fascínio na crença na vinda do messias e de novos tempos de paz e justiça.file:///C:/Users/Marilda/Downloads/8-374-1-PB%20(1).pdf
[9] Observatório Latino-Americano (OLA), o Brasil ainda estava de costas para a América Latina, mas a partir das transformações iniciadas na Venezuela essa parte do continente começou a fazer parte do cotidiano das notícias, chegando também à Universidade.A coleção Pátria Grande nasceu portanto para suprir esta enorme lacuna de nossa formação intelectual, tão colonialmente centrada no cânone europeu-estadunidense, expressão acabada do eurocentrismo que começa ceder passagem ao pensamento crítico latino-americano, nossa melhor tradição. Ao todo serão 80 volumes, já escolhidos e em processo de tradução.   http://iela.ufsc.br/colecao-patria-grande  -   http://iela.ufsc.br/instituto

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