sábado, 22 de junho de 2019

O laço de Paulo Guedes com os ‘Chicago boys’ do Chile de Pinochet


Até hoje não se sabe o que a CIA contou naquele dia em 11 de setembro de 1973 ao presidente norte-americano Richard Nixon sobre o golpe de Estado dado horas antes pelo general Augusto Pinochet, que derrubou o Governo do socialista Salvador Allende. A CIA revogou recentemente o sigilo sobre centenas de relatórios presidenciais da era Nixon, mas decidiu encobrir ou apagar numerosos parágrafos, incluindo grande parte das informações sobre os fatos que levaram a uma das piores ditaduras da história recente da América do Sul. Peter Kornbluh, jornalista e especialista em Chile que há quase quatro décadas investiga o envolvimento norte-americano na ditadura chilena. “Ela está tentando acobertar o que Nixon sabia sobre o complô golpista no Chile e desde quando sabia, e também esconde os próprios contatos e conexões da CIA com os planejadores do golpe.”


O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro – admirador declarado de Augusto Pinochet – terá Paulo Guedes como um superministro da Economia. Guedes anunciou nesta terça-feira, 30, que sua pasta será uma fusão dos ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio Exterior. Trata-se de um velho conhecido dos economistas chilenos que impulsionaram o programa econômico ultraliberal na ditadura (1973-1990)
Em seus estudos de pós-graduação na Universidade de Chicago, onde o homem-forte era Milton Friedman, pai intelectual dos Chicago Boys, Guedes estreitou laços com vários estudantes chilenos que depois viriam a ter papéis relevantes no regime militar.

Um deles foi Jorge Selume Zaror, ex-diretor de Orçamento do regime de Pinochet, que no começo da década de oitenta comandou a Faculdade de Economia e Negócios da Universidade do Chile, a instituição acadêmica pública mais antiga e importante do país. Foi a convite dele que Guedes aterrissou nesse centro de estudos para trabalhar como pesquisador e acadêmico, assim como fizeram na mesma época Robert Mundell e Edmund Phelps – conforme informou a revista chilena Capital –, que receberam o Nobel de Economia em 1999 e 2006, respectivamente.

“Entendo que esteve por aqui, na Universidade do Chile. Não sei se foi durante anos ou um trimestre”, disse, ao jornal chileno La Tercera, Rolf Luders, da primeira geração dos Chicago boys, um de seus principais expoentes, ministro da Fazenda e da Economia, Fomento e Reconstrução entre 1982 e 1983. Em setembro passado, o economista Ricardo Paredes escreveu no Twitter: “Economista-chefe de Bolsonaro, Paulo Guedes, é PhD de Chicago e trabalhou no Departamento de Economia da Universidade do Chile por volta do começo dos anos oitenta. Recordo-o como un capo [um craque], embora assim como Bolsonaro seja aterrorizante”.


O jornalista chileno Cristián Bofill, especialista em política brasileira, conta que, “quando Guedes voltou de Chicago para o Brasil com seu doutorado, se sentiu marginalizado no Brasil. Os economistas que tinham a hegemonia naquele momento não lhe deram nem as posições acadêmicas nem os cargos no Governo que ele sentia que merecia. Então, nos anos oitenta vem para o Chile, onde é recrutado por Selume. Queria conhecer em primeira mão as reformas que os Chicago boys estavam promovendo no país”.
Segundo Bofill, tudo indica que o projeto de Guedes sempre foi fazer no Brasil o que foi feito no Chile pelo economista Sergio de Castro, assessor da Junta Militar a partir de 1973, depois ministro da Economia e da Fazenda e o principal artífice da implantação do modelo junto com os outros economistas de Chicago: “Pegar um país medíocre economicamente, meter-lhe reformas de viés neoliberal, fazer que o país tenha um impulso e, no final, o que é o mais vitorioso, que seus próprios adversários assumam o modelo, como fez, com a chegada da democracia, a Concertação de centro-esquerda”.
Quando Guedes chegou a Santiago, “era o melhor momento dos Chicago boys”, relata a jornalista Carola Fuentes, que junto a Rafael Valdeavellano lançou em 2015 o filme homônimo, no qual os próprios protagonistas das reformas de Pinochet relatam as transformações que promoveram no Chile e seu legado vigente até a atualidade. A diretora de Chicago Boys relata que, no começo da ditadura, eles ocuparam cargos secundários de assessores técnicos. Em março de 1975, entretanto, Friedman visitou o Chile: “Foi quando convence a Pinochet e lhe diz a famosa frase de que as medidas devem ser tomadas de forma radical, porque é melhor cortar o rabo do cachorro de uma só vez do que em pedacinhos”.
Pinochet, como a maioria dos militares chilenos da época, era por principio estatista e olhava com desconfiança para esse grupo de tecnocratas. Mas logo depois da conversa com Friedman decidiu dar espaço aos Chicago boys para que assumissem o comando da economia chilena. “A partir desse momento, começaram a ocupar as primeiras linhas de ministérios e de diversas instituições, como o Banco Central, por isso era fácil para eles tomar as decisões. Não havia nenhum tipo de oposição a suas medidas radicais, que numa democracia não poderiam ter implementado”, afirma Fontes.
No filme Chicago boys, Ricardo Ffrench-David, economista chileno formado em Chicago, mas crítico da ditadura e da gestão de seus colegas de universidade, diz que “as políticas econômicas de 1973 a 1982 foram um exemplo pioneiro de extremismo neoliberal no mundo”. Fuentes as detalha: liberdade de preços, abertura econômica e redução dos impostos, privatização de empresas estatais e redução do Estado, junto com a doutrinação da população.
Em 1982, os Chicago boys foram expulsos da primeira linha logo depois da desvalorização mundial do dólar – em 1979, haviam determinado a fixação da taxa de câmbio –, mas foram sucedidos por outros economistas que não alteraram em nada o modelo. Entre eles José Piñera, irmão do atual mandatário chileno, ministro de Pinochet e criador do sistema previdenciário chileno, baseado na capitalização individual. Implementou-a no começo da década de oitenta, justamente a época em que Guedes vivia e trabalhava no Chile.
Bolsonaro gostaria de substituir o sistema previdenciário distributivo por outro de capitalização, seguindo o rastro do que foi feito no Chile de Pinochet. Onyx Lorenzoni, seu possível ministro da Casa Civil, não oculta sua admiração pelo modelo que os Chicago boys chilenos implementaram: “O Chile para nós é um exemplo de país que estabeleceu elementos macroeconômicos muito sólidos, que lhe permitiram ser um país completamente diferente de toda a América Latina”.

Golpe de Pinochet no Chile CIA continua sem revelar tudo o que os EUA sabiam

Pesquisador solicita a quebra do sigilo sobre todos os documentos relativos à queda de Allende

O ditador chileno Augusto Pinochet.
O ditador chileno Augusto Pinochet. GETTY
O relatório presidencial diário entregue a Richard Nixon em 11 de setembro de 1973 destacava quatro assuntos que a comunidade de inteligência dos Estados Unidos considerava merecedores da maior atenção do presidente: as “boas chances” de que o primeiro-ministro do Laos recebesse o aval para assinar um acordo com os comunistas; um relatório sobre movimentos militares no Vietnã; outro sobre a União Soviética; e, finalmente, o Chile. Mas até hoje não se sabe o que a CIA contou naquele dia ao presidente norte-americano sobre o golpe de Estado dado horas antes pelo general Augusto Pinochet, que derrubou o Governo do socialista Salvador Allende. A CIA revogou recentemente o sigilo sobre centenas de relatórios presidenciais da era Nixon, mas decidiu encobrir ou apagar numerosos parágrafos, incluindo grande parte das informações sobre os fatos que levaram a uma das piores ditaduras da história recente da América do Sul.
“A CIA continua retendo informações sobre o que disse ao presidente, inclusive no próprio dia do golpe, há 43 anos”, afirma Peter Kornbluh, jornalista e especialista em Chile que há quase quatro décadas investiga o envolvimento norte-americano na ditadura chilena. “Ela está tentando acobertar o que Nixon sabia sobre o complô golpista no Chile e desde quando sabia, e também esconde os próprios contatos e conexões da CIA com os planejadores do golpe.”
O chefe do Arquivo Nacional de Segurança, uma ONG que analisa documentos liberados do sigilo pelas agências de inteligência, publicou às vésperas do 43º. aniversário do golpe, neste domingo, vários dos documentos relativos ao Chile divulgados pela CIA no mês passado. Embora grande parte das informações já fosse conhecida, em boa parte graças ao empenho de Kornbluh pela divulgação desses arquivos, vários parágrafos do novo pacote de documentos aparecem encobertos ou em branco. Para o autor do livro The Pinochet File (“o arquivo Pinochet”), no qual reconstrói, com base em documentos liberados do sigilo na última década, os vínculos de Washington com o regime ditatorial chileno, a censura nas novas revelações mostra no que a CIA continua tentando ocultar o que fez no país sul-americano.
“Continua sendo um crime o que a CIA fez no Chile, e ela continua tentando se distanciar do golpe encobrindo o alcance das suas comunicações com os golpistas”, afirmou Kornbluh ao EL PAÍS.
Que os EUA estavam bem cientes das intenções golpistas não é novidade. Ainda assim, é chocante ver as informações detalhadas da agência de inteligência e o nível de conhecimento do próprio presidente Nixon, que, dias antes do golpe, já recebia muitas informações sobre o Chile, como revela outro relatório presidencial de 8 de setembro de 1973.
Com a mesma data, existem outros documentos top secret que foram resgatados pela equipe de Kornbluh e que detalham como até mesmo a CIA sabia que um princípio de golpe estava sendo planejado para 10 de setembro, e como todos os segmentos das Forças Armadas chilenas estavam prontos para participar.
Para Kornbluh, que solicitou à administração Obama a divulgação de toda as informações do serviço de inteligência do Chile, trata-se de uma questão de princípios.
“Não é que esses documentos irão mudar o que já sabemos, mas temos uma dívida muito maior com o Chile”, porque “Pinochet nunca teria chegado ao poder sem o apoio dos EUA”, afirmou. “E nunca teria estado na posição de enviar assassinos e terroristas para os EUA e matar duas pessoas inocentes”, acrescentou, referindo-se a uma outra data importante da história mais sombria do Chile que está próxima: o assassinato em Washington com uma bomba do ex-ministro de Relações Exteriores Allende Orlando Letelier e de sua jovem assistente, a norte-americana Ronni Moffit, em 21 de setembro de 1976.
O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, entregou durante uma visita ao Chile, em outubro do ano passado, mais de cem documentos descobertos que apontam a responsabilidade pelo assassinato de Letelier ao mais alto nível do regime de Pinochet. Mas ainda faltam alguns documentos-chave, incluindo relatórios da CIA que demonstrariam, segundo Kornbluh, de forma inequívoca o que já é dado como certo: que foi o próprio Pinochet quem deu a ordem para assassinar Letelier. O embaixador chileno em Washington, Juan Gabriel Valdés, que 40 anos atrás era assistente de Letelier na capital dos EUA e vivenciou em primeira pessoa o assassinato, manifestou esta semana sua esperança de que o Governo entregue, na véspera do sinistro aniversário do crime, as informações que ainda permanecem nos arquivos da comunidade de inteligência dos EUA.

MAIS INFORMAÇÕES

ISRAELIS NO HAITI PARA COLHEITA DE ÓRGÃOS E TRÁFICO DE SEXO INFANTIL?


THURSDAY, FEBRUARY 18, 2010

Jorge Puello, que esteve recentemente no Haiti, é o cavalheiro judeu que supostamente lidera uma rede de abuso sexual infantil que recrutou crianças para a prostituição na Nicarágua, na República Dominicana e em El Salvador. (Jorge Anibal Torres Puello) 'Ele serviu no Exército dos EUA em uma unidade de inteligência militar. Ele trabalhou disfarçado com a Administração de Repressão às Drogas dos EUA e o Departamento de Segurança Interna. (Consultor jurídico para os americanos no Haiti que enfrentam suas próprias acusações)

Como os israelenses chegaram ao Haiti tão rapidamente?

Nos dias anteriores ao terremoto no Haiti, os israelenses, em Tel Aviv, estavam realizando uma conferência e um treinamento sobre "emergências e desastres".

(Primeira Conferência de Resposta a Emergências será aberta em Israel em 11 de janeiro de 2010 / Drill atrai a multidão internacional / décimo segundo ramo: os anais de conquistas logísticas)

Os israelenses no Haiti estão colhendo os órgãos das crianças?

Em novembro de 2009, Alison Weir publicou um artigo no Relatório de Washington sobre Assuntos do Oriente Médio intitulado "Tráfico de Órgãos Israelenses e Roubo: Da Moldávia à Palestina".

Ela afirmou: ".... a colheita de órgãos israelenses - às vezes com financiamento governamental israelense e a participação de altas autoridades israelenses, destacados médicos israelenses e ministérios israelenses - tem sido documentada por muitos anos." (Foco em Israel: Colhendo Órgãos Haitianos AfterDowningStreet.org)

Clegg à direita

O líder do Partido Liberal Democrata do Reino Unido, Nick Clegg, demitiu Jenny Tonge, sua porta-voz de saúde na Câmara dos Lordes, depois de comentários que ela fez sobre o alegado tráfico de órgãos no Haiti.

Jenny Tonge disse à Crônica Judaica que deveria haver uma investigação sobre as alegações de que tropas israelenses foram enviadas para lá depois que o terremoto estava tráfico de órgãos.

Jenny Tonge, do Partido Liberal Democrata do Reino Unido, foi demitida por causa de sua observação de colheita de órgãos

NÃO VOTE PELAS DEMOCRATAS LIBERAIS NO REINO UNIDO.

https://www.youtube.com/watch?v=OmIlqjVtqnU
Eles são um partido sionista. (Spot o candidato ou candidatos MI6?)



Segundo este artigo, A ascensão e queda da baronesa Jenny Tonge é uma verdadeira amiga da Palestina,

Os amigos democratas liberais de Israel procuram:

1. Refutar os ataques contra Israel na mídia, no Parlamento e no Partido.

2. Estabelecer ligação com políticos e governo israelenses.

http://twelfthbough.blogspot.com/ tem investigado o Haiti (que galões / anais de realizações logísticas) e assim aprendemos:

A Israeli Flying Aid (IFA) tem ajudado o Haiti.

O IFA funciona principalmente abaixo do radar. Eles trabalham disfarçados.

Em meados de janeiro de 2010, Israel passou a realizar, em Tel Aviv, sua primeira conferência internacional sobre "preparação e resposta dos sistemas de saúde a desastres e emergências".

Benjamin Netanyahu, imediatamente após o terremoto no Haiti, tinha altos militares no Haiti.

SEGUNDA-FEIRA, 15 DE FEVEREIRO DE 2010
O COMÉRCIO DO SEXO DA CRIANÇA - DO HAITI À TAILÂNDIA À OHIO
Jorge Puello - Haiti Rapto de crianças: a conexão judaica. De acordo com o New York Times, um judeu suspeito de liderar uma quadrilha de tráfico de crianças também é um consultor jurídico para os americanos acusados de tentar tirar 33 crianças do Haiti sem permissão. Em 12 de fevereiro de 2010, http://twelfthbough.blogspot.com/ nos conta mais (um toque para governar todos)
http://aangirfan.blogspot.com/2010/02/child-sex-trade-from-haiti-to-thailand.html

Em 15 de fevereiro de 2010, http://twelfthbough.blogspot.com/ relatou a incrível, mas não confirmada história de Puello

Jorge Puello é o cavalheiro judeu que atuava como advogado de dez americanos que tentavam tirar crianças do Haiti.

Jorge Puello 'é procurado por tráfico sexual'.

Um cartaz de procurado divulgado pela Interpol 'inclui crimes contra crianças como uma das ofensas pelas quais Torres Puello está sendo procurada'.

"Ele é procurado nos EUA por contrabandear pessoas entre o Canadá e os EUA".

"Ele cumpriu um ano de prisão em 1998 por lidar com dinheiro do narcotráfico".

"Ele serviu no exército dos EUA em uma unidade de inteligência militar."

"Ele trabalhou disfarçado com a Administração de Repressão às Drogas dos EUA e o Departamento de Segurança Interna."

"Ele parece muito com David Coleman Headley".

Fathe de David Headley
http://aangirfan.blogspot.com/2010/02/israelis-in-haiti-for-organ-harvesting.html

CIA Narcotráfico para os países Venezuela, Brasil, Rússia,


QUINTA-FEIRA, 26 DE AGOSTO DE 2010
O USO DE NARCÓTICOS DA CIA PARA PAÍSES DE CONTROLE: VENEZUELA, BRASIL, RÚSSIA ...

Modelo brasileiro Adriana Lima

Drogas significa a CIA.

Drogas significa gangues e assassinatos.

O crime de drogas é generalizado em toda a América Latina. (Crocodile Tears? Cobrindo Crime na Venezuela venezuelanalysis.com)

Na Venezuela, "há a sangrenta guerra de gangues causada pelo narcotráfico, em parte como resultado da presença de paramilitares e guerrilheiros colombianos".

Na Venezuela há "uma força policial corrupta e mal paga, e as ruas (são) repletas de armas ilegais, com estimativas que variam de 6 a 15 milhões em um país de 29 milhões". (Caracas acusa mídia sobre cobertura de crime)

Os números mais recentes da ONU mostram que a taxa de homicídios na Venezuela é de 52 por 100.000.

Honduras 60,9

Jamaica 59,5

Colômbia 38,8

México 11.6.

A CIA supostamente faz grande uso dos agentes secretos colombianos para desestabilizar a Venezuela (O que a CIA está tentando esconder na Colômbia?)

CIA continua sem revelar tudo o que os EUA sabiam do golpe de Pinochet no Chile

Pesquisador solicita a quebra do sigilo sobre todos os documentos relativos à queda de Allende 

 https://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/11/internacional/1473554508_444018.html


Aparentemente, a CIA está ativa no Brasil.

O Brasil é o segundo maior consumidor mundial de cocaína depois dos Estados Unidos. (Em cache)

Alegadamente, Raytheon, o contratante de defesa dos EUA, tem ligações com a CIA. (CorpWatch: Brasil: Raytheon, Contratante da Amazon, possui laços da CIA)

De acordo com Bill Weinberg (LATIN DRUG WAR), um sistema assistido por satélite (SIVAM), construído pela Raytheon, é usado para monitorar o tráfico de narcóticos pela floresta amazônica brasileira.

"O ministro da Força Aérea Brasileira, brigadeiro-general Mauro Gandra, foi forçado a renunciar depois que a polícia divulgou uma fita de um representante da Raytheon e um assessor presidencial do Cardoso discutindo subornos aos senadores para consertar a aprovação do projeto."

Militar dos EUA no Brasil
O Prof. James Petras, da Global Research, em 20 de agosto de 2010, escreveu sobre o Brasil e a Venezuela: duas eleições para o Turning Point neste outono

Entre os pontos que ele faz:

1. Na Venezuela, o direitista quer causar desestabilização.

O objetivo a longo prazo da direita é aumentar a penetração de agências militares, de inteligência e de "ajuda" das instituições venezuelanas.

2. O partido de Chávez produziu seis anos de crescimento elevado, rendimentos crescentes e desemprego em declínio.

Sob Chávez também houve alta inflação e criminalidade.

REVOLUÇÃO: UMA HISTÓRIA DE AMOR (TRAILER OFICIAL) Website para esta imagem. Uma pesquisa da firma venezuelana Consultores 21 mostra que apenas 36% dos venezuelanos aprovam o desempenho de Chávez, o menor número desde 2003. (A popularidade de Chávez na Venezuela, segundo pesquisas)

De acordo com documentos oficiais da agência de ajuda dos EUA, os EUA doaram US $ 50 milhões para as ONGs e facções políticas controladas pela oposição que promovem os interesses dos EUA.

O antigo porta-estandarte da direita, ex-presidente Carlos Andres Perez, foi condenado por fraude e saque de vários milhões de dólares do tesouro público.

Os governadores da oposição local e os principais também foram indiciados por fraude e malversação de fundos e estão escondidos em Miami.

Alguns dos lotes de Chávez não são imaculados.

3. No Brasil, as eleições presidenciais têm a candidata do Partido dos Trabalhadores, Dilma Rousseff, apoiada por Lula, contra José Serra, do Partido Social-Democrata Brasileiro.

Serra será mais pró-EUA, e será menos amigável com o Irã, Venezuela e Bolívia.

Serra reduzirá os gastos com programas de educação, saúde e pobreza.

No caso dos maciços campos de petróleo e gás do país, Serra aumentará o papel das empresas estrangeiras de petróleo.


A CIA tem um histórico de uso de gangues de drogas.

No Asian Tribune (dinheiro das drogas usado como arma geopolítica pela CIA-RAW-Mossad), Asif Haroon Raja relatou que uma das razões pelas quais os EUA invadiram o Afeganistão foi para restaurar e controlar "a maior oferta mundial de ópio ... e usar drogas como uma arma geopolítica contra oponentes, especialmente a Rússia ...

"Enquanto a máfia internacional das drogas é totalmente controlada pelos sionistas, a CIA é cúmplice no comércio mundial de drogas ... Há relatos confiáveis ​​de que aviões militares dos EUA foram usados ​​... A ex-tradutora do FBI Sibel Edmonds ... testemunhou o uso de aviões da OTAN transportando drogas, bem como terroristas internacionais ".

"A Colômbia é atualmente o centro do tráfico de drogas na América do Sul, produzindo mais de 80% da oferta mundial de cocaína." - Website para esta imagem


Em 1989, o relatório do Comitê Kerry concluiu que membros do Departamento de Estado dos EUA "que apoiaram os Contras estavam envolvidos no narcotráfico ... e elementos dos próprios Contras conscientemente receberam assistência financeira e material de traficantes de drogas".

Em 1996, um júri de Miami indiciou o ex-chefe antidrogas venezuelano e o ativo de longa data da CIA, general Ramon Guillen Davila, que estava contrabandeando cocaína para os Estados Unidos de um depósito venezuelano de propriedade da CIA.

Guillen alegou que todas as suas operações de contrabando de drogas foram aprovadas pela CIA [10]. (Tráfico de drogas da CIA - Wikipédia, a enciclopédia livre)

"O envolvimento da CIA na Colômbia começou nos anos 50 e cresceu junto com o tráfico de drogas.

"Em 1991, a CIA criou um Colo
http://aangirfan.blogspot.com/2010/08/cias-use-of-narcotics-to-control.html

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Nepotismo da clã Bolsonaro em terras fluminenses

Bolsonaro empregou os ex-sogros, dois cunhados, primos e tios da ex. Os filhos também, incluindo Carlos Bolsonaro.