terça-feira, 18 de junho de 2019

O Almirante Wilson Vazou o Documento UFO e Engenharia Reversa Corporativa da Tecnologia Alienígena

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ESCRITO POR DR MICHAEL SALLA EM 18 DE JUNHO DE 2019. POSTADO EM DESTAQUE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Há várias conclusões importantes dos esforços fracassados ​​do almirante Thomas Wilson para aprender e obter acesso a um programa de OVNIs classificado que envolveu um esforço corporativo clandestino para reverter a engenharia de uma espaçonave extraterrestre recuperada como descrito no documento de 15 páginas vazado recebido por Grant Cameron. em novembro de 2018, e carregado para a internet em 19 de abril de 2019.

Primeiro, o fracasso de Wilson em obter acesso ao programa classificado de OVNIs descrito nas partes um e dois desta série confirma uma das principais alegações do Dr. Steven Greer de que altos oficiais militares estão fora do circuito quando se trata de OVNIs, apesar da óbvia segurança nacional. implicações que eles carregam. A “lista de intolerantes” mencionada por Wilson em sua conversa com o Dr. Eric Davis sobre quem recebeu o acesso à “necessidade de saber” foi dominada por funcionários corporativos, com apenas alguns funcionários do Pentágono sendo informados, e ninguém da Poderes Executivo e Legislativo do governo.

Isto é muito surpreendente, dadas as claras implicações de segurança nacional sobre os OVNIs, devido às tecnologias avançadas que eles possuem, e a possibilidade de que estes possam ser ou tenham sido armados por nações estrangeiras. Alguns anos depois, essa foi a justificativa para a criação do Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (AATIP) em 2007, com um financiamento do Congresso de US $ 22 milhões. Significativamente, algumas das principais figuras envolvidas no briefing de Wilson sobre OVNIs, por exemplo, o Dr. Eric Davis, também estiveram envolvidas no programa AATIP.

Uma segunda conclusão é que as corporações receberam uma quantidade excessiva de poder quando decidiram quem ganha acesso à categoria de SAPs não reconhecidos / dispensados ​​que envolvia o estudo das tecnologias extraterrestres recuperadas. O "comitê de observação" corporativo descrito na parte dois recusou sem rodeios o pedido de acesso de Wilson.

O que realmente surpreendeu o almirante Wilson, porém, foi que o Grupo de Avaliação Sênior do Pentágono que dirigiu o Comitê de Supervisão do Programa de Acesso Especial (SAPOC) também recusou seu pedido de acesso, apesar dele ser Diretor Adjunto do DIA e Vice-Diretor de Inteligência (V-J2) para o Estado-Maior Conjunto. Tudo isso é muito revelador sobre o poder das corporações quando se trata de quem realmente é responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias relacionadas com extraterrestres.

Outra conclusão é que o testemunho de Wilson fornece suporte poderoso para a existência de um grupo de controle / cabala de OVNIs que executa projetos relacionados a extraterrestres de uma maneira que escapa ao governo convencional e à supervisão militar. Documentos vazados que remontam a setembro de 1947 referem-se a esse grupo de controle como Operação Majestic 12 / MAJIC 12 / MJ-12.
As experiências do almirante Wilson nos dizem que o grupo de controle de OVNIs é muito real e exerce grande poder por meio de sua capacidade de restringir o acesso à "necessidade de saber" a quem escolhe, independentemente dos deveres e posições apoiados constitucionalmente pelo funcionário. Embora se saiba há muito tempo que os presidentes dos Estados Unidos e membros do Congresso foram rotineiramente excluídos do circuito de tais projetos relacionados a OVNIs, não se sabe que isso estava ocorrendo com altos funcionários do Pentágono até o briefing de 1997 em Wilson.

Quarto, quem vazou o documento de 15 páginas para o pesquisador de ufologia Grant Cameron em novembro de 2018? Foi um ou mais “chapéus brancos” querendo que o processo de divulgação avançasse ao vazar um dos mais importantes documentos sobre OVNIs a emergir publicamente, conforme contado pelo historiador de OVNIs Richard Dolan, descrevendo-o como o “vazamento de OVNIs do século”? Alternativamente, foi a parte que vazou de um ponto de encontro limitado promovendo To To Stars Academy, de Tom DeLonge, através do envolvimento de figuras como o Dr. Eric Davis, como sustentado por Kerry Cassidy do Projeto Camelot?

Dolan abordou essas questões em um post no blog (insert video) publicado em 15 de junho. Ele apontou que a fonte de Cameron para o documento é um entusiasta australiano de espaço / OVNIS, James Rigney. Em um Q e A com Dolan, Rigby escreveu:

É improvável que esses documentos encontrassem seu caminho para qualquer um dentro da comunidade OVNI, não pelo fato de que, por muitos anos, eu era muito ativo na comunidade 'Espaço', pertencendo a uma organização na Austrália e fazendo frequentes viagens para os EUA para participar de conferências e outros eventos. Ao longo do caminho tive a sorte de fazer amizade nos EUA com várias pessoas nos EUA que sabiam do meu interesse, conhecimento e abordagem credível ao fenômeno UFO / UAP, bem como meu envolvimento passivo e ocasional na comunidade ufológica. .

Os eventos que me levaram a obter os documentos foram estranhamente o resultado dessa estranha e improvável interseção entre os campos geralmente incompatíveis de Espaço e OVNI….

Durante um par de anos, ganhei a confiança desses
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Almirante da Marinha descreve programa de engenharia reversa envolvendo espaçonave extraterrestre
ESCRITO POR DR MICHAEL SALLA EM 17 DE JUNHO DE 2019. POSTADO EM DESTAQUE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

[Cont. da Parte 1] Na transcrição / resumo de uma conversa de 2002 entre o vice-almirante Thomas Wilson e o dr. Eric Davis, foi revelado que um veículo extraterrestre acidentado estava sendo submetido a engenharia reversa por uma grande empresa aeroespacial. Wilson conheceu o programa OVNI classificado por meio de um documento do National Reconnaissance Office (NRO) compartilhado em uma reunião confidencial de 10 de abril de 1997 com o Dr. Steven Greer, o Dr. Edgar Mitchell e o Comandante da Marinha Willard Miller.

A transcrição recém-divulgada descreve o que o almirante Wilson [TW] disse ao Dr. Davis [EWD] sobre os esforços de Wilson até junho de 1997 para aprender a verdade sobre o programa secreto de OVNIs e o esforço de engenharia reversa associado revelado a ele na reunião de abril.

EWD: Ok, então, o que aconteceu em abril-junho de 1997?

TW: Depois de se despedir de Miller (semana depois, ele pensa) - eu fiz ligações, bati em algumas portas, falei com as pessoas - segui por 45 dias (por aí)

Sugestão veio de Ward (Gen. M. Ward) para percorrer os arquivos de grupos de registros (como um sistema de índice) no OUSDAT (Escritório do Subsecretário de Defesa para Aquisição e Tecnologia)
Entrou em Bill Perry em maio de 97 - falou sobre isso em voz baixa - ele sugeriu a mesma coisa
Eles me contaram sobre um grupo de gravações de projetos especiais que não pertencia ao SAP habitual - um subconjunto especial dos programas não reconhecidos / esculpidos / dispensados ​​- que não pertenciam às divisões SAP tradicionais organizadas em 94 pelo próprio Perry - separados do resto, mas enterrados / coberto por SAPs convencionais. (Transcrição / Resumo, pp. 6-7)
Wilson estava se referindo aqui a diferentes categorias de Programas de Acesso Especial (SAPs), onde os mais importantes - não reconhecidos / esculpidos / dispensados ​​- estavam escondidos atrás dos SAPs convencionais.

O método de esconder os programas mais altamente classificados por trás dos menos classificados foi verificado em um dos documentos da NSA vazados por Edward Snowden, chamado Sentry Eagle. Representava graficamente como as Informações Excepcionalmente Compartimentadas (ECI - uma classificação da Comunidade de Inteligência semelhante a um SAP não reconhecido usado pelo Pentágono) estariam escondidas por trás de um Programa Não-ECI (status de classificação semelhante a um SAP convencional)


NSA vazou slide mostrando o programa SENTRY EAGLE, onde diferentes programas do DHS, DOD e NSA clasified estão escondidos dentro de programas nacionais menos classificados. (NSA)

Wilson passou a descrever a empresa aeroespacial que dirigia o esforço de engenharia reversa classificada, sem nomeá-lo:

EWD: Quem era o contratante do projeto ou a agência do USG que administra o programa?

TW: Um empreiteiro de tecnologia aeroespacial - um dos principais nos EUA

EWD: quem?

TW: Segredo central - não posso dizer

EWD: empreiteiro de defesa?

TW: Sim, o melhor deles.

A referência ao “melhor deles” aponta firmemente para a divisão Skunkworks da Lockheed Martin, que tem um longo histórico de sucesso no trabalho em programas aeroespaciais de ponta. Por exemplo, o ex-diretor da Skunkworks, Ben Rich, gostava de encerrar palestras declarando: “Agora temos a tecnologia para levar o ET para casa”.


Slide Ben Rich é usado para encerrar as palestras com comentários sobre como levar para casa

Wilson explicou então o que aconteceu quando ele descobriu qual empresa estava executando o programa de OVNIs confidenciais e entrou em contato para obter acesso:

EWD: O que aconteceu com você encontrou contratado?

TW: Fiz várias ligações (no final de maio de 1997), primeiro para Paul, Mike e Perry para confirmar que tinha o contratado certo e o gerente do programa para conversar.

EWD: Eles confirmam?

TW: sim.

EWD: Então?

TW: (Fim de maio de 1997) Fez três chamadas para o gerente do programa - uma delas chamada em conferência com diretor de segurança e advogado da empresa.

Confusão da parte deles sobre o motivo pelo qual eu estava procurando por eles e o que eu queria deles ou queria saber.

Tom muito irritado de todos eles. [Transcrição / Resumo, pp. 8-9]

Wilson, em seguida, explica como lhe foi negado o acesso ao programa classificado de OVNIs pelas três autoridades corporativas (gerente de programas, diretor de segurança e advogado):

TW: Eu disse ao trio que queria briefing formal, tour, etc. - estava explorando minha autoridade reguladora como Diretora Adjunta DIA / Chefe Adjunto do Estado Maior J-2 - Disse a eles que não ser informado era a supervisão que eles precisavam corrigir - eu exigi!

TW: Eles precisavam discutir isso (sua demanda), então desligou. Recebi um telefonema dois dias depois e eles disseram que não queriam falar ao telefone e marcar um encontro cara a cara em suas instalações.

EWD: Você foi?

TW: Sim, dez dias depois (meados de junho ou mais). Voou para fora lá

Reuniram-se em sua sala de conferências em seu cofre seguro
Três deles aparecem
EWD: 3 caras com quem você teve telecon?

TW: Sim, mesmo 3

Diretor de segurança (aposentado pela NSA, especialista em CI)
Diretor de programa
Advogado corporativo
Chamavam-se “o comitê de vigia” ou porteiros [Transcrição / Resumo, p. 10]
Wilson descreve como o "comitê de observação" lhe falou sobre um incidente anterior
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Denunciando, à Proposta de Emenda Constitucional 53/2014 de Renan Calheiros que defende o fim do monopólio constitucional do urânio; DOAR, O URÂNIO DO BRASIL, completamente alheio ao Direito vigente no Brasil; "os minérios nucleares estão fora de negociação!!". A única fonte geradora de energia do Brasil que ainda está monopolizada são os minérios nucleares. Todos os minérios nucleares são produtos de uma única safra. Renan pensa ser a ignorância da população brasileira – administrar os bens públicos do Brasil em função de seus próprios interesses grupais.  A Empiricus deve fazer parte desse grupo.Como acreditar em um governo que mente?

Levy o CEO dos globalistas apoia Montezano o CEO do Opportunity do globalista Daniel Dantas

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Guedes escolhe para o BNDES um defensor da privatização, e isso já diz tudo


Ex-sócio do Banco BTG, de André Esteves, o economista Gustavo Henrique Moreira Montezano  tem 40 anos foi o escolhido pelo ministro da economia, Paulo Guedes para presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). Ex analista no Opportunity de Daniel Dantas, ex  executivo do BTG Commodities, em Londres.

Engana quem pensa que Joaquim Levy  O CEO dos globalistas neoliberais foi demitido. Ele entrou no BNDES foi para retirar as dívidas milionárias contraídas com o BNDES pelos Estados e Municípios. Forma encontrada sem “dar na vista” para comissionar aqueles que ainda não aderiram à aprovação da reforma da previdência.

Jamais, alguém vai tirar  ou camuflar os débitos da Venezuela e Cuba dos registros do BNDES, o PT comunista está fora do poder; é falso o discurso do atual presidente Bolsonaro se referindo a isso.

Abaixo, apresento algumas somas milionárias de débitos dos Estados e Municípios com o BNDES iniciando os pagamentos à partir de 2025. “QUE SABEMOS JAMAIS ACONTECERÁ OS PAGAMENTOS; Entre 2002 e 2015, das 571 operações de empréstimo à exportação desses serviços, 437 foram para o BNDES, totalizando US$ 12,6 bilhões.”:

Fundo de Garantia à Exportação - FGE foi criado Por FHC pela Medida Provisória nº 1.583-1,
de 25 de setembro de 1997, Em 1999, ela virou lei. É até hoje a base para os empréstimos do
BNDES. 
...estratégia de internacionalização baseada no financiamento e baseada na garantia do CCR”. O CCR, Convênio de Crédito Recíproco, permitindo que os bancos centrais da América Latina garantissem as exportações de empresas nacionais para o continente. (Vejam o que é o C6 do Bank dos neoliberais e aprovado pelo Banco Central)

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Empréstimos com o BNDES, PPPs, para estádios, hidrelétricas, agronegócio,...
...mas foi pago graças à venda de terras públicas pela Terracap[3]

Entre 2002 e 2015, das 571 operações de empréstimo à exportação desses serviços, 437 foram para o BNDES, totalizando US$ 7,9 bilhões, de um total de US$ 12,6 bilhões. A mudança teve origem em decisão de Armínio Fraga, que foi presidente do Banco Central durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Fraga determinou a limitação das garantias para América Latina feitas através do CCR para operações até 360 dias. As empreiteiras, que precisam de empréstimos robustos, com prazo de cerca de dez anos, ficaram de fora. Para suprir essa lacuna, o governo de Fernando Henrique Cardoso criou em 1997, por medida provisória, o     Fundo de Garantia à Exportação - FGE foi criado pela Medida Provisória nº 1.583-1, de 25 de setembro de 1997, Em 1999, ela virou lei. É até hoje a base para os empréstimos do BNDES.

A maior parte das transações comerciais encontradas com a quebra de sigilo realizada com o BNDES foram de empresas do agronegócio. o atual governo, mais próximo à bancada ruralista e às flexibilizações trabalhistas, o trabalho dos auditores do MPT está ameaçado os tempos atuais estão com enormes desafios e um risco de retrocessos que já vem há vários anos, na verdade. O MPT deve continuar fazendo seu trabalho, evitando a precarização e buscar outras formas, inclusive, além das tradicionais, de se obter o cumprimento da legislação, e, nesse caso específico, de direitos humanos fundamentais. Nesse sentido, esse caminho da responsabilização de instituições financeiras merece ser encorajado porque tem a capacidade de reduzir comportamentos socialmente indesejáveis, compatibilizando isso com o lucro dos bancos.

Em meados da década de 1970, quando a Odebrecht chegou a Angola, era o Banco do Brasil que apoiava a internacionalização das empreiteiras brasileiras. Segundo o economista Ernani Teixeira Torres Filho, os executivos da Odebrecht “fizeram uma estratégia de internacionalização baseada no financiamento e baseada na garantia do CCR”. O CCR, Convênio de Crédito Recíproco, permitia que os bancos centrais da América Latina garantissem as exportações de empresas nacionais para o continente. O Banco do Brasil aceitava essa garantia e dava o empréstimo. “Isso junta com uma estratégia de governo. Eu não sei quem nasceu primeiro. Hoje eu tenho a nítida sensação de que o setor privado gerou o interesse dentro do governo” Hoje, a Odebrecht condenada pela Justiça e hoje, o governo aceita a sua "recuperação judicial".

Os governos estaduais assumiram dívidas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Juntos, Amazonas, Bahia, Ceará, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco e Rio de Janeiro pegaram R$ 2,3 bilhões em empréstimos com o banco, que serão quitados somente entre 2025 e 2027. A quantia será paga com recursos desses governos. O Rio de Janeiro também tomou um empréstimo com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) no valor de R$ 250 milhões e usou uma porcentagem de um empréstimo de R$ 1,2 bilhão com a Caixa Econômica Federal para bancar a reforma do Maracanã.
Seis estados também firmaram parcerias público-privadas (PPPs) com empresas responsáveis pela construção e administração dos estádios, que serão remuneradas para isso. Estes contratos preveem pagamentos milionários feitos pelo poder público nos próximos anosApesar dos sucessivos contatos da Pública com as secretarias estaduais responsáveis pelas obras e com os tribunais de contas estaduais (TCEs), em apenas seis casos foi confirmado o volume de recursos que o estado injetou diretamente nas arenas. Estas informações foram divulgadas pelos estados Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso e Paraná.
A dívida pública com a Copa só começou a ser admitida recentemente pelo governo federal, que mantinha um discurso bem diferente [2] O secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, deu uma explicação  em entrevista ao UOL. “Havia uma pretensão, uma expectativa de que pudéssemos mobilizar a iniciativa privada para que ela desse conta [dos investimentos em estádios
Na visão de Gil Castello Branco, fundador da Associação Contas Abertas, entidade não-governamental que fiscaliza e estuda gastos do Estado, o discurso oficial confunde a população sobre o real custo das arenas da Copa para os cofres públicos. “O gasto público não está sendo divulgado de forma clara. Muitas vezes vemos na internet que os estádios foram custeados com financiamentos e que serão pagos. Quando houve as manifestações de junho, a presidente foi a público dizer que não existem recursos do orçamento federal para estádios. Ela foi cirúrgica nessa declaração porque existem os financiamentos federais, mas existem os recursos dos orçamentos estaduais, municipais e do Distrito Federal que são dinheiro público, sim”, critica. Ele ainda ressalta que os empréstimos do BNDES ocorrem sob condições especiais de juros, em uma linha de financiamento criada exclusivamente para as arenas da Copa.
Houve casos em que os poderes estaduais tiveram que bancar completamente as obras, endividando-se com o BNDES e destinando verbas de seus cofres diretamente para os estádios. Para a construção da Arena da Amazônia, em Manaus, o governo recebeu R$ 400 milhões do BNDES, além dos R$ 269 milhões que estavam previstos para serem gastos na obra com dinheiro do tesouro estadual, segundo dados da CGU. Já o governo do Mato Grosso gastou R$ 286,3 milhões na Arena Pantanal, em Cuiabá, e ainda firmou um empréstimo de R$ 337,9 milhões com o banco.

Sandro Cabral, professor da Escola de Administração e coordenador de grupo de pesquisa sobre o legado das Arenas da Copa na Universidade Federal da Bahia (UFBA), acredita que a iniciativa privada percebeu que esses empreendimentos não eram vantajosos e não quis se comprometer com a construção ou operação dos estádios de Manaus e Cuiabá. “Esses casos nem atratividade para PPPs tiveram. Foram 100% públicos porque você não tem um campeonato local ou um clube de expressão que seja capaz de atrair jogos. A alternativa que sobrou foi fazer o governo investir”, aponta.
Os governos da Bahia, do Ceará e de Pernambuco também precisaram contratar empréstimos com o BNDES para ressarcir a iniciativa privada – responsável pelas obras das suas respectivas arenas, construídas no formato de parcerias público-privadas. O Maracanã, no Rio de Janeiro, é um caso à parte: depois de uma bilionária reforma bancada exclusivamente com recursos públicos, o governo do Rio concedeu o estádio à iniciativa privada por 35 anos.
Os contratos das PPPs de seis arenas também exigem que os governos estaduais paguem os parceiros privados por seus serviços. Esse valor, chamado de contraprestação, inclui os custos da obra, das operações financeiras e de manutenção e administração dos estádios, já que a exploração comercial das arenas ficará a cargo dessas empresas. “É a diferença de comprar uma casa à vista e uma casa financiada. Nas prestações de financiamento está embutido o custo financeiro. Além disso, tem uma pequena parcela que é do custo de manutenção dos estádios nesses anos todos, porque isso ficará também com o concessionário. Então as duas coisas se somam ao valor que, segundo a avaliação, custava a obra em si”, aponta Carlos Sundfeld, professor do curso de Direito da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV).
Apenas três arenas não resultaram em dívidas contraídas pelo poder público: a Arena Corinthians, que recebeu incentivos da Prefeitura de São Paulo, mas que será custeada pelo Corinthians; o estádio privado Beira-Rio, do Internacional de Porto Alegre; e o Mané Garrincha, em Brasília, que já custou R$ 1,4 bilhões aos cofres públicos mas foi pago graças à venda de terras públicas pela Terracap[3]
A Arena da Amazônia, em Manaus, e a Arena Pantanal, em Cuiabá, são dois exemplos de estádios públicos nos quais, além da verba gasta diretamente pelos governos estaduais, estes precisaram tomar empréstimos significativos com o BNDES para botar as estruturas de pé para a Copa do Mundo. Em outras palavras, as duas arenas serão inteiramente pagas com dinheiro público dos estados – que já arcam com o aumento significativo do valor das obras.

O custo inicial da Arena da Amazônia, firmado pela Secretaria de Estado da Infraestrutura do Amazonas (Seinfra) e pela construtora Andrade Gutierrez, em 2010, era de R$ 499 milhões. Naquele mesmo ano, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) já afirmava que essa cifra não passava de faz-de-conta. O TCE apelidou o projeto básico da Arena da Amazônia de “jogo de planilha”, trabalho que foi realizado pelo Grupo Stadia (SD Plan) – que atuou também na Arena do Pantanal, em Cuiabá, e na das Dunas, em Natal – e pela gigante alemã GMP – que também participou dos projetos do Maracanã, no Rio, e do Mineirão, em Belo Horizonte. O órgão chegou a sugerir que fossem anuladas a licitação e a contratação da Andrade Gutierrez. Atualmente, a Seinfra informa que, dos R$ 669 milhões previstos, já foram contratados R$ 675,8 milhões para a Arena da Amazônia.
O custo total da obra da Arena Pantanal, previsto na Matriz de Responsabilidades de 2010 como R$ 454,2 milhões, aumentou após uma série de nove aditivos e diversas irregularidades – incluindo sobrepreço e acréscimo maior do que 25% do valor inicial, como atestado pelo TCU  parcela do empréstimo do BNDES destinada à construção do estádio subiu para R$ 337.900.362. Mas isso não alterou o valor global do empréstimo, que continuou a ser de R$ 392.952.860. Assim, quem arcou com o aumento nos custos da obra foi o governo do estado, que viu seu gasto direto saltar de R$ 124,2 milhões, previstos na Matriz de 2010, para pelo menos R$ 286,3 milhões, valor pago até agora, confirmado pela Secretaria da Copa do Mato Grosso (Secopa-MT). Segundo a secretaria, o governo já pagou R$ 628,4 milhões pela obra e a previsão de gasto total é R$ 646,5 milhões. A diferença será paga pelo estado, ou seja, os gastos vão subir.
O Mato Grosso começou a pagar a dívida com o BNDES em janeiro de 2014 e precisa quitá-la em dezembro de 2025, após 144 prestações mensais com valor médio de R$ 4,3 milhões.

Dos 10 relatórios produzidos pelo TCE-MT, este foi o único que atentou para essa questão. Os outros acompanharam apenas o andamento das obras. A assessoria de imprensa do TCE-MT informou que a análise do endividamento do estado não é feita nas contas relativas à Copa, e sim na auditoria realizada nas contas de governo.
No caso da Arena da Baixada, por exemplo, o valor atestado pelo Grupo Executivo da Copa do Mundo FIFA 2014 (Gecopa), fonte da CGU, é diferente do apresentado pelo TCE do Paraná em seu último relatório, baseado no orçamento feito pela própria sociedade do Clube Atlético Paranaense. Ali também não está previsto o empréstimo tomado pelo governo desse estado ao BNDES, no valor de R$ 131,1 milhões – o empréstimo consta em outra seção de financiamentos na página.
Já na Arena das Dunas, a apontada pelo Portal da Transparência e confirmada pela Secopa-RN é de R$ 400 milhões, valor atualizado em  Mas esse número não é o custo total da obra, e sim, o valor estimado do contrato de PPP. A CGU explicou que o Rio Grande do Norte viabilizou a construção por meio desse contrato. No entanto, o estado não paga R$ 400 milhões diretamente à concessionária – em vez disso, remunera a empresa por meio da contraprestação, que segundo estimativa do procurador-geral do Ministério Público junto ao TCE, chega a um custo total de R$ 1,3 bilhão.

Para construir a Arena Pernambuco, o governo do estado emprestou R$ 392,8 milhões do BNDES e firmou um contrato de PPP com o grupo Odebrecht.
“No final das contas, os estados é que assumiram o custo das obras, só que vão pagar no longo prazo na forma de remuneração para os concessionários”, explica Carlos Sundfeld, professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP).

A situação é semelhante na Bahia, onde a Odebrecht também participa do consórcio vencedor da PPP da Fonte Nova, junto à OAS. O acordo prevê a concessão do estádio por 35 anos, precedida das obras de reconstrução. Para bancar a PPP, a Bahia se endividou em R$ 323,6 milhões com o BNDES, que começaram a ser pagos em fevereiro deste ano e serão liquidados em agosto de 2026.
Após quatro aditivos, o valor do contrato de PPP para a Fonte Nova subiu de R$ 591,7 milhões para R$ 689,4 milhões. Além disso, os cofres públicos baianos irão arcar com uma contraprestação pública de R$ 99 milhões ao ano durante 15 anos,

A previsão do custo da reforma do Maracanã era de R$ 600 milhões, entre financiamentos do BNDES e recursos diretos do governo do Rio de Janeiro, como constava na da Matriz de Responsabilidades de 2010. O documento, elaborado pelo Ministério do Esporte, lista todos os investimentos necessários para a Copa do Mundo. Quatro anos (e 16 aditivos ao contrato principal) depois, a obra dobrou de preço, chegou a R$ 1,2 bilhão – sem contar as estruturas temporárias da Copa – e trouxe mais endividamento aos cofres fluminenses do que o esperado: além do empréstimo de R$ 400 milhões com o BNDES, o governo estadual recorreu a um empréstimo de R$ 250 milhões e ainda destinou uma porcentagem de um empréstimo de R$ 1,2 bilhão, contraído junto à Caixa Econômica Federal, para ajudar a bancar a reforma. O restante foi pago com recursos do tesouro do estado. O saldo final deixa o Maracanã como o segundo estádio mais caro da Copa do Mundo, perdendo apenas para o Mané Garrincha, em Brasília.
Entre muitos mais empréstimos, consulte o link:

O projeto Amazônia Pública procura mostrar o impacto de algumas das iniciativas em curso na região da floresta. Entre julho e novembro de 2012, três equipes de reportagem retrataram os diferentes ângulos desses acontecimentos em regiões-chave da Amazônia: o rio Tapajós, ameaçado por uma série de hidrelétricas e projetos de mineração; o rio Madeira, transformado por duas grandes usinas hidrelétricas que começaram a operar; e o polo exportador de minério de ferro de Carajás, prestes a explorar uma nova mina dentro de uma reserva.

Leia e baixe contratos de grandes financiamentos do banco para projetos de infraestrutura na Amazônia brasileira
No rastro dos maiores investimentos em projetos de infraestrutura do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social na região amazônica, a levantamento faz parte da série realizada em parceira com o site O Eco sobre os impactos desses financiamentos do BNDES na Amazônia nacional e internacional. Da lista dos 20 maiores empreendimentos financiados pelo BNDES, disponibilizamos aqui os contratos referentes à Usina Termelétrica de Itaqui, no Maranhão, à expansão da rede das Companhia Energética do Maranhão (Cemar), à exploração do glp-duto Urucu-Coari e do gasoduto Coari-Manaus, no Amazonas, e à hidrelétrica de Dardanelos, no Mato Grosso.</p>
<p>A Usina Termelétrica de Itaqui, no Maranhão, foi um projeto da Eneva, ex-MPX, empresa da área de geração e comercialização de energia e exploração de gás natural que tem participação acionária do empresário Eike Batista. Os financiamentos do BNDES ao projeto da termelétrica totalizam R$ 1.039.470.000. O BNDES disponibilizou apenas um dos contratos de financiamento do projeto, que totaliza R$ 797.648.000. O outro, no valor de R$ 241.822.000, não foi disponibilizado.
A Companhia Energética do Maranhão (Cemar) fechou contratos de mais de R$ 780 milhões com o BNDES nos últimos cinco anos, destinados a bancar os planos de investimentos da empresa para a sua rede de transmissão de energia que cobre todo o Estado. A Cemar, que teve lucro de mais de 180 milhões de dólares em 2012, é controlada majoritariamente pela Equatorial Energia, mesma empresa responsável pelas Centrais Elétricas do Pará (Celpa), que fechou contratos de R$ 449.277.211 milhões com o BNDES.
Os contratos de financiamento para expansão da rede Celpa, porém, não foram disponibilizados porque ainda não foram liquidados, segundo o banco.
<p>Gasodutos da Gaspetro, subsidiária da Petrobrás, fecharam contratos de mais de R$ 690 milhões do BNDES para construção de ramais de escoamento entre Urucu-Coari e Coari-Manaus, além de ramais de escoamento em sete municípios e de duas estações de compressão. Os
 contratos e aditivos tornados públicos agora não apresentam garantias socioambientais específicas. As cláusulas genéricas se repetem para tentar garantir a aplicação da lei ambiental, sem salvaguardas adicionais do banco. As consequências, são impactos dificilmente mitigados.
Todos os projetos cujos contratos publicamos nesta matéria foram alvo de ações do Ministério Público. A Hidrelétrica de Dardanelos recebeu entre ações cautelares e questionamentos relacionados ao meio ambiente &#8211; entre eles um pedido de anulamento do estudo de impacto ambiental (EIA/Rima). A Cemar foi alvo de pelo dentre outros pontos, a instabilidade do fornecimento de energia elétrica em determinadas localidades e irregularidades nas cobranças das contas de luz.
O Ministério Público Federal <strong><a href="http://6ccr.pgr.mpf.mp.br/atuacao-do-mpf/acao-civil-publiva/docs_classificacao_tematica/Acao_Cautelar_contra_IBAMA_IPAAM_PETROBRAS_gasoduto_pram.pdf" target="_blank">tentou suspender</a> </strong>a licença prévia emitida pelo Ibama para a exploração de gás no Amazonas pela GasPetro por descumprimento de condicionantes, como estudo de avaliação de impactos ambientais e a terras indígenas. As licenças ambientais emitidas para a construção da Termelétrica do Porto de Itaqui também <strong><a href="https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0AsM8RDPYce0LdF9CVUpPTWJRZXlfTWl2Qk1YMkFkcXc&amp;usp=drive_web" target="_blank">foram questionadas</a></strong>, pois o governo maranhense <strong><a href="http://www.mp.ma.gov.br/index.php/lista-de-noticias-gerais/580-noticia-implantarro-de-usina-termelrtrica-no-distrito-industrial-r-suspensa-pela-justira" target="_blank">emitiu a licença ambiental</a></strong> antes mesmo da empresa apresentar o EIA/Rima.
Verão muito mais ações ilícitas contra as construtoras e o erário tomado do BNDES e sua respectiva PPPs.

Notas:

https://apublica.org/tag/bndes/feed/

segunda-feira, 17 de junho de 2019

O dinheiro inexplicável que caiu na conta de Verônica Serra e quem são os sócios secreto do Bank C6

Os podres das privatizões. Ficaram podres de ricos

De 1985 até hoje, 2019, tudo se repete com os podres de ricos constituindo novos podres Ph.D,  entregando a eles e ao capital transnacional os bens mais preciosos, para o NÃO desenvolvimento do Brasil como nação livre e soberana. 

Abaixo, o líder no governo de FHC, mediante as privatizações tucanas no limite da irresponsabilidade, o mesmo que hoje ouvimos da boca do Ph.D entreguista Paulo Guedes no governo Bolsonaro. Ricardo Sérgio sumiu, mas o tucanato sabe aonde se esconde.

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Marcelo Odebrecht esteve com José serra no escritório da  Verônica Serra  na sede da Pacific Investments controlada por Verônica Serra, filha do senador José Serra (PSDB-SP). A PF investigou e adormecido está no STF, documentos vindo da Suíça monstram depósitos feitos por uma offshore ligada a José Amaro para Verônica Serra. R$4,5 milhões repassados por Pedro Novis ex-presidente da Odebrecht confesso em seu acordo de delação premiada.
Marcelo Odebrecht esteve com serra no escritório da filha Verônica
Veronica Allende Serra, filha do senador José Serra (PSDB-SP), um dos principais articuladores do golpe de 2016 e autor do projeto de entrega do pré-sal às grandes petroleiras internacionais, é uma das administradoras de uma conta na Suíça, que recebeu 400 mil euros, o equivalente hoje a R$ 1,78 milhão.O dinheiro foi depositado por uma empresa offshore que tem entre seus procuradores um lobista da Alstom, José Amaro Pinto Ramos. A conta administrada pela filha de Serra foi aberta em nome de uma empresa no Panamá, a Dormunt International Inc. Suíça e Panamá são usados para esconder recursos ilícitos porque tinham, à época, uma legislação que dificultava saber quem são os verdadeiros donos do dinheiro", informam os jornalistas
Uma das frases lapidares do lendário empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann é que “pensar grande e pensar pequeno dá o mesmo trabalho.” Nada mais salutar para quem transformou a envelhecida e estagnada Brahma, comprada por ele e seus parceiros, Marcel Telles e Beto Sicupira, em 1989, na AB InBev, a maior cervejaria do mundo. Na semana passada, Lemann pensou grande, de novo. O fundo Innova, que tem entre seus cotistas o homem mais rico do Brasil Lemann e Verônica Serra, filha do ex-governador de São Paulo José Serra e candidato derrotado à Presidência da República, em 2002 e 2010, que administra o fundo.
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“A One Equity Partners (OEP), braço de investimentos do banco J.P.Morgan,  a compra, em outubro de 2010, da Gávea Investimentos, de Armírio Fraga, ex-presidente do BC no Governo FHC. a eleição de dois cidadãos americanos como conselheiros administrativos: Bradley J.Coppens e Christian (que está grafado como Christina na Junta Comercial) Patrick Raymond Ahrens, ambos diretores da empresa de investimentos ligada ao JP Morgan. Na mesma assembléia, Bradley e Arhens nomeiam sua procuradora com plenos poderes, A Sra. Verônica Allende Serra e a   empresa, que passa a chamar-se Select Brazil Investimentos Imobiliários? José Tavares de Lucena, que é o representante brasileiro da Citco do Caribe e gestor das empresas de Paulo Henrique Cardoso, o PHC (que pode ser o laranja da Dissney no Brasil: a Radio Holdings e a Rádio Itapema, a famosa Rádio Disney, em sociedade com a Walt Disney Corporation, sob o nome de ABC Venture Corp. O JP Morgan. Que tem como procuradores Veronica Serra e José Tavares de Lucena, o gestor da Citco – a lavanderia do Caribe – no Brasil.
filho de FHC

As máquinas estão chegando: como se preparar para um novo mercado financeiro.  Bancos sem agência física usando apenas a Inteligência artificial!

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 [Marcelo Mattar, Verônica Serra e Jorge Vargas Neto / Divulgação]
No BlackRock, a maior gestora de ativos do mundo, com mais de US$ 4 trilhões sob sua tutela, as mudanças balizadas por esse trio já começaram: cerca de 53 stock pickers, ou selecionadores de ações, foram demitidos numa estruturação recente. Outros tantos se transformaram em consultores que avaliam as decisões das máquinas. Ao invés de portfólios que tenham investimentos escolhidos por humanos, a nova aposta da firma são fundos automatizados, “Aquele jeito antigo, com as pessoas sentadas em uma sala escolhendo ações e achando que são mais espertas que o vizinho, não funciona mais”, disse Mark Wiseman, um executivo de alto nível do fundo de pensões da firma “Na Innova fundo, nos perguntamos quais segmentos possuem enormes ineficiências e onde a tecnologia pode gerar valor relevante”, fala Verônica Serra, que também faz parte da rede Líderes Estudar. “Inteligência artificial é um termo abrangente que inclui qualquer tipo de sistema de engenharia – normalmente um programa de computador – que exibe algum aspecto da inteligência humana”, explica Marcelo Mattar. Pesquisador do Instituto de Neurociência da Universidade Princeton, Marcelo faz parte da Líderes Estudar, rede que reúne jovens de alto impacto da Fundação Estudar. Atualmente, estuda os processos mentais envolvidos no ato de planejamento para seu pós-doutorado. Ao longo do caminho, interessou-se pelo tema de inteligência artificial.
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O C6 Bank, banco digital criado por [!] ex-executivos do BTG Pactual [!], + (sócios secretos!) recebeu autorização do Banco Central para começar a operar. A aprovação foi publicada sexta-feira (18) jan/2019 no Diário Oficial da União e promete aquecer o já aquecido mercado de serviços financeiros inovadores, oferecendo aplicações nos fundos previdenciários e no Tesouro Direto. 
QUEM SERÃO OS SÓCIOS SECRETOS? VOCÊ SABE?

Nota:
O filho do ex-presidente Fernando Cardoso, Paulo Henrique Cardoso, prosperou à sombra do pai, com direito a empresa offshore no Panamá; por meio da World Wide Partnership Importação e Exportação (WWP), PHC manteve durante uma década negócios com a Braskem, uma sociedade entre a Odebrecht e a Petrobras; negócio lucrativo veio logo após o período em que o governo FHC comandou privatizações de 27 empresas do setor petroquímico, com amplo financiamento do BNDES; documentos mostram também que pai e filho eram sócios em outra offshore, desta vez no Reino Unido; contas, no entanto, não estão vinculadas ao escritório panamenho Mossack Fonseca
Bob Fernandes fala com conhecimento de causa: 
- O caso Banestado. "O Brasil, a maior lavagem de dinheiro do mundo". Datada de 30 de maio de 1998, objeto da única - até hoje - Caso este que freqüenta a investigação da PF agora em curso.
- A privatização do Sistema Telebrás e a queda de Mendonça de Barros, ministro das Comunicações do governo Fernando Henrique. "Fitas Sujam o Governo", em 25/11/98. Reportagem esta que levou à queda de "Mendonção". Ali, uma das gêneses de tudo isso, assegura.
- A queda do delegado-geral da Polícia Federal, Vicente Chellotti. "Os Porões do Brasil", em 3 de março de 1999.
- As operações ilegais da CIA, DEA e FBI no Brasil, no mais das vezes, naqueles tempos, em vistoso pas-de-deux com aquela mesma Polícia Federal. (Uma dezena de reportagens de capa em Carta Capital, edições entre 12 de maio de 1999 e 21 de abril de 2004.) Alguns dos rapazes daquela mesma polícia estão de volta e operaram com denodo no caso agora em questão, e ao lado de Daniel et caterva.
- Uma sucessão de reportagens de capa sobre a briga societária entre Daniel Dantas e seus sócios.