quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Paulo Marinho, Gustavo Bebiano, Nelson Tanure, O desvio dos fundos de pensão!

Leitura obrigatória para todos relembrar como iniciou a rapina dos fundos de pensão no Brasil; Vamos avaliar, quem sabia ou, sabe demais?  Vamos pesquisar? [1] 


Aqueles que sabem demais,  não ficaram bilionários, e não interessa mais ao sistema, são eliminados; Aqueles que sabem demais e conseguiram ficar bilionários para ajudar o sistema corrupto e sistêmico, continuam atuar clandestinamente no Planalto junto aos partidos políticos (todos) mandando nos presidentes, ditando regras, impedindo o Brasil à caminhar para a normalidade. Se existisse a Justiça no Brasil, isso já teria sido revelado, impedido, mas não, todos querem enriquecer usando o desvio do erário, mesmo sabendo que  agindo assim, penalizam o povo. Confiamos na integridade do Dr. Sérgio Moro no Ministério da Justiça pelo futuro do Brasil, e nos Srs. Generais Nacionalistas.

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  • BRASÍLIA - Os fundos de pensão fecharam 2016 com rombo de R$ 70,6 bilhões, segundo levantamento da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), o xerife do setor. O dado preocupa por causa da rápida expansão do déficit do sistema, que subiu 700% em quatro anos – em 2012, o buraco era de R$ 9 bilhões. O rombo subiu para R$ 21 bilhões em 2013 e para R$ 31 bilhões no ano seguinte. O déficit atingiu seu ápice em 2015, quando somou R$ 77,8 bilhões. [6]

Ney Figueiredo  especializado em leitura de pesquisas de opinião,   foi consultor das maiores entidades empresariais do país, como a Febraban, a Fiesp e a CNI. Entre 2000 e 2002, trabalhou como consultor informal do presidente FHC. Assessorava à época a CNI; [...] compartilhava com o presidente números de pesquisas patrocinadas pela CNI, Virou  professô-dotô  da Unicamp... o tal de Ney Figueiredo?!  Em julho de 2000, Ney Figueiredo coordenou manifesto de empresários em apoio a FHC  Intitulado "Manifesto à Nação", o texto foi publicado nos principais jornais do país e dizia que FHC merecia "a confiança e o respeito de todos". (A matéria estava assinada por Josias de Souza, apresentado como diretor da sucursal de Brasília, da Folha de S.Paulo, em 2005.) [3]

A história das tratativas entre Lulinha e uma "empresa de telefonia" havia sido referida em março de 2005 numa reportagem da Veja e O Globo agora revelando o nome BrT,  a empresa de telefonia depende de uma concessão pública e tem como sócios fundos de pensão das estatais e o banco estadual BNDES, e é fiscalizada pela Anatel e Lulinha nunca havia exercido cargo de relevo em qualquer grande empresa conhecida.

A preocupação de Daniel Dantas com a imprensa beirava a obsessão.  Os relatórios do banco diziam que a Telecom Itália havia conseguido "alinhar um time ao seu lado que seria formado por Nelson Tanure, Naji Nahas, Paulo Marinho, o jornalista Ucho Haddad, que mantinha um blog na internet, Ricardo Boechat, Demarco, "dois parlamentares de conduta duvidosa e mais três ou quatro jornalistas atuando em diferentes veículos, mas facilmente identificáveis". Ney Figueiredo registrou: Dantas me orientou a resolver seus problemas de comunicação. Ele identificava as seguintes pessoas [contrárias]: Nelson Tanure, Mino Carta, Paulo Henrique Amorim, Ricardo Boechat e Luís Roberto Demarco. Daniel Dantas achava Demarco 'um bosta, um  zé ninguém´ . Mas o tempo mostrou a incorreção disso".   Os principais personagens mencionados  haviam sido alvos da investigação privada da Kroll ou dos suspeitos grampos no Rio".
Suplente de Flávio Bolsonaro Paulo Marinho trabalhava o nome de João Doria no Rio de Janeiro, oferecendo jantares como forma de lançar o tucano à Presidência (Dória sorrateiramente, traindo Geraldo Alckmin)
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Quem  é  Paulo  Marinho,  um  dos  homens  do  círculo  de Bolsonaro.  A proximidade com a família Bolsonaro aconteceu por intermédio do então presidente do PSL, Gustavo Bebiano, de quem Marinho é amigo há mais de 30 anos.  Paulo Marinho (PSL), primeiro-suplente na chapa do candidato ao Senado Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), é suspeito na Justiça de ocultar um patrimônio milionário em nome de parentes.[8]

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Empresário carioca ex-marido de Maitê Proença e tem proximidade com João Doria e Marcelo Crivella.  Além de ser dono de uma consultoria empresarial, Carmo Consultoria, o empresário também é o primeiro suplente de Flávio Bolsonaro, filho de Jair e senador eleito pelo Rio de Janeiro. Marinho se filiou ao PSL neste ano para compor a chapa; antes, estava no Patriota. A proximidade com a família Bolsonaro aconteceu por intermédio do então presidente do PSL, Gustavo Bebiano, de quem Marinho é amigo há mais de 30 anos.
A Carmo consultoria de Paulo Marinho é cliente de José Dirceu na JD consultoria [4]
Marinho e Bebiano trabalharam juntos nos anos 2000 no Jornal do Brasil, quando este era comandado por Nelson Tanure. Marinho era o vice-presidente e Bebiano o diretor jurídico.
Doria foi para a casa de Marinho tentar encontrar Bolsonaro mas não foi recebido; a campanha afirmou que o encontro nunca foi agendado.
O Filho do empresário Paulo Marinho, suplente do senador eleito pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro (PSL), André Marinho viu a casa da sua família, no Jardim Botânico, bairro nobre da Zona Sul carioca, se transformar no espaço de gravação para a campanha televisiva do então candidato Jair Bolsonaro. André Marinho é presidente do braço jovem do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), grupo criado em 2003 por Doria. Foi André que traduziu a primeira conversa de Bolsonaro com o presidente americano, Donald Trump.[7]
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o empresário é conselheiro informal do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB).
Paulo Guedes, André Marinho, Bolsonaro e Flavio BolsonaroAndré Marinho e Bill ClintonAndré Marinho imitou João Doria no aniversário do governador eleito de São Paulo
Paulo Guedes, André Marinho e o vice-presidente eleito Hamilton MourãoPaulo Marinho, Bolsonaro e André Marinho, imitador do presidente eleito que viralizou nas redes sociais
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Em vídeo ao lado de representantes do MBL - Movimento Brasil Livre. André Marinho filho de Paulo Marinho admite que imitou e se fez passar por Jair Bolsonaro em áudios enviados a eleitores. no vídeo imita e goza com a cara dos eleitores.
https://www.youtube.com/watch?v=RugOyF81gyg&fbclid=IwAR0N8Q3F4AouYBTDNWiq_MzBkzxoYRnqAYsKiohKekp_fCeXFZ6GQXxuKkk
André Marinho filho de Paulo Marinho fez a última entrevista a  Ricardo Boechat [9]

Paulo Marinho encomendou ao artista Roberto Sá uma estátua do seu amigo de longa data, Ricardo Boechat. O escultor fez a do jornalista Zózimo Barrozo do Amaral que fica na praia do Leblon, no Rio de Janeiro. Segundo o jornal "O Globo", Marinho conversará com Crivella, prefeito do Rio de Janeiro, para que as duas estátuas fiquem próximas, já que ambos atuaram juntos e eram amigos.[10]

Daniel Dantas, com quem Paulo Marinho trabalhou no Banco Opportunity, lutava pelo controle das telefônicas Telemig Celular e Tele Norte Celular, adquiridas por ele em conjunto com o grupo do Canadá e fundos de pensão após a privatização da Telebrás, em 1998.
Paulo Marinho aparece relatando a Tanure uma conversa com o senador Jader Barbalho: “Dali vai sair muita coisa, o suficiente para pagar muitos compromissos”.

Quando Veja vazou o áudio com a conversa entre Ricardo Boechat e Paulo Marinho, braço direito do controverso empresário Nélson Tanure, foi uma decepção.
Por telefone, Ricardo Boechat leu para Paulo Marinho um texto que seria publicado em O Globo, com informações negativas para o concorrente de Tanure, Daniel Dantas.
A matéria tá muito bem-feita, meu querido. Tá na conta. Não precisa botar mais p… nenhuma, não. O resto é como você falou: é adjetivação que você não pode colocar. (…)”, disse Paulo Marinho, hoje muito amigo de Jair Bolsonaro.

Boechat também havia orientado o chefe de Paulo Marinho, Nélson Tanure, sobre como se comportar num encontro com João Roberto Marinho, um dos donos do Globo.
Quando o áudio foi transcrito pela revista, Boechat explicou, publicamente, que seu interesse era pela notícia e, nesse trabalho, conversava com pessoas de todo tipo.
Ficou ruim, e ele foi demitido das organizações Globo depois de 31 anos na empresa. Em um artigo,  reconheceu que errou, mas não por dinheiro ou dolo.
“Cruzei a barreira da boa conduta profissional por um motivo tolo: vaidade. A vaidade de me supor em posição de prestígio nos dois maiores jornais de minha cidade (Tanure havia cobrado o Jornal do Brasil) cegou a autocrítica com que sempre procurei orientar minha atividade jornalística”, disse ele.
Alguns meses depois, foi para a TV Bandeirantes, mais tarde para a rádio Band News e, depois,  se tornou colunista da revista IstoÉ. Nessa guerra suja, a única vítima registrada até agora foi Boechat,

No trajeto para financiar os delinquentes  citados acima eles roubaram os fundos de pensão, e hoje, eles penalizam o povo com a reforma das aposentadorias.

01) O aprendiz de açougueiro e ex-bancário que comandou a guerra contra o Opportunity de Daniel Dantas. O garoto de calças curtas tornou-se presidente do maior fundo de pensão da América Latina, Previ, a caixa de previdência dos funcionários do Banco do Brasil, que tem (TINHA) um patrimônio de 121 bilhões de reais. Comanda a entidade desde que o Partido dos Trabalhadores subiu ao poder. A Previ é sócia de algumas das maiores empresas do Brasil, entre elas a Vale do Rio Doce, de mineração, a Oi/Telemar, de telefonia, a Brasil Foods, de alimentos, e a Empresa Brasileira de Aeronáutica, fabricante de aviões. Na Brasil Foods, a Previ tem 15%, e é o maior investidor individual. Na CPFL, a distribuidora de energia de São Paulo, tem 31%. Na Embraer, detém 14% das ações. O seu maior investimento é na Vale do Rio Doce, na qual o fundo tem aplicados 30 bilhões de reais, além de deter 50% da Valepar, que controla a mineradora. Isto faz de Sérgio Rosa o presidente do Conselho da companhia, com poder de veto nas decisões. A Previ era sócia do banco na Brasil Telecom e em outras empresas, como a Telemig, a Amazônia Celular e o Metrô do Rio, num fundo chamado CVC Opportunity  de Daniel Dantas  também tinha a participação do Citibank. o Citibank e o Opportunity haviam firmado um acordo paralelo garantindo vantagens que não se estendiam aos outros sócios. “Era um acordo extremamente prejudicial aos fundos”  foram feitas várias tentativas de negociar com o dono do Opportunity, Daniel Dantas, para que os fundos não ficassem em desvantagem. “Como o Opportunity recusou todas as nossas propostas, acendeu-se a luz amarela de que o que o banco queria era nos tomar o negócio.”

02) Em 2003, com Lula na Presidência, Jacó Bittar foi escolhido representante da Petros, o fundo de pensão da Petrobras, no conselho de administração da empresa controladora da BrT, a Solpart. Os dois filhos de Bittar e Lulinha firmaram uma sociedade, a G4 Entretenimento, que detinha a licença para divulgar os programas do G4 canal de games nos EUA. Ao mesmo tempo, outra empresa, a Espaço Digital, de Leonardo Badra Eid, passou a trabalhar com a BrT. Em 2004, a G4 e a Espaço Digital formaram uma holding, a BR4, que depois receberia o nome de Gamecorp.
Leitura obrigatória para todos relembrar como iniciou a rapina dos fundos de pensão no Brasil [1]
Segundo Oliveira, os formuladores da política econômica de Fernando Henrique Cardoso vieram da Pontifícia Universidade Católica do Rio, onde lecionaram e estudaram Pedro Malan, Armínio Fraga, Gustavo Franco, Pérsio Arida e André Lara Resende.

Já o núcleo duro do PT teve origem na Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, onde Luiz Gushiken e Ricardo Berzoini se formaram, o ministro Guido Mantega foi professor e Celso Daniel (destinado a ser ministro da Economia, mas assassinado em 2002) fez o seu mestrado.
NOTA:
[1] https://piaui.folha.uol.com.br/materia/sergio-rosa-e-o-mundo-dos-fundos/
[5] https://exame.abril.com.br/brasil/quem-e-paulo-marinho-empresario-do-circulo-de-bolsonaro/
[6] https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,fundos-de-pensao-tem-rombo-de-r-70-6-bilhoes,70001749255
[7]  https://extra.globo.com/famosos/andre-marinho-viraliza-com-imitacoes-de-bolsonaro-pede-ate-pizza-como-presidente-eleito-as-pessoas-acreditam-23320122.html
[8] https://www.bemparana.com.br/noticia/suplente-de-filho-de-bolsonaro-no-rj-e-suspeito-de-ocultar-patrimonio
[9]  https://www.youtube.com/watch?v=UQCgP1sBw4s

[10] https://www.redetv.uol.com.br/atardeesua/videos/ultimos-programas/homenagem-empresario-encomenda-estatua-de-ricardo-boechat

Livro de Woodward que critica Trump omitiu o plano militar secreto para desmontar o estado profundo

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O famoso repórter investigativo Bob Woodward escreveu um livro polêmico, Medo: Trump na Casa Branca , baseado em entrevistas com centenas de pessoas de dentro que tiveram experiência direta na Casa Branca. Woodward apresenta argumentos para que o presidente Donald Trump seja um presidente caótico mesquinho, vingativo e movido pelo ego, propenso a decisões impulsivas que desafiam o bom senso e o aconselhamento profissional. O que Woodward não levou em consideração em sua crítica contundente é o papel das forças armadas dos EUA em apoiar secretamente a candidatura bem sucedida de Trump, e como as muitas controvérsias em torno de suas decisões foram usadas como cobertura para implementar um plano secreto para desmantelar o Estado Profundo e processar números nos próximos julgamentos militares.
Ao ler Woodward's Fear , uma coisa que fica clara é que ele é muito a favor do detalhado processo de formulação de políticas defendido por diplomatas de carreira e burocratas na abordagem de problemas domésticos e internacionais. Problemas complexos exigem um processo elaborado de tomada de decisões envolvendo vários funcionários e atores institucionais que, em última instância, desenvolvem soluções diferenciadas que a burocracia dos EUA implementa de maneira sistêmica.
Woodward levanta problemas complexos de segurança e comércio nacional, como o Afeganistão, a Coréia do Norte, a OTAN, o NAFTA, etc., que exigem soluções que possam sobreviver ao dar e receber burocrático que constitui o processo tradicional de formulação de políticas. Ao discutir tais questões, Trump é retratado como um neófito desajeitado cujas tentativas de retirar tropas da Coréia do Sul e do Afeganistão, sair da aliança da Otan, renegociar acordos de livre comércio, impor tarifas à China etc. são retratadas como ingênuas e tolas.
Ao longo do livro, Trump é retratado como envolvido em várias batalhas campais com seus diferentes funcionários de segurança nacional e comércio sobre essas questões complexas, onde Rex Tillerson (ex-secretário de Estado), James Mattis (ex-secretário de defesa), James Kelly (ex-chefe of Staff) e Gary Cohn (ex-diretor do National Economic Council) são todos representados como adultos que tentam refrear o estilo de tomada de decisões caótico e infantil de Trump e as decisões políticas impulsivas.
Woodward descreve como as autoridades dentro da Casa Branca iriam ao ponto de se tornarem sabotadores que removeriam documentos da mesa de Trump que ele havia solicitado diferentes funcionários para se preparar em uma variedade de questões políticas. Aparentemente, isso incluía até mesmo documentos que só precisavam de sua assinatura para ação a ser tomada por sua administração. De acordo com Woodward, tal sabotagem interna era justificada, dado o perigo representado por Trump de poder seguir adiante com suas idéias impulsivas.
Fica claro ao ler o livro de Woodward que ele não é fã de Trump, e o vê como um amador incompetente para a Presidência. Woodward apóia a alegada resistência “espontânea” por parte daqueles que estão dentro da burocracia dispostos a refrear, desacelerar e até mesmo sabotar a agenda de Trump a fim de preservar políticas e alianças estabelecidas há muito tempo.
As omissões e preconceitos do livro de Woodward são muito reveladores. Woodward se expõe como uma figura do establishment querendo forçar a narrativa da mídia tradicional de que Trump é um palhaço que, por um golpe histórico, ganhou a presidência. É aqui que Woodward e outros críticos sentem falta do barco na compreensão de Trump e do significado de sua presidência.
Não há como alguém acidentalmente ganhar a presidência dos EUA, mesmo que tenha trabalhado como cinicamente aproveitar os piores impulsos da América Central para ganhar, como os progressistas liberais se enganam em acreditar quando se trata de Trump. As eleições dos EUA são compradas e pagas pelas forças da Deep State (também conhecidas como Cabal / Shadow Government) para assegurar que o seu candidato preferido vença conforme detalhado por pesquisadores como Daniel Estulin, autor do inovador The True Story do Bilderberg Group .  
Hillary Clinton era a candidata que o Deep State queria ganhar, como exemplificou a maneira como ela derrotou Bernie Sanders nas primárias democratas, apesar de ele ser, de longe, o candidato preferido entre os eleitores primários democratas. Pesquisas e votações foram fraudadas para garantir a vitória de Clinton.
A mesma coisa deveria se repetir na eleição presidencial. Assim como Clinton conseguiu uma suposta vitória dura contra Sanders, o plano do Estado Profundo era fraudar as pesquisas e a eleição em si, para que ela gritasse com os votos necessários do Colégio Eleitoral.
Isso não aconteceu. Clinton ganhou o voto popular, mas não o crucial Colégio Eleitoral, que nos diz que algo havia acontecido para garantir uma eleição presidencial limpa em áreas onde ele contava - estados-chave onde a eleição seria ganha ou perdida. Quem tinha o poder e autoridade para garantir uma eleição limpa no campo de batalha afirma que seria a única maneira que Trump poderia ganhar? A única força institucional capaz de enfrentar o Deep State é o exército dos EUA.
Eu descrevi em outra parte como membros da comunidade de inteligência militar dos EUA se aproximaram de Trump em 2015 e pediram a ele que concorresse à presidência desde que o nível de corrupção do Deep State se tornou tão ruim que um golpe de estado estava sendo seriamente considerado. Durante o governo Obama, Trump foi informado de que as forças armadas garantiriam uma eleição limpa, e ele e sua família seriam protegidos da retaliação do Deep State. Isso é o que várias fontes internas afirmam ter sido o que aconteceu e por que Clinton acabou perdendo.
O fato de Trump ter ganhado a presidência devido à intervenção militar secreta dos EUA é o que Woodward e outros críticos de Trump ignoram completamente em suas severas críticas a Trump e sua administração. O que é muito revelador no livro de Woodward é o relacionamento tenso e as diferenças de política que ele descreve entre Trump e importantes oficiais militares como Mattis, Kelly e Joseph Dunford, presidente do Joint Chiefs of Staff - todos ex-tripulantes ou quatro-generais.
Se Woodward está certo sobre os acalorados debates entre Trump e seus principais conselheiros militares, é difícil conciliar isso com a afirmação de que Trump foi apoiado pelos militares norte-americanos ao derrubar o Deep State. Os debates acalorados de política descritos por Woodward foram genuínos ou um side-show destinado a encobrir o que realmente estava acontecendo nos bastidores com Trump e os militares?
Para uma resposta, podemos nos voltar para o fenômeno “Q Anon” ou “Q”. Q é um grupo ligado à inteligência militar dos EUA que está secretamente aconselhando e protegendo Trump. Os posts de Q mostraram como a comunidade de inteligência militar dos EUA está trabalhando através de Trump para expor e derrubar o Deep State.
Em vários posts, Q descreveu como importantes funcionários como Jeff Sessions (ex-Procurador Geral), Mattis e Kelly ajudaram Trump a confrontar o poder do Deep State através de um plano. “Confie no plano” é uma das frases mais repetidas nos posts do Q Anon. Por exemplo, Q escreveu sobre o plano para derrubar o Deep State em um post de 5 de setembro de 2018 (# 2096 ):
Patriotas: 
O que você está prestes a aprender não deve apenas assustá-lo, mas intensificar sua decisão de retomar o controle [Liberdade] . A informação que se torne pública vai demonstrar ainda mais o criminoso e corrupto [pura maldade] abuso de poder que a Hussein administração empreendeu em esforços conjuntos w / dignitários nacionais e estrangeiros. A bola de neve começou a rolar - não há como parar agora. D5 
Continue o curso e confie no plano. 
Medidas de proteção estão em vigor. 
Permaneça BRAVE. 
Nós sabíamos que esse dia chegaria. 
https://www.youtube.com/watch?v=G2qIXXafxCQ
Unidos nós estamos ( WW ). 
WWG1WGA . 
Nós lutamos.
Conspiração não mais. 
Q
“O plano” inventado pelos militares dos EUA para derrubar o Deep State é algo que remonta há muitos anos.  De acordo com David Wilcock, um vendedor do New York Times, ele começou a ouvir sobre o "plano" de suas fontes internas em 2009. De acordo com minhas próprias fontes internas, o plano remonta a 1950, quando o presidente Eisenhower desenvolveu-o em resposta à infiltração do complexo industrial militar dos EUA pelo Quarto Reich.
Um dos segredos mais bem guardados da Segunda Guerra Mundial, foi a criação de uma colônia alemã na Antártida e na América do Sul, que desenvolveu um avançado programa espacial, construído com fundos secretamente desviados da Europa. Eu discuti esta colônia antártica alemã na História Oculta da Antártica , que expõe sua história e infiltração secreta do complexo industrial militar dos EUA.
O plano previsto por Eisenhower era que, quando o complexo industrial militar dos EUA tivesse sido infiltrado e composto pelo Quarto Reich, na medida em que ameaçava o futuro da República e da Constituição, o Corpo de Fuzileiros dos EUA seria ativado e tomaria medidas para corrigir a situação. .
Não é por acaso que Dunford começou seu mandato em 25 de setembro de 2015, na época em que Trump foi abordado por um grupo de generais para concorrer à presidência. Durante os dois primeiros anos de sua presidência, Mattis, Kelly e Dunford formaram uma tróica de funcionários afiliados ao USMC que trabalhou com Trump em questões vitais de segurança nacional. Isto é digno de nota, dado o papel único do USMC entre os serviços militares, na medida em que pode ser usado pelo Presidente de qualquer maneira que considere necessária, desde que não prejudique o objetivo principal do USMC de ser uma força de combate anfíbia pronta para desdobrar-se. em qualquer lugar do planeta.
O USMC foi usado de várias maneiras para intimidar e derrubar o Deep State. Por exemplo, uma mensagem poderosa foi enviada quando um número de helicópteros USMC supostamente zumbiu a sede da CIA em Langley, Virgínia, em 18 de novembro de 2017. Um ex-agente do FBI, Hal Turner, confirmou por fontes confiáveis ​​que os helicópteros haviam “zumbido” a CIA. QG por cerca de 30 minutos.
Até o final de 2018, tanto Kelly quanto Mattis haviam deixado o governo Trump, e Dunsford está programado para partir em outubro de 2019. Acredito que suas saídas sejam um sinal de que um estágio crítico tenha sido atingido, e o plano secreto se desenvolveu até agora. como a administração de Eisenhower, tinha sido posto em prática e teria sucesso.
A este respeito, Q lançou um post (# 2533) em 2 de dezembro de 2018:
Q !! mG7VJxZNCI ID: 63896f No. 4119614 
2 de dezembro de 2018 18:08:31 (EST)
https://twitter.com/BreakingNLive/status/1069340718844522496
Nada pode parar o que está por vir. 
Nada. 
Livros de história. 
Q
Como todos os planos de inteligência militar bem executados, era importante remover as pegadas remanescentes da intervenção. Creio que é por isso que Kelly e Mattis deixaram a administração Trump, com Dunford logo em seguida.
Se o USMC e a comunidade de Inteligência Militar implementaram com sucesso um plano secreto, então o que vem pela frente? Isso nos leva a 60.000 acusações e julgamentos militares fechados que estão prestes a serem divulgados ao público americano de acordo com Q e várias fontes. A quantidade de provas documentais a serem divulgadas ao público americano detalhando a corrupção e os abusos cometidos por funcionários atuais e antigos do Deep State será avassaladora.
De acordo com várias fontes, os julgamentos militares já começaram com as Emendas ao Manual para Tribunais Marciais que entram em vigor em 1 de janeiro de 2019, garantindo assim um processo legal para julgamentos militares de funcionários do Estado Profundo acusados ​​de uma série de crimes.
Se a análise acima estiver correta, então uma das principais premissas do Medo de Woodward entra em colapso desde que Trump está ganhando a Presidência não foi por acaso. Intervenção encoberta da comunidade de inteligência militar dos EUA tinha ocorrido a fim de garantir uma eleição presidencial limpa em 2016.
Isso garantiu uma vitória de Trump, onde ele deu aprovação à sua troika de assessores do USMC para implementar um plano secreto que havia sido preparado décadas atrás na administração de Eisenhower para evitar o colapso da Constituição e da República dos EUA.
Se Q e outras fontes internas estiverem corretas, o público geral logo será despertado para a plena extensão da corrupção empregada pelo Estado Profundo através de todo o espectro de alavancas políticas, corporativas e midiáticas - o medo de Woodward sendo, com toda a probabilidade, um desesperado tentativa de evitar o inevitável por um proeminente defensor do Deep State.
© Michael E. Salla, Ph.D. Aviso de direitos autorais