quarta-feira, 10 de maio de 2017

LIGAÇÕES DA INGLATERRA COM O CALIFADO

Sob o domínio dos maus; Pobre Síria, Jerusalém, Oriente Médio
Resultado de imagem para Príncipe Charles com tariqas islâmicas.
É consabido a ligação do Príncipe Charles com tariqas islâmicas. Mas, é praticamente desconhecido a ligação política estreita é íntima entre a Inglaterra e o Califado. Quanto a isso, o texto abaixo, de Priscila Garcia é ilustrativo:

"Um pouco de História:

O Império britânico é falso e não cumpre o que promete:

O Império britânico, no século XIX, tinha INTERESSE em prestigiar muçulmanos porque a minoria muçulmana que existia na ÍNDIA - então parte deste enorme império - era ÚTIL para impedir, ou pelo menos MINIMIZAR, que o sentimento de NACIONALISMO HINDU se expandisse e ameaçasse o domínio britânico na Índia.
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Ou seja, os british prestigiavam os muslims na India dentro do princípio romano do "dividir para dominar" - mesmo ANTES de se descobrir a utilidade de um treco chamado "petróleo"...
Resultado de imagem para barril de óleo na Grécia
QUANDO tanto o treco quanto a sua utilidade foram descobertos, primeiro na então Pérsia e depois no Iraque, esta aliança se acentuou: e o Império britânico passou a se intitular "defensor da "integridade do Império Otomano", sob cuja REGRA todo o Dar al-Islam - ou a UMMAH, que é a comunidade islâmica mundial - estava submetida.
Na guerra da Criméia, que se estendeu de 1854 a 1856, a Grã-Bretanha e a França lutaram unidas EM PROL da defesa do Império Otomano, CONTRA a Russia czarista.
Na época em que este Império Otomano, já decadente, escolheu lutar ao lado da Alemanha na Primeira Guerra, ele controlava ainda a Síria, o Iraque e toda a Palestina: e os britânicos então passaram a prestigiar os ÁRABES muçulmanos, que detestavam os TURCOS muçulmanos que os dominavam há séculos.
Forças árabes em cima dos seus camelos, prontos para lutar contra os turcos na Arábia.
Forças árabes em cima dos seus camelos, prontos para lutar contra os turcos na Arábia
Ou seja, foi com a ajuda ocidental que o controle do califado foi transferido dos TURCOS para os ÁRABES: e o Império britânico oficialmente fez uma proclamação dirigida aos povos árabes afirmando que, "embora a Turquia tivesse se tornado um inimigo, a política britânica com relação ao Islam continuaria a ser amistosa".
Resultado de imagem para "protetorados britânicos".
Na verdade, o Império britânico garantia independência aos países árabes, em troca de seu apoio na I Guerra - mas, quando a guerra acabou, essa garantia acabou constando de sua transformação em "protetorados britânicos".
A IDÉIA do Império britânico era RECONFIGURAR o califado, fazendo da Arabia Saudita a sua SEDE, sempre supondo que o domínio  britânico sobre esta parte do mundo seria MANTIDO: pode-se dizer que foi o Império britânico quem CRIOU a configuração do que hoje é conhecido como "Oriente Médio". Os britânicos achavam que o mundo islâmico SEMPRE poderia ser controlado e manipulado - por eles, é claro - através do controle da pessoa do CALIFA.
O Principe Charles ilustra o “modus operandi” da ocupação islâmica: muito, muito antes de chegar o primeiro “imigrante” ou o primeiro agitador jihadista, inumeráveis “corações e mentes” já foram conquistados nos postos mais altos da elite intelectual, política e financeira pela ação discreta, sutil e aparentemente inofensiva das tariqas, 
a ajuda que hoje a elite “progressista” ocidental presta ao jihadismo cultural, que parece tão estranha e inverossímil aos comentaristas usuais que estes preferem nem mesmo enxergá-la, não é novidade nenhuma para quem conhece a história do esoterismo: é uma aliança anticristã velha de séculos ou de milênios.
O.C.
Fonte:
https://www.imub.org/ligacoes-historicas-da-inglaterra-com-o-califado/

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