quarta-feira, 10 de maio de 2017

Fora da União Européia? Fora da OTAN? Ligações da Inglaterra com o Califado: Anexar a América Latina!

Nota minha: Para quem não sabe apresento abaixo quem fundou o BRICs; um economista britânico  usaram a China e a Rússia para encurralar o Brasil para a comunista nWo eurasiana;  peço para o leitor analisar, pesquisar, entender no link abaixo as intenções dos ingleses de Rothschild em invadir o Brasil usando a China como intermediária em adquirir produtos brasileiros à preços de commodities que provoca prejuízo para o país: [1,2,]

Quem está por trás do nome "BRIC"? o ex-presidente da Goldman Sachs Jim O' Neill - economista britânicohttp://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/quem-esta-por-tras-do-nome-brics.html

Sob o domínio dos maus; Pobre Síria, Jerusalém, Oriente Médio
Resultado de imagem para Príncipe Charles com tariqas islâmicas.
É consabido a ligação do Príncipe Charles com tariqas islâmicas. Mas, é praticamente desconhecido a ligação política estreita é íntima entre a Inglaterra e o Califado. (usam terceiros)

"Um pouco de História:[3]

O Império britânico é falso e não cumpre o que promete:

O Império britânico, no século XIX, tinha INTERESSE em prestigiar muçulmanos porque a minoria muçulmana que existia na ÍNDIA - então parte deste enorme império - era ÚTIL para impedir, ou pelo menos MINIMIZAR, que o sentimento de NACIONALISMO HINDU se expandisse e ameaçasse o domínio britânico na Índia.
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Ou seja, os british prestigiavam os muslims na India dentro do princípio romano do "dividir para dominar" - mesmo ANTES de se descobrir a utilidade de um treco chamado "petróleo"...
Resultado de imagem para barril de óleo na Grécia
QUANDO tanto o treco quanto a sua utilidade foram descobertos, primeiro na então Pérsia e depois no Iraque, esta aliança se acentuou: e o Império britânico passou a se intitular "defensor da "integridade do Império Otomano", sob cuja REGRA todo o Dar al-Islam - ou a UMMAH, que é a comunidade islâmica mundial - estava submetida.
Na guerra da Criméia, que se estendeu de 1854 a 1856, a Grã-Bretanha e a França lutaram unidas EM PROL da defesa do Império Otomano, CONTRA a Russia czarista.
Na época em que este Império Otomano, já decadente, escolheu lutar ao lado da Alemanha na Primeira Guerra, ele controlava ainda a Síria, o Iraque e toda a Palestina: e os britânicos então passaram a prestigiar os ÁRABES muçulmanos, que detestavam os TURCOS muçulmanos que os dominavam há séculos.
Forças árabes em cima dos seus camelos, prontos para lutar contra os turcos na Arábia.
Forças árabes em cima dos seus camelos, prontos para lutar contra os turcos na Arábia
Ou seja, foi com a ajuda ocidental que o controle do califado foi transferido dos TURCOS para os ÁRABES: e o Império britânico oficialmente fez uma proclamação dirigida aos povos árabes afirmando que, "embora a Turquia tivesse se tornado um inimigo, a política britânica com relação ao Islam continuaria a ser amistosa".
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Na verdade, o Império britânico garantia independência aos países árabes, em troca de seu apoio na I Guerra - mas, quando a guerra acabou, essa garantia acabou constando de sua transformação em "protetorados britânicos".
A IDÉIA do Império britânico era RECONFIGURAR o califado, fazendo da Arabia Saudita a sua SEDE, sempre supondo que o domínio  britânico sobre esta parte do mundo seria MANTIDO: pode-se dizer que foi o Império britânico quem CRIOU a configuração do que hoje é conhecido como "Oriente Médio". Os britânicos achavam que o mundo islâmico SEMPRE poderia ser controlado e manipulado - por eles, é claro - através do controle da pessoa do CALIFA.
O Principe Charles ilustra o “modus operandi” da ocupação islâmica: muito, muito antes de chegar o primeiro “imigrante” ou o primeiro agitador jihadista, inumeráveis “corações e mentes” já foram conquistados nos postos mais altos da elite intelectual, política e financeira pela ação discreta, sutil e aparentemente inofensiva das tariqas, 
a ajuda que hoje a elite “progressista” ocidental presta ao jihadismo cultural, que parece tão estranha e inverossímil aos comentaristas usuais que estes preferem nem mesmo enxergá-la, não é novidade nenhuma para quem conhece a história do esoterismo: é uma aliança anticristã velha de séculos ou de milênios.
O Concílio Vaticano II foi uma das maiores calamidades, se não a maior, da História da Igreja. Seus documentos oficiais silenciaram sobre os maiores inimigos da sociedade, o comunismo e o socialismo[4].
Adendo: 10.07.2018 ~ 13.07.2018

– indicou o presidente venezuelano, Nicolás Maduro,  “Trouxemos um documento completo com todas as oportunidades de investimento. É o primeiro cenário detalhado apresentado pela Venezuela, para investimentos no país” aproveitei para levar a cabo encontros bilaterais com outros participantes na cerimónia de posse de Erdogan, como o emir do Qatar, Tamim ben Hamad Al Zani, ou o primeiro ministro russo Dmitri Medvedev.  “Irmãos turcos, a Venezuela está a avançar para aquilo que poderá ser a primeira reserva de ouro do mundo. Estamos a fazer investimentos para sermos uma potência exportadora de ouro” – indicou o presidente venezuelano. “Dei a minha palavra a Chávez, de que iríamos construir um caminho com a Turquia” – afirmou o presidente venezuelano. “A nossa cripto moeda, o petro, terá um valor equivalente a 5 mil barris de petróleo. Vamos criá-la para abrir uma nova página na Venezuela” – afirmou Maduro[1]. OURO? A maior reserva do mundo fica no Brasil divisa com a Venezuela, que bagunça é essa em que os comunistas falam "SEM FRONTEIRAS" Será o dedo da Inglaterra via Rothschild, e a elite dominante do principado usando o califado para expropriar, roubar o ouro, as reservas minerais do Brasil?

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O Novo Império Britânico? Planos para anexar o Atântico Sul[2]

Notas:


[1]http://www.trt.net.tr/portuguese/economia/2018/07/10/nicolas-maduro-reuniu-se-com-empresarios-turcos-em-istambul-1009773

[2]O novo Império Britânico? Planos para anexar o Atlântico Sul?  

[3]O.C.  o texto da história é de Priscila Garcia 
https://www.imub.org/ligacoes-historicas-da-inglaterra-com-o-califado

[4] Foi uma série de conferências realizadas entre 1962 e 1965, consideradas o grande evento da Igreja Católica no século 20. Com o objetivo de modernizar a Igreja e atrair os cristãos afastados da religião, o papa João XXIII convidou bispos de todo o mundo para diversos encontros, debates e votações no Vaticano. Da pauta dessas discussões constavam temas como os rituais da missa, os deveres de cada padre, a liberdade religiosa e a relação da Igreja com os fiéis e os costumes da época. “O Concílio tocou em temas delicados, que mudaram a compreensão da Igreja sobre sua presença no mundo moderno. Foram repensadas, por exemplo, as relações com as outras igrejas cristãs, o judaísmo e crenças não-cristãs”, diz o teólogo Pedro Vasconcelos, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Após três anos de encontros, as autoridades católicas promulgaram 16 documentos como resultado do Concílio. Muitas novidades apareceram nas questões teológicas e na hierarquia da Igreja. O papa, por exemplo, aceitou dividir parte de seu poder com outros cardeais. E as missas passaram a ser rezadas na língua de cada país – antes eram celebradas sempre em latim! Na questão dos costumes, porém, o encontro foi pouco liberal. A Igreja continuou condenando o sexo antes do casamento e defendendo o celibato (proibição de se casar e de transar) para os padres. No quadro ao lado, você confere o que mudou – e o que ficou na mesma – depois dessa reforma na Igreja Católica
Mudança de hábito
Conferência realizada entre 1962 e 1965 gerou transformações profundas na IgrejaASSUNTO – MISSAANTES DO CONCÍLIO – Rezada em latim, com o padre voltado para o altar, de costas para os fiéis. Apenas membros do clero comandavam a celebração
DEPOIS DO CONCÍLIO – Rezada no idioma de cada país, com o padre de frente para o público. Mulheres e homens leigos (que não são do clero) podem ajudar na celebração
ASSUNTO – SEXO
ANTES DO CONCÍLIO – Doutrina rígida, contrária ao sexo antes do casamento e ao aborto, mesmo em caso de estupro
DEPOIS DO CONCÍLIO – Manteve a mesma posição
ASSUNTO – RELACIONAMENTO COM OUTRAS RELIGIÕES
ANTES DO CONCÍLIO – Desconfiança em relação aos ensinamentos de religiões não-cristãs (islamismo, judaísmo, etc.)
DEPOIS DO CONCÍLIO – Aceita a idéia de que, por meio de outras religiões, também é possível conhecer Deus e a salvação
ASSUNTO – CULTO AOS SANTOS
ANTES DO CONCÍLIO – Proliferação de “santos” criados pela crença popular e não-canonizados pela Igreja
DEPOIS DO CONCÍLIO – “Santos” não-canonizados são abolidos. Cristo volta a ser o centro das atenções na missa
ASSUNTO – COMPORTAMENTO DO SACERDOTE
ANTES DO CONCÍLIO – Uso obrigatório da batina e de outros símbolos da Igreja. Casamento e relações sexuais são proibidos
DEPOIS DO CONCÍLIO – Cai o uso obrigatório da batina: agora, os padres podem usar trajes sociais. Segue a proibição ao casamento e ao sexo
ASSUNTO – QUESTÕES POLÍTICAS
ANTES DO CONCÍLIO – Condenação do capitalismo e esforço para evitara “contaminação” do catolicismo por idéias comunistas

DEPOIS DO CONCÍLIO – Continua a condenação ao capitalismo e ao comunismo, mas aumenta um pouco a liberdade dos teólogos para interpretar a Bíblia

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