sábado, 28 de abril de 2018

Liga Anti-Difamação de B'nai B'rith e Seu Uso na "Ofensiva" Comunista Mundial

“Antigamente eram os judeus que morriam de fome nos guetos cercados pelos nazistas. Agora são os palestinos em um gueto de Gaza cercados pelos judeus!” […] “Israel nunca seria criado se fosse para ser somente “a jewish homeland”. Israel intenciona ser a capital do Mundo Cabalista do Império Rothschild.”
“Esta é a clássica tática sionista: matar, roubar e levar tudo.”
Mais de 78.000 britânicos já assinaram uma petição para prender o primeiro-ministro de Israel pelos crimes de guerra contra os palestinos. Esta petição foi colocada a 7 de agosto e 2015 no site do governo britânico.(Por que a justiça não o julga?)
Israel é a fonte primária do anti-semitismo no mundo e joga com a segurança de todos os judeus. Se auto-proclamando um “Estado judeu”, mas agindo como um Estado pária, Israel expõe todos os judeus à revolta e vingança.
O assassinato dos ativistas pela paz em Gaza proporcionou mais evidências que a meta atual do sionismo não é proteger os judeus do anti-semitismo, mas sim criar anti-semitismo.
O propósito é tornar os judeus um população pária entre as nações, sem qualquer opção a não ser seguir os ditames sionistas.
Eventualmente, eles serão sacrificados pelos propósitos sionistas, como foram no holocausto. Isto porque o sionismo é uma sociedade secreta maçônica (illuminati, cabalístico, satanista) que intenciona erigir uma Nova Ordem Mundial totalitária. A maioria dos judeus não tem qualquer papel nisso, exceto serem sacrificados novamente por uma causa que eles desconhecem.
Os sionistas estão retirando dos israelitas e judeus sua legitimidade moral, pois assim eles podem ser liquidados novamente sem qualquer escrúpulo. Com suas ações, Israel joga com a segurança dos judeus por toda parte.
Israel nunca seria criado se fosse para ser somente “a jewish homeland”. Israel intenciona ser a capital do Mundo Cabalista do Império Rothschild.
Eu culpo os sionistas por sua colaboração com os nazistas. Eu culpo o sionismo por ter evitado o resgate dos judeus europeus. Eu culpo os sionistas por cessarem a ajuda aos guetos. Eu culpo os sionistas por reunirem e enviarem os judeus aos campos de concentração. Eu culpo os sionistas por sabotarem a resistência judaica.
Israel não foi criado como resultado do holocausto. Foi uma outra tacada. Os nazistas foram levados ao poder para em parte forçar os judeus a se mudarem para Israel, para os Rothschild e Illuminati.
É claro que a patética mídia controlada do ocidente toma as dores dos sionistas.
A maioria dos judeus é decente, boas pessoas. Eles acreditam na ordem moral, não na nova ordem mundial.
Sionistas não são judeus. Já é tempo de mais judeus pronunciarem isso.
Henry Makow, Ph.D. henrymakow.com, 31/05/2010.
http://inacreditavel.com.br/wp/sionistas-preparam-os-judeus-para-um-holocausto/
Resultado de imagem para Anti-Defamation League (ADL) de B'nai B'rith

Liga de Anti-Difamação da ADL dos Artigos de Notícias B'nai B'rith

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Evento em memória do Holocausto reúne lideranças sociais e políticas, com presença da Presidente Dilma Roussef


https://archive.org/details/TheUglyTruthAboutTheAdl_217
https://archive.org/details/TheAnti-defamationLeagueAndItsUseInTheWorldCommunistOffensive.194

Lideranças políticas e sociais fazem 
parte de cerimônia realizada pela 
CONIB, em Brasília (DF).
Situação dos bahá’ís no Irã é lembrada como uma das formas de discriminação mais cruéis do século 21


Os seis milhões de judeus executados no Holocausto foram lembrados em uma cerimônia realizada em Brasília no último dia 30 de janeiro. Além da Presidente Dilma Roussef, outras lideranças políticas e sociais foram convidadas a acender seis velas em memória desse trágico e cruel momento da história da humanidade.
Bahá’ís, negros, população LGBTT 
mulheres são lembrados como principais 
vítimas de discriminação no século 21.  Da 
esquerda para a direita: Ministra Luiza  Bairros, 
Iradj Eghrari e Deputado Federal Jean Willys.
“O dia do Holocausto na perspectiva do passado nos é muito duro”, afirma Claudio Lottenberg, presidente da CONIB – Confederação Israelita do Brasil e também do hospital Albert Einstein, de São Paulo. “Mas no ângulo do futuro nos será ainda mais, se nos mantivermos inertes quando negros continuarem a ser discriminados, bahá’ís não puderem se expressar no ideário democrático, mulheres forem lateralizadas, quando não, objetos de sexismo.”

Sob essa perspectiva, uma das velas foi dedicada às chamadas “minorias” raciais, religiosas e de gênero, e foi acesa em conjunto pelo Deputado Federal Jean Willys, representando a população LGBTT, a Ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, e Iradj Roberto Eghrari, representante da Comunidade Bahá’í do Brasil.
Presidente da CONIB menciona impedimento 
de participação democrática aos bahá’ís, fazendo 
alusão à perseguição no Irã (minuto 37:25). Assista 
ao vídeo completo do evento em 
“Não podemos admitir que ainda haja genocídios, perseguições sistemáticas e regime calcados no ódio e na perseguição a minorias étnicas ou religiosas e baseados na discriminação de gênero ou de orientação sexual, que infelizmente sobrevivem em pleno século 21”, declarou Claudio Lottenberg. “É preciso contextualizar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto como um exercício que nos remeta a combater toda e qualquer forma de intolerância e discriminação, e cabe a todos os brasileiros estimular o entendimento, fazer com que as demais sociedades pactuem pela linguagem e pelo dialogo”, declarou.


Presidente Dilma e representante bahá’í 
conversam na ante-sala da cerimônia em 
homenagem às vítimas do Holocausto.
Em seu discurso, a Presidente Dilma afirmou que o Holocausto foi “o mal em seu estado mais agressivo, deliberado, metódico e sistemático”, e que nem por isso é impossível de se repetir. “Devemos sempre lembrar que o holocausto também se repete quando é negado ele mesmo, quando é relativizado ou quando se tenta suavizar sua narrativa”, acrescentou.
Representante bahá’í cumprimenta a Presidente 
Dilma antes de acender uma das velas em memória 
dos seis milhões de judeus mortos durante o Holocausto 
(minuto 10:18). Assista ao vídeo completo do evento 




A Presidente lembrou ainda que o Brasil também enfrentou momentos difíceis com os 300 anos escravidão e os períodos de ditadura, e que a “única saída” é a democracia. “Da democracia resultam outros princípios igualmente fundamentais: o respeito aos direitos da pessoa humana, a tolerância às diferenças, o amor pela diversidade, a consideração pelas minorias, o esforço para a redução das desigualdades, o respeito à soberania de todos os países e de todas as nações, o primado da diplomacia e da negociação sobre a guerra e sobre os conflitos armados, as invasões, as ocupações, enfim, as soluções armadas, e por fim, o amor à paz e à justiça entre os povos.”  

Presidente Dilma acede vela durante cerimônia do 
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.
A cerimônia do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é realizada pela CONIB todos os anos e relembra que o regime nazista massacrou, além de judeus, outros grupos e minorias. A data faz parte do calendário oficial das Nações Unidas e marca a libertação, em 1945, de prisioneiros do campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia, onde mais de um milhão e meio de pessoas foram exterminadas.

A cerimônia deste ano homenageou ainda dois brasileiros: Aracy Guimarães Rosa, mulher do escritor João Guimarães Rosa, ex-funcionária do consulado brasileiro em Hamburgo, na Alemanha, e Luis Martins de Souza Dantas, ex-embaixador brasileiro na França. Nas décadas de 1930 e 1940, os dois foram responsáveis pela concessão de vistos para o Brasil que salvaram centenas de judeus.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Inscrições para peregrinação aos Lugares Sagrados estão abertas

ABAIXO, A CASA UNIVERSAL DE JUSTIÇA EM HAIFA ISRAEL E A ONU LIGADOS COM OS SIONISTAS.
Brasileiros podem se inscrever até 31 de março 
Vista dos Terraços do Santuário do Báb
 O próximo grupo de peregrinação de brasileiros à Terra Santa está programado para o período de 7 a 15 de julho de 2013. Bahá'ís e seus familiares diretos que não tenham realizado peregrinação nos últimos cinco anos podem participar dos grupos nacionais. Ao todo, 35 pessoas visitarão os locais sagrados da Fé Bahá'í, em Haifa, Akká e Bahjí, a noroeste de Israel. Ainda restam 16 vagas.


Segundo carta da Casa Universal de Justiça, órgão máximo da Fé Bahá'í, de 2001, os peregrinos são uma amostra representativa daqueles que Bahá’u'lláh - Fundador da Fé Bahá'í - levantou para ajudá-Lo. Housseyn Shayani, responsável pelo próximo grupo de peregrinos, lembra a importância da peregrinação para os seguidores da Fé. “Para os bahá'ís é um ato sagrado e de devoção. Tem caráter espiritual e íntimo. É visto como uma obrigação espiritual de todo bahá’í que tem capacidade de realizar a viagem”.

Para auxiliar na formação dos grupos nacionais, a Assembleia Espiritual Nacional criou o Desk Nacional de Peregrinação. Shayani explica que o pacote para os peregrinos brasileiros foi pensado para facilitar a viagem à Terra Santa e inclui itens como transporte e alimentação, além de pagamento facilitado. “No momento de confirmação, o peregrino receberá do Centro Mundial Bahá'í uma carta nominal com toda a programação”. Para mais informações envie uma mensagem para desk_peregrinacao_brasil@bahai.org.br.



Lugares Sagrados

O Arco bahá’í foi construído ao redor do Santuário do Báb, onde estão depositados Seus restos mortais, e obedecem as orientações de Bahá’u’lláh, descritas na Epístola do Carmelo. Dentre os monumentos estão: a sede da Casa Universal de Justiça, o Centro Internacional de Ensino, os Arquivos Internacionais e o Centro de Estudos de Textos Sagrados, além dos Terraços do Santuário do Báb. O prédio da Biblioteca Internacional Bahá'í, que ainda será construído, completará o projeto original do Arco.

A visita também inclui a cidade de Bahjí, a 30km de Haifa, onde repousam os restos mortais de Bahá’u’lláh, a mansão de Mazra’íh, onde Bahá'u'lláh permaneceu em prisão domiciliar entre 1877 e 1879, e o Jardim do Ridván, 
local onde Bahá'u'lláh comtemplava a natureza, após deixar o confinamento na cidade prisão de Akká.

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