sábado, 30 de agosto de 2008

O Holocausto de Dresden

Porque Dresden? As montanhas dos corpos deixados em Dresden estiveram ignoradas pelo tribunal de Nuremberg. Em um ironia final, o promotores apresentaram fotografias dos mortos de Dresden como a "evidência" das atrocidades nazistas contra os judeus nos campos de concentração!

Julgamento de Nuremberg - Análise à maior Farsa Jurídica do Século XX


A Segunda Guerra Mundial estava no fim. Em 1945 Dresden não era nenhum ponto militar. Não existiam bases militares em Dresden, não era nenhum local estratégico, não existia indústria pesada, não tinha defesas aéreas, não tinha centros de comunicação importantes. 
Dresden era uma das mais bonitas cidades da Europa e das que tinha maior índice cultural do Velho Continente. Esta cidade era até conhecida como cidade dos refugiados e tinha sido declarada cidade hospital para os feridos da guerra. Dresden era uma das mais belas cidades da Alemanha, a capital da Saxônia era conhecida pela "Florença do Elba" devido à sua mundialmente famosa arquitetura Barroca. 
A economia de Dresden era sustentada, em tempo de paz, pelos seus teatros, museus, instituições culturais e indústrias artesanais, nomeadamente a cerâmica.  

A guerra fria e o apoio maciço prestado pelos Estados Unidos ao Estado de Israel fez com que os sionistas ocultassem deliberadamente estes aspectos da história. E para entender esse ocultamente é indispensável recordar a diferença — quando não, por vezes, a oposição — entre sionismo e judaísmo. Os anúncios de propaganda de guerra publicados nos Estados Unidos pelas revistas de maior circulação nunca apresentaram  ou apresentam soldados norte-americanos com traços fisionómicos que os pudessem identificar como judeus ou oriundos da Europa central, e além de ser muito raro que soldados judeus figurassem em filmes de guerra produzidos em Hollywood, eles eram personificados por actores com feições de tipo anglo-saxónico [1]. Aliás, a indústria cinematográfica de Hollywood evitou referir a questão da perseguição aos judeus [2], assim como o governo manteve secreta a maior parte da informação que mostrava a conversão da política anti-semita de Hitler e Himmler numa chacina sistemática.

O judeu Ilja Ehrenburg repetia constantemente perante os soldados vermelhos: "Matem, matem, matem. Ninguém é inocente. 

Um Einsatzgruppe em acção
Na 2ª Guerra Mundial, não há nenhum critério objetivo que pudesse deixar de fora como crimes contra a humanidade e genocídio, o uso das bombas nucleares em Hiroshima e Nagasaki, o bombardeamento de Dresden ou as violações maciças de mulheres alemãs que os soldados russos fizeram - tudo atos essencialmente contra a população civil. Se se quer encher a boca com boas palavras sobre uma justiça para todos, então na II Guerra Mundial houve crimes de guerra cometidos pelos aliados e homens como Churchill e Truman têm responsabilidades nesses crimes, já sem referir Stalin.

A Segunda Guerra Mundial estava no fim. Em 1945 Dresden não era nenhum ponto militar. Não existiam bases militares em Dresden, não era nenhum local estratégico, não existia indústria pesada, não tinha defesas aéreas, não tinha centros de comunicação importantes. Dresden era uma das mais bonitas cidades da Europa e das que tinha maior índice cultural do Velho Continente. Esta cidade era até conhecida como cidade dos refugiados e tinha sido declarada cidade hospital para os feridos da guerra. Dresden era uma das mais belas cidades da Alemanha, a capital da Saxônia era conhecida pela "Florença do Elba" devido à sua mundialmente famosa arquitetura Barroca. A economia de Dresden era sustentada, em tempo de paz, pelos seus teatros, museus, instituições culturais e indústrias artesanais, nomeadamente a cerâmica.

A sua população residente e permanente era de 630.000 pessoas, mas naquela altura a cidade estava a abarrotar de refugiados provenientes de todo o Leste mas principalmente da Prússia e da Silesia de onde fugiam aterrorizadas pelas crueldades cometidas pelos bárbaros soldados soviéticos que a isso eram incitados pelo demônio da propaganda Stalinista, o judeu Ilja Ehrenburg. Este dirigente soviético em campanhas maciças nas rádios e através de milhões de panfletos repetia constantemente perante os soldados vermelhos: "Matem, matem, matem. Ninguém é inocente. Nem os que estão vivos nem os que ainda não nasceram" ou então "se vocês, um dia, não tiverem matado pelo menos um alemão(ã) , então vocês não cumpriram o vosso dever moral para com a mãe pátria Soviética ". Churchill nas suas memórias citava o judeu Ehrenburg, na sua proclamação ao Exército bolchevista: "Os Soldados Vermelhos ardem como se fossem de palha para fazer dos alemães e da sua capital uma teia acesa da sua vingança; para vós, soldados do Exército Vermelho, soou a hora da vingança. Destroçai briosamente o orgulho racial das mulheres alemãs; tomai-as como despojo legítimo. Matai! Destruí, bravos e aguerridos soldados do Exército Vermelho".



Nesta altura os Aliados já sabiam que a Alemanha tinha perdido a guerra. Ninguém que tivesse capacidade de decisão - civil ou militar- acreditava que a Alemanha pudesse resistir, muito menos atacar, as forças Aliadas. O próprio Churchill queria pelo menos duas cidades destruídas a cada mês que passasse - até que não restasse nenhuma! O bombardeamento de Dresden só poderia ser entendido como um ato premeditado de assassínio em massa.

Assim, a 13 e 14 de Fevereiro de 1945 perto de 1200 bombardeiros Aliados (principalmente americanos e ingleses), seguidos de centenas de caças "bullet-spiting" levaram a cabo um triplo 'raid' aéreo em Dresden. O código de guerra dado a este bombardeamento foi "Clarion". O primeiro ataque dos bombardeiros começou a cair às 10 horas do dia 13 largando bombas explosivas na parte velha da cidade para destruir os telhados dos edifícios preparando assim o ataque com engenhos incendiários. O ataque seguinte trouxe o inferno transformando o centro da cidade - numa área com 3 milhas de comprimento e 2 de largura - num oceano de chamas. A temperatura do ar atingia os 1100 graus Fahrenheit. Os ventos fortes que se faziam sentir ajudaram á propagação instantânea das chamas. Centenas de milhar de pessoas eram queimadas vivas desde o primeiro ataque e continuariam a morrer até ao terceiro.



Alguns dados sobre os bombardeamentos foram tornados públicos mais tarde:

- O fumaça que saía da cidade via-se a 50 milhas de distância e a 15.000 pés de altitude.
- Mais de três terços de Dresden ficou completamente destruída em 14 horas de ataques.
- 24.866 casas desapareceram.
- 35.000 corpos foram mais tarde identificados.
- Perto de 500.000 corpos estavam irreconhecíveis, transformados numa massa amarela derretida nas ruas.
Um jornal na altura contabilizou desta maneira os mortos que não foram identificados:
- 37.000 crianças.
- 46.000 jovens em idade escolar.
- 55.000 hospitalizados, incluindo médicos, enfermeiros e pessoal hospitalar.
- 12.000 pertencentes a equipas de salvamento.
- 330.000 descritos simplesmente como "homens e mulheres".

O pedágio da morte estava desconcertando. A extensão cheia do Holocausto em Dresden pode mais prontamente ser contada perdas que vão de 250.000 até 500000 pessoas morreram dentro de um período de 14 horas, visto que estimativas daqueles que morreram na escala de Hiroshima e de Nagazaki foram de 90.000 a 140.000.

As desculpas dos aliados para o massacre têm Dresden "frequentemente comparado" com a cidade inglesa de Coventry. Mas os 380 mortos em Coventry durante a guerra inteira não podem começar a comparar com as 1.000 vezes mais que numeram quem foi massacrado em 14 horas em Dresden. Além disso, Coventry era um centro de munições, um alvo militar legítimo. Dresden, na outra mão, somente tinha produzido cigarros e remédios -- e os copos e os talheres podem mal ser considerados ferragem militar!

Este não é dizer que as montanhas dos corpos deixados em Dresden estiveram ignoradas pelo tribunal de Nuremberg. Em um ironia final, o promotores apresentaram fotografias dos mortos de Dresden como a "evidência" das atrocidades nazistas contra os judeus nos campos de concentração!


“Os alemães devem ser anjos ou santos para esquecer e perdoar o que eles sofreram duas vezes com injustiças e atrocidades em uma geração, sem que eles tenham desafiado os aliados. Se nós norte-americanos fôssemos tratados assim, nossa vingança pelo nosso sofrimento não conheceria fronteiras.” [Reverendo Ludwig A. Fritsch, Ph.D, D.D. emer., Chicago, 1948]

"Quem escreve a História é sempre o vencedor — a história da sua vitória e a do vencido, cuja opinião nunca foi E que ele nunca pode dar." — PAUL POESSON.



Dresden – um Holocausto real    
Cerca de 500.000 pessoas foram eliminadas “democraticamente” em uma noite!

[1] George H. Roeder Jr., The Censored War. American Visual Experience during World War Two, New Haven e Londres: Yale University Press, 1993, pág. 50.
[2] Angus Calder, The Myth of the Blitz, Londres: Jonathan Cape, 1991, pág. 214; C. R. Koppes, «Hollywood», em I. C. B. Dear e M. R. D. Foot (orgs.), The Oxford Companion to the Second World War, Oxford e Nova Iorque: Oxford University Press, 1995, pág. 543; G. H. Roeder Jr. , op. cit., pág. 127.
http://www.radioislam.org/islam/portugues/revision/holo_dresden.htm
http://inacreditavel.com.br/wp/dresden-um-holocausto-real/

3 comentários:

Ivo Reis disse...

Minha querida Marilda:

Que belo e realista texto!... Equivale quase a um capítulo inteiro daquele livro que estou escrevendo sobre as mentiras do Holocausto Judeu.
O que ocorre, minha amiga, é que vivemos (e você sabe disso)dominados pela mentira institucionalizada. É ela quem governa o mundo. Só se sabe e só se faz aquilo que os donos do mundo querem. E para submeter-nos, a mentira é uma das principais ferramentas.
Esse episódio de Dresden ´foi um dos mais vergonhosos e odientos da Segunda Guerra Mundial. O Holocausto (este sim verdadeiro, porque pessoas foram sacrificadas e queimadas em nome de uma mentira) é omitido pela mídia, não é ensinado nas escolas, passa encoberto pelo tempo, enquanto só se fala no extermínio de 6 milhões de judeus (na realidade, menos de 600.000) pels nazistas.
Não se trata de comparar números, para saber quem matou mais. O que é necessário é RESTABELECER A VERDADE HISTÓRICA, sem se levar em conta a quem vai beneficiar ou prejudicar.
Alguns poucos historiadores e escritores desconhecidos e abnegados como você denunciam, tentam alertar sobre as sujeiras debaixo do tapete. Mas quem ouve, quem divulga?
A propaganda de guerra, a propaganda política, a propaganda comercial, a propaganda religiosa, isto é o que a humanidade ouve, vê e engole, à força. Mentiras, mentiras e mentiras. Até quando?

Ivo Reis disse...

Marilda:
Um segundo comentário e um pequeno detalhe que deixei de mencionar:
Essas pilhas de cadáveres alemães de Dresden (cadáver queimado não tem rosto), foram exibidas na propaganda pós-guerra feita pelos aliados, como se fossem cadáveres de judeus exterminados no Holocausto. E o mundo acreditou.

Marilda Oliveira disse...

Grata Ivo Reis por suas ponderações. Realmente,as montanhas dos corpos deixados em Dresden estiveram ignoradas pelo tribunal de Nuremberg. Em uma ironia final, o promotores apresentaram fotografias dos mortos de Dresden como a "evidência" das atrocidades nazistas contra os judeus nos campos de concentração!
Convido você a ler o trabalho transcrito abaixo que relato as armadilhas plantadas pelos judeus durante todo o sempre, para alcançarem o domínio mundial: Holocausto Russo - Bolchevista concurso financeiro Rothschild em mentes doentias de profunda intolerância link,http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2013/08/holocausto-russo-concurso-financeiro-em.html abçs.