sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

"Grande Caribe": "corredor ecológico" a geopolítica ameaça à Amazônia e à integração da América do Sul via Calha Norte

Atentos para o perigo: O objetivo da assinatura de um acordo entre a Colômbia, o Brasil e a Venezuela – na COP-21, a Conferência Climática das Nações Unidas, em Paris,  – para criar o corredor "ecológico"(de ecológico não terá NADA!) e aprovar um plano de ação de cinco anos para a sua consolidação,... Este plano é divulgado em toda imprensa internacional e aqui no Brasil a repercussão não existe[5]. Acreditar nos não nacionalistas governantes e coligados que declaram o Brasil e a Venezuela não aceitaram o acordo do corredor, é ser impensante, não nacionalista é ver e fingir que não vê. A Colômbia (Santos) está de encontro aos EUA pelo Corredor triploA  para desenvolver o "GrandeCaribe" para os EUA e se beneficiar assim como os demais países no entorno produtores da cocaína, sendo a Venezuela o líder no transporte/distribuição das drogas e armas. A aerolinha venezuelana CONVIASA realiza vôos regulares entre Caracas, Damasco e Teerã, que são usados pelo Hezbollah para transportar agentes, recrutas e carregamentos dentro e fora da região. Demonstraram-se vínculos do Hezbollah com o narcotráfico, que o provê de milhares de milhões de dólares em lucros[10].

Seria de bom alvitre que houvesse uma mobilização para deter esse insidioso projeto – antes que ele se torne fato consumado.
A geopolítica do "Grande Caribe": ameaça à Amazônia e à integração da América do Sul
O Brasil terá que mudar, com urgência, a sua política para a Amazônia, se quiser manter a sua soberania sobre a região, a médio prazo. A silenciosa ocupação internacional da região, por intermédio da imposição de imensas reservas indígenas e florestais, como parte de uma política essencialmente controlada pelo aparato ambientalista-indigenista internacional, especialmente, nas áreas de fronteira com a Colômbia, Venezuela e Guianas, pode passar rapidamente a ações de ocupação efetiva, com o propósito de controlar os recursos naturais da região – diretamente ou impedindo a sua exploração soberana pelos brasileiros.
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BRASIL PAÍS DOS GOVERNOS INCOMPETENTES, OU DOS LADRÕES!!! 
(só não dizem com quem que será compartilhada esta irresponsabilidade).
Estiveram presentes à cerimônia de assinatura do "falso" acordo de paz quando o plebiscito popular colombiano  disse não!  o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e os presidentes de diversos países latino-americanos, bem como o chanceler da Noruega(financia as ONGs), esse país europeu e Cuba, além da ONU, foram os mediadores das negociações oficiais, que se iniciaram em 2012. 
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Vejam no convite abaixo organizado pelo Foro de SP, os conselhos populares reunidos pela tomada do Brasil.
A comitiva oficial: Integram o Grupo de Amigos do Brasil para a "falsa" Paz na Colômbia (FARC membro do Foro de SP), além da deputada Jô Moraes(PT), o professor Marco Aurélio Garcia(criador,diretor do Foro de SP), o senador Aloysio Nunes Ferreira(PSDB) ex-guerrilheiro e motorista do terrorista Marighela, o embaixador Antonino Mena Gonçalves(embaixador do Brasil na Colômbia) , Rosita Milesi(Diretora do Instituto Migrações e Direitos Humanos, irmã Scalabriniana, advogada, Membro do Setor Mobilidade Humana da vermelha, comunista CNBB) , os professores Paulo Sérgio Pinheiro(Direitos Humanos PNDH de FHC e Ivan Marques de Toledo(reitor UnBe jornalista Clovis Rossi(esquerdista da Folha SP).
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FINANCIA: A a ONG britânica Gaia Internacional filial colombiana é Fundación Gaia, VISA SUBTRAIR TERRITÓRIOS conforme as diretrizes N.04[1]. 

FURTO AMBIENTAL DE SANTOS PRESIDENTE DA COLÔMBIA, ALEGANDO  VERGONHOSAMENTE, QUE O CORREDOR "ECOLÓGICO" LIGANDO ANDES AO ATLÂNTICO CORTANDO A AMAZÔNIA,  SERÁ PARA SALVAR O AQUECIMENTO CLIMÁTICO.
Luftaufnahme Brasilien Xingu Fluss AmazonienKarte Umweltkorridor Südamerika Kolumbien Venezuela Brasilien Englisch
Mentira anunciada: O corredor "ecológico" tomando 1,35 milhão de quilometros quadrados da amazônia servirá para abrir do Andes ao Atlântico. corredor para atender o "Grande Caribe", narcotráfico.
Figura 1. Propuesta de Corredor Ecológico “Islas del Caribe Sur”, que comprende la cadena de islas y archipiélagos desde Curazao hasta La Orchila.
“Islas del Caribe Sur”: una perspectiva desde Venezuela[8]
O presidente da Colômbia, Manuel Santos, anunciou o plano para estabelecer a maior área protegida do mundo, cobrindo uma área quase quatro vezes maior que a da Alemanha, área equivalente a 3,7 vezes o estado de São Paulo!  absorvendo as maiores jazidas minerais do mundo no Brasil na cabeça do cachorro(seis lagos) e na reserva Yanomani Brasil[5].
Mapa esquemático do “Corredor Triplo A” (Fundación Gaia Amazonia)
Fundação Gaia e monitoramento internacional da Amazônia

O “Corredor Triplo A”  ou "ecológico"(de ecológico não tem nada é para subtrair territórios ricos, solo rico) não é uma ideia original do governo colombiano. De fato, este apenas adotou como iniciativa diplomática a proposta do antropólogo Martín von Hildebrand, diretor fundador da Fundación Gaia Amazonas e apresentado como “especialista na proteção da diversidade biocultural”. Em uma entrevista à rede alemã Deutsche Welle, ele apresentou a proposta, falando como se ela já estivesse em andamento:
Henry Kissinger, quando, ainda, Secretário de Estado dos EUA, ao afirmar que:  “Os países industrializados não poderão viver à maneira como existiram até hoje, se não tiverem à sua disposição os recursos não renováveis do planeta...... Para tanto, terão os países industrializados que montar um sistema mais requintado e eficiente de pressões, de constrangimentos, garantidores de consecução do seu intento.”  Kissinger referia-se, em tese, a todos os países periféricos, garantidores do nível de vida dos países centrais e  foi específico em relação ao Brasil e à nossa Amazônia.
Hildebrand, que nasceu em Nova York """mas é naturalizado colombiano""", foi diretor de Assuntos Indígenas no governo do presidente Virgílio Barco (1986-1990) e desempenhou um papel de grande relevância durante as negociações da Convenção 169 sobre Povos Indígenas e Tribais em Países Independentes da Organização Internacional do Trabalho (OIT), nas quais representou a Colômbia. A partir de 1990, tornou-se militante em tempo integral do aparato indigenista internacional, com a criação da Fundación Gaia Amazonas (FGA). A fundação é um braço da Gaia Foundation, estreitamente vinculada à Casa de Windsor, a família real britânica. O seu principal executivo, Edward Posey, foi treinado como piloto militar na Real Força Aérea (RAF) e recebeu a Ordem do Império Britânico (OBE) em 2007, por seus serviços à própria Fundação. No sítio da Fundação, a sua “missão” é assim definida:
Os Globalistas e a tomada de território
Como é praxe entre as ONGs que operam no topo da agenda do aparato ambientalista-indigenista internacional, a FGA funciona com doações de órgãos governamentais de países industrializados da América do Norte e da Europa, além de uma pletora de fundações privadas. Entre os seus beneficiários, encontram-se: Comissão Europeia; Global 2000; governo da Áustria; Ministério de Relações Exteriores da Dinamarca; Sociedade Sueca para a Conservação Natural; Embaixada dos Países Baixos na Colômbia; Agência Sueca de Desenvolvimento Internacional; Inter-American Foundation; Global Environment Fund; Skoll Fondation; Gordon and Betty Moore Foundation.  A FGA integra a Rede Amazônia de Informações Socioambientais Georreferenciadas (RAISG), formada por ONGs do Brasil, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. No Brasil, os seus membros mais notórios são o Instituto Socioambiental (ISA) e o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). No sítio da RAISG, a missão da ONG é definida da seguinte maneira:
Vão vendo...A Rede recebe financiamento com doações, principalmente, das fundações Ford, Gordon and Betty Moore e Rainforest (Noruega).
O principal objetivo da Rede, desde a sua fundação, em 1996, é estimular e possibilitar a cooperação entre instituições que já trabalham com sistemas de informações socioambientais georreferenciadas na Amazônia.
Caso o governo brasileiro se deixe enredar pela proposta colombiana, seguramente, irá agregar um enorme fator adicional de dificuldades para a já complicada formulação de políticas de desenvolvimento para a Amazônia. Em lugar de iniciativas delirantes como o “Corredor Triplo A”, a região precisa urgentemente é de iniciativas de infraestrutura que proporcionem uma sinergia de esforços para o desenvolvimento compartilhado das suas populações, como ligações hidroviárias e ferroviárias transcontinentais. Por isso, se a proposta for concretizada, o destino das populações amazônicas passaria a ser determinado por aquele insidioso aparato internacional de “poder suave” a serviço da agenda geopolítica das potências hegemônicas do Hemisfério Norte.
Dilma homologou reservas "indígenas" na região das maiores jazidas minerais do mundo: O  “Corredor Triplo A” !!! ou "Corredor Ecológico"
- Vejam no mapa abaixo, a maior reserva indígena  homologada por Dilma em abril/15 fica na divisa com a Colômbia (Farc) e Venezuela (Maduro), a reserva cercará a região dos Seis Lagos em S.Gabriel da Cachoeira observem no topo do mapa abaixo,  acima de Japurá,  a cabeça do cachorro é ali, rica em nióbio, urânio, ouro, esmeraldas, terras raras,... as maiores jazidas do mundo, para quem?  Seria a liberação das FARC mediante o falso acordo de Paz negociado por Cuba e firmado pelo comunista presidente da Colômbia Santos para acontecer o "Corredor Triplo A"?? [2]
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Dilma homologa novas reservas indígenas (comentário:dentro do corredor "ecológico" doando aos globalistas, Foro de São Paulo,... a maior reserva brasileira de minérios do mundo.)
Em outra frente, o aparato indigenista aproveitou a oportunidade proporcionada pela atual fragilidade política do governo e pressionou a presidente Dilma Rousseff, para acelerar a homologação de três terras indígenas. Duas delas, Mapari e Setemã, nos municípios de Fonte Boa, Japurá, Tonantins, Borba, e Novo Aripuanã, no Amazonas, e fecham a fronteira com a Colômbia, situando-se dentro do “Corredor Triplo A”. Tratam-se de processos antigos, mas a ocasião coincidiu com a “moratória” de 60 dias outorgada pela Câmara dos Deputados para a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215 (comentário: aonde tem reserva indígena tem o apoio do entreguista Senador por Roraima Romero Jucá afilhado de Sarney), que transfere ao Congresso Nacional a prerrogativa de demarcação de terras indígenas, até agora confiada ao Executivo.
USAID/EUA
Michael J. Eddy sempre trabalhou em países envolvidos em conflitos políticosmichael eddy
A agenda amazônica da USAID
A USAID também desempenhou papel fundamental na tentativa de desestabilização de vários governos nos últimos anos, como os de Venezuela e CubaO atual diretor dessa agência no Brasil é Michael J. Eddy, que ocupa o cargo desde agosto de 2015. Ela atua publicamente em países que passam por conflitos políticos, como Síria, Ucrânia, Líbia, Paquistão e Colômbia.
No Brasil, a agência trabalha há mais de 50 anos. Seu primeiro e mais famoso acordo com o governo brasileiro foi a parceria MEC/USAID, implementada no início da ditadura militar, que submeteu o ensino brasileiro aos critérios dos EUA (desinformação). A discordância com os acordos MEC/USAID se tornaria na época a principal reivindicação do movimento estudantil, cujas organizações foram em seguida colocadas na clandestinidade. Alguns setores acreditavam que o convênio com os Estados Unidos levaria à privatização do ensino no Brasil. Diante da violenta oposição levantada nos meios intelectuais e estudantis contra os acordos MEC/USAID, o governo criou, em 1968, um Grupo de Trabalho encarregado de estudar a reforma e propor um outro modelo, (comentário: a muito tempo que o Alto Comando das FF AA deixou de cumprir o seu dever de dizer NÃO! sabendo, que o marco do desenvolvimento de um país, é a cultura.)

Em agosto de 2015, mesmo mês do terceiro grande protesto antigovernamental contra Dilma Rousseff, organizado por movimentos financiados por instituições estadunidensesMichael J. Eddy  desembarcou em Brasília para dirigir a USAID.(comentário: o fabiano e falso judeu, marxista Rockfeller em ação, para tomar o Brasil  das garras do comunismo eurasiano, usando os EUA)

Esse novo plano de “internacionalização” dos processos políticos referentes às áreas transfronteiriças na Amazônia tem um importante antecedente na chamada Iniciativa para Conservação da Bacia Amazônica (ABCI, na sigla em inglês), lançada em 2005 pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), com o propósito da “coordenação das ações de diversos grupos ambientalistas e indigenistas nacionais e estrangeiros, provendo-os dos recursos e instrumentos de “governança ambiental” para o controle efetivo da forma de ocupação da região. A intenção era recrutar povos indígenas, populações tradicionais e ONGs nacionais e estrangeiras, para criar uma rede que em nada diferia de “um exército de ocupação pós-moderno”, como denunciamos na época.(comentário: tramaram durante todo o tempo para tomar a Amazônia brasileira usando o termo "ambientalista" "ecológico" "aquecimento global" mentirosos cretinos!.)
O IEB Instituto Internacional de Educação, que tem sede em Brasília (DF), é resultado de uma iniciativa conjunta da USAID e da seção estadunidense do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), contando com o apoio financeiro dos governos da Holanda e do Reino Unido e atuando em estreita vinculação com o ISA. (comentário: A cultura da desinformação para tomar territórios dentro do Brasil  atua desde os anos 60 financiada pela USAID e ONGs "ambientalistas".)
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Não é coincidência que tais planos contemplem uma cobertura de toda a Calha Norte da Amazônia brasileira, região visada pelos poderes oligárquicos europeus desde os primeiros tempos da colonização do continente americano pelos portugueses e espanhois.
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A geopolitica do “Grande Caribe”
Finalmente, para situar com mais precisão a presente investida para a “internacionalização” efetiva da Amazônia, vale observar o artigo publicado em julho de 2012 pelos jornalistas estadunidenses Robert D. Kaplan e Karen Hooper, na página da agência de inteligência privada Stratfor, intitulado “A fonte do poder estadunidense”. Afirmam os autores:
Historicamente, o poderio geopolítico estadunidense tem a sua origem, não na Europa ou na Ásia, mas no Grande Caribe. O Grande Caribe é o mundo que vai de Yorktown às Guianas, ou seja, dos estados mesoatlânticos às selvas do norte da América do Sul. O Hemisfério Ocidental, como o estrategista holandês-americano Nicholas J. Spykman explicou, em 1942, não se divide entre a América do Norte e a do Sul. Ele se divide entre as latitudes ao norte da grande barreira da selva amazônica e as latitudes ao sul dela. Em outras palavras, sob uma ótica geopolítica, a Venezuela não é, absolutamente, um país sul-americano, mas caribenho. A maior parte da sua população de 28,8 milhões vive no norte, ao longo do Mar do Caribe, longe das selvas do sul.
Embora os cabeçalhos midiáticos de hoje falem do Oriente Médio e da Ásia, para muitos presidentes dos EUA, do início do século XIX ao início do XX, as crises de política externa se centraram no Grande Caribe. Foi um processo de 100 anos para que os jovens EUA, realmente, tomassem das potências européias o controle do Grande Caribe. O Grande Caribe – o Golfo do México e o Caribe, propriamente dito – é de fato uma extensão territorial de águas azuis do território continental dos EUA. Uma vez que os EUA puderam assegurar o controle do Grande Caribe, o país se tornou o hegemon do Hemisfério Ocidental, restando apenas o Ártico Canadense e o cone sul da América do Sul (inclusive as zonas de sombra da Bolívia, Equador e Peru), efetivamente, além do cinturão de segurança estabelecido pela marinha dos EUA nas Índias Ocidentais.
E, com o Hemisfério Ocidental sob a sua dominação, os EUA puderam, a partir daí, afetar o equilíbrio de poder no Hemisfério Oriental. As vitórias estadunidenses nas duas guerras mundiais e na Guerra Fria foram, originalmente, construídas sobre a geopolítica do Grande Caribe. Porém, como as distâncias entraram em colapso, em um Mundo mais densamente povoado e crescentemente unido pela tecnologia, o Grande Caribe volta novamente ao palco. (…)
Estados Unidos instala una nueva base militar en Perú 
“A liderança dos Estados Unidos exige que apoiemos a diplomacia com a ameaça da força.”!!! o chefe do órgão central de informações das Forças Armadas Americanas, Patrick Hugles, foi enfático: “Caso o Brasil resolva fazer um uso da Amazônia que ponha em risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos que estar prontos para interromper esse processo imediatamente.”  a localização destas bases na América do Sul. Desde o Paraguai até a Colômbia e, depois, nas Guianas as pistas e/ou bases militares norte-americanas contornam o mapa do Brasil. Para proteger o território brasileiro é que elas não estão ali! Os portugueses, seguindo as pegadas dos bandeirantes, construíram fortes ao longo dos rios amazônicos, isso nos séculos XVII e XVIII.  Temos que render muitas homenagens aos nossos tenazes antepassados e nunca nos esquecermos das sábias palavras de Aloísio Magalhães: “A trajetória de um povo se compara ao mecanismo de um bodoque, quanto mais para trás se consegue chegar com o elástico, mais adiante se avança com a pedra.”
A aerolinha venezuelana CONVIASA realiza vôos regulares entre Caracas, Damasco e Teerã, que são usados pelo Hezbollah para transportar agentes, recrutas e carregamentos dentro e fora da região. 
HESBOLAH NA AMÉRICA DO SUL E CARIBE!
A imagem pode conter: texto
Não apenas Maduro mas terroristas das FARC, iranianos, cubanos, libaneses e terroristas do Hezbolah há anos têm identidades e passaporte venezuelanos[11].
http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/estados-unidos-instala-una-nueva-base.html
US-base militar
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A geopolítica do "Grande Caribe": ameaça à Amazônia e à integração da América do Sul
Demonstraram-se vínculos do Hezbollah com o narcotráfico, que o provê de milhares de milhões de dólares em lucros que são usados para financiar operações que representam ameaças aos Estados Unidos.
- O Brasil é outro lugar importante de ameaça, principalmente devido à sua parcela da população que é muçulmana, algo em torno de um milhão de habitantes,"pressagia uma série de novos desafios de segurança para os Estados Unidos e seus aliados na América Latina". Na última década Chávez forjou uma crescentemente íntima associação estratégica com o governo iraniano, o qual converteu a Venezuela em um "grande eixo de operações para o Hezbollah". Berman assegurou aos congressistas que o Hezbollah dirige centros de treinamento de militantes radicais venezuelanos no sul do Líbano, "para possíveis ataques em território norte-americano, e opera em campos de treinamento dentro da Venezuela, com o apoio de funcionários governamentais simpatizantes"[9].
Historicamente, o poderio geopolítico estadunidense tem a sua origem, não na Europa ou na Ásia, mas no Grande Caribe. O Grande Caribe é o mundo que vai de Yorktown às Guianas, ou seja, dos estados meso atlânticos às selvas do norte da América do Sul. O Hemisfério Ocidental, como o estrategista holandês-americano Nicholas J. Spykman explicou, em 1942, não se divide entre a América do Norte e a do Sul. Ele se divide entre as latitudes ao norte da grande barreira da selva Amazônia e as latitudes ao sul dela. Em outras palavras, sob uma ótica geopolítica, a Venezuela não é, absolutamente, um país sul-americano, mas caribenho. A maior parte da sua população de 28,8 milhões vive no norte, ao longo do Mar do Caribe, longe das selvas do sul.
Embora os cabeçalhos midiáticos de hoje falem do Oriente Médio e da Ásia, para muitos presidentes dos EUA, do início do século XIX ao início do XX, as crises de política externa se centraram no Grande Caribe. Foi um processo de 100 anos para que os jovens EUA, realmente, tomassem das potências europeias o controle do Grande Caribe. O Grande Caribe – o Golfo do México e o Caribe, propriamente dito – é, de fato, uma extensão territorial de águas azuis do território continental dos EUA. A influência sobre ele se deve à construção do Canal do Panamá, no início do século XX. Uma vez que os EUA puderam assegurar o controle do Grande Caribe, o país se tornou o hegemon do Hemisfério Ocidental, restando apenas o Ártico Canadense e o cone sul da América do Sul (inclusive as zonas de sombra da Bolívia, Equador e Peru), efetivamente, além do cinturão de segurança estabelecido pela Marinha dos EUA nas Índias Ocidentais. E com o Hemisfério Ocidental sob a sua dominação, os EUA puderam, a partir daí, afetar o equilíbrio de poder no Hemisfério Oriental. As vitórias estadunidenses nas duas guerras mundiais e na Guerra Fria foram, originalmente, construídas sobre a geopolítica do Grande Caribe.
Porém, como as distâncias entraram em colapso, em um mundo mais densamente povoado e crescentemente unido pela tecnologia, o Grande Caribe volta novamente ao palco. (…)
“A fonte do poder estadunidense”.
A menção a uma área “de Yorktown às Guianas”, ou seja, da Virgínia à fronteira com o Brasil, provém de um velho conceito dos Confederados estadunidenses mais radicais, como os Cavaleiros do Círculo Dourado, uma sociedade semi-secreta que, antes da Guerra Civil Americana (1861-1865) contemplava a criação de uma área escravagista oligárquica em toda aquela região. Não por acaso, o próprio Kaplan, como muitos dos mais proeminentes pensadores “neoconservadores” dos EUA, são admiradores abertos das ideias da Confederação, derrotadas por Abraham Lincoln, na Guerra Civil.
A isso, é preciso agregar a ideia oligárquica de “congelar” o desenvolvimento do que chamam a “Ilha da Guiana”, área delineada pelo rio Orinoco, o canal de Cassiquiare e o rio Negro, o que inclui toda a Calha Norte do Amazonas. O centro da “ilha” é, precisamente, o estado brasileiro de Roraima, que tem sido submetido a uma draconiana “esterilização territorial”, com a maior parte de seu território demarcado como áreas indígenas ou reservas naturais, que obstaculizam quaisquer atividades econômicas modernas. No caso, a miopia estratégica levou sucessivos governos brasileiros a permitir no estado a formação das gigantescas reservas ianomâmi e Raposa Serra do Sol, ambas fronteiriças.
A relevância de tais considerações se torna evidente, diante das considerações de Kaplan e Hooper, que antecipa uma oportunidade ideal para a implementação da estratégia mencionada, na morte do presidente venezuelano Hugo Chávez, que dá como certa, antes ou durante as vindouras eleições presidenciais no país, em outubro próximo. Ademais, ele ameaça a Colômbia com um processo de desestabilização, prevendo um retrocesso na guerra do Estado colombiano contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Fatos que, em sua avaliação, teriam um grande potencial de desestabilização de toda a região norte da Amazônia, diante dos quais adverte que os EUA poderiam até intervir militarmente, mas não evitariam o caos. Suas palavras:
Assim, Washington não poderia contar com uma estabilização, nem na Colômbia nem na Venezuela, sem falar na guerra das drogas no México, com 50 mil mortes desde 2006 – com a maior parte da violência ocorrendo no norte do México, próximo à fronteira com os EUA. Os EUA podem dominar o Grande Caribe, em termos do seu poderio militar convencional. Podem dominar o Grande Caribe, no sentido de que nenhuma potência relevante pode desafiar os EUA ali. Mas tal poderio estadunidense não pode garantir a estabilidade em lugar algum dentro da própria região.
Evidentemente, poder-se-ia considerar que o texto de Kaplan e Hooper é produto de um surto psicótico comum em estrategas desequlibrados sob condições de estresse agudo, em tempos de crise, exceto pelo fato de ele ser membro do Conselho de Política de Defesa (nomeado pelo então secretário de Defesa Robert Gates, em 2009), consultor do Exército, Fuzileiros Navais e Força Aérea dos EUA e ex-professor visitante da Academia Naval de Annapolis, onde ministrou um curso sobre “Futuros desafios de segurança global”. Semelhante currículo leva alguns analistas, como o jornalista mexicano Alfredo Jalife-Rahme, a considerá-lo como “um arauto do Pentágono para sentir o pulso de seus adversários e/ou ameaçá-los”. A revista Foreign Policy, onde escreve regularmente, o considera entre os 100 maiores pensadores estratégicos globais. Embora com um currículo mais modesto, sua colega Hooper é diretora de análises para a América Latina e África da Stratfor.
Está claro que o aprofundamento da crise econômico-financeira mundial, o declínio militar dos EUA e a emergência de um pensamento estratégico temerário em certos círculos hegemônicos, constituem uma séria ameaça real à soberania dos Estados nacionais ibero-americanos. Isto implica em que a delimitação de gigantescas áreas na Amazônia brasileira como autênticas “zonas de exclusão econômica”, por motivos ambientais ou indígenas – seja por ingenuidade ou irresponsabilidade – passa ao largo da possibilidade real de que estas possam transformar-se em alvos de operações militares.
Para o Brasil, evidentemente, tal perspectiva torna urgente a necessidade de uma drástica reversão da política de demarcação de reservas indígenas desproporcionais, juntamente com a promoção de uma ocupação socioeconômica racional da Região Amazônica, com um engajamento efetivo das próprias populações indígenas, segundo as suas peculiaridades culturais, no desenvolvimento e na defesa da soberania brasileira. Antes tarde do que nunca[7].

Corredor "Ecológico" Proposta levada pelo Presidente Santos para CPO21 em Paris, com apoio do Foro de São Paulo, com objetivo mentiroso de salvar o mundo do aquecimento climático.

Bem… se for para recuperar toda a nossa ancestralidade melhor voltar para a África que vai dar mais certo. 

Fonte pesquisa::
http://msiainforma.org/corredor-triplo-a-para-consolidar-internacionalizacao-e-engessamento-da-amazonia/ 
[1]http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/05/diretrizes-no-4-ano-0-do-conselho.html
[2]https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Lutzenberger 
[3]http://www.paznocampo.org.br/Blog/popposts.asp?id=117
[4]http://gaiaamazonas.org/
[5]http://www.dw.com/en/planning-the-worlds-largest-protected-area/a-18271572
http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/farc-falso-acordo-de-paz-governo.html
[6]http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/lutzenberger-criou-fundacao-gaia-1-no.html
[7]http://www.marcosdearaujo.com.br/component/content/article/2-noticias/323-corredor-triplo-a-para-consolidar-internacionalizacao-e-engessamento-da-amazonia
[8]http://revistaparques.net/2013-2/articulos/el-proyecto-transfronterizo-corredor-ecologico-islas-del-caribe-sur-una-perspectiva-desde-venezuela/
https://gz.diarioliberdade.org/brasil/item/31257-quem-e-michael-j-eddy-diretor-da-usaid-no-brasil.html
[9]Tradução: Graça Salgueiro  MSM   http://revistacalibre.blogspot.com.br/2014/02/venezuela-e-brasil-paises-onde-o.html
[10]https://noticiasmilitares.blogspot.com.br/2012/01/discurso-feito-pelo-vereador-werner.html

Discurso feito pelo Vereador WERNER REMPEL - PPL na Câmara de vereadores de Santa Maria (RS)

[11]http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/nicolas-maduro-e-colombiano.html

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