sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Sargento do Exército preso pela PRF e Polícia Civil, traficando armas, munições e drogas

Na Boléia - PRF prende Sargento do exercito contrabandeando armas em veiculo oficial
Apreensão é resultado de uma ação conjunta entre PRF e Polícia Civil do Rio de Janeiro. Armamento foi encontrado com segundo sargento do Exército, preso em flagrante.
A ação também faz parte da operação Égide, que reforça o policiamento nas rodovias federais do estado.
O suspeito é militar da ativa do Exército Brasileiro (ver nota do EB abaixo) e dirigia um veículo clonado, com as mesmas características de uma viatura oficial, para ludibriar a ação dos agentes e tentar chegar até a região Metropolitana do Rio.
O infrator, ainda, apresentou identidade funcional e intimidou os policiais dizendo que estava a serviço militar. Em seguida, os policiais rodoviários federais iniciaram buscas pelo veículo e encontraram os materiais ilegais escondidos por diversas partes do carro.
Apreensão  efetuada na tarde de quinta-feira (18JAN2018), é resultado de uma ação conjunta entre PRF e Polícia Civil do Rio de Janeiro. Armamento foi encontrado com segundo sargento do Exército, preso em flagrante Policiais rodoviários federais e policiais da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (DESARME) apreenderam:
- 19 fuzis;
- 41 pistolas Glock;
- 8.000 munições;
- diversos carregadores, e,
- 54 tabletes de pasta base de cocaína.
A ação policial ocorreu na divisa entre os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, através de levantamento de dados dos serviços de inteligência da PRF e do Exército Brasileiro com o apoio da DESARME. Os policiais conseguiram abordar o veículo suspeito e prender em flagrante o homem de 40 anos que vinha da cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná.
À tarde fui informado da prisão de um militar do @exercitooficial por posse de armas e drogas. Ocorreu na Via DUTRA-RJ, sendo efetivada pela PRF e PCRJ. Reprovo veementemente o ato criminoso deste militar e agiremos com firmeza para elucidação do fato e punição do infrator.
— General Villas Boas (@Gen_VillasBoas) 18 de janeiro de 2018

Ministério da Defesa
Comando do Exército
Centro de Comunicação Social do Exército
NOTA À IMPRENSA

A respeito da ocorrência policial envolvendo militar do Exército na rodovia Presidente Dutra, o Centro de Comunicação Social do Exército informa que:

1. No dia 18 Jan 2018, o 2º Sargento Renato Borges Maciel, lotado no 34º Batalhão de Infantaria Mecanizado (34º BI Mec), sediado em Foz do Iguaçu/PR, foi preso na divisa entre os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, em posse de substância entorpecente e armas de fogo não pertencentes à Instituição, como resultado de levantamento de dados dos Serviços de Inteligência do Exército Brasileiro, da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Civil/RJ.

2. Será instaurado um Processo Administrativo para a apuração de todos os fatos e responsabilidades. O Exército Brasileiro enaltece a atuação sinérgica das Forças de Segurança Pública e coloca-se à disposição para apoiar as investigações na busca do rigoroso esclarecimento das circunstâncias que envolveram a ocorrência policial.

3. O Exército Brasileiro não admite atos dessa natureza, que ferem os princípios e valores cultuados pela Força Terrestre.

Brasília-DF, 18 de janeiro de 2018.


— PRF Brasil (@PRFBrasil) January 18, 2018


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Com Sarney Filho ministro do 1/2 ambiente,Temer "vende" 3 milhões de hectares da Amazônia por US$ 60 milhões -

Governo brasileiro "vende" 3 milhões de hectares da Amazônia por US$ 60 milhões

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Diretor do Banco Mundial, Martin Raiser, e o Ministro do ½ Ambiente, Sarney Filho, assinam acordo que prevê repasse de UU$ 60 milhões em troca da criação de 3 milhões de hectares de novas Unidades de Conservação na Amazônia interligando três paises. Foto: Gilberto Soares/MMA

R$ 60 por um hectare da Amazônia. Foi o preço acertado pelo Ministro do ½ Ambiente, Sarney Filho, com o Banco Mundial e duas ONGs por 3 milhões de hectares na Amazônia. O acerto foi feito e assinado no dia 19 de dezembro. O Banco Mundial, a ONG brasileira FunBio e a ONG internacional Conservation Internacional (CI) "investirão" no Brasil US$ 60 milhões do Global Environment Facility (GEF) em troca da criação de 3 milhões de hectares de novas Unidades de Conservação na Amazônia nos próximos cinco anos.

O projeto é mesmo conhecido como Triplo A, uma grande armação internacional para criar um corredor de áreas protegidas e soberania relativa na calha norte do Rio Amazonas lingando o Pacífico ao Atlântico. O corredor Triplo A sofreu grande oposição das forças armadas brasileiras e foi rebatizado de "Projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia". 
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Corredor Triplo A prevê a interligação de áreas protegidas e terras indígenas de desfazendo as fronteiras internacionais

Sarney Filho, o Banco Mundial e as ONGs querem suar os dólares do GEF-CERRADO para melhorar a governança das unidades de conservação na Amazônia brasileira. Segundo o ministério do ½ Ambiente, que coordenará e definirá as ações do projeto, a parceira apoiará o Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e que já transformou mais de 60 milhões de hectares em unidades de conservação na região. R$ 60,00 O HECTARE!!!
VENDILHÕES DA PÁTRIA!!! ESTAVA DEMORANDO PARA COMEÇAREM A ENTREGAR NOSSO RIQUÍSSIMO TERRITÓRIO PARA OS GRUPOS INTERNACIONAIS E A TROCO DE ???...

"Grande Caribe": "corredor ecológico" a geopolítica ameaça à Amazônia e à integração da América do Sul via Calha Norte


ENTENDA POVO BRASILEIRO QUEM ESTÁ POR DETRÁS DESSES POLÍTICOS ENTREGUISTAS SAQUEANDO O BRASIL. 

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Supressão da Igreja Católica na década de 20, por ordens do Presidente franco-maçom-nazi Plutarco Elias Calles

Os franco-maçons que defendem a liberdade e a tolerância (para sua própria ruína), não querem que você saiba a respeito da resistência armada a sua tirania.
Quando, de 1934 a 1937, uma nova Cristiada foi lançada, Pio XI deixou o episcopado mexicano excomungar os Cristeros(cristãos) e então esperou até que eles fossem todos mortos antes de ousar escrever (em sua Carta ao Episcopado Mexicano, 1937):
 Plutarco Elías Calles en el centro de una Logia Masona:
Em 1924, Plutarco Elias Calles se tornou Presidente do México. Pela sua descendência de judeus espanhóis, um maçom de grau 33, "a Igreja é a única causa de todas as desgraças do México." Para ele, também, a igreja tinha que desaparecer. [Ele era um instrumento dos banqueiros cabalistas, mestres da economia mexicana em 1914: Rockefeller (indústria de borracha), Goblentz (indústria têxtil), Guggenheim (jazidas), Hearst (apelido Hirsch) que possuía 3 milhões acres, e o banco Kuhn, Loeb & Co Sob a liderança de Jacob H. Schiff, que mantinha estreita colaboração com os Rothschilds na Europa, que financiou o judeu e maçom Lênin.]
Pero este tipo de temas no se habla porque la iglesia y el gobierno lo ocultan y la mayoría de los cristeros eran gente muy campesina que no tenían pleno conocimiento de lo que sucedía en el interior del Vaticano. Documentos revelados por la CIA que demuestran y explican la conexión e infiltración de la Alemania Nazi y del Fascismo de Mussolini en las élites de México.

“Quando o poder se eleva contra a justiça e a verdade... não se pode ver como alguém condenaria os cidadãos que unidos para defender a nação e a si mesmos – mesmo pelo uso das armas – contra aqueles que, por meios do poder do Estado, planeja sua desgraça.”

Odeie a Igreja, o Cristianismo e o Evangelho, a 
Nova Ordem Mundial da elite dos banqueiros internacionais, agradece.

2018: Bolívia, Evo Morales,  instaura o Novo Código do Sistema Criminal. Um dos artigos dessa proposta, prevê prisão de 7 a 12 anos para quem recrutar pessoas para organizações religiosas e cultos.
Foto do fuzilamento do padre Francisco Vera em Jalisco, 1927.

Estiveram o assassinato de padres e a destruição de igrejas confinadas à Rússia Judaico-Maçônica (Bolchevique)? Não. (1)

Na década de 20, centenas de padres foram torturados e assassinados no México quando o Presidente franco-maçom Plutarco Elias Calles ordenou a supressão da Igreja Católica. "Pela Glória Maior" (2) um filme soberbo liberados ano passado, hoje disponível em Netflix, documenta o levante dos Cristeros, onde milhares de Cristãos pegaram em armas contra o Governo do México e forçaram-no a ceder. A rebelião, de 1926-1929, demandou 57.000 soldados do governo e 30.000 “insurgentes” Cristeros, a maior parte civis.

Nunca ouviu falar dessa rebelião? Nem os Mexicanos. Os franco-maçons que defendem a liberdade e a tolerância (para sua própria ruína), não querem que você saiba a respeito da resistência armada a sua tirania. De acordo com o historiador Ruben Quezada (3), "Ainda na década de 80 era difícil encontrar um único livro que mencionava algo substancial a respeito da Cristiada. Se era mencionada, se dava usualmente não mais que uma única sentença na biografia do Presidente Calles. Os sistemas escolares não incluíram a Cristiada como parte de sua história de forma que as gerações futuras perdessem logo qualquer conhecimento dela... Há mais liberdade da imprensa hoje, e um grande volume de histórias não contadas a respeito da Cristiada – testemunhos e imagens que eram ilegais imprimir ou publicar por muitos anos – finalmente estão emergindo. Há literalmente milhares de testemunhos vindo à lume revelando uma história inspiradora que ficou escondida por décadas sob uma sombra escura de medo e negação."

Resultado de imagem para Obama usou o dinheiro de impostos de Cristãos Americanos para matar Cristãos Sírios.
Cristãos americanos (4) estão enfrentando perseguição do governo judaico-maçônico de Barack Obama. Eles podem obter inspiração dessa história que define a verdadeira natureza oculta da tirania que escraviza a humanidade. Ele usou dinheiro americano para financiar os rebeldes contra Bashar Al Assad e exterminar os Cristãos. Obama usou o dinheiro de impostos de Cristãos Americanos para matar Cristãos Sírios.
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O Levante Católico no México no Século XX.
por Olivier Lelibre


(Resumido por http://henrymakow.com/2013/05/Armed%20Resistance-to-Judeo-Masonic-Tyranny%20.html)

1926
El presidente Plutarco Elías Calles
lanza su decreto llamado “Ley de
calles”, donde se le quitaron
derechos a la igle...     
Proibição de culto católico. O cartaz do santuário anuncia: "Ele não está aqui." 
Plutarco Elías Calles (Nasceu em 25 de setembro de 1877, Guaymas, México e faleceu em 19 de outubro de 1945, Cidade do México, México) foi presidente do México entre 1924 e 1948 e fundador do Partido Nacional Revolucionário antecessor do Partido Revolucionário Institucional. Guerra dos Cristeros do México (também chamada de “Cristiada”) foi um conflito armado entre os fiéis católicos e o governo do México sobre o direito à liberdade religiosa de 1926 até 1929.

Em 1926, o presidente e sua camarilha lançaram uma nova ofensiva que desejavam fosse definitiva: "Agora deve haver uma revolução psicológica", declarou Calles."Nós devemos penetrar e nos apoderarmos das mentes das crianças e da juventude porque eles devem pertencer à revolução."

As escolas católicas foram fechadas, as congregações expulsas, os sindicatos cristãos proibidos, numerosas igrejas confiscadas e profanadas (transformadas em estábulos ou refeitórios) ou destruídas. A presença na escola pública se tornou obrigatória, o ateísmo era oficialmente ensinado, e as insígnias religiosas (medalhas, crucifixos, estátuas e quadros) foram proibidos mesmo em casa. Deus era caçado até na linguagem! O uso de tais expressões como “Adeus”"Se Deus quiser", ou "Deus proíba" era sujeita a multa.

Para terminar, os padres eram "registrados": alguns estados (México é uma república federal) exigiam que eles jurassem não para converter, outros tentavam mandá-los se casar se quisessem para continuar sua função! Monsenhor Carvana, o Núncio Apostólico, protestou. Em 12 de Maio de 1926 ele foi expulso. Por todo o país, figures públicas católicas eram assassinadas, garotas saindo da igreja eram raptadas, aprisionadas e estupradas. Monsenhor Curley, o Arcebispo de Baltimore, expressou sua indignação: "Calles persegue a igreja porque sabe que tem a aprovação de Roma. Nosso governo armou os assassinos de Calles. Nossa amizade encorajou-o em sua empresa abominável: destruir a ideia de Deus nas mentes e corações de milhões de mexicanos."

Em 28 de maio, Calles recebeu a Medalha de Mérito Maçônica das mãos do Grão-Mestre do Rito Escocês no México. Em 12 de julho, o seguinte comunicado apareceu na imprensa: "Maçonaria internacional aceita responsabilidade por tudo que está acontecendo no México, e está preparando-se para mobilizar todas as suas forças para a aplicação metódica, integral do programa para esse país."

Em 26 de julho, um lojista idoso foi friamente capturado por dois policiais em trajes civis. Seu crime? Em sua loja ele havia colocado um sinal com o comentário Viva Cristo Rey! Vida Longa ao Cristo Rei! Os mexicanos reagiam pacificamente à perseguição: eles boicotavam empresas estatais (aquisição de tabaco e o tráfego na estrada de ferro reduziu-se por 74%, e em apenas algumas semanas, o banco nacional sofreu uma perda de 7 milhões de pesos), e eles também circulavam uma petição de protesto assinada por 2 milhões (dentre uma população de 15 milhões).

       
                          Cristeros sendo fuzilados por ordem da Cabala.

Mas os Cristãos tem algo ainda melhor do que isso, eles têm orações, e o país foi entrecruzado por gigantescas procissões penitenciais: 10.000, 15.000 fiéis, descalços, coroados com espinhos, imploravam a Deus pelo seu país. Os poderes não podiam tolerar isso, e suas pesadas metralhadoras dispersavam as procissões, e os primeiros mártires caíam, cantando.

O LEVANTE
Em janeiro de 1927, o México Católico elevou: 20.000 combatentes (30.000 pelo fim do ano, e 50.000 em 1929); poucas armas (e uns poucos rifles e carabinas, mas principalmente machadinhas e às vezes simplesmente paus), poucos cavalos, mas todas as pessoas os apoiando, oferecendo seu dinheiro e necessidades. Um camponês Cristero relatava como eles começavam com canções e orações em seus lábios: "Nós éramos 1.000, depois 5.000, e então mais! Todos começaram como se fosse para a colheita.... Nós pretendíamos firmemente morrer, irados ou não, mas morrer para Cristo."

             
"For Greater Glory" (vide no final), um raro filme francamente pró-católico com excelente qualidade de produção. Foi um sucesso no México, mas teve uma recepção silenciada nos EUA.

Contra eles havia 100 colunas móveis de 1.000 homens cada, verdadeiras "colunas infernais" financiadas pelos EUA (carros blindados leves, tratores de artilharia, aeronaves de combate...). Os primeiros conflitos foram massacres sangrentos. Um oficial de Calles escreveu: "Eles estão mais para peregrinos do que soldados. Isso não é uma campanha militar, é uma reunião de caça!" O próprio presidente predisse: "Serão aniquilados em menos de dois meses."

Mas quando um romeiro pega em armas, se torna um cruzado! Os Cristeros eram capazes de se equiparem a partir do adversário, beneficiando-se de sua covardia ou corrupção. Os "federais" estavam mais para saqueadores, bêbados com tequila e maconha, do que para soldados dignos do nome. Em 15 de março de 1927, eles foram derrotados em San Julian; em Puerto Obristo, caíram 600 mortos. Em novembro, o adido militar dos EUA começou a se preocupar com o sucesso dos"fanáticos", 40% dos quais estavam agora equipados com excelentes Mausersrecuperadas do inimigo. Como era possível?

            
Mauser é o nome comum para a fabricante alemã de armas Mauser-Werke Oberndorf Waffensysteme GmbH.

O MISTÉRIO DA INIQÜIDADE
O ano de 1928 foi terrível: as colunas infernais haviam recebido a ordem de deportar a população rural para "campos de concentração" onde a fome e a epidemia dizimava-os. Na mínima demonstração de resistência, os federados os massacrariam. Colheitas e rebanhos eram desapropriados, pasto queimado, e aldeias destruídas pelos milhares. Apesar de sua política de terra queimada, os Cristeros ficaram firmes como os macabeus contemporâneos.

           
Proibição de culto católico. O cartaz do santuário anuncia: "Ele não está aqui."

Em 1929, o governo renunciou a sua política de governar o campo. Três-quartos do inabitável México estavam nas mãos das tropas de Cristo Rei, a vitória estava no alcance, especialmente como o desperdício no México era lutar uns contra os outros, e nos EUA, Hoover, que não era um maçom, foi eleito! Então eles aprenderam que as negociações secretas entre o governo Mexicano e o Vaticano resultaram em um acordo. Em 21 de junho, o episcopado mexicano (exceto um de seus membros, Sua Excelência Jose de Jesus Manriquez y Zarate) assinou uma "resolução" sobre o conflito com o poder governante em bases "negociadas" por um Jesuíta norte-americano, Padre Walsh. O acordo contemplaria: (1) imediato e incondicional cessar-fogo; (2) o reinício do culto público iniciando no dia seguinte (22 de junho).

Isso era tudo. Restauraram-nos até a mesma situação que prevalecia em 1926 com todas as leis anti-católicas então em efeito, incluindo o registro dos padres! No texto, os Cristeros são chamados de fanáticos dirigidos por uns padres de segunda classe; sua revolta era um erro, uma imprudência, mesmo um pecado: eles devem renunciar suas armas sob pena de excomunhão...

TRAIÇÃO DO VATICANO

Enrique Gorostieta Velarde, comandante-chefe dos Cristeros, dirigiu-se a suas tropas com voz enlutada:

"Sua Santidade o Papa, pelo intermediário do mais excelente Núncio Apostólico, decidiu, por razões as quais são desconhecidas por nós, mas que, como Católicos, aceitamos, que o culto público será reiniciado amanhã sem que a lei seja alterada…Esse arranjo…conseguido com nosso esforço que é o mais nobre e mais santo sob nossa bandeira, no momento em que a Igreja declarou que ela renunciará ao que ela obteve... Conseqüentemente, a Guarda Nacional assume a responsabilidade pelo conflito.... Quanto a nós como homens, nós temos uma satisfação que ninguém pode tirar de nós: a Guarda Nacional não desaparece derrotada pelos seus inimigos, mas abandonada por aqueles que eram para ser os primeiros a receber o fruto de nossos sacrifícios e abnegação! Salve, Cristo! Aqueles que para o Senhor estão se humilhando, ao exílio, e talvez, a uma morte inglória... com o mais fervente amor saudamos o Senhor, e uma vez mais proclamamos que o Senhor é o Rei de nosso país."

Seis mil Cristeros obedeceram e foram imediatamente massacrados. Em 3 dias, eles haviam perdido 5.000 homens em combate! O episcopado mexicano decretou a excomunhão dos padres Cristeros, mas aqueles que não haviam sido mortos durante a guerra (180) já haviam sido martirizados... Tudo foi perdido.


Cristeros pendurados em postes telegráficos em Jalisco, México.

O novo presidente, o advogado maçom Fortes Gil, regozijou-se. No banquete do solstício de verão, ele reconheceu seu assombro com a capitulação incondicional de um exército vitorioso, e sua intenção para continuar a luta: "A luta não começou ontem. A luta é eterna. A luta começou 20 séculos atrás." Realmente, mas a novidade era que o Vaticano não estava no lado correto.

A Franco-maçonaria, condenada por todos os papas desde o século XVIII (Clemente XII, em 1738) até o fim do século XIX (em 1892, Leão XIII igualou a Franco-maçonaria ao Satanismo), infiltrou-se na Igreja nos altos postos da hierarquia: Não foram G. della Chiesa (o futuro Bento XV) e A. Ratti (o futuro Pio XI) os "recomendados" do Cardeal Rampolla? Em 1926, não foi Pio XI que condenou a Ação Franceça em concordância com os desejos da seita? Em 1928, não foi o Padre Vallet expulso da Espanha e seu trabalho suprimido por uma hierarquia que preferiu favorecer a Opus Dei?

Quando, de 1934 a 1937, uma nova Cristiada foi lançada, Pio XI deixou o episcopado mexicano excomungar os Cristeros e então esperou até que eles fossem todos mortos antes de ousar escrever (em sua Carta ao Episcopado Mexicano, 1937):

“Quando o poder se eleva contra a justiça e a verdade... não se pode ver como alguém condenaria os cidadãos que unidos para defender a nação e a si mesmos – mesmo pelo uso das armas – contra aqueles que, por meios do poder do Estado, planeja sua desgraça.”

No mesmo ano, na Divini Redemptoris, ele culpava o Comunismo pelas atrocidades perpetradas contra os Cristãos no México... mas não mencionava a Franco-maçonaria (5).

             
Mikhail Markovich Borodin (09 de julho de 1884 - 29 de maio de 1951) era o pseudônimo de Mikhail Gruzenberg, um proeminente agente do Komintern. Borodin nasceu em uma família judia em Yanovich, localizado na moderna região de Vitebsk, Belarus. Se juntou ao partido bolchevique em 1903 e tornou-se um camarada de Vladimir Lênin em seus trabalhos subterrâneos.

Calles era um peão comunista como Fidel Castro posteriormente foi, ao mesmo tempo ele servia os banqueiros cabalistas em Wall Street. Eram idênticos.

"Sob Calles, o México se tornou o primeiro país no mundo a reconhecer a União Soviética, e a embaixada Soviética que foi estabelecida na Cidade do México progredia para ser uma das maiores no mundo e um centro-chave para a subversão, espionagem e terrorismo do NKVD/KGB por todas as Américas. Porém, ainda antes de Calles chegar ao poder em 1924, o novo regime Comunista em Moscou começou a exercitar sua influência no México. O ditador soviético Lênin enviou ao México o agente do Komintern Mikhail Borodin, em 1919, para coordenar um crescente movimento comunista-socialista que era pesadamente condimentado com elementos estrangeiros, a maioria dos quais intelectuais americanos e europeus.” (6)

Também, "Viva Cristo Rei! Os Cristeros Versus A Revolução Mexicana" (8), e exemplos de ataques da Maçonaria contra a Igreja: http://henrymakow.com/manitoba-bullies-children-who-dont-want-gay-sex.html e http://henrymakow.com/homosexual-insider-spills-the-beans.html.

Notas:
(1) http://henrymakow.com/the_genocide_you_never_hear_of.html
(2) http://www.thenewamerican.com/reviews/movies/item/11601-for-greater-glory-portrays-the-cristeros-fight-for-religious-freedom
(3) http://www.zenit.org/en/articles/the-cristero-war-the-story-behind-the-cover-up
(4) http://www.christianpost.com/news/american-family-association-condemns-army-presentation-labeling-evangelicals-catholics-as-extremist-93727/
(5) http://www.catholicapologetics.info/catholicteaching/history/cristero.htm
(6) http://www.thenewamerican.com/culture/history/item/11654-movie-on-cristeros-war-exposes-mexican-govts-anti-christian-campaign
(7) http://www.catholicculture.org/culture/library/view.cfm?recnum=7826
(8) http://www.catholicculture.org/culture/library/view.cfm?recnum=7826

Fonte: http://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2013/06/cristeros-resistencia-armada-contra.html

O filme com legendas em português recebe o nome de "Cristiada" e nenhuma referência sobre Maçonaria obviamente:
https://www.youtube.com/watch?v=-H_gXSgrMYs
“E não me digas que não queres combater; porque no instante mesmo em que mo dizes, estás combatendo; nem que ignoras para que lado te inclinares, porque no momento mesmo em que isso dizes, já te inclinaste para um lado; nem me afirmes que queres ser neutro, porque quando pensas sê-lo, já não o és; nem me assegures que permanecerás indiferente, porque te desprezarei, dado que, ao pronunciares essa palavra, já tomaste teu partido. Não te canses em buscar asilo seguro contra os açoites da guerra, porque te cansas em vão; essa guerra se expande tanto como o espaço, e se prolonga tanto como o tempo. Só na eternidade, pátria dos justos, podes encontrar descanso; porque só ali não há combate; não presumas, contudo, que se abram para ti as portas da eternidade se não mostras antes as cicatrizes que levas; aquelas portas não se abrem senão para os que combateram aqui os combates do Senhor gloriosamente, e para os que vão, como o Senhor, crucificados.”


Juan Donoso Cortés, Ensayo sobre el Catolicismo, Liberalismo y Socialismo.

Odeie a Igreja, o Cristianismo e o Evangelho, a Nova Ordem Mundial do Anticristo agradece.
Nota:
https://desatracado.blogspot.com.br/2015/06/cristeros-outro-crime-judaico-maconico.html
http://aguilaroca7.blogspot.com.br/2014/10/la-verdadera-guerra-cristera-el-general.html
1) http://henrymakow.com/the_genocide_you_never_hear_of.html
(2) http://www.thenewamerican.com/reviews/movies/item/11601-for-greater-glory-portrays-the-cristeros-fight-for-religious-freedom
(3) http://www.zenit.org/en/articles/the-cristero-war-the-story-behind-the-cover-up
(4) http://www.christianpost.com/news/american-family-association-condemns-army-presentation-labeling-evangelicals-catholics-as-extremist-93727/
(5) http://www.catholicapologetics.info/catholicteaching/history/cristero.htm
(6) http://www.thenewamerican.com/culture/history/item/11654-movie-on-cristeros-war-exposes-mexican-govts-anti-christian-campaign
(7) http://www.catholicculture.org/culture/library/view.cfm?recnum=7826
(8) http://www.catholicculture.org/culture/library/view.cfm?recnum=7826

Fonte: http://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2013/06/cristeros-resistencia-armada-contra.html

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

“The Zionist−Anglo−Saxon caliphate vs the BRICS”

9/9/2014, [*] Peter KoenigThe Vineyard of the Saker
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu - Publicado RedeCastorPhoto
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
The Saker
Dividir para governaré precisamente o que o califato ocidental pretende fazer com os BRICS. A começar pelo Brasil, Washington está empenhada em campanha para caluniar a Presidenta do Brasil, Dilma Rousseff e difamar a economia do Brasil.
Resumo da história, o Brasil é impressionante história de sucesso. Mas os patrões da imprensaempresa de propaganda deram jeito de apresentar índices declinantes de popularidade para a Presidenta Rousseff – a tal ponto que, hoje, até a sua reeleição nas eleições marcadas para outubro, parece ameaçada. Ver-se livre da Presidenta Rousseff é exatamente o que o califato de Washington mais deseja!
A partir do momento em que os países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) manifestaram sua união-coligação e falaram de formar um Banco de Desenvolvimento conjunto (em Durban, África do Sul, dia 27/3/2013), o califato anglo-saxão-sionista só faz trabalhar para dividir o grupo. Os BRICS são quase 45% da população mundial e perto de 30% do PIB global. A “ideia−BRICS” é lançar moeda conjunta alternativa, completamente separada do dólar e da economia norte-americana da ganância.
Enquanto isso, vários outros países se integrarão aos BRICS, inclusive Argentina, Venezuela, Irã, Mongólia, Malásia e outros, que reunidos constituirão cerca de 1/3 da produção econômica e metade da população do planeta.
Isso dá aos países BRICS um perfil de força que ultrapassa as de EUA e Europa somadas. Só a China já é, não só a maior economia do mundo, como também domina o mercado asiático de cerca de 4,2 bilhões de pessoas, 60% de toda a população somada do mundo e PIB de cerca de US$ 20 trilhões, equivalente a cerca de US$ 25 trilhões, se se compara com o poder de compra da economia baseada do dólar, de cerca de US$ 17 trilhões. A Ásia registrou taxa média de crescimento de quase 8% ao longo dos últimos anos; o mundo “ocidental’”engatinhou em torno de 1%.
BRICS - alguns números
Os países BRICS não têm por que temer a interferência dos EUA – dividir para governar –  se conseguirem solidificar sua união, com solidariedade – solidariedade política e monetária, além de políticas de comércio comum – e se tiverem vontade política para realmente separar suas economias do dólar, ação é que chave para o sucesso dos BRICS.
Sir Obama – aqui também designado como “o califato ocidental” – tem muitas capacidades autodeclaradas. Vive a criar neocalifatos a serviço dele, como o Estado Islâmico do Iraque e Levante (ISIL); na sequência, põe-se a bombardear a própria criatura, fazendo o mundo crer que seriam inimigos, assiste à degola de jornalistas ocidentais e clandestinamente mantém, com dinheiro e armas sua cruzada no Oriente Médio à caça de energia e de dominar o mundo – uma cruzada que o ISIS/ISIL leva avante, em nome do supremo califato na Casa Branca.
O califato de Washington também tem seu pequeno exército de ‘nações mártires” que lutam e sofrem por ele, como os 28 membros da União Europeia, liderada (só rindo) por um grupo de sionistas neoliberais submissos a Washington e de pensamento assemelhado, fantoches cristãos−sionistas. Fazem o que Washington diz. A maioria deles sào também membros pro-forma da máquina de guerra comandada pelo Califato da Casa Branca conhecido como Organização do Tratado do Atlântico Norte − OTAN, e macaqueiam os gritos de guerra do Fog(h)−da−Guerra−Rasmussen, o fantoche−em−chefe de Obama para a Europa.
Anders Fogh Rassmussen e Barack Obama
Claro, o califato está sempre pronto, com sanções à mão contra os que não se comportem bem, especialmente sanções que ricocheteiam sobre terceiros. As mais recentes sanções contra a Rússia vieram depois de campanha de propaganda de mentiras e invencionices “jornalísticas” que custou um bilhão de dólares, de demonização de Vladimir Putin e da Rússia. Interessante: as “sanções” impostas contra a Rússia pelo guerreiro supremo de Washington – acompanhado na ação sancionatória, subservientemente, pelos servos−asseclas europeus, receberam imediata retaliação dos russos, que bloquearam grande parte dos negócios do agrobusiness com a Europa. E assim aconteceu que fazendeiros europeus lá estão com colheitas inteiras de frutas e legumes apodrecendo – e perdas estimadas em um bilhão de dólares, muitas vezes superiores a perdas que tenha causado à Rússia.
Neoliberais são gente de visão curta. São enceguecidos pela ganância, pela ânsia de lucro imediato, pelo sonho de uma “doutrina” de Dominação de Pleno Espectro – o que implica controlar os recursos, o dinheiro e os povos do mundo. Esse, contudo, é o império do califato que está condenado, porque depende de invencionices e mentiras, artes que funcionam por algum tempo com parte das pessoas, mas jamais funcionam todo o tempo para enganar todos. A verdade é que a maré já está virando – e já se começa a ver um fio de luz por trás da escuridão que a monstruosa e assassina máquina de guerra ocidental lançou sobre o planeta.
Os principais países europeus vassalos do neocalifato de Washington, Alemanha e França, e alguns dos mais vassalos mais recentes, Polônia, Hungria e República Tcheca, para citar só alguns, já começam a duvidar e a não confiar cegamente na “solução” das sanções. Estão começando a sentir o ardor da volta do chicote sobre o lombo do chicoteador.
A imprensa-empresa anglo-saxônica-sionista
O califato anglo−saxão−sionista precisa de conflitos e guerras para sobreviver. Há toda uma cadeia econômica baseada na produção de armas e na destruição. Um mundo em paz seria “o colapso” daquela ordem mundial pró-guerra.
Para alcançar seu objetivo, o califato ocidental está usando aquela sabedoria de milhares de anos: dividir para governar. Servindo-se da imprensa−empresa global e de campanha multibilionária de propaganda e disseminação de mentira, Obama e seus lambe−botas europeus primeiro confundem os povos, em todos os países e continentes, distorcem o bom−senso, na sequência implantam cunhas entre eles, entre aliados, entre vizinhos, entre culturas comuns, entre famílias – e convertem amigos em inimigos.
Não esqueçam: o dólar é dinheiro inventado, que já não vale o papel em que é impresso. É produzido à vontade e já é chamado de “alívio quantitativo” (?!) [orig. Quantitative Easing (QE)], expressão selecionada cuidadosamente justamente porque nada significa, um eufemismo usado para designar uma dívida que os tesouros nacionais acumulam como se fossem reservas monetárias, em todo o planeta.
O mesmo acontece com o financiamento da máquina de guerra eterna. Imprimir dinheiro à vontade passou a ser o passatempo que justifica todas as guerras e morticínios para conquistar os recursos físicos e humanos do planeta. O processo prosseguirá enquanto o resto do mundo permitir que prossiga. Mas já é fenômeno que começa a fenecer. Há 10, 15 anos, cerca de 90% das reservas mundiais eram denominadas em dólares norte-americanos. Hoje, essa porcentagem já encolheu para cerca de 60%.
Um BANCO para os BRICS
Dividir para governar é precisamente o que o califato ocidental pretende fazer com os BRICS. A começar pelo Brasil, Washington está empenhada em campanha para caluniar a Presidenta do Brasil, Dilma Rousseff e difamar a economia do Brasil.
Acusa-se o Brasil de corrupção e nepotismo, e a economia brasileira é “alertada” contra o risco “mortal” de uma suposta dívida privada que já chegaria a 80% do PIB. Mas as campanhas de difamação “jornalística” não explicam que, graças ao aumento da dívida privada, o PIB do Brasil cresceu cerca de 30% na última década. Ninguém explica que a dívida externa do Brasil mantém na proporção de menos de 47% do PIB; nos EUA essa proporção é de quase 101,5%; na Alemanha, de 82%.
Resumo da história, é que o Brasil é impressionante história de sucesso. Mas os patrões da imprensa−empresa de propaganda deram jeito de apresentar índices declinantes de popularidade para a Presidenta Rousseff – a tal ponto que, hoje, até a sua reeleição nas eleições marcadas para outubro, parece ameaçada. Ver-se livre da Presidenta Rousseff é exatamente o que o califato de Washington mais deseja!
Imagine um concurso real, baseado em resultados econômicos, entre o califato ocidental governado por Washington, e os BRICS. Com um PIB de cerca de 30% de tudo que o mundo produz, com mais da metade da população do planeta, os BRICS mantêm a proporção entre o PIB e a dívida, em média, abaixo de 45% (estimativas de 2014): Brasil, 56,8%; Rússia, 13,4%; Índia, 67,7%; China, 22,4%), África do Sul, 46,1%. EUA, com 101,5% nessa relação, e a Eurozona com 92,6%, perdem, longe.
Presidenta Dilma Rousseff
É claro que os BRICS nada têm a temer do califato ocidental – e de qualquer sempre provável chuva de sanções. Mas – e essa é a questão chave – o império sionista−anglo−saxão controla o atual sistema monetário ocidental. O FED, Wall Street, o Banco Central Europeu e o FMI, extensão do Tesouro dos EUA e do FED, assim como o Banco de Compensações Internacionais [orig. Bank for International Settlements (BIS)], o banco central dos bancos centrais, principal manipulador privado do ouro e das moedas nacionais – mantêm as economias ocidentais como reféns. Esse império sionista−anglo−saxão financia a máquina de guerra de EUA/OTAN.
O sistema financeiro ocidental controlado pelo império sionista−anglo−saxão tem o mesmo objetivo que a “doutrina” da Dominação de Pleno Espectro, como Obama, supremo califa e assassino−em−chefe, que atualmente presta serviços à oligarquia da indústria de armas e da indústria bancária.
É, portanto, mais que boa hora para os BRICS fazerem realmente acontecer sua prometida moeda alternativa, completamente separada do dólar e do sistema de lavagem de dinheiro montado em Wall Street. A viabilidade econômica desse sistema alternativo é entre 2 e 3 vezes superior à do dólar norte-americano.
Mas pode ser necessária uma medida intermediária, para deter o bulldozer ocidental. Rússia e China e vários outros países já concordaram em negociar em suas respectivas moedas e, em particular, em negociar gás e petróleo em dinheiro não−dólar, medida que reduzirá consideravelmente a demanda pela moeda dos EUA, reduzindo, é claro, a viabilidade do dólar como moeda de reserva. Rússia e China preparam-se para lançar moeda comum, uma cesta de moedas às quais se podem acrescentar outras, de outros países que desejem livrar-se dos caninos mortais do califato monetário ocidental.
A reunião da OTAN em Newport, Gales
gerou protestos por toda a Europa
Dias 3 e 4 de setembro de 2014, a OTAN, braço militar do califato ocidental, reuniu-se em Gales, Reino Unido, para discutir sua raison d’être. A própria OTAN admite que foi a mais importante reunião desde o colapso da URSS. Participaram 60 chefes de estado, incluídos os 28 países membros da OTAN. Como se esperava, a “aliança ocidental” dedicou-se a demonizar a Rússia – país chave dos BRICS – com mentiras e sandices de tal ordem que não encontram rival na história da farsa “jornalística” mundial. O relatório final da reunião, é uma fiada de acusações sem qualquer fundamento, só provocações – semelhantes às que Fog(h) da Guerra Rasmussen vive a macaquear – e que a Rússia sequer se deu o trabalho de desmentir. As declarações da OTAN sucumbem sob o peso das próprias mentiras.
É claro, depois de 65 anos de existência e desastres por todo o mundo, a OTAN precisa de nova identidade, de uma nova Guerra Fria, ou, melhor de tudo, nova guerra diretamente contra a Rússia – pela “segurança” da Europa. Assim sendo, o califa Obama, no que, esperemos, será um de seus últimos e mais desavergonhados movimentos, está pedindo que os europeus “mexam-se” e aceitem doar pelo menos 2% dos respectivos PIB para manter a OTAN; e que aprovem legislação que permita que o complexo industrial militar meta mais armas nas bases da OTAN na Europa. É o mesmo que dizer que Obama está expondo a Europa a ataques militares da defesa russa; mais uma vez, o califato anglo−sionista norte−americano está expondo os povos europeus na linha de fogo. Líderes [só rindo] europeus, fingem que aí não haveria perigo algum para seus cidadãos.
Mas... há esperança. Como Pepe Escobar escreveu em OTAN ataca:
(...) o negócio realmente sério nesse mês de setembro (2014, o que realmente interessa, não é a OTAN. É a reunião de cúpula da Organização de Cooperação de Xangai. Aguardem as proverbiais agitações de placas tectônicas na próxima reunião da OCX – mudanças de tão longo alcance quanto as que se viram quando o império Otomano fracassou às portas de Viena em 1683.
Por iniciativa de Rússia e China, naquela reunião da OCX a Índia, o Paquistão, o Irã e a Mongólia, serão convidados a tornarem-se membros permanentes. Mais uma vez, estão traçadas as linhas de combate.
Organização de Cooperação de Xangai
A reunião de cúpula da Organização de Cooperação de Xangai pode bem vir a ser o primeiro passo na direção de uma nova ordem mundial — não a notória Ordem Mundial de “mão única” proclamada pelo califato do império sionista−anglo−norte−americano— mas uma nova direção−guia para o mundo, bem afastada do sistema financeiro e monetário da usura e da negociata, bem distante do objetivo de Washington de Dominação de Pleno Espectro — na direção de um novo mundo de estados livres, soberanos.
 Peter Koenig is an economist and former World Bank staff. He worked extensively around the world in the fields of environment and water resources. He writes regularly for Global Research, ICH, the Voice of Russia, now Ria Novosti, and other internet sites. He is the author of Implosion – An Economic Thriller about War, Environmental Destruction and Corporate Greed – fiction based on facts and on 30 years of World Bank experience around the globe.