segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Carta aberta Ao Sr. Eduardo Dias da Costa Villas Bôas Comandante do Exército

“O melhor do Brasil é seu Povo.
E o pior, é um governo golpista!”
                                            
Exmo. Sr. General,

Queremos cumprimentá-lo por sua entrevista, “Somos um país que está a deriva”, concedida ao jornal Valor Econômico e publicada dia 17 de fevereiro/2017.
Alegra-nos sua coragem e discernimento e a postura cívica das Forcas Armadas do Brasil, de respeito à Constituição Federal, nesses tempos em que os três poderes de Estado não hesitaram em desrespeitá-la com o processo de impechment ilegítimo e vergonhoso.
Sua entrevista traz diversos aspectos que merecem atenção de todo povo brasileiro e é com eles que queremos dialogar. Suas declarações, lastreadas pela investidura do cargo que ocupa e em sua vasta experiência pessoal, conhecedor da nossa dura realidade social, adquirem uma importância ainda maior.
1.      Uma crise Profunda. Vivemos um momento complexo, difícil, em que a sociedade brasileira enfrenta uma grave crise econômica, política, social e ambiental.  
É realmente estarrecedor que este grande país, dotado de um povo trabalhador, com invejável conhecimento e capacidade técnica,com riquezas naturais fantásticas e uma estrutura produtiva situada entres as dez primeiras economias do planeta, registre dificuldades para encontrar um rumo emancipatório, soberano e de prosperidade social para toda sua gente, e não apenas para um minoria de 76 mil milionários, entre 204 milhões que vivem do trabalho.
Lamentavelmente os grandes meios de comunicação, um dos principais responsáveis pela crise política que se instalou no país, monopolizados e partidarizados, não se interessaram em informar a população e em repercutir seu grave alerta sobre o rumo do nosso país.
2.      A defesa dos interesses do povo e da soberania nacional. Somamo-nos à sua apreciação, e acreditamos que a mesma é unânime dentro das Forças Armadas, quando afirma que a tarefa da Defesa Nacional não cabe apenas aos militares. Manifestamos, assim, a nossa preocupação com a Defesa Nacional e com a Soberania do Brasil e de nosso povo.
Enxergamos perigos quando projetos estratégicos, gestados à décadas e realizados em parceria com empresas de engenharia nacional, são minados e encontram-se sob intenso bombardeio promovido pelo mesmo grupo politico que açambarcou os poderes do Estado.
Ataques que são incentivados e potencializados pelo oligopólio mediático, que sempre hostilizou as empresas publicas, o Programa Nuclear Brasileiro, a Petrobrás, a Vale do Rio Doce, a Telebrás.
Querem finalizar, agora, o que o antinacional governo de Fernando Henrique Cardoso iniciou na década de 1990.
Nossa maior empresa estatal, a Petrobrás, está sendo esquartejada, suas funções estratégicas estão sendo reduzidas e, até, paralisada em vários de seus projetos indispensáveis à sua sobrevivência e crescimento.
Não é segredo para ninguém que programa do submarino nuclear está em vias de paralisação.Um projeto que atesta nossa capacidade científica e de planejamento estratégico, ameaçado por um governo golpista, antipopular e entreguista.
Também,é motivo de profunda apreensão junto aos movimentos populares, aos sindicatos dos trabalhadores, nos meios intelectuais e estudantis, as informações indicando que está sendo elaborado um acordo que prevê a transferência do controle da Base de Lançamentos de Foguete de Alcântara para o Estados Unidos.
Se tal acordo for aprovado por decisão política desse governo golpista, mais uma vez, estaremos entregando aos interesses estrangeiros as vantagens e privilégios que a natureza legou ao nosso país, como é a localização geográfica da Base de Alcântara.
Pior, anuncia-se que o governo golpista enviara ao congresso nacional Medida provisória autorizando a venda de nossas terras ao capital estrangeiro, e ainda nos ridicularizam ao estabelecer os limites de  até , apenas, 200 mil hectares.   Desafiamos os seus defensores tentarem comprar igual quantidade de terras nos Estados Unidos eou na Europa!
A engenharia nacional está sendo entregue de bandeja aos concorrentes estrangeiros o que, direta e indiretamente,  prejudica projetos essenciais na Indústria de Defesa Brasileira.    Todas essas investidas atendem a interesses de capital estrangeiro e de governos imperiais, como foram claramente revelados e comprovados nas denuncias do Wikileads, sobre a espionagem realizada em nosso país.
Desafiamos a encontrar nos países ditos desenvolvidos a adoção dos mesmos métodos e praticas adotadas aqui para penalizar empresas nacionais envolvidas em processos de corrupção.  
Como movimentos populares e pessoas engajadas de nosso povo não permitiremos que se entregue nossas riquezas, nossas terras e a base de Alcântara, nem a soberania da Petrobras.
3.      A crise política e  a necessária democracia das urnas. Também nos preocupa muito a crise política em que vive o pais, por causa da irresponsabilidade dos partidos políticos derrotados nas ultimas eleições presidenciais.
A democracia, imprescindível para o desenvolvimento político, econômico, social e cultural do nosso país, só pode ser construída pelas urnas, pela participação e pelo respeito à vontade da maioria do povo brasileiro.
O desrespeito com que o Poder Legislativo e setores do Poder Judiciário – inclusive com a conivente omissão do STF (Supremo Tribunal Federal) - trataram a Constituição Federal para que tivesse êxito o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, legitimamente eleita, pode não ocupar espaços nos noticiários da mídia, também, golpista. 
Mas esse ataque à Democracia e ao Estado de Direito está presente na memória do povo e já faz parte dos anais da história do nosso país.
No futuro a sociedade brasileira será capaz de responsabilizar e punir os protagonistas do crime cometido.
Já, agora, o povo não reconhece no atual governo a legitimidade para construir um novo projeto de país. 
4.      A corrupção é um modo permanente de governar das elites. Toda e qualquer corrupção deve ser combatida e punida, de acordo com nossas leis. No entanto, aqui o combate à corrupção está servindo para atender interesses políticos partidarizados, destruir as empresas nacionais que disputam o mercado internacional e facilitar a ingerência externa em nosso país.
Muitos ministros e parlamentares se notabilizam pelo enriquecimento ilícito, pela desmoralização da política e das instituições do Estado. Estão mais empenhados em não aparecer nas manchetes policiais do que em construir uma Nação e cuidar do bem-estar do povo brasileiro.
5.      O papel das Forças Armadas. Diante desse momento histórico que vivemos, cabe reconhecer e parabenizar as Forças Armadas pela acertada decisão em rejeitar os pedidos, feitos por uma minoria da sociedade brasileira mas amplificados pela mídia golpista,  de intervenção militar na crise  política do país.
Como o Sr menciona na citada entrevista, há a necessidade do Exército participar nos debates dos temas importantes da sociedade brasileira.
Partilhamos de sua visão e preocupação quanto a equivocada decisão política de empregar as Forças Armadas em comunidades carentes, assumindo atribuições de policia ,com o pretexto combater a criminalidade.  Ou para exercer apenas o ridículo papel de policia. 
Os problemas de criminalidade, tem raízes estruturais e sociais e não se resolvem apenas com repressão militar. É preciso medidas políticas que enfrentem os problemas de fundo, que levam a nossa juventude à criminalidade. É preciso combater, estruturalmente, a miséria, a desigualdade social e o desemprego crônico da juventude.
Como o Sr sinaliza, para resolver os problemas fundamentais da sociedade, o emprego das Forças Armadas contra o narcotráfico será sempre ineficiente, contraproducente,  com efeitos temporários e ilusórios. 
O que de fato reduz a captura da juventude pobre pelo narcotráfico e o crime, é a geração massiva de empregos, acesso à educação e condições dignas de vida.
Para isso é preciso a retomada do crescimento, com o indispensável investimento público em obras, como a construção de moradias, hospitais, ferrovias, hidrovias, estradas, saneamento básico, e, fundamentalmente, com uma reforma agrária  que interrompa o êxodo rural e promova um desenvolvimento social e econômico em nosso vasto território nacional.
6.      As raízes da crise do país. No entanto, Sr. General, a crise instalada hoje no país, não tem suas causas restrita às esferas da política e das instituições do Estado.
O monopólio dos meios de comunicação de massas, inexpugnável em nosso país, certamente é um dos fatores, senão o principal, da crise politica existente.
A democracia, e a política, vem sendo sistematicamente vilipendiada para atender e preservar os interesses particulares das famílias que monopolizam a mídia e seus braços político-partidários.
Além disso, meios de comunicação privados de maior alcance, descumprem o previsto na Constituição no que tange a difusão dos valores humanistas e de nacionalidade; não primam pela missão educativa da informação como um bem social; mantem no esquecimento, ou relegada ao silencio, a nossa cultura própria eos personagens relevantes da nossa história; promovem um verdadeiro culto à violência, ao consumismo e a um exacerbado individualismo, promovendo um esgarçamento da vida social.
Precisamos urgentemente rever as diretrizes constitucionais para a concessão publica dos serviços de radiodifusão, democratizando a produção e o acesso à comunicação no Brasil.
Assim, temos vigorosas razões para estarmos preocupados e , também, para entender a gravidade de seu alerta quando afirma que “Somos um país que está à deriva”.
Diante da gravidade da situação e da urgência em encontrar saídas para a crise, é imprescindível a ocorrência de novas eleições gerais no país e as mudanças Constitucionais que assegurem o fortalecimento do Estado Democrático de Direito. Que sabemos, virá, apenas quando instalada uma nova Assembleia Constituinte, eleita sem as influencias do poder econômico e respeitando a verdadeira diversidade e pluralidade existente na sociedade.
Enfim, temos tudo para não estar à deriva.
Queremos construir um novo projeto para o pais, que enfrente a raiz dos problemas e  proponha soluções verdadeiras para os problemas do povo.
Exmo. Sr. General, queremos nos colocar à disposição para debater todos os pontos mencionados em sua entrevista.
Consideramos muito salutar que possamos ter um canal para debater tais temas, principalmente, aqueles que, afetam perigosamente a soberania brasileira e colocam em risco as condições de vida e o futuro de nosso povo.
Assim, receba os cumprimentos pela relevância dos temas abordados e ao apelo à reflexão sobre os graves problemas que nos cercam.

Atenciosamente..

Seguem-se adesões de dirigentes de movimentos populares e intelectuais comprometidos com nosso povo.

1.      Fernando Morais, escritor
2.      Beto Almeida, Jornalista
3.      Joao Pedro stedile,  ativista do MST e da Frente Brasil Popular.
O que têm de intelectualidade os não ilustres desconhecidos  Fernando Morais, escritor (sem leitores), Beto Almeida, Jornalista (sem emprego), João Pedro stedile,  ativista do MST e da Frente Brasil Popular (terrorista assumido que manipula, em benefício próprio,  pessoas carentes de atenção do Estado corrupto desgovernado por Lula e Dilma e continuado por Temer ) ?

Nicolas Maduro é colombiano

Não apenas Maduro mas terroristas das FARC, iranianos, cubanos, libaneses e terroristas do Hezbolah há anos têm identidades e passaporte venezuelanos.

O Notalatina apresenta com exclusividade a verdadeira nacionalidade de Nicolás Maduro, o ilegítimo e usurpador presidente da Venezuela, com dados que acabei de receber de uma amiga venezuelana. Na mensagem, ela aponta o seguinte: 

“Finalmente foi localizada a Certidão de Nascimento do presidente ilegal e ilegítimo. Nome real: NICOLAS ALEJANDRO MADURO MOROS.
Nascido em Ocaña, estado do Norte de Santander, próximo de Cúcuta na Colômbia, em 21 de novembro de 1961.
Certidão de Nascimento nº N011, Folha nº 412, N471. “COLOMBIANO”.
Em poucos dias coletiva de imprensa com TODAS as provas”.

Bem, agora com todos os dados da Certidão de Nascimento, fica difícil imaginar que isto não seja verdadeiro, uma vez que o ex-embaixador do Panamá ante a OEA, Guillermo Cochez, já vem anunciando há tempo, e que este blog vem denunciando antes mesmo de ocorrer a eleição presidencial em princípio de março. Quem divulgou isto deve estar com a certidão em mãos e o assunto é demasiado grave para se brincar. Além disso, a oposição não costuma forjar provas falsas para se beneficiar; este expediente é a praxis do chavismo desde sempre, tanto é que não apenas Maduro mas terroristas das FARC, iranianos, cubanos, libaneses e terroristas do Hezbolah há anos têm identidades e passaporte venezuelanos, conforme eu venho denunciando e confirmei em meu último programa que vocês podem ouvir também aqui..

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Estados Unidos instala una nueva base militar en Perú "GRANDE CARIBE"!!!

Resultado de imagem para bases militares no Peru
As articulações diplomáticas de Washington na América do Sul, visíveis na crise presidencial no Paraguai e no patrocínio à criação da Aliança do Pacífico, o novo bloco continental pactuado entre o Chile, Peru, Colômbia e México. 
Os EUA aliados a Santos na Colômbia pelo Corredor "Ecológico" para beneficiar o "Grande Caribe"?. (CALHA NORTE!!!)
Resultado de imagem para Calha Norte da Amazônia brasileira
“A liderança dos Estados Unidos exige que apoiemos a diplomacia com a ameaça da força.”!!! o chefe do órgão central de informações das Forças Armadas Americanas, Patrick Hugles, foi enfático: “Caso o Brasil resolva fazer um uso da Amazônia que ponha em risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos que estar prontos para interromper esse processo imediatamente.”  a localização destas bases na América do Sul. Desde o Paraguai até a Colômbia e, depois, nas Guianas as pistas e/ou bases militares norte-americanas contornam o mapa do Brasil. Para proteger o território brasileiro é que elas não estão ali! Os portugueses, seguindo as pegadas dos bandeirantes, construíram fortes ao longo dos rios amazônicos, isso nos séculos XVII e XVIII.  Temos que render muitas homenagens aos nossos tenazes antepassados e nunca nos esquecermos das sábias palavras de Aloísio Magalhães:  “A trajetória de um povo se compara ao mecanismo de um bodoque, quanto mais para trás se consegue chegar com o elástico, mais adiante se avança com a pedra. ”Henry Kissinger,

quando, ainda, Secretário de Estado dos EUA, ao afirmar que:  “Os países industrializados não poderão viver à maneira como existiram até hoje, se não tiverem à sua disposição os recursos não renováveis do planeta...... Para tanto, terão os países industrializados que montar um sistema mais requintado e eficiente de pressões, de constrangimentos, garantidores de consecução do seu intento.”  Kissinger referia-se, em tese, a todos os países periféricos, garantidores do nível de vida dos países centrais e não foi específico em relação ao Brasil e à nossa Amazônia.


Assim como o falso acordo de paz na Colômbia, o falso muro no México quando os EUA e Colômbia estão juntos pelo corredor ecológico ao "Grande Caribe"
Imagem relacionada
O Grande Caribe – o Golfo do México e o Caribe, propriamente dito – é, de fato, uma extensão territorial de águas azuis do território continental dos EUA. A influência sobre ele se deve à construção do Canal do Panamá, no início do século XX. Assim, Washington não poderia contar com uma estabilização, nem na Colômbia nem na Venezuela, sem falar na guerra das drogas no México. 

Os EUA podem dominar o Grande Caribe, em termos do seu poderio militar convencional. Podem dominar o Grande Caribe, no sentido de que nenhuma potência relevante pode desafiar os EUA ali. Mas tal poderio estadunidense não pode garantir a estabilidade em lugar algum dentro da própria região. Para o Brasil, urgente a necessidade de uma drástica reversão da política de demarcação de reservas indígenas desproporcionais, juntamente com a promoção de uma ocupação socioeconômica racional da Região Amazônica,

O governo peruano, o US Southern Command e a empresa Partenon Contractors EIRL, assinaram em dezembro de 2016 o projeto de instalação de uma nova base militar, camuflada sob o nome de Centro Regional de Operações de Emergência (COER) do Amazonas Peru [1]. 
US-base militar
Antes de aprovar o instalação desta nova base militar no Departamento de Amazonas, o Comando Sul dos EUA havia se estabelecido nas regiões de Lambayeque, Trujillo, Tumbes, Piura, San Martin e Loreto, a disciplina é realizada de uma forma muito mais sutil, por meio de iniciativas de militarização secretas [2]. 
O Estados Unidos conseguiu entrar plenamente no aparato de segurança e defesa do país, por autoridade do Ministério da Defesa do Peru, as unidades de operações especiais do Comando Conjunto das Forças Armadas, o comando de Inteligência e Operações Especiais Conjuntas e o Componente Especial de Vraem, receberam treinamento de forças norte­ americanas entre maio e setembro 2016 [3].
Resultado de imagem para bases militares no PeruManta Equador
Resultado de imagem para base militar en Perú
O Peru é uma plataforma crucial para os EUA conseguir consolidar o seu plano de dominação sobre tudo da América do Sul, uma área que, como sabemos, tem imensas reservas estratégicas de recursos naturais (gás, petróleo, metais, minerais, etc.). 
Por pelo menos na última década, os governos da América do Sul desferido um enorme revés para a gravitação econômica e geopolítica dos Estados Unidos no continente, as forças peruanas têm realizado uma série de exercícios militares conjuntos com os Estados Unidos, de acordo com os seus argumentos, para fortalecer suas estratégias de defesa contra agressões externas, sendo um dos mais importantes exercícios, o Exercício das Forças Silenciosas (SIFOREX, em sua sigla em Inglês), que é realizada a cada dois anos no Mar de Grau, considerado um dos maiores exercícios navais em importância internacional. 
O Peru reflete claramente que a América do Sul está passando por momentos críticos e uma forte campanha de assédio. Junto com as dificuldades econômicas [4], a região é vítima de uma ofensiva poderosa, impulsionada desde o exterior tentando, através de várias formas, fortalecer a presença de Washington. 

  • Repasso com muita preocupação. Os EEUU já possuem mais de 20 bases (aéreas e de radar - são as por eles chamadas de 'bases avançadas', 'forward bases', ao N e W do Brasil, em países nossos vizinhos do arco Oeste amazônico, da Colômbia ao Paraguai, e nas Antilhas Holandesas (Aruba e Curaçao), no Caribe. Não nos esqueçamos de que o Centro de Lançamento de Alcântara (MA), na 'Amazônia Legal Brasileira', mesmo que seja ocupado parcialmente (e era prevista uma enorme área, um verdadeiro enclave!), pelos estadunidenses, sob o instituto da 'soberania limitada' ou 'restrita', fecharia um cerco estratégico à nossa cobiçadíssima Amazônia, riquíssima em água doce, biodiversidade e minerais estratégicos de quarta geração, existentes nas serras mineralizadas ao Norte dos rios Solimões-Amazonas, sendo certo que a mina de nióbio da região dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira, acima do rio Negro, é a maior do planeta, sendo o Brasil o maior produtor deste minério ... E mais: a Amazônia é toda cortada pela fictícia 'linha do Equador', o que nos proporciona enorme vantagem quanto a outros locais de lançamento de artefatos aeroespaciais: sondas, satélites, foguetes, mísseis, etc., e até naves espaciais - as 'cosmonaves'. O CLA, pela proximidade do Equador, nos enseja uma fabulosa economia de combustível, melhor dizendo, propelente, quer seja ele líquido ou sólido (no nosso caso mais de 30%, daí a cobiça por seu domínio, da parte de nações hegemônicas); ele é bem superior aos similares cosmódromos de Baikonur, no Casaquistão, das bases estadunidenses de Wandenberg e Cape Canaveral (Califórnia e Flórida) e da base francesa de Kourou, no Departamento Ultramarino Francês, antiga Guiana Francesa, onde, aliás, o país lançador a aluga e, após o lançamento, vai embora - diferentemente do que previa o vexatório e humilhante Acordo de Alcântara, ora reestudado, alegando-se a inoperância do Centro, por falta de verbas. Tudo isso é 'teoria da conspiração', de 'nacionalisteiros/patrioteiros melancias', como já nos tacharam? Absolutamente! A conspirata é deles (com todo o respeito pelos EUA, em especial por sua tradicional luta anticomunista, pela democracia e liberdade!!), até por que nas relações internacionais não há amigos e sim interesses; haverá sempre, pelas potências, a busca por terras férteis e por matérias primas - isso é inexorável, como nos ensina a História. Assim, precisamos, em meu modesto entender, passar o quanto antes à defesa de nossa Soberania, eis que foi desarquivado o lesa-pátria Acordo de Alcântara e está, pelo que estamos informados, sendo reestudado por nossa Chancelaria e governo Temer. Ele é do tempo da tucanalha socialista/fabiana (prima-irmã do 'gramcismo', do 'chavismo' e do 'lulopetismo'), do entreguista FHC, arquivado, desde o início da década de 2000, na Câmara dos Deputados e que se pretende agora reativar. Um absurdo, para quem, como eu, leu atentamente os termos do dito cujo, altamente lesivos à nossa soberania, repito.
  •     BRASIL ACIMA DE TUDO!
  •     O mais amigo dos abraços do
  •     Soriano.


Após a chegada de Mauricio Macri, presidente da Argentina e do impeachment parlamentar de Dilma Rousseff no Brasil, e muito para o esforço contínuo para minar a influência de países como a China, a Rússia e o Irã [5]. 
Resultado de imagem para triplice fronteira do sul do brasil
Armar­-se até os dentes no Peru representa uma questão vital para os Estados Unidos, mais tarde, para realizar a instalação de uma outra base militar na Argentina, mesmo na fronteira com Brasil e Paraguai [6]. Sem dúvida, a construção de um futuro melhor para os países da América do Sul, ou sua submissão como país soberano. Por outro lado, existe o BRICs aonde a Rússia e China também disputam o rico território brasileiro. 

[2] “Obama falha o seu golpe de Estado na Venezuela”, Thierry Meyssan, Tradução Alva, Rede Voltaire, 23 de Fevereiro de 2015.
[4] «¿Qué debe hacer América Latina frente a la tormenta financiera?», por Ariel Noyola Rodríguez, Russia Today (Rusia) , Red Voltaire , 9 de febrero de 2016.
[5] «Southcom Commander Outlines Latin America Strategy», Karen Parrish, US Department of Defense, July 14, 2016.
http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/fundacao-gaia-amazonia-da-casa-de.html

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Lutzenberger o lesa-pátria, criou a primeira Fundação Gaia no Rio Grande do Sul em 1980

QUEM FOI O PRECURSOR, QUE CRIOU A PRIMEIRA FUNDAÇÃO GAIA NO BRASIL EM 1987 DANDO INÍCIO AO ENGESSAMENTO DA AMAZÔNIA, EM OBEDIÊNCIA AS DIRETRIZES N.4, AGENDA 21, E SUAS RAMIFICAÇÕES: 
José Antonio Lutzenberger   RS - Brasil
Em 1979 o gaúcho José Antonio Lutzenberger criou a empresa ‘Vida Desenvolvimento Ecológico‘, em 1987 criou  a Fundação Gaia, atualmente presidida por sua filha, a bióloga Lara Lutzenberger, a Fundação Gaia é uma ONG ambientalista à serviço dos globalistas internacionais. Lutzenberger Foi Secretário Especial do Meio Ambiente de 1990-92, pelo então presidente Fernando Collor de Mello. Durante sua permanência no cargo até abril de 1992, foi decisivo NO CRIME da demarcação de terras indígenas, como a demarcação contínua e criminosa do território yanomamis Roraima em contínuas, participou do Tratado da Antártida e da Convenção das Baleias, foi contra a criação da bomba atômica no Brasil que culminou com a destruição das instalações subterrâneas na serra do Cachimbo, sul do Pará, limite com Mato Grosso por Sarney/Collor, participou da Eco 92 pela globalista e fabiana  Bush(pai) Agenda 21 realizada no Rio de Janeiro. 
Esse entre outras, foi José Antonio Lutzenberger, “ambientalista, entreguista, um verdadeiro lesa-pátria, contribuiu para o cumprimento das diretrizes N.04 (alemã)para Amazônia”; Filho de imigrantes alemães nascido em Porto Alegre (RS), em 17 de dezembro de 1926, sua morte aconteceu em 14 de maio de 2002. E sua filha  segue seus projetos à serviço de quem?[2].

VÃO VENDO! ALÉM DO JESUÍTA FRANCISCO E A CNBB VERMELHA, A ONU, ABAIXO OS QUE JUNTO AO FORO DE SÃO PAULO PARTICIPOU DA "FALSA" PAZ COM AS FARC, LIBERAR TERRITÓRIO PARA ATENDER O "GRANDE CARIBE"
Resultado de imagem para Fundação Gaia na Colômbia
Integram o Grupo de Amigos do Brasil para a "falsa" Paz na Colômbia (FARC membro do Foro de SP), além da deputada Jô Moraes(PT), o professor Marco Aurélio Garcia(criador,diretor do Foro de SP), o senador Aloysio Nunes Ferreira(PSDB) ex-guerrilheiro e motorista do terrorista Marighela, o embaixador Antonino Mena Gonçalves(embaixador do Brasil na Colômbia) , Rosita Milesi(Diretora do Instituto Migrações e Direitos Humanos, irmã Scalabriniana, advogada, Membro do Setor Mobilidade Humana da vermelha, comunista CNBB) , os professores Paulo Sérgio Pinheiro(Direitos Humanos PNDH de FHC e Ivan Marques de Toledo(reitor UnBe jornalista Clovis Rossi(esquerdista da Folha SP).

pesquisa: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Lutzenberger
http://www.dw.com/en/planning-the-worlds-largest-protected-area/a-18271572
ONGS  como a Gaia com apoio do Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal - Fauna e flora brasileiras, educação ambiental, Agenda 21, infelizmente, seguem as Diretrizes N.04 para a Amazônia:
O projeto, que conta com o apoio fundamental da UNESCO e do MMA e com a parecia do PPGEA/FURG, também está sendo executado no estado da Bahia, em cooperação com a ONG Grupo Ambientalista da Bahia (GAMBÁ). Aqui no RS, participam as seguintes ONGs: AGAPAN (POA), AIPAN (Ijuí), Alga (Caxias do Sul), AMA (Guaíba), Ballaena australis (Barra do Chuí), CEA (Rio Grande e Pelotas), ECOGATO (Pelotas), Fundação Gaia (POA), Fundação Moa (Santa Maria), Fundação Tupahue (Pelotas), GAEC (Pelotas), GEAN (Arroio Grande), Grupo Ecológico Guardiões da Vida (Passo Fundo), IMCA (Montenegro), INGA (POA), Instituto Biofilia (POA), AMIZ (Pelotas), Instituto Orbis (Caxias do Sul), MIRA-SERRA (São Francisco de Paula), Os Verdes (Tapes), NAT (POA), NEMA (Rio Grande), GESP (Passo Fundo) e o Sindicato dos Bancários (Pelotas e Região).

"Grande Caribe": "corredor ecológico" a geopolítica ameaça à Amazônia e à integração da América do Sul

Atentos para o perigo: O objetivo da assinatura de um acordo entre a Colômbia, o Brasil e a Venezuela – na COP-21, a Conferência Climática das Nações Unidas, em Paris,  – para criar o corredor "ecológico"(de ecológico não terá NADA!) e aprovar um plano de ação de cinco anos para a sua consolidação,... Este plano é divulgado em toda imprensa internacional e aqui no Brasil a repercussão não existe[5]. Acreditar nos não nacionalistas governantes e coligados que declaram o Brasil e a Venezuela não aceitaram o acordo do corredor, é ser impensante, não nacionalista é ver e fingir que não vê. A Colômbia (Santos) está de encontro aos EUA pelo Corredor triploA  para desenvolver o "GrandeCaribe" para os EUA e se beneficiar assim como os demais países no entorno produtores da cocaína, sendo a Venezuela o líder no transporte/distribuição das drogas e armas. A aerolinha venezuelana CONVIASA realiza vôos regulares entre Caracas, Damasco e Teerã, que são usados pelo Hezbollah para transportar agentes, recrutas e carregamentos dentro e fora da região. Demonstraram-se vínculos do Hezbollah com o narcotráfico, que o provê de milhares de milhões de dólares em lucros[10].

Seria de bom alvitre que houvesse uma mobilização para deter esse insidioso projeto – antes que ele se torne fato consumado.
A geopolítica do "Grande Caribe": ameaça à Amazônia e à integração da América do Sul
O Brasil terá que mudar, com urgência, a sua política para a Amazônia, se quiser manter a sua soberania sobre a região, a médio prazo. A silenciosa ocupação internacional da região, por intermédio da imposição de imensas reservas indígenas e florestais, como parte de uma política essencialmente controlada pelo aparato ambientalista-indigenista internacional, especialmente, nas áreas de fronteira com a Colômbia, Venezuela e Guianas, pode passar rapidamente a ações de ocupação efetiva, com o propósito de controlar os recursos naturais da região – diretamente ou impedindo a sua exploração soberana pelos brasileiros.
BRASIL PAÍS DOS GOVERNOS INCOMPETENTES, OU DOS LADRÕES!!! 
(só não dizem com quem que será compartilhada esta irresponsabilidade).
Estiveram presentes à cerimônia de assinatura do "falso" acordo de paz quando o plebiscito popular colombiano  disse não!  o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e os presidentes de diversos países latino-americanos, bem como o chanceler da Noruega(financia as ONGs), esse país europeu e Cuba, além da ONU, foram os mediadores das negociações oficiais, que se iniciaram em 2012. 
Resultado de imagem para QUITO  ACORDO DE PAZ NO MOSTEIRO DOS JESUÍTAS
Vejam no convite abaixo organizado pelo Foro de SP, os conselhos populares reunidos pela tomada do Brasil.
A comitiva oficial: Integram o Grupo de Amigos do Brasil para a "falsa" Paz na Colômbia (FARC membro do Foro de SP), além da deputada Jô Moraes(PT), o professor Marco Aurélio Garcia(criador,diretor do Foro de SP), o senador Aloysio Nunes Ferreira(PSDB) ex-guerrilheiro e motorista do terrorista Marighela, o embaixador Antonino Mena Gonçalves(embaixador do Brasil na Colômbia) , Rosita Milesi(Diretora do Instituto Migrações e Direitos Humanos, irmã Scalabriniana, advogada, Membro do Setor Mobilidade Humana da vermelha, comunista CNBB) , os professores Paulo Sérgio Pinheiro(Direitos Humanos PNDH de FHC e Ivan Marques de Toledo(reitor UnBe jornalista Clovis Rossi(esquerdista da Folha SP).
Resultado de imagem para Fundação Gaia na Colômbia
FINANCIA: A a ONG britânica Gaia Internacional filial colombiana é Fundación Gaia, VISA SUBTRAIR TERRITÓRIOS conforme as diretrizes N.04[1]. 

FURTO AMBIENTAL DE SANTOS PRESIDENTE DA COLÔMBIA, ALEGANDO  VERGONHOSAMENTE, QUE O CORREDOR "ECOLÓGICO" LIGANDO ANDES AO ATLÂNTICO CORTANDO A AMAZÔNIA,  SERÁ PARA SALVAR O AQUECIMENTO CLIMÁTICO.
Luftaufnahme Brasilien Xingu Fluss AmazonienKarte Umweltkorridor Südamerika Kolumbien Venezuela Brasilien Englisch
Mentira anunciada: O corredor "ecológico" tomando 1,35 milhão de quilometros quadrados da amazônia servirá para abrir do Andes ao Atlântico. corredor para atender o "Grande Caribe", narcotráfico.
Figura 1. Propuesta de Corredor Ecológico “Islas del Caribe Sur”, que comprende la cadena de islas y archipiélagos desde Curazao hasta La Orchila.
“Islas del Caribe Sur”: una perspectiva desde Venezuela[8]
O presidente da Colômbia, Manuel Santos, anunciou o plano para estabelecer a maior área protegida do mundo, cobrindo uma área quase quatro vezes maior que a da Alemanha, área equivalente a 3,7 vezes o estado de São Paulo!  absorvendo as maiores jazidas minerais do mundo no Brasil na cabeça do cachorro(seis lagos) e na reserva Yanomani Brasil[5].
Mapa esquemático do “Corredor Triplo A” (Fundación Gaia Amazonia)
Fundação Gaia e monitoramento internacional da Amazônia

O “Corredor Triplo A”  ou "ecológico"(de ecológico não tem nada é para subtrair territórios ricos, solo rico) não é uma ideia original do governo colombiano. De fato, este apenas adotou como iniciativa diplomática a proposta do antropólogo Martín von Hildebrand, diretor fundador da Fundación Gaia Amazonas e apresentado como “especialista na proteção da diversidade biocultural”. Em uma entrevista à rede alemã Deutsche Welle, ele apresentou a proposta, falando como se ela já estivesse em andamento:
Henry Kissinger, quando, ainda, Secretário de Estado dos EUA, ao afirmar que:  “Os países industrializados não poderão viver à maneira como existiram até hoje, se não tiverem à sua disposição os recursos não renováveis do planeta...... Para tanto, terão os países industrializados que montar um sistema mais requintado e eficiente de pressões, de constrangimentos, garantidores de consecução do seu intento.”  Kissinger referia-se, em tese, a todos os países periféricos, garantidores do nível de vida dos países centrais e  foi específico em relação ao Brasil e à nossa Amazônia.
Hildebrand, que nasceu em Nova York """mas é naturalizado colombiano""", foi diretor de Assuntos Indígenas no governo do presidente Virgílio Barco (1986-1990) e desempenhou um papel de grande relevância durante as negociações da Convenção 169 sobre Povos Indígenas e Tribais em Países Independentes da Organização Internacional do Trabalho (OIT), nas quais representou a Colômbia. A partir de 1990, tornou-se militante em tempo integral do aparato indigenista internacional, com a criação da Fundación Gaia Amazonas (FGA). A fundação é um braço da Gaia Foundation, estreitamente vinculada à Casa de Windsor, a família real britânica. O seu principal executivo, Edward Posey, foi treinado como piloto militar na Real Força Aérea (RAF) e recebeu a Ordem do Império Britânico (OBE) em 2007, por seus serviços à própria Fundação. No sítio da Fundação, a sua “missão” é assim definida:
Os Globalistas e a tomada de território
Como é praxe entre as ONGs que operam no topo da agenda do aparato ambientalista-indigenista internacional, a FGA funciona com doações de órgãos governamentais de países industrializados da América do Norte e da Europa, além de uma pletora de fundações privadas. Entre os seus beneficiários, encontram-se: Comissão Europeia; Global 2000; governo da Áustria; Ministério de Relações Exteriores da Dinamarca; Sociedade Sueca para a Conservação Natural; Embaixada dos Países Baixos na Colômbia; Agência Sueca de Desenvolvimento Internacional; Inter-American Foundation; Global Environment Fund; Skoll Fondation; Gordon and Betty Moore Foundation.  A FGA integra a Rede Amazônia de Informações Socioambientais Georreferenciadas (RAISG), formada por ONGs do Brasil, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela. No Brasil, os seus membros mais notórios são o Instituto Socioambiental (ISA) e o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). No sítio da RAISG, a missão da ONG é definida da seguinte maneira:
Vão vendo...A Rede recebe financiamento com doações, principalmente, das fundações Ford, Gordon and Betty Moore e Rainforest (Noruega).
O principal objetivo da Rede, desde a sua fundação, em 1996, é estimular e possibilitar a cooperação entre instituições que já trabalham com sistemas de informações socioambientais georreferenciadas na Amazônia.
Caso o governo brasileiro se deixe enredar pela proposta colombiana, seguramente, irá agregar um enorme fator adicional de dificuldades para a já complicada formulação de políticas de desenvolvimento para a Amazônia. Em lugar de iniciativas delirantes como o “Corredor Triplo A”, a região precisa urgentemente é de iniciativas de infraestrutura que proporcionem uma sinergia de esforços para o desenvolvimento compartilhado das suas populações, como ligações hidroviárias e ferroviárias transcontinentais. Por isso, se a proposta for concretizada, o destino das populações amazônicas passaria a ser determinado por aquele insidioso aparato internacional de “poder suave” a serviço da agenda geopolítica das potências hegemônicas do Hemisfério Norte.
Dilma homologou reservas "indígenas" na região das maiores jazidas minerais do mundo: O  “Corredor Triplo A” !!! ou "Corredor Ecológico"
- Vejam no mapa abaixo, a maior reserva indígena  homologada por Dilma em abril/15 fica na divisa com a Colômbia (Farc) e Venezuela (Maduro), a reserva cercará a região dos Seis Lagos em S.Gabriel da Cachoeira observem no topo do mapa abaixo,  acima de Japurá,  a cabeça do cachorro é ali, rica em nióbio, urânio, ouro, esmeraldas, terras raras,... as maiores jazidas do mundo, para quem?  Seria a liberação das FARC mediante o falso acordo de Paz negociado por Cuba e firmado pelo comunista presidente da Colômbia Santos para acontecer o "Corredor Triplo A"?? [2]
Resultado de imagem para mapa cabeça do cachorro AM
Dilma homologa novas reservas indígenas (comentário:dentro do corredor "ecológico" doando aos globalistas, Foro de São Paulo,... a maior reserva brasileira de minérios do mundo.)
Em outra frente, o aparato indigenista aproveitou a oportunidade proporcionada pela atual fragilidade política do governo e pressionou a presidente Dilma Rousseff, para acelerar a homologação de três terras indígenas. Duas delas, Mapari e Setemã, nos municípios de Fonte Boa, Japurá, Tonantins, Borba, e Novo Aripuanã, no Amazonas, e fecham a fronteira com a Colômbia, situando-se dentro do “Corredor Triplo A”. Tratam-se de processos antigos, mas a ocasião coincidiu com a “moratória” de 60 dias outorgada pela Câmara dos Deputados para a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215 (comentário: aonde tem reserva indígena tem o apoio do entreguista Senador por Roraima Romero Jucá afilhado de Sarney), que transfere ao Congresso Nacional a prerrogativa de demarcação de terras indígenas, até agora confiada ao Executivo.
USAID/EUA
Michael J. Eddy sempre trabalhou em países envolvidos em conflitos políticosmichael eddy
A agenda amazônica da USAID
A USAID também desempenhou papel fundamental na tentativa de desestabilização de vários governos nos últimos anos, como os de Venezuela e CubaO atual diretor dessa agência no Brasil é Michael J. Eddy, que ocupa o cargo desde agosto de 2015. Ela atua publicamente em países que passam por conflitos políticos, como Síria, Ucrânia, Líbia, Paquistão e Colômbia.
No Brasil, a agência trabalha há mais de 50 anos. Seu primeiro e mais famoso acordo com o governo brasileiro foi a parceria MEC/USAID, implementada no início da ditadura militar, que submeteu o ensino brasileiro aos critérios dos EUA (desinformação). A discordância com os acordos MEC/USAID se tornaria na época a principal reivindicação do movimento estudantil, cujas organizações foram em seguida colocadas na clandestinidade. Alguns setores acreditavam que o convênio com os Estados Unidos levaria à privatização do ensino no Brasil. Diante da violenta oposição levantada nos meios intelectuais e estudantis contra os acordos MEC/USAID, o governo criou, em 1968, um Grupo de Trabalho encarregado de estudar a reforma e propor um outro modelo, (comentário: a muito tempo que o Alto Comando das FF AA deixou de cumprir o seu dever de dizer NÃO! sabendo, que o marco do desenvolvimento de um país, é a cultura.)

Em agosto de 2015, mesmo mês do terceiro grande protesto antigovernamental contra Dilma Rousseff, organizado por movimentos financiados por instituições estadunidensesMichael J. Eddy  desembarcou em Brasília para dirigir a USAID.(comentário: o fabiano e falso judeu, marxista Rockfeller em ação, para tomar o Brasil  das garras do comunismo eurasiano, usando os EUA)

Esse novo plano de “internacionalização” dos processos políticos referentes às áreas transfronteiriças na Amazônia tem um importante antecedente na chamada Iniciativa para Conservação da Bacia Amazônica (ABCI, na sigla em inglês), lançada em 2005 pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), com o propósito da “coordenação das ações de diversos grupos ambientalistas e indigenistas nacionais e estrangeiros, provendo-os dos recursos e instrumentos de “governança ambiental” para o controle efetivo da forma de ocupação da região. A intenção era recrutar povos indígenas, populações tradicionais e ONGs nacionais e estrangeiras, para criar uma rede que em nada diferia de “um exército de ocupação pós-moderno”, como denunciamos na época.(comentário: tramaram durante todo o tempo para tomar a Amazônia brasileira usando o termo "ambientalista" "ecológico" "aquecimento global" mentirosos cretinos!.)
O IEB Instituto Internacional de Educação, que tem sede em Brasília (DF), é resultado de uma iniciativa conjunta da USAID e da seção estadunidense do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), contando com o apoio financeiro dos governos da Holanda e do Reino Unido e atuando em estreita vinculação com o ISA. (comentário: A cultura da desinformação para tomar territórios dentro do Brasil  atua desde os anos 60 financiada pela USAID e ONGs "ambientalistas".)
Resultado de imagem para Calha Norte da Amazônia brasileira
Não é coincidência que tais planos contemplem uma cobertura de toda a Calha Norte da Amazônia brasileira, região visada pelos poderes oligárquicos europeus desde os primeiros tempos da colonização do continente americano pelos portugueses e espanhois.
Resultado de imagem para mapa do Caribe com Brasil
http://www.keyword-suggestions.com/bWFwYSBkYSBhbWVyaWNhIGNlbnRyYWw/
A geopolitica do “Grande Caribe”
Finalmente, para situar com mais precisão a presente investida para a “internacionalização” efetiva da Amazônia, vale observar o artigo publicado em julho de 2012 pelos jornalistas estadunidenses Robert D. Kaplan e Karen Hooper, na página da agência de inteligência privada Stratfor, intitulado “A fonte do poder estadunidense”. Afirmam os autores:
Historicamente, o poderio geopolítico estadunidense tem a sua origem, não na Europa ou na Ásia, mas no Grande Caribe. O Grande Caribe é o mundo que vai de Yorktown às Guianas, ou seja, dos estados mesoatlânticos às selvas do norte da América do Sul. O Hemisfério Ocidental, como o estrategista holandês-americano Nicholas J. Spykman explicou, em 1942, não se divide entre a América do Norte e a do Sul. Ele se divide entre as latitudes ao norte da grande barreira da selva amazônica e as latitudes ao sul dela. Em outras palavras, sob uma ótica geopolítica, a Venezuela não é, absolutamente, um país sul-americano, mas caribenho. A maior parte da sua população de 28,8 milhões vive no norte, ao longo do Mar do Caribe, longe das selvas do sul.
Embora os cabeçalhos midiáticos de hoje falem do Oriente Médio e da Ásia, para muitos presidentes dos EUA, do início do século XIX ao início do XX, as crises de política externa se centraram no Grande Caribe. Foi um processo de 100 anos para que os jovens EUA, realmente, tomassem das potências européias o controle do Grande Caribe. O Grande Caribe – o Golfo do México e o Caribe, propriamente dito – é de fato uma extensão territorial de águas azuis do território continental dos EUA. Uma vez que os EUA puderam assegurar o controle do Grande Caribe, o país se tornou o hegemon do Hemisfério Ocidental, restando apenas o Ártico Canadense e o cone sul da América do Sul (inclusive as zonas de sombra da Bolívia, Equador e Peru), efetivamente, além do cinturão de segurança estabelecido pela marinha dos EUA nas Índias Ocidentais.
E, com o Hemisfério Ocidental sob a sua dominação, os EUA puderam, a partir daí, afetar o equilíbrio de poder no Hemisfério Oriental. As vitórias estadunidenses nas duas guerras mundiais e na Guerra Fria foram, originalmente, construídas sobre a geopolítica do Grande Caribe. Porém, como as distâncias entraram em colapso, em um Mundo mais densamente povoado e crescentemente unido pela tecnologia, o Grande Caribe volta novamente ao palco. (…)
Estados Unidos instala una nueva base militar en Perú 
“A liderança dos Estados Unidos exige que apoiemos a diplomacia com a ameaça da força.”!!! o chefe do órgão central de informações das Forças Armadas Americanas, Patrick Hugles, foi enfático: “Caso o Brasil resolva fazer um uso da Amazônia que ponha em risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos que estar prontos para interromper esse processo imediatamente.”  a localização destas bases na América do Sul. Desde o Paraguai até a Colômbia e, depois, nas Guianas as pistas e/ou bases militares norte-americanas contornam o mapa do Brasil. Para proteger o território brasileiro é que elas não estão ali! Os portugueses, seguindo as pegadas dos bandeirantes, construíram fortes ao longo dos rios amazônicos, isso nos séculos XVII e XVIII.  Temos que render muitas homenagens aos nossos tenazes antepassados e nunca nos esquecermos das sábias palavras de Aloísio Magalhães: “A trajetória de um povo se compara ao mecanismo de um bodoque, quanto mais para trás se consegue chegar com o elástico, mais adiante se avança com a pedra.”
A aerolinha venezuelana CONVIASA realiza vôos regulares entre Caracas, Damasco e Teerã, que são usados pelo Hezbollah para transportar agentes, recrutas e carregamentos dentro e fora da região. 
HESBOLAH NA AMÉRICA DO SUL E CARIBE!
A imagem pode conter: texto
Não apenas Maduro mas terroristas das FARC, iranianos, cubanos, libaneses e terroristas do Hezbolah há anos têm identidades e passaporte venezuelanos[11].
http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/estados-unidos-instala-una-nueva-base.html
US-base militar
Resultado de imagem para bases militares no PeruResultado de imagem para bases militares no Peru
A geopolítica do "Grande Caribe": ameaça à Amazônia e à integração da América do Sul
Demonstraram-se vínculos do Hezbollah com o narcotráfico, que o provê de milhares de milhões de dólares em lucros que são usados para financiar operações que representam ameaças aos Estados Unidos.
- O Brasil é outro lugar importante de ameaça, principalmente devido à sua parcela da população que é muçulmana, algo em torno de um milhão de habitantes,"pressagia uma série de novos desafios de segurança para os Estados Unidos e seus aliados na América Latina". Na última década Chávez forjou uma crescentemente íntima associação estratégica com o governo iraniano, o qual converteu a Venezuela em um "grande eixo de operações para o Hezbollah". Berman assegurou aos congressistas que o Hezbollah dirige centros de treinamento de militantes radicais venezuelanos no sul do Líbano, "para possíveis ataques em território norte-americano, e opera em campos de treinamento dentro da Venezuela, com o apoio de funcionários governamentais simpatizantes"[9].
Historicamente, o poderio geopolítico estadunidense tem a sua origem, não na Europa ou na Ásia, mas no Grande Caribe. O Grande Caribe é o mundo que vai de Yorktown às Guianas, ou seja, dos estados meso atlânticos às selvas do norte da América do Sul. O Hemisfério Ocidental, como o estrategista holandês-americano Nicholas J. Spykman explicou, em 1942, não se divide entre a América do Norte e a do Sul. Ele se divide entre as latitudes ao norte da grande barreira da selva Amazônia e as latitudes ao sul dela. Em outras palavras, sob uma ótica geopolítica, a Venezuela não é, absolutamente, um país sul-americano, mas caribenho. A maior parte da sua população de 28,8 milhões vive no norte, ao longo do Mar do Caribe, longe das selvas do sul.
Embora os cabeçalhos midiáticos de hoje falem do Oriente Médio e da Ásia, para muitos presidentes dos EUA, do início do século XIX ao início do XX, as crises de política externa se centraram no Grande Caribe. Foi um processo de 100 anos para que os jovens EUA, realmente, tomassem das potências europeias o controle do Grande Caribe. O Grande Caribe – o Golfo do México e o Caribe, propriamente dito – é, de fato, uma extensão territorial de águas azuis do território continental dos EUA. A influência sobre ele se deve à construção do Canal do Panamá, no início do século XX. Uma vez que os EUA puderam assegurar o controle do Grande Caribe, o país se tornou o hegemon do Hemisfério Ocidental, restando apenas o Ártico Canadense e o cone sul da América do Sul (inclusive as zonas de sombra da Bolívia, Equador e Peru), efetivamente, além do cinturão de segurança estabelecido pela Marinha dos EUA nas Índias Ocidentais. E com o Hemisfério Ocidental sob a sua dominação, os EUA puderam, a partir daí, afetar o equilíbrio de poder no Hemisfério Oriental. As vitórias estadunidenses nas duas guerras mundiais e na Guerra Fria foram, originalmente, construídas sobre a geopolítica do Grande Caribe.
Porém, como as distâncias entraram em colapso, em um mundo mais densamente povoado e crescentemente unido pela tecnologia, o Grande Caribe volta novamente ao palco. (…)
“A fonte do poder estadunidense”.
A menção a uma área “de Yorktown às Guianas”, ou seja, da Virgínia à fronteira com o Brasil, provém de um velho conceito dos Confederados estadunidenses mais radicais, como os Cavaleiros do Círculo Dourado, uma sociedade semi-secreta que, antes da Guerra Civil Americana (1861-1865) contemplava a criação de uma área escravagista oligárquica em toda aquela região. Não por acaso, o próprio Kaplan, como muitos dos mais proeminentes pensadores “neoconservadores” dos EUA, são admiradores abertos das ideias da Confederação, derrotadas por Abraham Lincoln, na Guerra Civil.
A isso, é preciso agregar a ideia oligárquica de “congelar” o desenvolvimento do que chamam a “Ilha da Guiana”, área delineada pelo rio Orinoco, o canal de Cassiquiare e o rio Negro, o que inclui toda a Calha Norte do Amazonas. O centro da “ilha” é, precisamente, o estado brasileiro de Roraima, que tem sido submetido a uma draconiana “esterilização territorial”, com a maior parte de seu território demarcado como áreas indígenas ou reservas naturais, que obstaculizam quaisquer atividades econômicas modernas. No caso, a miopia estratégica levou sucessivos governos brasileiros a permitir no estado a formação das gigantescas reservas ianomâmi e Raposa Serra do Sol, ambas fronteiriças.
A relevância de tais considerações se torna evidente, diante das considerações de Kaplan e Hooper, que antecipa uma oportunidade ideal para a implementação da estratégia mencionada, na morte do presidente venezuelano Hugo Chávez, que dá como certa, antes ou durante as vindouras eleições presidenciais no país, em outubro próximo. Ademais, ele ameaça a Colômbia com um processo de desestabilização, prevendo um retrocesso na guerra do Estado colombiano contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Fatos que, em sua avaliação, teriam um grande potencial de desestabilização de toda a região norte da Amazônia, diante dos quais adverte que os EUA poderiam até intervir militarmente, mas não evitariam o caos. Suas palavras:
Assim, Washington não poderia contar com uma estabilização, nem na Colômbia nem na Venezuela, sem falar na guerra das drogas no México, com 50 mil mortes desde 2006 – com a maior parte da violência ocorrendo no norte do México, próximo à fronteira com os EUA. Os EUA podem dominar o Grande Caribe, em termos do seu poderio militar convencional. Podem dominar o Grande Caribe, no sentido de que nenhuma potência relevante pode desafiar os EUA ali. Mas tal poderio estadunidense não pode garantir a estabilidade em lugar algum dentro da própria região.
Evidentemente, poder-se-ia considerar que o texto de Kaplan e Hooper é produto de um surto psicótico comum em estrategas desequlibrados sob condições de estresse agudo, em tempos de crise, exceto pelo fato de ele ser membro do Conselho de Política de Defesa (nomeado pelo então secretário de Defesa Robert Gates, em 2009), consultor do Exército, Fuzileiros Navais e Força Aérea dos EUA e ex-professor visitante da Academia Naval de Annapolis, onde ministrou um curso sobre “Futuros desafios de segurança global”. Semelhante currículo leva alguns analistas, como o jornalista mexicano Alfredo Jalife-Rahme, a considerá-lo como “um arauto do Pentágono para sentir o pulso de seus adversários e/ou ameaçá-los”. A revista Foreign Policy, onde escreve regularmente, o considera entre os 100 maiores pensadores estratégicos globais. Embora com um currículo mais modesto, sua colega Hooper é diretora de análises para a América Latina e África da Stratfor.
Está claro que o aprofundamento da crise econômico-financeira mundial, o declínio militar dos EUA e a emergência de um pensamento estratégico temerário em certos círculos hegemônicos, constituem uma séria ameaça real à soberania dos Estados nacionais ibero-americanos. Isto implica em que a delimitação de gigantescas áreas na Amazônia brasileira como autênticas “zonas de exclusão econômica”, por motivos ambientais ou indígenas – seja por ingenuidade ou irresponsabilidade – passa ao largo da possibilidade real de que estas possam transformar-se em alvos de operações militares.
Para o Brasil, evidentemente, tal perspectiva torna urgente a necessidade de uma drástica reversão da política de demarcação de reservas indígenas desproporcionais, juntamente com a promoção de uma ocupação socioeconômica racional da Região Amazônica, com um engajamento efetivo das próprias populações indígenas, segundo as suas peculiaridades culturais, no desenvolvimento e na defesa da soberania brasileira. Antes tarde do que nunca[7].

Corredor "Ecológico" Proposta levada pelo Presidente Santos para CPO21 em Paris, com apoio do Foro de São Paulo, com objetivo mentiroso de salvar o mundo do aquecimento climático.

Bem… se for para recuperar toda a nossa ancestralidade melhor voltar para a África que vai dar mais certo. 

Fonte pesquisa::
http://msiainforma.org/corredor-triplo-a-para-consolidar-internacionalizacao-e-engessamento-da-amazonia/ 
[1]http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/05/diretrizes-no-4-ano-0-do-conselho.html
[2]https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Lutzenberger 
[3]http://www.paznocampo.org.br/Blog/popposts.asp?id=117
[4]http://gaiaamazonas.org/
[5]http://www.dw.com/en/planning-the-worlds-largest-protected-area/a-18271572
http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/farc-falso-acordo-de-paz-governo.html
[6]http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/lutzenberger-criou-fundacao-gaia-1-no.html
[7]http://www.marcosdearaujo.com.br/component/content/article/2-noticias/323-corredor-triplo-a-para-consolidar-internacionalizacao-e-engessamento-da-amazonia
[8]http://revistaparques.net/2013-2/articulos/el-proyecto-transfronterizo-corredor-ecologico-islas-del-caribe-sur-una-perspectiva-desde-venezuela/
https://gz.diarioliberdade.org/brasil/item/31257-quem-e-michael-j-eddy-diretor-da-usaid-no-brasil.html
[9]Tradução: Graça Salgueiro  MSM   http://revistacalibre.blogspot.com.br/2014/02/venezuela-e-brasil-paises-onde-o.html
[10]https://noticiasmilitares.blogspot.com.br/2012/01/discurso-feito-pelo-vereador-werner.html

Discurso feito pelo Vereador WERNER REMPEL - PPL na Câmara de vereadores de Santa Maria (RS)

[11]http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/nicolas-maduro-e-colombiano.html