domingo, 21 de maio de 2017

FHC, Robert Rubin, Lula, Henrique Meirelles, FMI

A offshore com sede em Delaware que é beneficiária de uma participação de 14% do JBS, tem como sucessor uma apólice de seguro.
Essa apólice teria como beneficiário o Lula e família.
Essa apólice está nas mãos de um ex-diretor do Citibank.
A Receita Federal já aplicou uma multa de R$ 1 bi no Citibank e a Justiça brasileira e Americana já solicitaram ao Citibank que entregue quem é a pessoa física por trás dessa lavagem de dinheiro.
Joesley Batista dono da J&F-Friboi refugiado em Nova York! Quem o protege?


Quem é o diretor do Citibank aonde Lula tem a apólice de ser proprietário da Friboi? é Robert Rubin(ex-diretor do FMI), ele sempre aparelhado ao governo brasileiro junto ao FMI(abaixo) lembra a fraude da Brasil Telecom por Lula para abocanhar a BrOi? o Citibank de Daniel Dantas intermediou depois, ninguém mais ouviu falar de DD. Fiquemos de olho nessa dinheirada toda indo para os EUA não será para pagar ROMBOS que os governos ingerentes e entreguistas deu no FMI e camufladamente para o povo não saber estão praticando o estelionato empresarial para pagar a dívida e vendendo o Brasil? Será que a PF ou MPF ou as FFAA não tem essa malícia em perceber os fatos? Porque os presidentes estão sempre juntos um encobrindo os erros dos outros? (Robert Rubin americano, é o Henrique Meirelles brasileiro à serviço da nom)




terça-feira, 16 de maio de 2017

SOMOS REFUGIADOS NO PRÓPRIO PAÍS

 Legislação que, aliada à venda indiscriminada de imensas porções de terras brasileiras para estrangeiros, busca uma globalização tardia, de olho apenas nos pretensos benefícios econômicos que a nova norma poderá trazer para os cofres do Estado.

Importante matéria!  E atenção! Também já há tratativas para a reativação  do 'Acordo de Alcântara', do início dos anos 2000, altamente  lesivo à Soberania Nacional.
    REPASSEM!! 




Em Domingo, 14 de Maio de 2017 14:08, MANOEL NETO

quinta-feira, 11 de maio de 2017

HÁ 53 ANOS ATRÁS...A SAGA MALDITA DOS SACRIPANTAS

 História é Verdade e Justiça!
    'Esquecer também é Trair!'

     REPASSEM!!

 
Fala aos sargentos: Princípio do fim  -  ADIRSON DE BARROS
Texto de Glauco Carneiro - Fotos de João Rodrigues
Perante mil sargentos das Forças Armadas e Auxiliares, o Sr. João Goulart, em violento discurso, pronunciado na noite de segunda, tornou irreversível sua posição de esquerda e desencadeou, graças a essa definição, feita em termos candentes, a movimentação das forças que o derrubaram. Consideraram os chefes da revolta que, transigir mais com a posição ostensiva do Sr. Goulart, seria decretar a morte da democracia. O discurso de Jango, a 30 de março, foi o começo do fim.
Ênfase de Jango: ato final
Na opinião unânime dos chefes da “Revolução Libertadora pela Democracia”, a reunião a qual compareceu o Sr. João Goulart na noite de segunda-feira, quando acesas estavam ainda as paixões ocasionadas pela rebelião dos marinheiros, foi a gota d’água que fez transbordar o copo. E o que houve nessa reunião?
Há alguns meses a Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar do Ministério da Justiça (a que optou pelo serviço federal) convidara o Sr. João Goulart para se fazer presente à festa do 40º aniversário da entidade, convite este adiado, a pedido do próprio Sr. Goulart, para outra oportunidade. Sentindo, porém, o Presidente, que se avolumavam as críticas contra a sua orientação julgada “quebrantadora da hierarquia e disciplina militares”, principalmente no caso dos marinheiros chefiados pelo Cabo José Anselmo, quis dar uma demonstração de força e prestígio junto aos escalões menores das Forças Armadas, aceitando a homenagem que lhe seria prestada pelos subalternos sediados na Guanabara, que aceitavam a sua orientação. A reunião da ASSPM realizou-se, portanto, com oradores inflamados e com discursos que repisaram, invariavelmente, a mesma tecla: reformas.
E reformas nas próprias Forças Armadas. Chegou mesmo a ser vaiado o Sargento Ciro Vogt, um dos oradores, que se atreveu a fazer reivindicações e agradecer ao Sr. Goulart benefícios prestados à classe dos sargentos. Foi vaiado porque, conforme declarou, respeitava os regulamentos disciplinares e se sentia impedido de fazer declarações políticas.
O discurso do Sr. João Goulart nessa reunião, realizada no Automóvel Clube, foi considerado pelos observadores como o mais violento de sua carreira, acusando seus adversários de subsidiados pelo estrangeiro e prometendo as devidas “represálias do povo”.
A exaltação do ambiente, carregada ainda mais pela presença de agitadores comunistas, atingiu o auge quando da chegada do Almirante Cândido Aragão e do Cabo José Anselmo, tendo-se ambos abraçado sob os aplausos gerais. Anselmo quis falar à força na reunião, só sendo impedido por interferência direta do Gabinete Militar de Goulart.
Os chefes militares avaliaram a repercussão de uma reunião como essa, em que a hierarquia cedeu lugar a uma indisciplinada confraternização, e decidiram deflagrar a revolta. O discurso de Jango fora o último pronunciado como Presidente.
POR QUE JANGO CAIU
O Sr. João Goulart perdeu o jogo no momento em que, abandonando a tática da conciliação política, que prevaleceu nos dois primeiros anos de seu governo, preferiu comandar ostensivamente o esquema da esquerda radical que tinha numa entidade juridicamente ilegal, o Comando Geral dos Trabalhadores, o centro de suas atividades revolucionárias.
Chegando ao Poder pela sua extraordinária habilidade política, usada principalmente no amaciamento dos impulsos revolucionários do seu cunhado Leonel Brizola e de uma paciente e longa viagem da Ásia a Porto Alegre quando ganhou tempo para assumir de modo pacífico a Presidência vaga com a renúncia de Jânio, o Sr. João Goulart passou a estruturar um dispositivo de segurança baseado em alguns oficiais de sua confiança pessoal.
Esse dispositivo teve que ser revisto mais de uma vez. As contingências do regime parlamentarista obrigaram o Presidente Goulart a manter no Ministério da Guerra o General Nelson de Melo, notoriamente anticomunista. Derrubado o sistema parlamentar de governo, através de uma intensa pressão política, sindical e militar, pode, então, o Sr. João Goulart preparar o caminho para sua futura aliança total com as esquerdas.
A Marinha e a Aeronáutica passaram a ter, a partir do primeiro ano de governo presidencialista, comandos fiéis ao Presidente. O Ministério da Guerra foi entregue, então, ao General Amaury Kruel, amigo pessoal do Presidente mas oficial tão anti-comunista quanto o seu antecessor na Pasta. O Sr. Leonel Brizola iniciou, então, e vitoriosamente, uma intensa campanha, pelo rádio e televisão, contra a permanência de Kruel no comando-geral do Exército.
O General legalista Jair Dantas Ribeiro foi convocado para assumir o Ministério da Guerra. Construiu, então, um esquema militar inteiramente legalista e anticomunista, substituindo mais de cem comandos em todo o território nacional.
Para manter, porém, um dispositivo militar esquerdista, fiel às reformas econômicas que propunha e à sua futura aliança com a esquerda, o Sr. João Goulart levou para a chefia de seu gabinete militar o General Assis Brasil. Aí começou a estruturação de uma ampla frente esquerdista, política, sindical e militar, sob a orientação política da Casa Militar da Presidência.
A um ano e meio das eleições presidenciais o Senhor João Goulart recusava-se a conversar sobre a sua sucessão. O Sr. Juscelino Kubitschek, que seria o candidato natural do esquema governista, teve seu nome sumariamente vetado pelas forças esquerdistas mais radicais, que obedeciam ao comando do Deputado Leonel Brizola. Deu-se o esvaziamento da candidatura Kubitschek e o crescimento da candidatura Lacerda, na área oposta.
As lideranças políticas, inclusive as mais próximas do Presidente Goulart, passaram a desconfiar das intenções continuistas do chefe trabalhista. O PSD não lhe dava cobertura parlamentar para as reformas. A UDN liderava, no Congresso, a anti-reforma. Estruturava-se, assim, um dispositivo de defesa do regime democrático, que os principais partidos e vários governadores comandados por Adhemar e Lacerda puseram a funcionar inicialmente na área puramente política para, mais tarde, ganhar a consciência e o apoio das Forças Armadas.
O Governo fez várias tentativas de contenção desse dispositivo oposicionista. Mal aconselhado tanto política quanto militarmente, o Sr. João Goulart contava, apenas, com apoios populares, suportes sindicais e sua intuição e habilidade política para sobreviver. A inflação se agravava, desmoronavam-se os planos administrativos do Governo. Necessário que o Presidente apressasse sua aliança com as esquerdas, passasse a comandá-las ostensivamente a fim de ocupar o espaço de tempo, os dois meses que separavam a primeira quinzena de março da oficialização da candidatura Lacerda, já marcada para princípios de abril. Com a candidatura Kubitschek já lançada pelo PSD, restava ao Sr. João Goulart fazer a sua opção: ou marcharia com ela, ou concentraria seus esforços para a esquematização de uma candidatura esquerdista com tintas democráticas. Ele desprezou a solução eleitoral e decidiu romper a barreira da conciliação política, indo ao encontro das lideranças identificadas com o pensamento marxista.
Estaria absolutamente convencido o Presidente Goulart de contar com apoios militares para essa jogada? Estaria certo que as forças militares dariam cobertura, ao menos parcial, às teses defendidas pela esquerda radical e comunistas no palanque armado em frente ao Ministério da Guerra no dia 13 de março? O simples fato da presença do General Jair Dantas Ribeiro naquele palanque não autorizava a ninguém a acreditar que Exército, Marinha e Aeronáutica estavam solidárias com a nova posição do Presidente da República.
A partir do comício do dia 13, radicalizaram-se as posições políticas e as Forças Armadas começaram a se sensibilizar. O Decreto de desapropriações de terras, o do tabelamento dos aluguéis, o de encampação de refinarias de petróleo foram os dados menos importantes na crise que se armava. Para exercer a sua autoridade de Presidente da República e para tomar medidas administrativas até mesmo reformistas, o Sr. João Goulart contava, ao menos aparentemente, com a cobertura militar do esquema montado pelo Ministro Jair Dantas Ribeiro. Mas o próprio Ministro confessava, em conversas confidenciais, que não teria condições para mobilizar seus comandos no sentido de prestigiar uma solução golpista para o problema sucessório, nem de esquerda, nem de direita.
Na realidade - verificou-se mais tarde - O Presidente Goulart não tinha estruturado um dispositivo militar de esquerda, capaz de prestigiar sua aliança com os revolucionários. Se estava mal-informado pela sua assessoria militar chefiada pelo General Assis Brasil, não se sabe. Se agiu conscientemente, certo de que contaria com a cobertura popular para a sua ação, só ele poderá responder.
A verdade é que, a partir do momento em que consolidou sua liderança esquerdista, o Senhor João Goulart foi radicalizando sua posição política e arrastou suas teses para os quartéis. Do outro lado, as forças oposicionistas passaram da tática política para a estratégia militar. Construiu-se, rapidamente um poderoso dispositivo militar inicialmente defensivo, para evitar que o CGT, a UNE, a Frente Parlamentar Nacionalista, os Comandos do Deputado Brizola, o Governador Miguel Arraes - o esquema da esquerda radical - pudessem dar solução prática às teses revolucionárias que defendiam.
De um lado, o Sr. João Goulart estimulou a reação de sargentos e praças, soldados e marinheiros à política tradicional das Forças Armadas, provocando um clima de indisciplina que se generalizou na Marinha sob a orientação do Almirante Aragão. A insubordinação de marinheiros e fuzileiros navais, e a solução dada pelo Presidente à crise na Armada, fazendo o Almirante Aragão retornar ao comando dos fuzileiros, pondo no Ministério um almirante identificado com o marxismo e designando o Almirante Suzano para o Estado-Maior, já encontravam, do outro lado, uma poderosa aliança de governadores do Centro-Sul, com cobertura militar do II Exército do General Kruel.
Há mais de dois meses que essa aliança estava sendo esquematizada. Ney Braga aderiu a ela quando da visita do Governador Lacerda a Curitiba. Adhemar, Lacerda e Meneghetti já estavam entendidos. Faltava a adesão de Magalhães Pinto. O próprio Lacerda a obteve, entregando ao Governador mineiro o comando-geral das forças democráticas. Mato Grosso e Goiás foram adesões que se fizeram naturalmente, devido à situação geográfica dos dois Estados centrais e da posição ideológica de seus governadores.
Quando o Governador Adhemar de Barros afirmava que tinha condições de reagir à investida esquerdista, não estava blefando. Quando os dirigentes da esquerda radical afirmavam que a revolução estava ganha e eles já se aproximavam do Poder, estavam mentindo. Não contavam as esquerdas com a opinião pública, e o esquema adversário era tremendamente mais poderoso.
O choque pareceu inevitável no momento em que o Presidente João Goulart resolveu tornar irreversível sua posição de comandante de um esquema mal estruturado, e baseado tão-somente na sua liderança popular e nas falsas lideranças sindicais comunistas. Quando falou a sargentos e marinheiros, no dia 30 de março, atacando seus adversários e mantendo sua determinação de ir mais adiante nos seus propósitos, o Sr. João Goulart fez, definitivamente, sua opção. Preferiu contar com as forças populares que esperava se rebelassem em todo o País para enfrentar a reação política e militar ao seu novo governo, à quebra da hierarquia nas Forças Armadas e ao poder sindical representado no CGT.
Essas forças, porém, não foram suficientes para manter o Sr. João Goulart no Poder e garantir a sobrevivência de seu esquema político. Muito mais poderosas do que elas, melhor articuladas, e com apoio da opinião pública dos principais Estados do País, eram as forças contrárias.
O Sr. João Goulart marchou, então, para a luta, consciente de que contava ao menos com os trabalhadores mobilizados pelos sindicatos e com a lealdade dos chefes militares à autoridade do Presidente da República. Mas os sindicatos falharam totalmente na mobilização das massas operárias, e os chefes militares viram-se na contingência - cruel para eles - de sacrificar o mandato do Chefe da Nação para evitar a desagregação das Forças Armadas, a tomada do Poder pelo esquema esquerdista radical e, quem sabe, a guerra civil no País.
O General Kruel não desejava a deposição do Presidente. O General Jair nunca a desejou. Nem o General Âncora, nem o General Castelo Branco. O Comandante do II Exército chegou a sugerir ao Presidente, no momento em que suas forças se preparavam para marchar sobre o Rio, que desarticulasse o sistema esquerdista, fechasse o CGT, normalizasse a situação na Marinha e ele, Goulart, contaria com o apoio das Forças Armadas.
Mas o Presidente disse não.
Não sacrificaria seus aliados, frase que repetiria, mais tarde ao Ministro Jair Dantas Ribeiro, quando este lhe fez idêntico apelo. Estava o Presidente diante de uma opção que lhe era colocada pela quase totalidade das Forças Armadas: ou desarticularia o dispositivo de esquerda que passara a comandar, ou os generais teriam que tomar posição para defender a integridade do regime democrático que juraram defender.
Conscientemente, o Sr. João Goulart marchou para o sacrifício. Não recuou um passo, quando poderia ter declarado a ilegalidade do CGT, reformado o comando da Marinha e mantido a prisão do Almirante Aragão, decretada pelo Ministro Silvio Mota.
E quando já se esperava o choque das forças do II Exército com as tropas da Vila Militar, que se mantinham fiéis ao Presidente, o General Jair - recusado o apelo que fez ao Sr. João Goulart - renunciou ao posto, deixando ao Estado-Maior do Exército a decisão suprema.
O Presidente pensou em resistir, mas nunca na Guanabara, onde os comandos militares agiam com extraordinária rapidez na mobilização de tropas e no encaminhamento de uma solução política para a crise.
Não tendo renunciado ao posto nos momentos decisivos da crise, o Presidente quis que se caracterizasse a sua deposição. Escolheu o seu caminho, quando teve todas as condições para contornar a crise no seu primeiro instante. Trocou o seu mandato pela liderança popular que espera exercer na faixa revolucionária que o Sr. Brizola ocupou sozinho nos dois últimos anos.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

LIGAÇÕES HISTÓRICAS DA INGLATERRA COM O CALIFADO


É consabido a ligação do Príncipe Charles com tariqas islâmicas. Mas, é praticamente desconhecido a ligação política estreita é íntima entre a Inglaterra e o Califado. Quanto a isso, o texto abaixo, de Priscila Garcia é ilustrativo:
"Um pouco de História:
O Império britânico, no século XIX, tinha INTERESSE em prestigiar muçulmanos porque a minoria muçulmana que existia na ÍNDIA - então parte deste enorme império - era ÚTIL para impedir, ou pelo menos MINIMIZAR, que o sentimento de NACIONALISMO HINDU se expandisse e ameaçasse o domínio britânico na Índia.
Ou seja, os british prestigiavam os muslims na India dentro do princípio romano do "dividir para dominar" - mesmo ANTES de se descobrir a utilidade de um treco chamado "petróleo"...
QUANDO tanto o treco quanto a sua utilidade foram descobertos, primeiro na então Pérsia e depois no Iraque, esta aliança se acentuou: e o Império britânico passou a se intitular "defensor da "integridade do Império Otomano", sob cuja REGRA todo o Dar al-Islam - ou a UMMAH, que é a comunidade islâmica mundial - estava submetida.
Na guerra da Criméia, que se estendeu de 1854 a 1856, a Grã-Bretanha e a França lutaram unidas EM PROL da defesa do Império Otomano, CONTRA a Russia czarista.
Na época em que este Império Otomano, já decadente, escolheu lutar ao lado da Alemanha na Primeira Guerra, ele controlava ainda a Síria, o Iraque e toda a Palestina: e os britânicos então passaram a prestigiar os ÁRABES muçulmanos, que detestavam os TURCOS muçulmanos que os dominavam há séculos.
Ou seja, foi com a ajuda ocidental que o controle do califado foi transferido dos TURCOS para os ÁRABES: e o Império britânico oficialmente fez uma proclamação dirigida aos povos árabes afirmando que, "embora a Turquia tivesse se tornado um inimigo, a política britânica com relação ao Islam continuaria a ser amistosa".
Na verdade, o Império britânico garantia independência aos países árabes, em troca de seu apoio na I Guerra - mas, quando a guerra acabou, essa garantia acabou constando de sua transformação em "protetorados britânicos".
A IDÉIA do Império britânico era RECONFIGURAR o califado, fazendo da Arabia Saudita a sua SEDE, sempre supondo que o domínio britânico sobre esta parte do mundo seria MANTIDO: pode-se dizer que foi o Império britânico quem CRIOU a configuração do que hoje é conhecido como "Oriente Médio". Os britânicos achavam que o mundo islâmico SEMPRE poderia ser controlado e manipulado - por eles, é claro - através do controle da pessoa do CALIFA.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Poluição chinesa impede ver a Terra e partem para estrangular o Brasil e o Ocidente


Os argumentos adotados para essa espécie de linchamento virtual foram típicos da ideologia radical “verde”: “história de 70 anos manchada por repetidas violações dos direitos humanos (ONU), condições desumanas de trabalho, pilhagem do patrimônio público e exploração cruel da natureza”. - A Vale, como outras empresas visadas, pretende se defender com pesados investimentos em favor da proteção e conservação ambiental. Quem rompeu os dutos em Mariana? os globalistas internacionais, mas, a responsabilidade total ficou para a Vale! E o governo omisso, vendido, se cala.

O fato se repete com frequência. As nuvens de poluição na imensa área são geradas por centrais térmicas arquiprimitivas que funcionam queimando carvão. - A ditadura comunista já fez saber à comunidade internacional que enquanto seu desenvolvimento o exigir, nada fará para corrigir a intoxicação que prejudica seus cidadãos-escravos e o ar do planeta.
Em 2017 foi empossado o novo presidente dos EUA, Donald Trump. Ele deixou claro que não acredita nos blefes apocalípticos do ambientalismo radical e acenou com a possibilidade dos EUA abandonar o irreal Acordo de Paris assinado por seu predecessor na COP21. (O mesmo acordo suicida que Collor  assinou na ECO/92 frente a imposição do Bush (pai))


domingo, 7 de maio de 2017

Hussein Kalout Secretário de Assuntos Estratégicos




O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, fez um pronunciamento  em Nov/2014 que a imprensa não divulga,, afirmando que “A América não foi descoberta por Cristóvão Colombo em 1492, mas sim por “navegadores muçulmanos” três séculos antes”. Além de querer mudar o passado usando a mentira, o presidente também parece querer mudar o futuro do continente, oferecendo-se para patrocinar a construção de mesquitas para expansão do islã.

Temer deu prosseguimento as determinações do Foro de São Paulo cumprindo os protocolos da UNASUL: os islâmicos  invadindo a América Latina com direitos que os latinos não tem.
76 líderes musulmanes de 40 países, bajo la dirección de Mehmet Görmez, jefe de Diyantet. Entre los participantes hubo emisarios de Brasil, Venezuela, Argentina, Chile, México, Suriname, Uruguay, Paraguay, Nicaragua, Panamá, Colombia, Bolivia, República Dominicana, Guyana, Perú, Colombia, Cuba, Ecuador, Jamaica y Haití.
Embora nem todo árabe seja muçulmano, durante séculos o chamado Mundo Árabe reuniu a maior parte dos seguidores de Maomé do planeta. O último grande império a levar a mensagem de submissão a Alá foi o Otomano, cuja sede ficava na atual Turquia. Putin já se comprometeu a restaurar o Império Otomano. Aonde? Na América Latina?



Putin pretende restaurar o Império Otomano
Bracor Consultoria Imobiliária: Coordenador líder: Banco BTG Pactual S.A André Esteves; - Formador de Mercado: Banco BTG Pactual S.A; - Escriturador: Itaú Corretora de Valores S.A.
Grupo  Bracor, que ainda existe juridicamente, tem como sócios, Betancourt; a Equity (do megainvestidor americano Sam Zell); a família real Emirates  Abu Dhabi, a família real saudita; o Morgan Stanley; a Bercley; e o Itaú BBA.
Todo país soberano tem o guardião do seu solo das suas RESERVAS porque no Brasil governante algum fala sobre isso nem ao menos o Alto Comando das Forças Armadas. O descaminho das Reservas e das terras no Brasil principalmente as terras da União em locais demarcados como terras raras, segue caminhos assustadores.




sábado, 6 de maio de 2017

O MUNDO SIONISTA que vivemos

A inimizade é apenas um show para o público mundial das “boas pessoas”.
Vocês sabiam que Israel ocupa uma parte da Arábia Saudita desde 1967? Sim, é um segredo mantido a sete chaves. Trata-se das ilhas Tiran e Sanafir no estreito que liga o Golfo de Akaba com o Mar Vermelho, entre o extremo sul do Sinai com a Arábia Saudita. Arábia Saudita até hoje nunca exigiu que as forças armadas israelitas se retirassem de seu território. Por que não?
Isto explica também porque a Arábia Saudita pode ainda existir como a ditadura mais nojenta e brutal, e o ocidente se cala diante disso. E não apenas se cala, como realiza negociações de grande vulto e fornece diversos armamentos a este regime criminoso. Na Arábia Saudita as mulheres não têm permissão nem ao menos para dirigir, mas a chanceler Angela Merkel aparece para uma visita e beija os pés dos sauditas.
Arábia Saudita  e Israel são lacáios um do outro

E NO BRASIL!!!!!!!


Temer "ou" nomeia em maio de 2017, o islâmico Hussein Kalout  especialista em política internacional  no Oriente Médio, pesquisador da Universidade Havard,  para ocupar o cargo no Brasil de ministro  da secretaria de assuntos estratégicos da presidência da República ABIN,  extinta após pedido de demissão do então ministro de assuntos estratégicos Mangabeira  Unger. Atentos para a nova MP que Hussein Kalout fará acontecer aos imigrantes então liberados de entrar e sair no Brasil, e o direito a explorar os 67 milhões de hectares que Mangabeira Unger  professor na universidade Havard do sionista Rockfeller liberou com a MP 458 de 2008

MP 458 Mangabeira Unger manipulou 67 milhões de hectares de terras na Amazônia são terras devolutas, câmara incrementou, senado aprovou, Lula transformou em Lei!, e Lei Inconstitucional ! —  Escrito em inglês em 1992 (ocasião da assinatura por Collor da ECO/92), e preparado, pelo ex-ministro de Assuntos Estratégicos Mangabeira Unger, que deixou o cargo no fim de junho/2009, o texto era um umbrella deal (acordo guarda-chuva) com perspectivas de negócios no Brasil. Entre os 160 itens do documento, um deles traçava estratégias de entrada no bilionário mercado de mineração. De 2007 até hoje, mais de 1,4 mil pedidos de autorização de pesquisa mineral, em treze estados do País.  Já aprovadas mais da metade das autorizações, 80% delas em terras da União.   As outorgas para esse tipo de atividade são concedidas pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) do Ministério de Minas e Energia, e começou a garantir as concessões a partir das gestões de dois ministros diretamente controlados pelo senador José Sarney (PMDB-AP), Silas Rondeau e Edison Lobão,  hectares onde se concentram riquezas minerais incalculáveis em forma de manganês, ouro, alumínio, fosfato, ferro, níquel, bauxita, nióbio, diamante e petróleo[1] 

O deputado Otavio Mangabeira (UDN) traiu Getúlio Vargas se tornando informante do FBI; pai de Mangabeira Unger, professor na universidade de Rockfeller, que retornou ao Brasil após Collor assinar a Agenda 21 na ECO/92, acobertado pelos  sionistas comunistas nacionais e internacionais, na trama pela usurpação do Brasil,  comprando  os governantes corruptos, incompetentes, que entregaram o Brasil por 33 moedas.
Essa sensacional foto de Ibraim Sued flagra o deputado Otávio Mangabeira, da UDN, beijando a mão do general Eisenhower, em visita ao Congresso brasileiro, na Constituinte de 1946, durante governo Dutra, que deu uma guinada em favor dos interesses americanos no Brasil, contrariados pelas políticas nacionalistas colocadas em prática por Getulio Vargas, deposto em 1945, pelas armações do poder internacional captaneados pelos Estados Unidos e Inglaterra, o poder anglo-saxão, anti-getulista. Diante das críticas a esse beija mão vergonhoso, que retrata, excepcionalmente, a vocação entreguista da UDN, aliada carnal de Washington contra os interesses nacionais, subiu à tribuna da Câmara, para defender Mangabeira, o outro udenista cearense/baiano, Juracy Magalhães, traidor de Getúlio, que se aliou aos EUA, tornando-se informante do FBI. Posteriormente, como embaixador do Brasil em Washington, na ditadura militar(governo CB), Juracy diria que o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil. Era o contexto pós-primeiro governo getulista(1937-1945), em que as forças internas reacionária aliadas dos Estados Unidos começavam a inverter, sob governo Dutra, as políticas nacionalistas getulistas, especialmente, criando condições para que o governo brasileiro adotasse medidas altamente vantajosas para as empresas multinacionais americanas, incomodadas com as decisões de Getúlio para favorecer as empresas nacionais. Esses benefícios fiscais e creditícios, de grande extensão, perdurariam pelos tempos afora, tornando-se os principais fatores que debilitaram as forças econômicas nacionalistas, erguidas por Getúlio, depois da crise de 1929, como estratégia para industrializar o país, promovendo substituição das importações. Infiltrada pelos interesses antinacionais, a economia brasileira sofreria os contratempos decorrentes das crises externas que seriam criadas nos anos seguintes pelas contradições decorrentes da expansão do capitalismo anglo-saxão, expressas em sobrea cumulação excessiva de capital especulativo, cujas consequências foram sempre transferidas para a periferia capitalista como ônus bárbaro a ser suportado por ela, em meio aos quais explodiriam, especialmente, na América do Sul, o quintal dos Estados Unidos, as recorrentes crises políticas, traduzidas em golpes militares e supressão do processo democrático. http://independenciasulamericana.com.br/2012/09/miserias-do-brasil-economicamente-colonizado/
Notas:
Quem controla a Arábia saudita é o capital sionista europeu(principalmente inglês) e o americano de mãos dadas....quem quer uma teocracia é o sionismo não o islamismo...isso é o que a grande mídia quer que se acredite:bode expiatório...a judeuzada mercantilista passa ilesa...é uma tática usada há séculos....a conta fica sempre nos associados eles passam ilesos...Cruzadas era isso também....deter o comercio árabe concorrente , a conta na História ficou para os sócios os Cruzados, mas a elite mercantil judaica nos bastidores a controlar tudo.....o mesmo se deu na expansão marítima, eles detinham o monopolio de escravos e do açúcar, e o ouro do Brasil,,,mas a conta ficou pra quem? r,rs, essa elite não tem todo esse poder do nada ou de repente...um poder desses leva séculos e séculos para ser construído. (Márcia Zaros)
[1] http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2009/07/mp-458-mangabeira-manipulou-camara.html