domingo, 28 de fevereiro de 2016

Jesuíta Francisco, MST, Instituto Pólis, Brot für Welt Berlin, e os conselhos populares

O povo não se dá conta, hoje 28/02/1016 acontece em SP o encontro do Instituto Pólis dos "conselhos populares"[1.1], a grande mídia não divulga, o Instituto Pólis uma ONG (Organização Não Governamental) [2] de atuação nacional e internacional, “transformações de mente” usando como temas o “racismo, gaysismo, moradia, pobreza, cultura,”etc, quando o governo autoritário, destina apenas 3,4% do PIB para a educação, 3,91% para a saúde,... e 42,2% para a dívida pública (que dívida é esta? à serviço de quem???). Enquanto o decreto autoritário 8243 da Dilma  que sacramenta a ditadura do proletariado, que transformando mentes pelas instituições, adormece no Senado. 
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O Instituto Pólis ONG fundada em 1987  apóia diretamente os movimentos populares. Em 1991, dispôs-se a introduzir a questão urbana na Rio 92 e propôs a criação de uma conferência específica sobre as cidades. O documento "Por Cidades, Vilas e Povoados, Justos, Democráticos e Sustentáveis", elaborado na Conferência da Sociedade Civil sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, coordenada pelo Instituto durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento  ONU(ECO-92). O Instituto Polis é também responsável pela edição brasileira do jornal Le Monde diplomatique. O jornal Le Monde diplomatique Brasil é uma iniciativa conjunta do Instituto Paulo Freire (IPF) e do Instituto Pólis. 
Futebol, Educação e Solidariedade, propõe projeto idealizado pelo Papa Francisco.
Coordenador Geral I.Pólis: Nelson Saule Júnior -  Scholas projeto idealizado pelo Papa Francisco.
Brot für die Welt - Pão Fundação para o Mundo  Caroline Michaelis-Straße 1  10115 Berlin
Pão Fundação para o Mundo  - Banco de Igreja e Diakonie eG - KD-Bank 
BIC GENODED1DKD IBAN DE16 3506 0190 1567 4100 10
O Instituto Pólis apoio de Brot für die Welt Berlin;  aderiu ao acordo da fundação Scholas Occurrentes (Papa Francisco). Assinado pelo historiador Célio Turino(ex-militante do PC do B/Rede) e pelo Papa Francisco, o convênio firma uma cooperação entre a Scholas e a rede Cultura Viva Comunitária Portaria do Ministério da Cultura (MinC) de nº 118 2013[1]. Fundada em 2013 pelo Papa, a organização internacional busca estabelecer uma integração social e "alcançar" a paz entre os povos. O MST também faz parte da inclusão!!!
“Nós marxistas com o Papa para parar o diabo”
Il Fatto Quotidiano, Roma, 3.11.2014 [2]    
Francisco autorizou o MST  à avançar!

O Instituto Pólis também participa da ABONG [1]
Encontro entre Turino e Papa em fevereiro de 2015
Papa Francisco e Célio Turino

A partir da atuação em escolas e comunidades educativas públicas e privadas, o projeto procura provocar uma mudança de paradigmas na educação por meio da arte, do esporte e da tecnologia.

A rede Cultura Viva Comunitária integra 17 países e mescla arte, cultura e comunicação popular em experiências culturais comunitárias, em âmbito nacional e continental. A rede tem como proposta incidir sobre políticas públicas relacionadas ao desenvolvimento cultural na América Latina e expandir a experiência dos pontos de cultura, contribuindo para o diálogo intercultural entre várias países.
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Assim como a Scholas Occurrentes, a Cultura Viva Comunitária compreende a importância da arte na cultura como dimensão educativa, capaz de provocar profundas transformações na sociedade tanto em âmbitos econômicos, políticos e sociais quanto vinculadas à natureza.

Para o poeta e coordenador da área de Cultura do Instituto Pólis, Hamilton Faria, a adesão do Instituto ao convênio dialoga com a história de contribuições do Pólis para o desenvolvimento humano, a cultura de paz e o reencantamento do mundo. Para Faria, é necessário construirmos a missão de multiplicar pelo mundo Pontos de Encontro, para que a cultura de paz se propague pelo planeta.

No dia 19 de fevereiro, cerca de 200 pessoas reuniram-se com o coordenador do convênio, Célio Turino, no Teatro Commune para uma conversa sobre as primeiras impressões do acordo e a declaração de intenções de pessoas e entidades da sociedade civil – ONGs, associações comunitárias, artistas, professores e personalidades em geral.

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O Vaticano serviu como um cúmplice para a cartilha de Alinsky do Partido Democrata. Se Antonio Gramsci pode ser mencionado como o idealizador de uma estratégia, Alinsky é como se fosse um gerente. Gramsci como o estrategista, Alinsky como um elaborador de táticas para se alcançar a estratégia. Ademais, Alinsky não se distancia em momento algum da estratégia gramsciana. Na verdade, ensina a implementá-la.: O vice do Papa, Cardeal Oscar Maradiaga Rodriguez, coordenou pródigas boas-vindas para a delegação do PICO composta por radicais do Black Lives Matter (financiado por Soros), um pastor da Comissão Ferguson, (financiada por Soros), e SEIU união de organizadores do partido democrático. Aparentemente, as questões de justiça social radical dominaram a extensa discussão na Santa Sé.

Juntas, as organizações pretendem trabalhar na criação de ações que construam um novo paradigma educativo, tendo como foco a Arte. O acordo tem como propósito envolver atores sociais que contribuam para a integração da sociedade global e, também, busca delinear caminhos que combinem crescimento econômico, progresso técnico e desenvolvimento social integral[6].
A QUEM SERVE O VATICANO?
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 Proeminentes cardeais da Cúria dedicam três dias para a agenda de George Soros, auto declarado ateu, o promotor global mais virulento do aborto, da eutanásia, de caos fabricados, e da Nova Ordem Mundial.
Fontes:
[1] Instituto Pólis -O Cultura Viva – Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania foi criado e regulamentado em  maio de 2005 pelo Ministério da Cultura. Surgiu para estimular e fortalecer no país redes de criação e gestão cultural, tendo como base os Pontos de Cultura.
Em 2013, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria do Ministério da Cultura (MinC) de nº 118, reformulando o Programa Cultura Viva. O Pólis também participa da ABONG – Associação Brasileira das Organizações não Governamentais, tendo integrado sua direção em várias gestões; teve participação ativa na estruturação do CONSEA – Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e do Conselho Nacional de Cidades, indicando conselheiros, e também representou o segmento das entidades não-governamentais no Conselho Nacional de Assistência Social. Participou da reorganização do Conselho Municipal de Cultura, representando a sociedade civil no conselho e na primeira Conferência Municipal de Cultura. http://polis.org.br/institucional/#page_historico
[1.1]Quem tem medo dos conselhos populares’27’?
Carta maior, Fundação Perseu Abreu, Gilson Dipp, Tarso Genro, Friedrich-Ebert-Stiftung [7] (FES). Resgatando as dimensões daquilo que Henri Lefevbre denominou o ‹direito à cidade›. Sua referência, com as devidas ressalvas históricas, é a Comuna de Paris, de 1871. Nela, Lefebvre enxerga o símbolo da reapropriação do espaço urbano, materializado na marcha festiva dos excluídos em direção ao centro da capital. Em 2008, num seminário em Brasília organizado pelo Instituto Polis e pelo INESC, sobre a “Sociedade Civil e as novas institucionalidades democráticas na América Latina: Eles citaram os Conselhos Nacionais, como o CONSEA. Uma prova cabal desta persistência conservadora tem se revelado na posição de verdadeiro pânico diante do decreto 8.243/2014, que institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS). A grande mídia e seus funcionários ideológicos abriram furiosas baterias contra o decreto.  Afinal, lembrava Gramsci. “Uma geração que ignora, desvaloriza e apequena a geração que a precedeu, que não consegue reconhecer a sua grandeza e o seu significado histórico e necessário, é uma geração que se mostra mesquinha, que não tem confiança em si mesma, ainda que assuma pose de gladiador e exiba mania de grandeza”.
[2]Instituto Pólis; Consocial; Conversas de rua o Direito à Cidade Local: Avenida Paulista (esquina com a Alameda Campinas), São Paulo/SP Data: Domingo, 28 de fevereiro, das 10h às 13h. o direito ao trabalho em condições equitativas e satisfatórias; de fundar e afiliar-se a sindicatos; de acesso à seguridade social e à saúde pública; de alimentação, vestuário e moradia adequados; de acesso à água potável, à energia elétrica, ao transporte e outros serviços sociais; a uma educação pública de qualidade; à cultura e à informação; à participação política e ao acesso à justiça; ao reconhecimento do direito de organização, reunião e manifestação; à segurança pública e à convivência pacífica. Inclui o respeito às minorias e à pluralidade étnica, racial, sexual e cultural, e o respeito aos migrantes. http://consocial.com.br/20160228polis.asp
[3]Consocial: Apresentação do Fórum de Transparência, Participação e Controle Social. Tudo começou com a motivação da sociedade civil pressionando o ex-presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva para que realiza-se a 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social - 1ªConsocial. (conselhos populares) E em 8.12.10, o Decreto presidencial era assinado, convocando para a 1ªConsocial. http://consocial.com.br/apresentacao.asp
[4]Sistema Nacional de Participação Social não afronta prerrogativas
Por Gilson Dipp - Vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça e do Conselho da Justiça Federal. Fonte: Revista Consultor Jurídico, 11 de julho de 2014, 16:03h
[5]Nelson Saule Jr., o coordenador da área de Direito à Cidade do Instituto Pólis,  para falar sobre as características das manifestações de junho de 2013 e os temas que a Plataforma Urbana propõe para a Reforma Política. Publicado em 30 de jul de 2013. http://polis.org.br/videos/manifestacoes-e-reforma-politica-com-nelson-saule-junior/
[7]Bem-vindo à Fundação Friedrich Ebert no Brasil!
Promover a democracia e o desenvolvimento, contribuir para a paz e a segurança, criar uma globalização solidária - essas são as diretrizes fundamentais que norteiam o trabalho realizado pela Fundação Friedrich Ebert (FES) no plano internacional. A Fundação acompanha de forma ativa a formação e consolidação de estruturas da sociedade civil e do Estado com projetos em mais de 100 países, apoiando a democracia e a justiça social, sindicatos livres e fortes bem como a defesa dos direitos humanos e a igualdade étnico-racial e de gênero.

Junto com nossas organizações parceiras, entre outras o PT (Partido dos Trabalhadores), a CUT (Central Única dos Trabalhadores), inúmeras organizações da sociedade civil, instâncias governamentais e instituições científicas, estamos há mais de 30 anos atuando a partir de São Paulo como FES Brasil, ocupando-nos de múltiplas questões: política internacional, o estado e a sociedade, as relações trabalhistas/sindicais e a inclusão social http://www.fes.org.br/

Um comentário:

Fendel disse...

Pois óia, sou ateu e a favor do aborto. Sou contra a NOM e contra a arte dita moderna.
Digo que as escolas estão com as grades atrasadas, abobalhantes e inúteis em 90% do conteúdo. Religiões são os cabrestos idiotizantes das pessoas. Cada ejaculada é mais assassina de vida do que a morte de num feto de até 10 dias...