terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Lula Secreto foi treinado em Cursos ministrados pelos globalistas e desenhados sob medida para parecer da esquerda, apenas parecer da esquerda, para continuar atendendo as classes dominantes.



Lula é refém,  escravo e beneficiário do poder dominante sionista. Esse poder o cooptou e pela sua omissão, formou o PT, em vez de criar um sindicalismo forte. (Paulo Vidal)


Criando e fabricando o mito
Paulo Vidal Neto - Não se pode comparar a realidade de hoje com a da ditadura militar. Era um contexto em que o governo combatia o comunismo e considerava qualquer um contrário a ele como comunista. Antes de 1964, os comunistas eram os responsáveis pelo sindicalismo no país. Após a revolução, os sindicatos ficaram sob intervenção do governo. Fui eleito diretor em 1967, enquanto Lula começou no sindicalismo, em 1969, quando ele entrou como suplente no Conselho Fiscal por minha indicação. Mas era o irmão de Lula, Frei Chico, quem deveria ter participado da chapa. Frei Chico não quis e apontou Lula como substituto. Após conhecer Lula, aceitei e indiquei o nome dele ao grupo diretivo. Ele não existia no sindicato e não tinha qualquer atividade sindical, nem tão pouco chamou mais pessoas para participar. Ninguém o conhecia.

  • “JOGO DURO” é um livro de autoria de Mario Garnero ( homem da confiança dos banqueiros Rothschild ), editado pela Best Seller em 1988, já esgotado, relatando sua relação com Lula nos anos 70. O depoimento vai da página 130 à 135, e indaga-se: “Alguém já estranhou o fato do Lula jamais ter contestado o que o Garnero disse no livro nem tê-lo processado?”  Lula reclamava de o Brasilinvest não ter pago seus débitos. O Brasilinvest nunca deveu aos trabalhadores, nem aos contribuintes brasileiros. Naquele momento em que Lula falava, os únicos credores com os quais os Brasilinvest ainda não tinha resolvido todas as suas pendências eram uns poucos bancos estrangeiros. Curioso que o presidente do Partido dos Trabalhadores tomasse as dores de banqueiros internacionais.
STANLEY GACEK – O AMIGO “STAN” DO LULA  E  - JOHN SWEENEY

Este grupo interfere e interferiram na autodeterminação das nações pela conquista da NOM.(Nova Ordem Mundial)
Stanley Gacek, dirigente da AFL-CIO
JOHN SWEENEY – Atual Presidente honorário da AFL-CIO
Disse Stanley Gacek: Durante essas duas décadas, acho que fui todos os anos ao Brasil. Fiquei amigo do Lula (sic).
1963 Criada em São Paulo a Iadesil (Instituto Americano de Desenvolvimento do Sindicalismo Livre), escola de doutrinação interligada com a AFL-CIO(American Federation of Labor-Congress of Industrial Organizations)que foi acusada de financiar movimentos sindicais que apoiaram  golpes militares.
Digo: Vejam a estrategia para cumprirem o Projeto do Poder Dominante: 1964 Golpe do Estado no Brasil deixando o  nosso País em sombras.  Os EUA fabricou terroristas através da CIA.
Stanley Gacek, dirigente da AFL-CIO (American Federation of Labor-Congress of Industrial Organizations), organização que tem sido desde os primeiros dias da “guerra fria” uma verdadeira cobertura para atividades criminosas da CIA em várias partes do mundo – particularmente no Terceiro Mundo. Esse senhor ocupa o cargo de diretor internacional adjunto da central sindical norte-americana para a América Latina. A primeira aparição pública de Gacek no Brasil, com a missão de aproximar os sindicalistas norte-americanos dos brasileiros, foi em 1981, quando foi levar solidariedade a Lula, então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, preso por organizar uma greve e processado sob a Lei de Segurança Nacional.
1964 Os sindicatos "pertenciam" a partidos políticos, e eram loteados pelos líderes destes partidos tal como os pontos de Jogo do Bicho são loteados pelos bicheiros de hoje em dia. Após o golpe, as lideranças sindicais foram cassadas, e inicialmente substituídas por interventores. Mas esta remoção de pelegos abriu caminho, a longo prazo, para o surgimento de uma nova geração de sindicalistas desvinculados de partidos políticos e realmente oriundos do operariado - homens assim como Lula.
1968 Lula aluno pelo Iadesil (Instituto Americano de Desenvolvimento do Sindicalismo Livre), escola de doutrinação mantida desde 1963 em São Paulo, pelos norte-americanos da AFL-CIO (American Federation of Labor-Congress of Industrial Organizations), que surgiu nos EUA em 1955 e é a maior central sindical dos EUA (12 milhões de sindicalizados). Tanto o Iadesil como a AFL-CIO, ministram cursos contra-revolucionários de “liderança” sindical, desenhados sob medida para parecer de esquerda, apenas parecer, mas servir ao sistema dominante. Aí, o Lula pelo que ele faz e já fez, provavelmente foi laureado com um doutorado honoris causa (ou seria horroris causa?) aquela época. O que se depreende é que ele foi, isto sim, submetido à uma tremenda lavagem cerebral (brain wash) pelos dois organismos americanos, interessados em ter um aliado num país como o Brasil, rico em matérias-prima de que não podem abdicar. Isto é facilmente comprovado para quem já leu o tristemente famoso “Relatório Kissinger” NSSM-200 (National Security Study Memorandum), de 1974. (Por Pedro Porfírio)

1969 Paulo Vidal Neto era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema quando conheceu Lula. No início, Lula não conhecia sindicato e começou com Vidal e os demais diretores a aprender os primeiros passos do movimento. 
1970 O crescimento industrial promovido na época multiplicou o número de operários e fez crescer o poder de barganha de diversas categorias, como os metalúrgicos. Com a liberalização do regime, ali pelo fim dos anos setenta, esta demanda reprimida explodiu em reivindicações, e Lula liderou as primeiras greves vitoriosas desde o início do regime militar, provocando a euforia das lideranças de esquerda, que logo o escolheram como seu herói
1970 iniciava as mobilizações sindicais. A liberdade de expressão, e naquele momento não havia nenhum canal de negociação. A necessidade de sindicatos fortes e o papel de Lech Walesa na Polônia.
Lula no início como "fabricado" líder sindical

1972 a oposição criou uma chapa, que era a síntese do Partido dos Trabalhadores (PT) e convidou Lula para encabeçá-la e a concorrer com  Paulo Vidal pela liderança do Sindicato. Lula decidiu continuar na chapa de Paulo Vidal.
1973 Lula participou numa greve “armada” por Paulo Villares para rescindir um contrato mal feito com a COFAP que lhe daria grande prejuízo, quando ganhou alguns milhões de dólares com a rescisão, Paulo Villares (Industrias Villares), ex-patrão de Lula, em reconhecimento as habilidades demonstradas por Lula, aproximou Lula dos militares.
nas fábricas existia
 seguro sobre lucros suspensos...
University em Baltimore,
Maryland, USA.
1973 Lula foi apresentado ao General Golbery do Couto e Silva (fundador do SNI), num churrasco na casa deste na Granja do Torto, na presença de centenas de empresários amigos de Golbery e financiadores do Movimento Militar de 1964.
1973  O governo militar escolheu Lula para realizar treinamento lições de sindicalismo sob os auspícios da AFL-CIO, com direito à interpretes, na Johns Hopkins University em Baltimore, Maryland, USA.
Máfia omissa! Valeu governador, ganhei o processo contra COFAP...
1975 Paulo Egydio  governador de São Paulo, deu posse* a Lula na presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. "Isso provocou uma reação da chamada comunidade de informações", diz. Geisel teria perguntado "o que deu na cabeça" de Paulo Egydio. Ele explicou que Lula era adversário dos comunistas. Geisel relaxou: "Mas eu não sabia que Lula tinha derrotado os comunistas"
*Nota : Lula foi inflado no contexto dessa relação sistêmica. Feito sindicalista somente porque o irmão – o Frei Chico  – se achava inseguro para ser do conselho fiscal do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, na chapa de Paulo Vidal, abençoada pelo regime militar, frei Chico tratou de  introduzir Lula na política. Frei Chico seu irmão, era ligado ao velho partido comunista. 
  • LULA: Descendente de cristãos novos (judeus convertidos na marra para não morrerem na fogueira em Portugal e Espanha) oriundos do Recife e radicados na região de Garanhuns - PE. Lula descende da chamada "Casa da Torre". Ele, no entanto não da a mínima para o fato e passa de largo sobre as suas origens abrâamicas.

1976  Lula sendo apresentado por seu patrão,  Paulo Diederichsen Villares, ao Werner Jessen, da Mercedes-Benz, e, de repente, eis que aparece o tal Lula á frente da primeira greve que houve na indústria automobilística durante o regime militar, ele que até então era apenas o amigo do Paulo Villares, seu patrão.
─ Paulo Diederichsen Villares  o capitão por ironia do destino,  não conseguiu evitar o naufrágio do grupo Villares. A empresa começou a definhar nos anos 70 atualmente, divide seu tempo entre palestras e cursos que ministra no Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, as reuniões mensais do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, os encontros anuais do World Economic Forum e do Conselho de Empresários da América Latina e a condução diária da CoInvest, empresa criada para gerir o patrimônio da família.
─ Nessa época, Lula começava a surgir nacionalmente como uma liderança sindical na região do ABC paulista, fazendo reuniões nas portas de fábricas e campos de futebol para discutir e debater as questões da classe.
A imprensa SIONISTA:
─ Cobriu o Lula de elogio, estimulando-o, no momento em que a distensão apenas começava, e de um episódio que é capaz de deixar qualquer um, mesmo os desatentos, com o pé atrás
Digo: As multinacionais possuíam seguros altíssimos sobre lucros suspensos o fato de os operários ficarem de braços cruzados com as máquinas desligadas por longo  tempo, não trazia prejuízos ao contrário: as multinacionais além de receber das seguradoras pelos dias parados, aproveitavam a greve para pressionar o governo abaixar os impostos CONCLUSÃO:  As multinacionais apoiavam as greves.
─ A crise econômica do Brasil, no início dos anos 1970, estava ligada, externamente, `a questão do petróleo, colocando o país numa situação bastante difícil. Além disso, internamente, o governo Médici, que recém terminara, havia sido de um profundo autoritarismo, o mais pesado até então. Sua ação, através dos órgãos de repressão, deixara muitas marcas na população brasileira.
1978  Lula articulado por Paulo Vidal, encabeçou a chapa do sindicato. Vidal foi soltando Lula aos poucos, as esquerdas foram se apoderando dele até o absorverem.
1978 Lula saiu do foco sindicalista e ajudou a criar o Partido dos Trabalhadores. Em dois anos, perdeu o controle do Sindicato.
Nota: Nesse período 1978, Vidal deixou o sindicato.
─ Como disse anteriormente, os capitalistas internacionais aqui no Brasil instalados, devido a abertura oferecida por JK... apoiavam as greves precionando os militares pela reforma política. E  John Sweeney presidente da  AFL-CIO representado  no Brasil pelo seu dirigente Stanley Gacek, financiaram o Lula/Sindicalista, a formação do partido do PT,  para  concluírem seu Projeto:  Implantar A “Única Chapa” CUT.  O que me espanta em tudo isso é que o Gerneral Golbery Articulista como era não percebeu... ou era conivente com a situação?
1978  início do mês de maio. Os metalúrgicos tinham cruzado os braços, a indústria automobilística estava parada. Em Brasília, a ANFAVEA,negociava com o governo sobre o que fazer. Geisel, recomendou moderação: tentar negociar com os grevistas, sem alarido. Imagine: era um passo que nenhum governo militar jamais dera, o da negociação com operários em greve.
Em 1978 engravato com prefeito de SB do Campo
1979  O General João Batista Figueiredo mal acabara de tomar posse, quando o sindicalista Lula comandou grande greve no ABC paulista. Grande cobertura dos meios de comunicação, especialmente do vôo de helicópteros e aviões sobre o campo de futebol onde se reuniam os grevistas, em massa. O Tribunal Regional do Trabalho determinou que a greve cessasse. Lula desafiou a decisão da Justiça, tecnicamente se colocando contra o Poder de Estado. O espetáculo da massa de grevistas desfiando o Governo da Revolução impressionava todos. O Presidente Figueiredo mandou seu ministro do Trabalho negociar com Lula. A negociação foi feita, a decisão do TRT jogada às urtigas e a greve cessou
Digo: Muitos operários que freneticamente  participaram das greves e passeatas no ABC paulista, após a ascenção do Lula ficaram no esquecimento; desempregados, trabalhando em bicos, subempregados, desenvolveram a esquizofrenia social  sem nunca,  jamais,  entenderem o que estava acontecendo, nem Lula sabia o que estava  acontecendo, sofria  lavagem cerebral, e gostava... pela sua conivência, era manobrado  pelas forças dominantes sionistas que estrategicamente preparavam a conquista da NOM.
ESTRATÉGIA DE GOLBERY
General Golbery do Couto e Silva  Explicou que sua estratégia era estimular a imprensa para projetar o Luiz Inácio da Silva, o Lula, um grande lider metalúrgico de São Paulo como uma liderança inteligente expressiva, para ser preparado como o anti-Brizola.
O General Golbery tinha um especial fascínio pela manipulação das pessoas certas para fazer as coisas erradas de uma forma inteligente, um talento na hora certa para fazer a coisa errada, uma habilidade que induzia o bem para o mal e dava a uns e outros a errada e útil convicção de cometer o erro como se acerto fosse. 
O General Golbery colaborou para o surgimento de Lula — visando dividir a liderança da classe trabalhadora — com receio de que Leonel Brizola voltasse muito forte do longo exílio e fosse eleito presidente. 
Foi ele, o General Golbery, quem teve a ideia, incentivou e planejou a criação do PT. 
Golbery foi o principal ideólogo do Regime Militar brasileiro e o grande arquiteto da abertura e "redemocratização" do Brasil. É de sua autoria a teoria da "panela de pressão". Do que trata essa teoria?
Desde o governo de Geisel, Golbery desenhava duas linhas de ação principais: 1) "redemocratização"; 2) a "volta" dos partidos políticos; ambos, motes e etapas clássicos de António Gramsci nos Cadernos do Cárcere como mostra o livro do gen. Avelar Coutinho. Para Golbery, a esquerda atuava somente em guerrilha urbana, NUNCA na esfera CULTURAL. Assim, uma vez que as guerrilhas urbanas já tinham sido debeladas pelas FFAA e novos partidos políticos seriam criados com a "redemocratização" urgia que as FFAA patrocinassem "a criação de uma esquerda ligada aos sindicatos e às reivindicações trabalhistas usuais – uma esquerda "administrável" - que não fosse revolucionária e respeitasse as regras". Com isso, ele achou que estava criando uma "oposição democrática" ao legado de 1964. Lula é inofensivo e bon vivant. 
Acreditar que o MOVIMENTO COMUNISTA INTERNACIONAL comandado pela KGB russa pode ser administrável, encabrestável, é um feito delirante que somente o Brasil poderia produzir. E produziu. E acreditou nela.
Aqui o MOVIMENTO COMUNISTA INTERNACIONAL nunca foi tratado com a devida seriedade por nenhuma autoridade seja civil, seja militar, seja intelectual. Ou estamos diante de um país de governantes ignorantíssimos ou trata-se de outra coisa.
  • Paul Singer secretário nacional de Economia Solidária, disse em out/2011 que a estratégia dos presidentes Lula e Dilma de se aliarem ao sistema financeiro e ao latifúndio, “adversários da classe trabalhadora”, permite que se governe com tranquilidade!! Eu pergunto a Paul Singer? Apoia também a A DESNACIONALIZAÇÃO DO BRASIL? Quando  “A revolução cubana ‘enlouqueceu’ a esquerda brasileira, Paul Singer fazia parte de um comitê de apoio a Cuba” Paul Singer Judeu  nascido na  Áustria em 1932, obteve a cidadania brasileira em 1954. A greve geral no Brasil em 1953 comandada pelo Judeu Paul Singer,  durou 29 dias afetando fortemente os ritmos de produção. Não respeitaram o decreto 9070 que proibia a greve, porque o alvo era a manipulação nos interesses dos  patrões.  Para destruir Getúlio por criar a CLT e aumentar em 100% o salário mínimo os judeus sionistas, reiniciaram as greves, não para beneficiar o trabalhador,  mas para fins políticosEm 1980 Paul Singer ajudou a formar o Partido dos Trabalhadores. Em 13/034/2009 o prof. Paul Singer foi condecorado com a  Grande Ordem do Mérito a República da Áustria, na residência do Consul  geral da Áustria no Brasil.

1981 início do ano  Lula fez uma  viagem rápida  a Washington.
1982 Lula fez uma viagem aos EUA organizada por Stanley Gacek deu-se a fundação do Diálogo Interamericano (15/10/82), com FHC sendo um dos fundadores .
1983 Criação da CUT.  A trajetória da CUT está muito ligada a uma figura emblemática do imperialismo ianque, Stanley Gacek, dirigente da AFL-CIO, organização que tem sido desde os primeiros dias da “guerra fria” uma verdadeira cobertura para atividades criminosas da CIA em várias partes do mundo – particularmente no Terceiro Mundo. Esse senhor ocupa o cargo de diretor internacional adjunto da central sindical norte-americana para a América Latina. A primeira aparição pública de Gacek no Brasil, com a missão de aproximar os sindicalistas norte-americanos dos brasileiros, foi em 1981, quando foi levar solidariedade a Lula, então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, preso por organizar uma greve e processado sob a Lei de Segurança Nacional.

1989 Lula foi a Washington meses antes da primeira eleição presidencial da qual participou foi quando ocorreu o Consenso de Washington..
1994 Lula foi a Washington a convite de Gacek .
2002 No palanque da vitória petista de Lula na Avenida Paulista, no dia 28 de outubro de 2002, estava lá Stanley Gacek quando teve a oportunidade de declarar: “Para o movimento sindical internacional, a eleição de Lula é importante porque agora temos “um de nós” na presidência do maior país da América Latina e uma das maiores economias do mundo. Isto é empolgante”, exulta.
Presidente Lula, o presidente da Central Sindical-AFL/CIO, John Sweeney (e), o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini e Luiz Marinho, presidente da CUT, durante encontro no Palácio do Planalto
(Brasília, DF, 22/04/2005)  Foto: Ricardo Stuckert/PR
2009  JOHN SWEENEY – Atual Presidente honorário da AFL-CIO
Nas viagens de Lula aos EUA na condição de presidente eleito, não faltaram visitas à sede da AFL-CIO e jantares com Stanley Gacek. Recentemente, em 2009, quando convidado para a primeira visita oficial ao presidente Barack Obama, recebeu primeiro o presidente da AFL-CIO, John Sweeney e outros sindicalistas em seu hotel.
John Sweeney com Obama
·  John Sweeney foi presidente da AFL-CIO de 1995 até 16.09.2009 quando se aposentou (em termos), mas continua atuante como presidente honorário.
 John Sweeney
Lula manteve e mantem estreitas ligações com o movimento trabalhista americano.
Segundo uma nota para a imprensa, no dia 13 de março de 2009, a AFL-CIO comenta:
“(Washington, DC) no sábado, 14 de março (2009) o Presidente da AFL-CIO , John Sweeney, vai se encontrar com o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro teve lugar antes do encontro entre os presidentes Lula e Obama na Casa Branca.
O Presidente Lula que manteve estreitas ligações com o movimento trabalhista, tem se encontrado frequentemente com a AFL-CIO em suas visitas aos EUA, desde a sua eleição para presidente do Brasil. Os presidentes Lula e Sweeney discutiram como os movimentos trabalhistas internacionais e as políticas de recuperação econômica coordenadas, podem beneficiar os trabalhadores americanos e brasileiros como também aos demais trabalhadores de uma maneira global. Sweeney enfatizará como fortalecer a troca (barganha) de direitos coletivos dos trabalhadores americanos com a aprovação do Ato de Livre Escolha dos Trabalhadores, o qual virá eventualmente beneficiar os trabalhadores internacionalmente, contribuindo ao crescimento da demanda na economia global.”
John Sweeney, quando presidente em exercício, eleito em 1995, foi o arquiteto da virada na orientação internacional da AFL-CIO que levou à aproximação da central americana com a CUT e o PT. A primeira vez que viu Lula foi na recepção de 2002, quando da eleição de Lula, quando alegou: “Mas foi como se eu o conhecesse há muitos anos”.
A aproximação entre os dois ocorreu em um período em que algumas empresas brasileiras, como a Gerdau e Vale, aprofundavam seu movimento de internacionalização, envolvendo-se com disputas com sindicatos na América do Norte.
Antes de Sweeney, a AFL-CIO era malvista na América Latina por sua radical orientação anticomunista. É acusada de financiar movimentos sindicais que apoiaram golpes militares em países da região, por meio do Iadesil (em São Paulo desde 1963).
A CUT mantinha relações formais com apenas alguns sindicatos americanos, como o de trabalhadores automotivos, e tinha como seu principal contato nos EUA o advogado Stanley Gacek.
Em 1997, Sweeney fez uma reestruturação na área internacional da AFL-CIO, fundindo o Iadesil com outros órgãos que atuavam em outras partes do mundo e criou o Centro de Solidariedade para cuidar das relações internacionais da sindical. Iniciou relações formais com a CUT e outros sindicatos mais a esquerda na América Latina
Sweeney é também um personagem importante na eleição de Barack Obama para a Presidência dos EUA. Quando Obama foi escolhido candidato, ele foi convidado à sede da AFL-CIO, que fica separada apenas por uma praça da Casa Branca, para receber o apoio formal da central.
A CUT – UMA TRAJETÓRIA DE ACOMODAÇÃO E TRAIÇÃO AOS TRABALHADORES 

─ Em sua fundação, a CUT, inegavelmente financiada pelo imperialismo, teve que assumir posições combativas para atrair seguidores, arrastar massas e ganhar força.
CUT -  MOBILIZAÇÕES DE FACHADA
 Marcando sua atuação por greves, lutas por reajustes salariais, defesa da “reforma agrária radical sob controle dos trabalhadores”, repúdio ao FMI e disputas acirradas pelo controle de sindicatos com os pelegos tradicionais. 
─ Durante o governo Sarney radicaliza suas posições contra a proposta do pacto social feita pelo governo, caracterizando-se este momento como o período por excelência de sua projeção nacional e internacional. Em setembro de 1988, aprova o apoio a primeira candidatura de Luiz Inácio e inicia o gradual abrandamento do discurso e incrementação da burocratização da central, dificultando a participação dos delegados para os próximos congressos.
─ Durante o governo Collor fica mais explicita a política de colaboração de classes da CUT, com a prioridade da “negociação”, “concertação”, e as parcerias com a patronal, através da participação nas Câmaras Setoriais (mecanismo adotado pelo governo para defender os interesses dos setores monopolizados e prejudicar os trabalhadores).
─ A combativa greve de 32 dias dos petroleiros, no governo FHC, é desautorizada por Lula e a central  através de seu presidente Vicentinho, atua para isolá-la, pressionando os trabalhadores ao recuo sem conquista alguma. Aliado ao embate eleitoreiro, também ocorre a contemporização com a participação na reforma da Previdência do governo e a traição de aceitar a mudança do tempo de serviço pelo tempo de contribuição, entre outras. As medidas de flexibilização de direitos de FHC, banco de horas, terceirização e contrato temporário, tiveram acolhida nas discussões com a CUT e foram praticadas nos sindicatos a ela filiados.
Nota: disso se aproveitou FHC para fazer o que fez quanto ao tratamento “dispensado” desde então aos trabalhadores da Petrobrás, ativos e aposentados, entre outros o achatamento salarial e a terceirização, continuados harmonicamente por Lula em seus dois mandatos de governo. Pelo que lemos anteriormente confirma que FHC já contava com a anuência de Lula e da CUT.
─ E tem mais, o ex-ministro do Trabalho e ex-dirigente da CUT-Bahia, Jacques Wagner (hoje governador reeleito da Bahia), disse em 2003, que teriam que ser retirados “penduricalhos da CLT “, tais como férias e 13º salário (o deputado federal Jutahy Magalhães (PSDB/BA), chegou a apresentar PL neste sentido, amplamente divulgado na Internet. Indagado sobre o que poderia ser alterado na legislação trabalhista, afirmou: “Pode se mexer até em tudo” (Estadão, SP – 06/01/2003.)

http://pedroporfirio.blogspot.com/2009/06/satanley-gacek-o-todo-poderoso.html
A trama do governo FMI-PT (antes do pagamento da dívida com o FMI)
Após o ataque aos direitos previdenciários dos servidores públicos, é inicialmente fazer a contra-reforma sindical e depois a contra-reforma trabalhista, prevendo a resistência feroz às medidas de flexibilização e precarização dos direitos trabalhistas. Tudo para atender às determinações do FMI/Banco Mundial e servir às reacionárias classes dirigentes.
QUEM MANDA NA CUT?



NOVO DIRETOR ADJUNTO DA OIT VISITA NCST
O novo Diretor Adjunto da Organização Internacional do Trabalho no Brasil (OIT), Stanley Gacek, esteve 
na sede da nova central (Em Brasilia-DF) para uma visita de apresentação. O presidente José Calixto Ramos, acompanhado
do Diretor de Assuntos Internacionais Sérgio Arnold Jury e da Diretora de Educação e Cultura 
Ledja Austrilino Silva, deu boas vindas ao novo diretor que, por sua vez, colocou-se à disposição 
da NCST para futuras ações em conjunto.

A OIT é uma agência das Nações Unidas que tem por missão promover oportunidades para que homens

e mulheres possam ter acesso a um trabalho decente e produtivo, em condições de liberdade, equidade, 
segurança e dignidade.
                                                 Assessoria de Imprensa – NCST.

Quem manda na CUT é o Lula.[?]
 - A CUT faz o mesmo papel pois foi financiada pela AFL-CIO como também o PT.
 - Lula foi membro ativo da AFL-CIO durante muitos anos (não sabemos se ainda continua, mas, pelo visto, sim).


Isto ficou positivado quando do 8º Congresso Nacional da CUT (junho de 2003), quando indicou e garantiu a eleição do xará Luiz Inácio Marinho para presidente da entidade. Ele não havia sido indicado pelos delegados presentes ao Congresso da CUT, nem mesmo surgiu de qualquer debate na base da articulação; foi uma indicação direta do Presidente da República. Homem de sua confiança pessoal, Marinho notabilizou-se no ABC pelo bom relacionamento com as montadoras transnacionais, a defesa ardorosa da participação nas câmaras setoriais, flexibilização dos direitos trabalhistas, banco de horas, redução de salários e terceirização.
Marinho entrou para o sindicato dos metalúrgicos em 1984, ocupou diversos cargos e veio a suceder a Vicentinho na presidência, em 1993, até recentemente. Sua atuação à frente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC foi marcada pelo bom e direto relacionamento com as matrizes das transnacionais do ABC. Sempre se dobrando as montadoras, Marinho fez várias viagens à Alemanha e EUA, assinando acordos nocivos aos trabalhadores, encobertos por um discurso corporativo e de colaboração de classes.
─ Toda essa colaboração de classes se traduz no arrocho salarial dos metalúrgicos do ABC e na terceirização aplicada em larga escala, além dos bancos de horas, negociação de férias, 13º salário, entre outras violações de direitos, e até implantação de controles (típicos da Gestapo Nazista) de comissões de avaliação de desempenho, formados por chefia e comissão de empresa para avaliar a produtividade dos trabalhadores e encaminhar demissões.
Nota: esta política é também aplicada pelo RH da Petrobrás até hoje, tais como: arrocho salarial, terceirização (em setembro de 2010 o contingente era de 274.000 terceirizados), além da retirada de direitos constantes do Plano BD e a criação de outros planos que prejudicam os petroleiros. Tanto a CUT como também a FUP foram financiadas pelos americanos e é por isso que obedecem, servilmente, as diretrizes da AFL-CIO.
─ E Marinho mostrou a que veio: uma de suas primeiras ações como presidente da CUT foi entregar ao governo um documento onde sua central, além de defender a reforma da Previdência, faz apologia sobre a suposta “ampliação de direitos” que as reformas trarão.
Nota : “Esta política é também aplicada pelo Gerente Executivo de Recursos Humanos da Petrobrás até hoje, tais como arrocho salarial, exagerada terceirização (em setembro de 2010 o contingente era de cerca de 274.000 terceirizados), além da ilegal retirada de direitos constantes do Plano de Aposentadoria – Benefício Definido, instituido pela Fundação Petrobrás de Seguridade Social – Petros e a criação de outros planos que causarão prejuízos aos petroleiros. 
─ Segundo Fernando Tollendal, ex-diretor do Conselho Administrativo da PREVI e do Sindicato dos Bancários de Brasília: “o PT e a CUT foram criados sob inspiração norte-americana, para cindir a completa hegemonia que os comunistas antes detinham no movimento sindical brasileiro”.
JOGO DURO –
Livro em que Mário Garnero, testa de ferro do Barão Rothschild no Brasil, conta sobre o “Lula Secreto”
O empresário Mario Garnero retornou ao centro do poder em 2004 pelas mãos do PT, quase 20 anos depois de ser banido do mercado financeiro, acusado de desviar US$ 95 milhões. O  ex-banqueiro foi a estrela de um seminário patrocinado pelo Banco do Nordeste, em Fortaleza, aquele ano, para a atração de investimentos para a região, a frente dos então presidentes do Senado, José Sarney, e do STF, Nelson Jobim, dos ministros Dilma Roussef e Ciro Gomes e de sete governadores. "Todos políticos coniventes e omissos"
─ Lula e Garnero se conhecem desde que o presidente era um jovem sindicalista em ascensão, e quando ele, Garnero, comandava a Volkswagen e era genro de um dos homens mais ricos do país, Joaquim Monteiro de Carvalho. Embalado por esse relacionamento antigo e pelo sucesso de uma viagem que organizou para José Dirceu aos EUA, conquistou, novamente, o acesso ao Palácio do Planalto.
─ Mario Garnero procurado por Hugo Studart para conversar sobre o assunto, saiu-se desconversando: “Não quero mais falar sobre isso”. Sobre o livro, ele disse que já passou, que os tempos são outros (escreveu-o depois de ser preso), e que hoje não tem qualquer intenção de ressuscitar o assunto. Ao leitor interessado, informamos que a transcrição das páginas 130 a 135 do seu livro de 1988, encontra-se na Internet nos sites abaixo:

3 comentários:

Alerta Total disse...

A implosão do Mito Lula terá resultado imediato?
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Marilda Oliveira disse...

Durante décadas a intelligentzia esquerdista dos EUA não negou por todos os meios a realidade patente da penetração de agentes soviéticos nos altos escalões do governo de Washington, chegando a cunhar um termo de grande efeito publicitário – o “macartismo” – para marcar com o ferrete da infâmia toda tentativa de revelar fatos que desde a abertura dos Arquivos de Moscou já ninguém pode negar em sã consciência?
Essa mesma gente não insistiu em pintar os revolucionários de Mao Dzedong com as feições róseas de “reformadores agrários cristãos”, desarmando toda resistência e preparando o caminho para a liquidação de setenta milhões de inocentes pela ditadura mais sangrenta que o mundo já conheceu?
Os luminares da mídia novaiorquina não capricharam na ocultação sistemática do caráter comunista da Revolução Cubana, para reconhecê-lo só quando o Estado policial castrista já havia se consolidado ao ponto de não poder mais ser removido?
No Brasil, vocês não viram os grandes povos da mídia, das universidades e do Parlamento negar e ocultar por dezesseis anos a existência e as ações do Foro de São Paulo, só vindo a admiti-las, entre eufemismos e anestéticos de um cinismo sem par, quando se sentiu seguro de que a revelação era tardia demais para deter a tomada do poder em escala continental por aquela organização criminosa?

Marilda Oliveira disse...

Os fabianistas deram um tempo para o PT alinhar o Brasil com a Nova Ordem Mundial (aborto total, gayzismo dominante, hegemonia total da opinião, constituição socialista, etc.), mas o tempo acabou e não conseguiram uniformizar a opinião do povo. O Brasil é um país grande, miscigenado, ainda com memórias cristãs fortes.

A Dilma tá assustadíssima, porque a bomba era para estourar no colo do Lula (a cobrança, pelo escândalo do Mensalão), mas caiu no dela. Essas manifestações não foram fabricadas pelo PT nem pela "oposição" light. Veio de fora, porque o tempo da Dilma acabou e querem derrubar ela do poder e colocar outro pior no lugar dela. Sabe por que? Porque o PT foi incompetente demais para deixar o Brasil do jeito que tá a França, a Alemanha, a Inglaterra, a Venezuela e os EUA. E agora eles querem ela fora, perdeu, perdeu!

Não pensem que é um favor deles. É sim porque ela não cumpriu a agenda no tempo prescrito, no tempo em que está marcada a transformação do Mundo em Ditadura global.(resistir.com)