quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

FARC "falso" acordo de paz Governo colombiano descumpriu sua palavra, Jesuítas e Brasil apoiaram, ONU aplaudiu, FARC e ONU dentro do Brasil. O PNDH3 de FHC e Lula pela derrocada do Brasil como nação soberana.

Integram o Grupo de Amigos do Brasil para a "falsa" Paz na Colômbia (FARC membro do Foro de SP), além da deputada Jô Moraes(PT), o professor Marco Aurélio Garcia(criador,diretor do Foro de SP), o senador Aloysio Nunes Ferreira(PSDB) ex-guerrilheiro e motorista do terrorista Marighela, o embaixador Antonino Mena Gonçalves(embaixador do Brasil na Colômbia) , Rosita Milesi(Diretora do Instituto Migrações e Direitos Humanos, irmã Scalabriniana, advogada, Membro do Setor Mobilidade Humana da vermelha, comunista CNBB) , os professores Paulo Sérgio Pinheiro(Direitos Humanos PNDH de FHC)  e Ivan Marques de Toledo(reitor UnB) e jornalista Clovis Rossi(esquerdista da Folha SP).

farc
O Presidente da Conferência Episcopal e o cardeal jesuíta foram muito favoráveis ao acordo; "ingênuos", embora seja difícil sê-lo não só conhecendo as FARC, mas conhecendo a magnitude das concessões feitas. 
“É incrível que bispos não tenham advertido os católicos sobre como se pretendia transformar em norma constitucional os princípios essenciais da Ideologia de Gênero”“Dois dias antes do plebiscito, o Papa Francisco fez declarações que desalentaram muitos leigos que estávamos pedindo para votar ‘não’ no plebiscito por causa de temas de caráter moral”
É incrível que os referidos bispos jesuítas não tenham advertido os católicos colombianos sobre como se pretendia transformar em norma constitucional os princípios essenciais da Ideologia de Gênero, como o reconheceram os negociadores de Havana.  
“Dois dias antes do plebiscito, o jesuíta Papa Francisco fez declarações que desalentaram muitos leigos que estávamos pedindo para votar ‘não’ no plebiscito por causa de temas de caráter moral”

Entretanto, o governo colombiano Santos, ignorando o resultado do plebiscito NÃO, assinou com a narcoguerrilha FARC, Rodrigo Londoño, conhecido como Timochenko, o pseudo 
“Acordo de Paz".
O Dr. Alejandro Ordóñez Maldonado foi Presidente do Conselho de Estado e Procurador-Geral da Colômbia de 2009 a 2016. Católico fervoroso recentemente voltou a se destacar, ao lado de dois ex-presidentes da República e de alguns valorosos grupos de católicos conservadores, por ocasião da vitória do ‘não’ no plebiscito sobre os acordos de paz com a guerrilha comunista das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), celebrado no dia 2 de outubro de 2016.
video de representantes de la ONU bailando con integrantes de las Farc
https://www.youtube.com/watch?v=Mq_Fr7xjqIc
ONU NO BRASIL!
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O interesse da ONU pelo “falso” acordo de paz com as FARC APÓS ELN:
soldados mercenários à seu serviço
As As Forças Armadas dos Emirados Árabes Unidos (EAU) treinaram e enviaram em segredo centenas de mercenários colombianos para lutar no conflito armado do Iêmen, informou o jornal americano The New York Times, há anos o programa foi criado por uma empresa privada ligada a Erick Prince, fundador da companhia de segurança americana Blackwater, mas depois passou para as mãos dos militares dos Emirados Árabes, há anos o programa foi criado por uma empresa privada ligada a Erick Prince, fundador da companhia de segurança americana Blackwater, mas depois passou para as mãos dos militares dos Emirados Árabes. O INTERESSE DA ONU!!!
Soldados no IêmenResultado de imagem para EXÉRCITO DE MERCENÁRIOS À SERVIÇO DA ONU
Como mercenários dos Emirados Árabes, os soldados colombianos recebem um salário mensal em torno de US$ 2 mil e US$ 3 mil para na certa, morrer.
Ban Ki-moon (à dir.) com o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos. Foto: ONU/Rick Bajornas
Photo published for Los colombianos que pelearán otra guerra en el Golfo - Medio oriente - El Tiempo
el grupo que decidió dejar la guerra en Colombia para ir a Emiratos Árabes, hace parte de la primera compañía de nacionales (92 hombres) que, portando el uniforme saudí, entrarán esta semana en la ciudad portuaria de Adén, la segunda de Yemen y la puerta de acceso al mar Rojo.Foto: AFP
Resultado de imagem para QUITO  ACORDO DE PAZ NO MOSTEIRO DOS JESUÍTAS
O processo de paz entre o governo e a  guerrilha conta com amplo apoio internacional. Estiveram presentes à cerimônia de assinatura o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e os presidentes de diversos países latino-americanos, bem como o chanceler da Noruega. Este país europeu e Cuba, além da ONU, foram os mediadores das negociações oficiais, que se iniciaram em 2012.
COITADISMO DAS FARC!  com os marxistas-leninistas do sim, aplaudindo.
El susto de Timochenko con avión militar Kfir cuando ofrecía perdón en discurso de paz.
As Farc são uma organização guerrilheira de orientação marxista-leninista, com foco na luta campesina, que domina parte do território colombiano. Formada na década de 1960, a organização sempre empreendeu sua luta política através das armas.
Na cerimônia de assinatura do acordo,  o comandante das FARC Rodrigo Londoño pediu perdão , conhecido como Timochenko  a todas as vítimas em nome das Farc por “toda a dor que possamos ter causado nessa guerra”. Houve um minuto de silêncio em homenagem às dezenas de milhares de vítimas do conflito.

Anteriormente à referida assinatura dos acordos de paz, o Dr. Ordóñez concedeu a Valdis Grinsteins, colaborador da Revista Catolicismo, da Agência Boa Imprensa e de Polonia Christiana — prestigiosa revista católica sediada em Cracóvia —, a entrevista que reproduzimos abaixo, publicada por essa última na sua edição de janeiro. 
Exibindo
ABIM — Como o senhor vê a posição do Episcopado colombiano no processo de paz?
Dr. Alejandro Ordóñez — Houve declarações do Presidente da Conferência Episcopal que desorientaram os católicos, porque pretenderam induzir a opinião pública católica a votar afirmativamente no acordo de paz com argumentos emotivos, de que a paz era melhor que a guerra. Com isto desarmavam psicologicamente os católicos. Essa estratégia não surtiu, graças a Deus, qualquer efeito. Análoga posição assumiu o Cardeal Rubén Salazar, que durante todo o processo de Havana avalizou os acordos. Mas é importante reconhecer que houve vários bispos que tiveram a independência e a clareza necessárias para advertir os católicos colombianos. Digamos que houve discrepâncias na posição do Episcopado. O Presidente da Conferência Episcopal e o cardeal foram muito favoráveis ao acordo, mas houve outros setores que foram críticos.

ABIM — O senhor diria que os bispos favoráveis ao acordo foram ingênuos?
Dr. Alejandro Ordóñez — Dando-lhes o benefício da dúvida, podemos dizer que foram ingênuos, embora seja difícil sê-lo. Não só conhecendo as FARC, mas conhecendo a magnitude das concessões feitas. É incrível que os referidos bispos não tenham advertido os católicos sobre como se pretendia transformar em norma constitucional os princípios essenciais daIdeologia de Gênero, como o reconheceram os negociadores de Havana. Grupos de leigos católicos foram os primeiros a advertir e conseguir que a opinião pública reagisse de maneira muito inesperada.
Creio que o acontecido na Colômbia foi um autêntico milagre, uma vez que não era previsível que o governo e todos os interesses que estavam implicados no acordo fossem derrotados no plebiscito.
ABIM — Era todo o poder do Estado…
Dr. Alejandro Ordóñez — Estávamos lutando contra o mundo! Contra 15 partidos políticos, contra um governo que abusou do poder, que abusou dos recursos públicos, que chantageou a opinião pública, que chantageou os governadores, que recorreu a estratégias de guerra psicológica para amedrontar a opinião pública, dizendo: “Se votarem contra o acordo haverá guerra terrorista, haverá novos impostos”. Lutávamos contra o setor privado, que preferiu defender seus interesses e sacrificar os princípios. Lutávamos contra as Nações Unidas, contra a União Europeia, contra os Estados Unidos... Inclusive contra o Papa! Dois dias antes do plebiscito, o Papa Francisco fez declarações que desalentaram muitos leigos que estávamos pedindo para votar ‘não’ no plebiscito por causa de temas de caráter moral, pois víamos que a família e a infância iam ser agredidas pela Ideologia de Gênero. Isso representou uma bofetada dos nossos pastores, aos quais estávamos objetando por razões morais e doutrinárias o acordo de Havana.
ABIM — A decisão do Presidente Juan Manuel Santos de não convocar outro plebiscito para a ratificação do novo acordo não parece ser muito correta. O voto no Parlamento pode ser legal, mas a autoridade não fica com isso em má posição?
Dr. Alejandro Ordóñez — O que o senhor diz é correto. Embora jurídica e institucionalmente se possa [ratificar pelo Parlamento], essa não é a discussão. Ela é moral e política. O Presidente se comprometeu com os colombianos que eles teriam a última palavra. E como o povo recusou o acordo, agora descumpre sua palavra. Ele usurpou do povo colombiano essa esperança, essa possibilidade que o mesmo [povo] lhe havia concedido, para que a última palavra fosse do Congresso. Um Congresso que foi derrotado no plebiscito, porque 90% dos senadores e 80% dos deputados foram derrotados. E eles, que foram derrotados, são os que vão aprovar o que o Presidente chama de novo acordo. Mas isso de novo não tem quase nada. No essencial, o acordo velho permanece.
Estamos em face de uma ameaça, porque a sociedade vai aprofundar sua fratura. Estamos ante o desconhecimento da ação majoritária dos colombianos. Para usar uma expressão colombiana, “nos están haciendo conejo” [estão nos enganando, roubando]. Isso deslegitima nosso sistema político, fazendo-o perder credibilidade e seriedade. Pretende-se reviver por essa via uma figura que exprime claramente que estamos em um governo autoritário, posto que, através da via de referendamento, o acordo pelo Congresso pretende reviver leis habilitantes que haviam sido outorgadas ao presidente pelo ato legislativo para a Paz. Este ato estava condicionado ao triunfo no plebiscito. Como no plebiscito ele foi derrotado, essas faculdades habilitantes não podem ser ativadas. Produzido o referendamento pelo Congresso, pretendem reviver essas faculdades, que são abertamente totalitárias. É como na Venezuela, onde o presidente assume funções legislativas privativas do Congresso.
Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)  
08-02-2017
http://www.ihu.unisinos.br/560643-colombia-se-prepara-para-votar-paz-com-as-farc-em-plebiscito
http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,emirados-arabes-usam-mercenarios-colombianos-para-combater-no-iemen--diz-nyt,1802590

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