terça-feira, 5 de julho de 2016

J&F-FriBoi, Lula, Odebrecht, Eldorado Celulose, Henrique Meireles, BNDES, Petrobras, CEF, Megacompanhias, "quem é o dono?"

AI TEM  MUITO MAIS COISA!!! Somam mais de r$ 160 bilhões, entre financiamentos do BNDES e recursos trazidos pelas multinacionais!!!; José Carlos Grubisich ex-presidente da Braskem  "surrupiada por Lula/Dilma para a laranja Odebrecht";  presidente da ETH Odebrecht (agroindustrial); incorporando a empresa Brenco; atual presidente da Eldorado Celulose da J&F da Friboi  Espero que a Operação Lava Jato chega nos verdadeiros donos destas operações criminosas que envolve o desvio, do erário brasileiro.

Edição/247 Fotos: Caio Guatelli/Folhapress | Reprodução | Vitor Salgado/Fiesp:
O baiano Emílio Odebrecht continua a orientar seu grupo a vicejar com o apoio do setor estatal, holding comandada por ele e seu filho Marcelo Odebrecht não pensa duas vezes. A Odebrecht Ambiental, um dos braços da holding comandada por Emílio e seu filho Marcelo Odebrecht, acaba de ampliar sua parceria com dois fundos de pensão ligados a empresas estatais. A Odebrecht Ambiental receberá R$ 615 milhões de dois fundos, para reforçar sua estrutura de capital.Com os novos recursos, pretende ampliar presença em serviços de água e esgoto para residências, tratamentos de água e esgoto para indústrias e resíduos diversos.
 - O Funcef, fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal, entrará com cerca de R$ 300 milhões, passando a ter 17,2% do capital da empresa. Após negociações que duraram quase um ano, o aporte já teve a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

 - O Fi-FGTS (Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) colocou R$ 315 milhões  na Odebrecht Ambiental, saltando dos atuais 26,5% de participação na empresa para 30% O Fi-FGTS já possui a mesma participação em outra empresa do grupo, a Odebrecht TransPort, controladora do terminal Embraport, no Porto de Santos.

REALMENTE, É UM GRANDE QUEBRA-CABEÇA PARA 
O MPF, PF,  E OPERAÇÃO LAVA JATO.
O doleiro Alberto Youssef é outro delator da Lava Jato que falou sobre o esquema. Ele disse que as negociações entre a Petrobras e a Braskem eram feitas em reuniões em quartos de hotel em São Paulo e que nesses encontros eram acertadas as propinas que seriam pagas a Paulo Roberto Costa e ao Partido Progressista de Janene.
Youssef disse que depois havia uma segunda reunião, entre Paulo Roberto e o então presidente da Braskem, José Carlos Grubisich, para confirmar os termos do acordo ilegal.
O ex-presidente da Braskem José Carlos Grubisich negou as acusações e as classificou de “ilações infundadas” dos delatores da lava jato. A assessoria de imprensa da Odebrecht disse que a empresa citada, a Braskem, já se pronunciou sobre a denúncia.
José Carlos Grubisich em casa, após ler notícias sobre o mercado da cana dia em que se tornou o rei do etanol. Ele repassa com diretores a apresentação que seria feita à imprensa e aponta o caminho do alcooloduto, entre Goiás e São Paulo Grubisich chega ao hotel Unique, para um almoço com Henri Philippe Reichstul (ex-presidente da Petrobras era FHC), presidente da Brenco. Foi essa aposta que levou a Odebrecht a criar a ETH, em 2007.E quando Grubisich, até então presidente da Braskem, foi escolhido para liderar a nova companhia
Com mega "aquisições" em curto espaço de tempo, Braskem e ETH Odebrecht (agroindustrial) Eldorado Brasil celulose, Alpargatas, o clube das megacompanhias de países emergentes BRICS ingressa com apetite global. OS BRICS CONTRA-ATACAM!!!
Pela primeira vez, empresas de países emergentes lideram onda global de aquisições e desafiam dogma anticonglomerados. Nosso foco é gente, não produtos”, diz Marcelo Odebrecht, presidente da Odebrecht.
O presidente da Eldorado Brasil, José Carlos Grubisich,
Michel Temer (PMDB), a ministra da Cultura, Marta Suplicy (PT), juntamente com o governador André Puccinelli (PMDB), presidente da Eldorado, José Carlos Grubisich, 
a prefeita Márcia Moura (PMDB),  o  presidente financeiro da J&F Henrique Meireles, e
Joesley Batista, presidente da J&F FriBoi.

A ação realizada pela Polícia Federal em 01/07/2016 envolve a Eldorado Celulose e a processadora de carne JBS a maior produtora de carne bovina do mundo. 

Eldorado e JBS são controladas pela holding de empresas da família Batista, J&F. Procurada, a Eldorado informou de imediato apenas que está preparando pronunciamento sobre a ação da PF 

O ex-vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto entre 2011 e 2015, afirmou em sua delação premiada que recebeu R$ 680 mil de propina da empresa Eldorado Brasil Celulose, do grupo J&F, controlador da JBS, ele também ajudou na flexibilização de regras do contrato firmado com a Eldorado, o que não é comum ocorrer nos investimentos do FI-FGTS.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta sexta-feira, 1º, que não tem mais ligação com nenhuma empresa, incluindo a J&F, na qual presidiu o conselho consultivo a partir de 2012. No entanto, antes de assumir o Ministério da Fazenda, Meirelles presidia o Conselho de Administração da J&F, dona do Banco Original, JBS, Vigor. Também foi membro do Conselho de Administração da Azul Linhas Aéreas.

A operação foi estruturada em cima da emissão de debentures do FI-FGTS para: Eldorado Brasil Celulose, do grupo J&F, controladora do Frigorífico JBS; grupo BR Vias (atual Viarondon Concessionária de Rodovias S/A), de Henrique Constantino, filho de Nenê Constantino, fundador da Gol; e Cone SA (Moura Dubeux). 

Além da ação em São Paulo, a operação abrange o cumprimento de mandados no Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal. As atividades dessa fase foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte.

Batizada de Sépsis, a nova fase tem entre seus alvos o lobista Milton Lyra, ligado ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o operador de mercado Lucio Bolonha Funaro, que por sua vez é ligado ao presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A operação também visa uma empresa da holding J&F Investimentos, da família Batista, que controla a JBS. Trata-se da Eldorado Brasil, produtora de celulose de eucalipto, cuja sede fica no mesmo prédio da JBS e da J&F, em São Paulo.
A Eldorado Brasil, produtora de celulose de eucalipto da J&F, dona da JBS-Friboi
https://www.youtube.com/watch?v=UkueMVNnkgQ
Eldorado do Brasil: A maior fábrica de celulose do mundo
J&F Investimentos é dona da JBS, e também é dona da Eldorado.
A J&F Investimentos S.A. é a acionista controladora. O grupo mantém empreendimentos de diversos segmentos, dentre os quais se destaca a JBS, a maior empresa em processamento de proteína animal do mundo.
Os fundos de pensão Petros e Funcef, por meio da FIP Florestal, também são acionistas. A Petros, fundada pela Petrobras em 1970, foi pioneira no mercado de previdência complementar no País. Atualmente, configura-se como o segundo maior fundo de pensão do Brasil. A Funcef (Fundação dos Economiários Federais) tem como objetivo administrar o plano de previdência complementar dos empregados da Caixa Econômica Federal. É o terceiro maior fundo de pensão do Brasil e um dos maiores da América Latina.


Pesquisa:
http://www.valor.com.br/politica/4621083/lava-jato-mira-eldorado-de-joesley-batista-e-doleiro-ligado-cunha
http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/175793-delator-disse-que-recebeu-r-680-mil-de-propina-de-dono-do-grupo-da-jbs-junior-nega.html#.V3vybfkrKM8
http://tribunadainternet.com.br/cumplice-de-cunha-mostra-que-o-deputado-recebeu-mais-de-r-30-milhoes/
http://www.terra.com.br/istoedinheiro-temp/edicoes/617/imprime145667.htm
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,ERT131167-16642,00.html

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