quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Pernambucano investe R$ 1 bilhão no fraturamento pelo gás xisto seu vice presidente, o filho de Aloizio Mercadante

É impressionante como todo o personagem que atua junto a políticos e que ocupa qualquer cargo público em empresas públicas, fica milionário de uma hora para a outra e sempre, sempre, tem políticos a seu lado, ficamos sabendo das cifras bilionárias desviada dos cofres públicos para bancar esses personagens assim chamados empresários, levando-nos sempre a crer que políticos utilizam terceiros para não serem envolvidos no crime do colarinho branco, o crime de desvio do erário.

A Petra Energia S/A,  como presidente Roberto Viana Batista e vice-presidente Pedro Barros Mercadante Oliva, filho do Ministro da Casa Civil Aloízio Mercadante, faturou R$ 148,1 milhões do governo federal entre 2013 e 2014, quando o petista se transformou no poderoso chefe da Casa Civil. Segundo o Sistema Integrado de Informações Financeiras do Governo Federal (Siafi), a verba foi empenhada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, pasta comandada por Aloizio Mercadante nos anos de 2011 a 2012.
Em 2013, o ministério empenhou R$ 42,8 milhões para a Petra Energia em agosto, e mais R$ 47,6 milhões no mês seguinte, setembro.
Documento que prova a sociedade tendo o filho de Mercadante como vice-presidente: 

Aloizio Mercadante NEGA em  14/12/2014 o envolvimento do seu filho Pedro,  quando estava na berlinda por perder seu cargo no ministério Dilma. [4]

Criada em 2005 pelo empresário pernambucano Roberto Viana, 55 um economista da cidade de Timbaúba, no interior de Pernambuco a companhia brasileira adquiriu 24 dos 39 blocos que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) licitou desde 2005 em Minas Gerais e é a que promete fazer o maior volume de investimentos em busca de gás na região. Até hoje a companhia não tem nem mesmo uma página na internet. Roberto Viana foi presidente do Conselho de Administração da Companhia Energética de Pernambuco e da Companhia Pernambucana de Gás, na década de 90. No início dos anos 2000 criou a STR, que hoje detém 91% das ações da Petra. Em fevereiro, quando fez uma festa em Timbaúba para comemorar seus 30 anos de casamento, recebeu convidados como governador de Pernambuco, Eduardo Campos, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercandante, e o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra de Souza. Os blocos exploratórios que havia adquirido em leilões anteriores da ANP na Bacia do Solimões, no Amazonas. As operações no Norte do país foram vendidas á uma concorrente brasileira, a HRT, e à TNK-BP, a primeira companhia russa do setor de petróleo e gás a investir na exploração do combustível no Brasil. Com os recursos, – o mercado estima que a companhia possa ter arrecadado até R$ 1 bilhão – a Petra está colocando em prática um projeto agressivo de busca pelo gás no sertão mineiro.

É TUDO MUITO CONFUSO E DIFÍCIL DE ENTENDER. É NECESSÁRIO LER E RELER. A CONFUSÃO NAS COMPRAS VENDAS E INCORPORAÇÕES, É PARA CONFUNDIR À TODOS.
  • Uma equipe de servidores públicos brasileiros (quem?) realizou em Moscou uma apresentação abrangente do potencial de investimento do setor de commodities e energia do Brasil.   A terceira maior empresa petrolífera da Rússia, a TNK-BP, comprou  a companhia brasileira HRT O&G.  O acordo firmado pela TNK-Brasil fecha a transação entre a TNK-BP e a Petra Energia sobre a aquisição de 45% dos direitos exploratórios do petróleo. uma fatia de 45% dos direitos de concessão sobre 21 blocos da Bacia do Solimões por US$ 1 bilhão, o analista da companhia de investimentos russa Metropol, Serguêi Vakhraméev, entrevistado pela Rússia Hoy, não acha esse preço muito alto, dadas as reservas de gás e petróleo do projeto. O início da exploração das jazidas da Bacia do Solimões está previsto para 2012.  O acordo assinado pela TNK-BP se refere às atividades de E&P (exploração e produção de petróleo) e não prevê a construção de quaisquer condutas tubulares nem o processamento de  hidrocarbonetos nas instalações da empresa.  a entrada da TNK-BP no mercado brasileiro[1]
  •  A PetroRio (anteriormente chamado HRT Participações em Petróleo) é uma  empresa   brasileira   dedicada à produção de petróleo e gás naturalEm maio de 2015 reposicionou sua marca e passou a se chamar PetroRio. Simultaneamente, foi anunciada a compra dos 80% da Shell nos campos de Bijupirá e Salema, também na Bacia de Campos. Em julho, foram comprados da Petrobras os 20% restantes. [4] O negócio, que atingiu o valor global de US$ 175 milhões, ainda depende do aval da ANP!!!. Os dois campos produzem cerca de 22 mil barris diários de óleo leve.
  • Em 18 maio de 2015, a PetroRio fechou a venda de seus ativos na Bacia do Solimões para a russa Rosneft, por US$ 55 milhões para adquirir 55% das ações do Solimões. Transação precisa de aprovação da  ANP - Agência Nacional do Petróleo!!!. 
  • O que leva uma empresa a se deslocar milhares de quilômetros de sua sede, atravessar o Atlântico e investir um bilhão de dólares no coração da Amazônia? Alex Dodds revelou que, dos US$ 1 bilhão relativos à participação de 45% nos 21 blocos da HRT no Solimões, já foram investidos US$ 280 milhões. Além desse montante, cerca de US$ 100 milhões serão aplicados em equipamentos. O que representa, segundo ele, o maior investimento de uma empresa russa no Brasil. Ele garante que a operação tem correspondido aos objetivos da TNK. Até agora, a reserva potencial de gás natural descoberta pela joint venture HRT-TNK na Amazônia já se eleva a 2,7 trilhões de pés cúbicos (TCF), mas poderá subir para 5 trilhões,  confia no potencial de óleo do Solimões. [3]
  • O que preocupa é que Rússia e China acabam de assinar o que está sendo chamado de "o negócio do gás do século", e os dois países estão discutindo se afastar do dólar dos EUA e usando suas próprias moedas para o comércio com o outro.   Rússia chega a um acordo de US $ 400 bilhões a fornecer gás natural para a China através de um "novo" gasoduto ao longo de 30 anos! [5]
Os brasileiros que se preparem, o fracking para fraturação do gás xisto continuará provocando erosões, inundações, contaminações, destruição total do solo e sub solo brasileiro, e a mídia brasileira esconde o nascimento de nova ordem mundial através do BRICS.[6]

O presidente da Petra, Roberto Viana, já perfurou 16 poços na Bacia de São Francisco em Minas Gerais, e tem expandido negócios para África.

Leilão da ANP 140513
O comprometimento das companhias de petróleo com o conteúdo local mínimo atingiu, na rodada de licitações de área no mês de maio de 2013, o menor nível desde que a exigência se tornou obrigatória, em 2005. No leilão, o conteúdo nacional médio prometido para a etapa de exploração, foi de 62,25%, e, na etapa de desenvolvimento e produção, 75,97%. No leilão de 2008, os compromissos foram respectivamente de 79% e 84%. Em 2007, ficaram em 69% e 77%, e, em 2005, em 74% e 81%.

índice de conteúdo nacional é utilizado para compor a nota das concessionárias no leilão, junto com os bônus de assinatura e os investimentos. Segundo a diretora-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo), Magda Chambriard, a redução reflete o medo de multa das concessionárias pelo não cumprimento das metas prometidas. Entre 2011 e 2012, a ANP aplicou R$ 33,7 milhões em multas pelo não cumprimento de conteúdo local, a maioria paga com desconto legal que reduziu o montante para R$ 24,6 milhões. A maior multa foi aplicada à estatal Petrobras, no valor de R$ 29 milhões, reduzida para R$ 20,4 milhões com o desconto legal.

Dados divulgados pela ANP mostraram ainda que nunca tantas empresas estrangeiras fizeram ofertas em uma rodada de licitações de áreas de petróleo e gás. Nessa rodada, 27 petroleiras estrangeiras fizeram lances, ante 23 em 2000, até então o maior número. Desse total, 18 saíram vencedoras, o mesmo nível registrado em 2001.
Outra notinha sintomática informa que a agência Fitch reduziu a nota de classificação de risco da dívida em moeda estrangeira e local da OGX, petroleira de Eike Batista. As notas das dívidas foram de B para B-. O rating nacional de longo prazo também foi alterado de BBB- para BB+.
Em contraponto à piora da imagem do Eike Batista, a repórter Denise Luna (FSP, 19/05/13) traça o interessante novo perfil de futuros bilionários brasileiros, Roberto Viana Batista. Não troque seu sobrenome para  Batista, porque as chances diminuíram para um terceiro…

“Ele chegou em um táxi comum, desses amarelinhos que circulam pelo Rio, ao hotel Royal Tulip, em São Conrado, na zona sul, e se hospedou em um dos quartos. De lá comandou uma operação que, surpreendendo o mercado, levou a Petra Energia a comprar, por R$ 111,5 milhões, 28 blocos para exploração de petróleo e gás no leilão realizado no dia 14 de maio de 2013 pela ANP.

Ele é o pernambucano de Timbaúba, Roberto Viana, dono da petroleira, um personagem tão discreto que pode circular pelo hotel repleto de executivos do setor praticamente sem ser reconhecido.

Viana, 55, é avesso a entrevistas, fotografias e aparições públicas, um perfil totalmente diferente do empresário Eike Batista, dono da OGX, de quem é sócio em alguns empreendimentos, e de seu ex-sócio Márcio Rocha Mello, que, antes de deixar a presidência da petroleira HRT, tornou-se conhecido por exigir que executivos andassem de pantufas na sede da empresa, na orla de Copacabana, para não sujar os carpetes.
Aos mais próximos, Viana costuma explicar que, como é avesso a carros blindados e seguranças, não quer ficar famoso, para poder continuar levando uma vida normal.
Mas os mesmos amigos sabem que a “invisibilidade” do empresário torna-se a cada dia mais difícil, por causa do crescimento da Petra, fundada por ele.
Foi como consultor de desenvolvimento estratégico para bancos internacionais de investimento — como Kleinwort Benson e Dresdner Bank — nas áreas de fusões e aquisições, start-ups, projetos de privatização e expansão das empresas que Viana ganhou a experiência com a qual construiu a Petra.
Fontes afirmam que o “pulo do gato” da Petra veio com o apoio de fundos de Cingapura, o que é negado pela empresa. [Para entender o capitalismo contemporâneo, tem de se prestar atenção nos Fundos de Riqueza Soberana, especialmente dos chamados Petro-Estados.]

Capitalizado, teria decidido focar em áreas de gás em terra e chamar para o seus quadros um amigo dos tempos de Dresdner, Winston Fritsch, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda no governo Fernando Henrique Cardoso e hoje presidente da empresa.
Por enquanto, Viana aproveita o anonimato no Recife, onde mora, ou em viagens — é apaixonado pela Ásia, para onde foi logo após o sucesso no leilão da ANP.
O empresário viveu até os 14 anos no interior de Pernambuco. De uma família de empresários, médicos, intelectuais e políticos, ele chegou a fazer parte do governo pernambucano na década de 1990, mas logo abandonou a política para, segundo amigos, nunca mais voltar.
Depois do leilão, a Petra Energia agora avalia as oportunidades do leilão de gás natural convencional e não convencional, previsto para outubro.
Já o leilão do pré-sal, em novembro, não está nos planos da companhia, de acordo com a diretora corporativa, Ana Bizzotto.

Empresa de capital fechado, a Petra foi criada em 2008 pelo grupo STR Recursos Naturais, que tem como sócios a STR Projetos e Participações (99%) e Vincent Parkin (1%).
Até antes do leilão, a empresa detinha participação em 32 blocos, com área de cerca de 80 mil quilômetros quadrados nas bacias do São Francisco (MG), do Parnaíba (PI) e do Amazonas (AM).

No leilão, acrescentou nove blocos na bacia do Parnaíba e mais 15 na quase desconhecida bacia Tucano (BA), todos com 100% de participação. Outros quatro foram adquiridos em consórcio.

A Petra já está produzindo cerca de 3,3 milhões de metros cúbicos de gás por dia na bacia do Parnaíba em conjunto com a OGX e a MPX.
Primeira empresa a notificar à ANP a presença de gás natural não convencional (xisto) em reservatórios, a Petra provavelmente será a primeira a produzir esse gás no país.
Além da Petra, o primeiro leilão em cinco anos chamou a atenção pelascompanhias independentes de petróleo e gás, conhecidas assim por atuarem apenas em uma parte da cadeia, a exploração e produção.
Nomes mais conhecidos, como OGX, Queiroz Galvão, e outros nem tanto, como Cowan, Nova Petróleo, Imetame, Ouro Preto, G3, Sabre e Brasoil Manati, foram destaques do leilão mais recente.
Para o secretário-executivo da Abpip (associação dos produtores independentes), Anabal Santos Júnior, as brasileiras independentes mostraram que estão preparadas para assumir uma lacuna deixada pela Petrobras, que tem apostado grande parte das suas fichas no pré-sal.
Juntas, elas se comprometeram a investir R$ 1,94 bilhão nos blocos adquiridos.
A tendência é que surjam mais empresas independentes, dessa vez de portes médio e pequeno, com a realização de um leilão específico para essa categoria previsto para o ano de 2014. [Quem viver, verá o Capitalismo de Estado Neocorporativista brasileiro florescer…]
Depois do leilão citado, a Petra Energia agora avalia as oportunidades do leilão de gás natural convencional e não convencional, previsto para outubro de 2013. Já o leilão do pré-sal, em novembro, não está nos planos da companhia, de acordo com a diretora corporativa, Ana Bizzotto.

Empresa de capital fechado, a Petra foi criada em 2008 pelo grupo STR Recursos Naturais, que tem como sócios a STR Projetos e Participações (99%) e Vincent Parkin (1%). Até antes do leilão, a empresa detinha participação em 32 blocos, com área de cerca de 80 mil quilômetros quadrados nas bacias do São Francisco (MG), do Parnaíba (PI) e do Amazonas (AM). No leilão, acrescentou nove blocos na bacia do Parnaíba e mais 15 na quase desconhecida bacia Tucano (BA), todos com 100% de participação. Outros quatro foram adquiridos em consórcio.
A Petra já está produzindo cerca de 3,3 milhões de metros cúbicos de gás por dia na bacia do Parnaíba em conjunto com a OGX e a MPX. Primeira empresa a notificar à ANP a presença de gás natural não convencional (xisto) em reservatórios, a Petra provavelmente será a primeira a produzir esse gás no país.

Além da Petra, o primeiro leilão em cinco anos chamou a atenção pelas independentes de petróleo e gás, conhecidas assim por atuarem apenas em uma parte da cadeia, a exploração e produção.

Nomes mais conhecidos, como OGX, Queiroz Galvão, e outros nem tant,o como Cowan, Nova Petróleo, Imetame, Ouro Preto, G3, Sabre e Brasoil Manati, foram destaques do leilão mais recente.

Para o secretário-executivo da Abpip (associação dos produtores independentes), Anabal Santos Júnior, as brasileiras independentes mostraram que estão preparadas para assumir uma lacuna deixada pela Petrobras, que tem apostado grande parte das suas fichas no pré-sal. Juntas, elas se comprometeram a investir R$ 1,94 bilhão nos blocos adquiridos. A tendência é que surjam mais empresas independentes, dessa vez de portes médio e pequeno, com a realização de um leilão específico para essa categoria previsto para o ano de 2014.
PS:
Poucos tem o currículo eclético de Roberto Viana, dono da Petra Energia. Antes de se formar em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco, passou alguns anos estudando Filosofia na Suiça, onde dedicou-se ao estudo da obra do alemão Arthur Schopenhauer.
Também circulou pelo mercado editorialele organizou e publicou Ferreira Gullar na França.
Mas sua grande paixão é o Santuário dos Três Reinos (uma referência aos reinos mineral, vegetal e animal), uma área de 5 milhões de metros quadrados na região metropolitana do Recife, criado para preservar a Mata Atlântica. Lá está construindo um museu a céu aberto, de esculturas de pedra. Já tem cerca de 500 obras, mas só deverá ser aberto ao público em 2020. Boa parte de seu tempo é dedicada ao local.
Viana também criou a Fundação Santuário dos Três Reinos, que tem como finalidade preservar a mata atlântica — mais uma prova do ecletismo de Viana, dono de uma empresa de exploração de petróleo e gás, atividade considerada das mais poluentes que existe.
Batista-Roberto-Viana-Oct-2012-4

Roberto Viana Batista: Mas Quem É, Hein?

Chairman and Executive President, Petra Energia S/A
Roberto Viana Batista has served as a consultant for the development and implementation of strategies for investment banks, including Kleinwort Benson and Dresdner. He contributed to the formulation of M&A transactions, start-ups, privatisation projects and corporate expansion projects. He was President of the Board of CELPE, the electricity distribution company of the state of Pernambuco (1991–92), and founder and first Chairman of the Board of COPERGAS, the natural gas distribution company of the same state (1992). He also advised international groups formulating strategies for entering Brazil following the end of the monopoly of exploration and production of oil and gas in Brazil in 1997.
Mr Batista is also an entrepreneur. Based on his executive and consulting work in the oil and natural gas sector, he was able to identify major market spaces in Brazil, especially onshore, which remained literally abandoned by Petrobras during more than four decades of monopoly.
He has also been active in Brazilian politics at the city, state and federal levels. While still a university student in economics, he served as Secretary of the Municipality of Olinda for UNESCO World Heritage. Later, he was appointed Secretary of Government and Infrastructure of the State of Pernambuco. At the federal level, he played an active role as adviser to key political leaders of the main political parties spanning the full political spectrum, including PT (Workers’ Party), PSDB (Social Democrats), PMDB (Democrats) and PDT, for whom he worked as a consultant on strategic and economic affairs.
Mr Batista majored (summa cum laudae) in economics at the Federal University of Pernambuco in Brazil. He later worked in World Bank projects and received a British Council scholarship for graduate studies at the Faculty of Economics, University of Cambridge.

Presidente e Presidente Executivo, Petra Energia S / A
Roberto Viana Batista tem servido como consultor para o desenvolvimento e implementação de estratégias para os bancos de investimento, incluindo Kleinwort Benson e Dresdner. Ele contribuiu para a formulação de transações de M & A, start-ups, projetos de privatização e projetos de expansão das empresas. Foi Presidente do Conselho de CELPE, a distribuidora de energia elétrica do Estado de Pernambuco (1991-1992), e fundador e primeiro Presidente do Conselho de Copergás, a empresa de distribuição de gás natural do mesmo estado (1992). Ele também aconselhou grupos internacionais formulação de estratégias para entrar no Brasil após o fim do monopólio de exploração e produção de petróleo e gás no Brasil em 1997.
Sr. Batista é também um empreendedor. Baseado em sua executivo e trabalho de consultoria no setor de petróleo e gás natural, ele foi capaz de identificar os principais espaços de mercado no Brasil, especialmente em terra, que permaneceu literalmente abandonada pela Petrobras durante mais de quatro décadas de monopólio.
Ele também tem sido ativa na política brasileira nos níveis municipais, estaduais e federais. Enquanto ainda era estudante universitário em Economia, atuou como Secretário da Prefeitura de Olinda para o Património Mundial da UNESCO. Mais tarde, ele foi nomeado secretário de Governo e Infra-estrutura do Estado de Pernambuco. No nível federal, ele desempenhou um papel activo como conselheiro para os líderes políticos-chave dos principais partidos políticos que mede o espectro político completo, incluindo o PT (Partido dos Trabalhadores), PSDB (social-democratas), PMDB (Democratas) e PDT, para quem ele trabalhou como consultor em assuntos estratégicos e econômicos.
Sr. Batista formou (summa cum laudae) em economia pela Universidade Federal de Pernambuco no Brasil. Mais tarde, ele trabalhou em projetos do Banco Mundial e recebeu uma bolsa de estudos do Conselho Britânico para estudos de pós-graduação na Faculdade de Economia da Universidade de Cambridge.
Fontes:
https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2013/06/20/roberto-viana-mas-quem-e-hein/
http://www.jornali9.com/noticias/denuncia/empresa-que-faturou-r-148-milhoes-do-governo-federal-pode-derrubar-ministro
http://economia.ig.com.br/empresario-pernambucano-investe-r-1-bilhao-na-busca-pelo-gas-do/n1597392379680.html

Nenhum comentário: