sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Diosdado Cabello “Cartel dos Sóis" FARC” acusado de chefe da máfia do narcotráfico

A prisão dos sobrinhos da primeira-­dama da Venezuela empurrou Nicolás Maduro para o centro de uma investigação que nos últimos três anos vem corroendo a reputação do chavismo e revelou que não existe fronteira entre o regime instituído em 1999 e o narcotráfico.

Como o “Cartel dos Sóis” não produz folhas de coca, não processa pasta nem refina cocaína, então sua presença resultou um tanto difusa para os corpos de segurança e comunicadores que investigam o tráfico de drogas na Venezuela, América Latina e no mundo. , o auge que experimenta em tempos de militares no poder não é em absoluto uma surpresa, pois, no livro “La DEA contra la Guardia Nacional de Venezuela” (Gama Editores. 1999, Caracas, Venezuela) alertou que, não se punia os narco­militares da “Operação Norte”, a Venezuela se converteria na Colômbia  à partir dos anos 2000. 

Os parente de Maduro Efraín Antonio Flores revelou que ele e o primo  eram apenas os mensageiros e que a droga pertence ao Cartel dos Sois. Seus chefes, eles asseguraram, são Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional, e Tareck al Aissami, governador de Aragua.

Leamsy Salazar, acolhido no programa de proteção de testemunhas da DEA, está acusando o tenente aposentado e presidente da Assembléia Nacional,  Diosdado Cabello, de ser o chefe do “Cartel dos Sóis”, volta a nos enfrentar com um capítulo especialmente doloroso na história de uma sociedade que leva 22 anos despedaçando suas instituições. 
Declarações do "transloucado" General Villas Boas da Amazônia que declarou, e nada fez para conter o avanço da guerrilha de mercenários no Brasil e hoje Santos Colômbia, quer a Calha Norte brasileira para ligar do Andes ao Atlântico, atendendo a oligarquia americana seus parceiros, e no mesmo tempo, facilitar o narcotráfico pelo seu transportador a Venezuela & Foro de São Paulo.
  • Uma grande área da plantação de coca foi descoberta em ação conjunta das polícias do Brasil e do Peru. A plantação foi feita em áreas de índios ticunas, que vivem na região de fronteira entre os dois países. E, caso se estenda até o lado brasileiro, levará o país a deixar de ser apenas um corredor de passagem para a cocaína produzida nos países vizinhos. Se a coca for plantada no Brasil, o grau de complexidade será muito maior. A presença de guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) na região de fronteira brasileira foi indicada como um fator de risco de insegurança, devido à sua participação no tráfico de armas e de drogas. Ainda a exposição a respeito da fronteira brasileira com a Colômbia e Venezuela. Entre outras ameaças potenciais à segurança do país, estão o aumento da produção de cocaína na Bolívia e a criação do "maior centro de contrabando da América do Sul" na região da Tríplice Fronteira, entre Brasil, Paraguai e Argentina [4].

As FARC lhes oferecem uma solução: as fronteiras, rios, costas, rodovias, portos e pistas aéreas venezuelanas estão à sua disposição, pois os “revolucionários” que acabam de tomar o poder entendem que, à parte de uma excelente fonte de ingressos, o narco­tráfico é uma forma de aplicação da “Guerra Assimétrica” que estabelece que não se deve desprezar uma ferramenta ideal para “branquear” o império e seus aliados europeus, já que são os primeiros consumidores de uma substância que, finalmente, inabilita sua juventude, classe profissional e liderança,  e as FARC, decide-se pela continuação da guerra e a organização guerrilheira necessita agora mais que nunca de seu aliado venezuelano para manter­-se a salvo e triunfar, portanto, separa Medina da direção das relações com a guerrilha que mantinha desde 1996, e passa­ as ao capitão Ramón Rodríguez Chacín.

É o início de uma nova época que augura a ancoragem do narco­tráfico na Venezuela, mas não como uma atividade de produção de coca, processamento de pasta e refinação de cocaína, senão de prestação do serviço do transporte, da mesma maneira que os cartéis mexicanos também operam como receptores de cocaína da Colômbia que transportam para os Estados Unidos.

O próprio Chávez   em meados de 2005, decidiu pela ruptura do acordo que existia entre o governo venezuelano e a DEA sobre a luta anti­droga, expulsa os funcionários desta última, proíbe suas operações aéreas na perseguição de narcotraficantes e limpa os céus para que estes possam operar livremente [3].

Capitão da marinha Venezuelana chega aos EUA e acusa Diosdado Cabello de Capo do narcotráfico.
Como puderam os jovens oficiais desde novembro de 1992 que em sua maioria iam de sub­tenentes a tenentes­coronéis, integrasse a uma organização que, como sua denominação indica, formava o generalato da Guarda Nacional venezuelana. Era possível que homens como Chávez, Arias, Cabello, Ameliach, Castro Soteldo, Otayza, Blanco La Cruz, Carvajal e outros, sentissem alguma atração por uma atividade ou negócio que era coisa de “yanquis e colombianos”, e aqui começam a ser identificados com o “odiado quarto componente

ABC
É importante salientar, que Salazar é o militar de mais alto escalão que rompe com o Chavismo e é recebido por autoridades em Washington como uma testemunha protegida .Salazar indica que cabello é o principal cabeça do cartel de Los Soles, o que poderia ter consequências graves para o regime ditatorial de Nicolas Maduro porque o capitão confirma o status da Venezuela como NARCO-ESTADO.
Salazar, na terceira fila (após Diosdado Cabello e Hugo Chavez), no dia da Independência da Venezuela de 2012
Salazar, na terceira fila (após Diosdado Cabello e Hugo Chavez), no dia da Independência da Venezuela de 2012
Oficial da marinha venezuelana chega aos EUA como testemunha protegida do DEA e acusa presidente da Assembleia Venezuelana , Diosdado Cabello, de chefe da máfia do narcotráfico
O nome dele é Leamsy José Salazar Villafaña, CI 11.992.552. É capitão de corveta da marinha venezuelana e também foi o chefe dos guarda-costas do falecido presidente Hugo Chávez e recentemente é o chefe dos guarda-costas do presidente da Assembleia Nacional e ex-Vice-presidente da Venezuela. Diosdado Cabello 
Leamsy Salazar Cap Corveta da Armada  Venezuelana
Extra-oficialmente, Tarek El Aissami origen sirio-libanesa, também é investigado.La causa, que involucra acusaciones de lavado de dinero y tráfico de drogaDiosdado Cabello seria o responsável pela entrega de drogas para as Américas e o atual governador do estado de Aragua seria o capo responsável pela distribuição para a Europa e Oriente Médio.

O correspondente do diário ABC da Espanha para os Estados Unidos informou em sua conta no Twitter que Salazar vai testemunhar contra Cabello como capo do cartel de Los Soles em um processo da promotoria federal, dos EUA. Salazar supostamente foi testemunha de situações em que Cabello ordenou a saída dos barcos com drogas e ainda visitou lugares onde Cabello guardaria o dinheiro.do narcotráfico

Nenhum comentário: