quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O CFR sempre ganha: não importa quem vença as eleições

Comentário: No Brasil, porém, PARECE que erraram no timing. Precisariam de mais uns três ou quatro anos para ter tudo dominado, dos tribunais superiores, passando pelo Congresso, pelo movimento sindical e pelos fundos de pensão, pelos (falsos) movimentos sociais que atuam como correias de transmissão do partido, pela academia colonizada, pelas ONGs que se transformaram em organizações neo-governamentais, por uma blogosfera suja financiada com dinheiro de estatais e por grandes empresas (com destaque para as empreiteiras. Não deu tempo. O plano foi descoberto antes que as instituições fossem completamente degeneradas. E chegamos então a este agosto de 2015, ano em que alguns desses dirigentes vão começar a assistir, de seus camarotes na prisão, o desmoronamento do esquema maléfico que urdiram. E as classes dominantes!  como destruir o esquema maléfico em que os políticos brasileiros não nacionalistas se infiltraram..

A presidenta Dilma aproveitou a sua ida a ONU para camuflar uma visita obrigatória ao QG. do Governo Mundial em New York, o CFR


...foi buscar suas novas tarefas de casa, onde confirma submissão, como fizeram antes todos os seus antecessores..
CFR
The Council on Foreign Relations 
The Harold Pratt House 58 East 68th Street New York, NY 10065,
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É o domínio dos interesses econômicos, acima de qualquer outra preocupação; é o abso­lutismo da maximização dos lucros contra os interesses sociais, culturais ou religiosos. Aplicam a falsa impressão de que o CFR é um grupo inofensivo de cidadãos que se "preo­cupam" com as questões sociais. Não são extraterrestres perversos nem hipotéticos mons­tros superpoderosos que almejam o controle da Terra, tomando-se mes­tres do mundo. É um determinado sistema que se encarrega disso – dinhei­ro, lucro, riquezas. 
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As sociedades secretas do estilo antigo já estão superadas. Diante dos olhos do público aturdido, intelectual e emocionalmente, desenrola-­se, há muito tempo, uma luta pelo poder, cujo objetivo é possuir o corpo e a alma das pessoas, tornando-as maleáveis. 

O capital estrangeiro direto pode causar, se não for controlado pelos Estados Nacionais, a ruína de um país, a médio e longo prazos. Eles querem que nós abramos nossos mercados para eles, mas não abrem os deles para nós…
Quando a "direita do Establishment" brasileira  recusou ouvidos, ao advogado paulista José Carlos Graça Wagner, sobre o Foro de São Paulo que o denunciou publicamente em 1º de setembro de 1997, e não faltou quem  o rotulasse como “teóricos da conspiração”., perdeu não só a oportunidade de sobreviver politicamente - hoje, até os "Srs" presidentes da República sabe e declara que a direita já não tem a mínima perspectiva de acesso ao poder. 
  • Establishment americano”. Nos EUA, até crianças de escola sabem que  Establishment quer dizer “esquerda chique”
O Foro de São Paulo é a mais vasta organização política que já existiu na América Latina e, sem dúvida, uma das maiores do mundo. Dele participam todos os governantes esquerdistas do continente. Mas não é uma organização de esquerda como outra qualquer. Ele reúne mais de uma centena de partidos legais e várias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à indústria dos seqüestros, como as FARC e o MIR chileno, todas empenhadas numa articulação estratégica comum e na busca de vantagens mútuas. Nunca se viu, no mundo, em escala tão gigantesca, uma convivência tão íntima, tão persistente, tão organizada e tão duradoura entre a política e o crime. 

Durante dezesseis anos, todos os jornais, canais de TV e estações de rádio deste País – todos, sem exceção, inclusive aqueles que mais se gabavam de primar pelo jornalismo investigativo e pelas denúncias corajosas – se recusaram obstinadamente a noticiar a existência e as atividades dessa organização.  Ligação íntima entre o Foro de São Paulo e uma prestigiosa entidade da esquerda chique americana, o "Diálogo Interamericano". Não sei se essa prova específica existe ou não, nem se ela é realmente necessária para demonstrar algo que metade da América já conhece por outros e abundantes sinais. 

O Diálogo Interamericano DI, fazia propaganda descarada do candidato petista Lula, proclamando-o “uma encarnação do sonho americano”. Embora fosse uma interferência ilegal e indecente de autoridade estrangeira numa eleição nacional -- só não causando escândalo porque até a prepotência imperialista se torna amável quando trabalha para o lado politicamente correto. Logo em seguida, foi repetida ipsis litteris, sem citação de fonte, num artigo da New York Review of Books que celebrava entusiasticamente a vitória de Lula. Adivinhem quem assinava o artigo? O indefectível  Kenneth Maxwell. Em artigo publicado na New York Review of Books – e, é claro, reproduzido na Folha --, Maxwell declarava que o Foro simplesmente não existia, porque “nem os mais bem informados especialistas com quem conversei no Brasil jamais ouviram falar dele”. 

Luiz Felipe de Alencastro, professor de História do Brasil na Sorbonne e colunista da Veja, brilhava num debate do CFR emprestando à tese da inexistência do Foro de São Paulo. [2,3,4]. 

Em 1999, Membros importantes do CFR tiveram contatos próximos com as organizações criminosas participantes do Foro de São Paulo o presidente da Bolsa de Valores de Nova York, Richard Grasso,membro do CFR, fez uma visita de cortesia ao comandante das Farc, o  assassinado  Raul Reyes, e saiu dali festejando a comunidade de interesses entre a quadrilha colombiana e a elite financeira “progressista” dos EUA. Logo em seguida, outros dois membros do CFR, James Kimsey, presidente emérito da America Online, e Joseph Robert, chefe do conglomerado imobiliário J. E. Robert, tinham um animado encontro com o próprio fundador das Farc, o velho Manuel Marulanda, e em seguida iam ao presidente colombiano Pastrana para tentar convencê-lo, com sucesso, a ficar de bem com a narcoguerrilha.
A divisão de trabalho era nítida: os potentados do CFR negociavam com a principal força de sustentação militar e financeira do Foro de São Paulo, enquanto seus office-boysintelectuais  cuidavam de despistar a operação proclamando que o Foro nem sequer existia.
O CFR "alardeava a intenção" de eliminar a influência do narcotráfico nos governos ao mesmo tempo que contribuía ativamente para que essa influência se tornasse mais vasta e fecunda do que nunca.
  • Não podemos afirmar que o CFR, como instituição, seja uma central conspiratória pró-comunista. Muitos de seus membros são patriotas americanos que jamais endossariam conscientemente uma política prejudicial ao seu país. Mas não dá para esconder que, ali dentro, um grupo de bilionários reformadores do mundo, incalculavelmente poderosos, tem induzido a entidade a influenciar o governo de Washington, quase sempre com sucesso, no sentido mais esquerdista e anti-americano que se pode imaginar. Nos EUA isso é um fato de conhecimento geral. Ninguém o coloca em dúvida
A CFR pertencia também o presidente Clinton, cujo famigerado Plano Colômbia tinha tido por principal resultado eliminar os concorrentes e entregar às Farc o quase monopólio do mercado de drogas na América Latina [4].  Em 2003 Lula protegeu e  armou  pelo Foro de San Pablo o narcotráfico, e decretou o  “estatuto do desarmamento” que não veio para garantir a segurança e a vida do cidadão comum, mas para escravizá-lo.

Quando a polícia de São Paulo prendeu a peruana Juliana Custódio, envolvida na morte de um bombeiro, a TV Bandeirantes deu destaque para o caso. A Globo deu uma nota e esqueceu o assunto, um juiz entrevistado pela Band disse o seguinte: em dez anos estará formada no Brasil a maior rede terrorista jamais vista nas Américas; ela é inevitável. A peruana foi apontada como elo de ligação entre as FARC e o PCC.” [1]

The New York Times
2009 momentos finais da conferência de Copenhague a ministra Dilma Roussef à esquerda de Hillary Clinton, Obama, Wen, Lula e os governantes indiano e sul-africano: Obama,  Lula  Brasil, África do Sul, Índia e China, o BASIC ou, o BRICs!. Foto e relato do New York Times
  • BRICS!!  "Brasil e Rússia estão em recessão, a África do Sul sofre problemas estruturais sistêmicos e a China está em desaceleração estrutural. São todos países muito diferentes entre si". Mas é precisamente a esses parceiros que o Brasil atrelou sua carroça. E tudo isso, somado aos dilemas políticos e econômicos já graves do país, ameaça causar a tempestade perfeita.
CEBRI – Centro Brasileiro de Relações Internacionais 
(braço do CFR) no Brasil
Não importa quem vença as eleições : o CFR sempre ganha.[5]

[4] http://www.brasilsoberano.com.br/artigos/Anteriores/odialogointeramericano.htm
[5] http://www.brasilacimadetudo.com/2007/02/cebri-o-braco-do-conselho-das-relacoes-exteriores-cfr-no-brasil/~

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