terça-feira, 28 de julho de 2015

O programa secreto brasileiro de submarinos nucleares deve ser investigado, o que faz o TCU!

A Operação Lava jato chegou nas usinas de Angra. 
O presidente licenciado da Eletronuclear, Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva (foto),  preso nesta terça-feira em nova fase da Operação Lava-Jato, teria recebido R$ 4,5 milhões em propinas. O pagamento realizado entre 2009 e dezembro de 2014 foi realizado para a empresa Aratec Engenharia Consultoria & Representações, com sede em Barueri, no interior de São Paulo. De acordo com o registro da Receita Federal, as sócias da empresa são Ana Cristina da Silvia Toniolo e Ana Luiza Barbosa da Silva Bolognani. Para a PF e o MPF, Othon Luiz Pinheiro da Silva é o verdadeiro dono da Aratec. Os pagamentos a ele teriam sido realizados por meio de quatro empresas de fachada, subcontratadas pela Andrade Gutierrez e pela Engevix: CG consultoria, JNobre Engenharia, Link Projetos e Participações e Deutschebras Comercial e Engenharia. A Força-Tarefa disse que está apenas no início das investigações e que o caso pode ser “muito maior”, segundo o delegado federal Igor Romário de Paula. 


O Brasil do PT de Lula/Dilma formou uma empresa – Itaguaí Construções [...] Navais (Itaguaí Naval Construction) – uma parceria entre a estatal francesa DCNS (ex - Direction des Constructions Navales et Services), a gigante da construção Odebrecht e a Marinha do Brasil, que tem direitos de veto. 
Orçado em R$ 6,7 bilhões, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) da Marinha remonta ao regime militar. Mas foi a assinatura de um acordo de transferência de tecnologia com a França, em 2008, que possibilitou ao país contar com o lançamento de um primeiro submarino (ainda não nuclear) em 2016.
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submarinos convencionais (S-BR) da classe Scorpène, de tecnologia francesa " ultrapassados"). A Construtora Norberto Odebrecht será sócia na construção dos cinco submarinos contratados pelo Brasil com a França - um negócio estimado em 7 bilhões (R$ 21,4 bilhões) ao longo de 20 anos, acertado no fim de 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com seu colega francês, Nicolas Sarkozy. A DCNS, empresa que tem 75% de suas ações controladas pelo Estado na França e 25% pela Thales, afirmou que a Odebrecht foi escolhida por sua especialização nas áreas nuclear e de offshore. Formará com os franceses uma joint venture para fazer as embarcações.
A empreiteira construirá ainda o estaleiro onde as embarcações serão montadas e uma nova base naval no Porto de Sepetiba, no Rio. O contrato entrará em vigor no segundo semestre.
Um porta-voz da empresa, pedindo anonimato, disse que o projeto "é o contrato mais importante já assinado pela DCNS"  R$ 30 bilhões até 2029. Alguma dúvida que chegará a R$ 60 bilhões? O TCU está de olho! Será que o TCU está de olho? O TCU sempre deixando tudo acontecer? há mais indícios de corrupção a apurar no setor de energia, pode ser muito maior.

Presidente Lula encontra-se com o presidente da França Nicolas SarkozySão Jorge do Oiapoque (Guiana Francesa) -. Eles observam a maquete da ponte de cerca de 400 metros sobre o Rio Oiapoque, ligando o Amapá à Guiana Francesa.

Brasil 'abandona' ponte milionária ligando a Guiana construída em parceria com a França.http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/02/1594386-brasil-abandona-ponte-construida-em-parceria-com-a-franca.shtml   

A mesma Guiana que Maduro Venezuela  agora quer invadir devido petróleo lá encontrado, e Dilma finge estar contra Maduro! A ponte que custou milhões, não foi inaugurada está abandonada por que será, é preocupante... Para onde foram os milhares de migrantes que chegaram no Brasil?


Indignado com a procedência de nossos governantes perante a atual e futura crise energética mundial, e a entrega do  território brasileiro para os estrangeiros.

Professor e Físico Nuclear José Walter Bautista Vidal, 

As tardias e não realizadas decisões para o desenvolvimento tecnológico brasileiro:
Apesar de o desenvolvimento da física nuclear no Brasil ter começado em 1938, no Departamento de Física da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (o departamento iniciou seus estudos sobre fissão nuclear quase na mesma época em que pesquisas semelhantes ocorriam no exterior), o interesse pelas aplicações desse tipo de energia só surgiu depois do fim da II Guerra Mundial. Materializou-se a partir dos anos 50, quando o almirante Álvaro Alberto, envolvendo a comunidade científica, alertou o governo da sua importância para a segurança do país.

Dois foram os principais debates que surgiram na ocasião em relação à energia nuclear. 
Em primeiro lugar, discutiu-se a exportação indiscriminada, pelo Brasil, de suas reservas de minérios de importância nuclear, como o urânio e tório. A segunda questão polêmica foi a fracassada tentativa de compra, pelo Brasil, de ultracentrífugas de origem alemã, equipamentos destinados ao enriquecimento de urânio. Impedido de adquiri-las, porque às nações detentoras da tecnologia de produção do urânio enriquecido não interessava repassá-la a países em vias de desenvolvimento, o Brasil, país rico em minérios atômicos, decidiu lançar-se numa linha autônoma de pesquisas, que permitisse o uso do urânio natural. Para isso foi criado em 1951 o Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq), atualmente rebatizado de Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e, em 1956, a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).
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Enquanto ao CNPq caberia financiar  pesquisas e a  formação de pesquisadores, à CNEN foi dada a tarefa de desenvolver a utilização da energia nuclear em todas as formas de aplicação pacífica, com crescente autonomia tecnológica; garantir a segurança das usinas nucleares, das instalações do ciclo de combustível e das demais instalações nucleares e radioativas. Foram vinculados à CNEN os seguintes institutos de pesquisa e desenvolvimento nuclear: Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), em São Paulo ; o Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear (CDTN), em Belo Horizonte ; o Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD) e o Instituto de Energia Nuclear (IEN), os dois últimos no Rio de Janeiro. 

No final dos anos 60, a situação brasileira em relação à tecnologia nuclear continuava, contudo, a ser de dependência em relação ao exterior. A linha de pesquisas de aproveitamento do urânio natural pouco havia avançado. Em 1969, o governo brasileiro decidiu construir uma usina nuclear na praia de Itaorna, no município fluminense de Angra dos Reis. Adquiriu um reator de urânio enriquecido nos Estados Unidos. Esta decisão foi muito criticada pelos físicos brasileiros, principalmente porque a compra se deu em regime de turn-key, o que significava um pacote fechado de equipamentos, que não permitia o acesso à tecnologia.

Estatal Eletronuclear

A construção da usina, mais tarde batizada de Angra I, começou em outubro de 1972 sob suspeitas de instabilidade geológica e sísmica do local es.colhido. O nome da praia, Itaorna, em língua tupi significa "pedra podre". Simulações de acidentes revelaram a fragilidade do projeto e a impossibilidade de evacuação dos moradores da região no caso de uma emergência. Prevista para entrar em operação comercial em 1979, sofreu grande atraso, só sendo inaugurada em 1983. Ainda na década de 70, o governo do presidente Ernesto Geisel assinou um amplo acordo de transferência de tecnologia nuclear com a então República Federal da Alemanha. Assinado em 1974, incluía, além da aquisição de usinas nucleares, a possibilidade de transferência das diversas tecnologias do ciclo do combustível nuclear, tais como o enriquecimento e o reprocessamento de urânio. Na realidade, o processo de enriquecimento a ser transferido, batizado de jato centrífugo, encontrava-se ainda em estudos nos laboratórios alemães, portanto sua aplicação era muito duvidosa.
                 Construção de Angra 3 depende de solução para o lixo nuclear

Segundo números oficiais,  foram gastos com Angra 3 US$ 750 milhões entre a compra e a estocagem dos equipamentos. O projeto de Angra 3 foi paralisado em 1992 por motivos econômicos pois para entrar em operação, necessitaria de mais US$ 1,5 bilhão.
Em setembro de 2002 (governo Lula), o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) autorizou a Eletronuclear, empresa estatal que pleiteia a construção de Angra 3, a iniciar o licenciamento ambiental, o debate sobre a armazenagem dos rejeitos radioativos e o equacionamento econômico-financeiro da proposta. A decisão final sobre Angra 3 foi tomada em reunião do CNPE.
Infelizmente, tudo gira em torno das empresas controladas pelo governo do PT, PMDB... que colocam as comissões (propinas) acima da gestão administrativa. Por outro lado, temos o TCU (Tribunal de Contas da União) que age com total omissão, deixando o rombo público acontecer, tomando proporções incontroláveis. 
http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2015/07/ministerios-cobicados-pelos-politicos.html

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