domingo, 7 de setembro de 2014

Casa das Garças - O Novo Partido -

Nota minha: Assistam no vídeo abaixo, a trajetória de Walter Moreira Sales em Botelhos MG e o Banco Machadense no interior de Minas, incorporando interesses de bancos internacionais.
1) Em 1948 dirigiu a carteira de crédito  geral do Banco do Brasil e nomeado diretor da SUMOC;
2) Em 1951 WMS  participou em Washington da 4a. conferência  de consultados chanceleres americanos. WMS deixou a Sumoc;
3) Em 1951 se tornou embaixador em Washington.
4) Em 1951 JK rompeu com o FMI e  para contrair empréstimos nomeou Walter Moreira Sales como Embaixador assim até 1960, para bom relacionamento com os EUA.
5) Tancredo Neves como primeiro ministro nomeou Walter Moreira Sales  para pasta da Fazenda. Iniciou aí, o relacionamento de Walter Moreira Sales com os Rockfeller/Rothschild, com a oligarquia internacional, com o descaminho do Nióbio brasileiro de Araxá Minas Gerais, com o descaminho no dos minérios brasileiros .
6) Assistam o vídeo e vejam como Fernando Henrique Cardoso e  Lula da Silva mito secreto [2] apadrinhados pela clã Rothschild, compartilham dos mesmos ideais.
7) Em 1999 FHC criou o Ministério da Defesa convocando um civil para ocupá-la privatizando áreas importantes nas fronteiras, inibindo a segurança pelos militares.
8) Assistam o vídeo e saibam como o Itaú/Unibanco tornou-se o maior banco do Brasil, através do descaminho do mais cobiçado minério no mundo que o Brasil detém 98% da sua produção mundial. O  MINÉRIO NIÓBIO:
9) Assistam o vídeo e saibam para o que serve a Casa das Garças na Gávea RJ: Não importa se ganha a esquerda ou a direita o que importa é servir ao sistema dominante.



Casa das Garças  -   "Discreto" clube da elite
 (reduto da ortodoxia econômica, dominado pela PUC do Rio [5])
— Dionisio Carneiro  foi sócio-fundador do Instituto de Estudos de Políticas Econômicas Casa das Garças no RJ, veio a falecer em julho/2010.
— Arminio Fraga ex- Diretor do Banco Central  no governo FHC, ocupa o Conselho de Administração do Unibanco [4].
Faz Parte:
Dionísio Carneiro
Professor da PUC e idealizador do projeto
Armínio Fraga
Ex-presidente do Banco Central e sócio da empresa de administração de fundos Gávea
Ilan Goldfajn
Professor do Departamento de Economia da PUC-Rio e sócio da Gávea
Pérsio Arida
Ex-presidente do BNDES e do Banco Central, foi um dos formuladores do Plano Real
André Lara Resende
Economista, comandou o BNDES e foi umdos autores do Plano Real
Pedro Moreira Salles
Presidente do Conselho de Administração do Unibanco
Edmar Bacha
Ex-presidente do BNDES e um dos pais do Real. É fundador da Casa das Garças



Banqueiros e economistas se associam para transformar uma mansão carioca num centro de debates dos "problemas brasileiros"
PATRÍCIA CANÇADO
Quando foi comprada por um ex-banqueiro, a Casa das Garças era apenas uma mansão abandonada na Gávea, no Rio de Janeiro. Desenhada por Oscar Niemeyer na década de 50, ganhou esse nome porque fica na confluência de dois rios, o que acabava atraindo essas aves. Agora o casarão será conhecido por outro motivo: virou ponto de encontro de alguns dos economistas e banqueiros mais influentes e poderosos do país. Ali se reúnem uma vez por mês gente do calibre de André Lara Resende, Edmar Bacha e Pérsio Arida (autores do Plano Real), do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga [1] e de Pedro Moreira Salles, presidente do Conselho de Administração do Unibanco. Num ambiente simples, mobiliado apenas com algumas cadeiras e mesas redondas, este grupo de notáveis se senta para tomar cerveja, planejar estudos, trocar idéias e propor soluções para problemas do Brasil. "É um espaço para arriscar, ver os problemas de forma menos contaminada", define o economista Dionísio Dias Carneiro, um dos articuladores do projeto junto com Bacha e Antônio Bittencourt, o ex-banqueiro dono da casa. "A intenção é criar um campo neutro, sem interferência acadêmica, empresarial ou política."

A Casa das Garças, como está sendo chamado o Instituto de Estudos de Política Econômica, é um filhote do Departamento de Economia da PUC do Rio de Janeiro. Todos os seus 16 integrantes são professores ou alunos ilustres que já passaram pela universidade. O clube de economistas não aceita novos sócios e prima pela discrição. A começar pela própria casa. As salas de reunião ficam nos fundos e o auditório não comporta mais do que 50 pessoas. O lugar não tem sequer uma secretária para atender os telefonemas - o único funcionário fixo é um aluno de doutorado da PUC. O comedimento não é fruto de falta de dinheiro. Foi intenção dos sócios montar um clube fechado, onde as pessoas se conheçam e se sintam à vontade para debater e criticar. "Platéia grande sempre gera constrangimento", diz Antônio Bittencourt. "As pessoas podem achar que o instituto é um braço do PSDB, mas não é verdade. Para muitos de nós, a discussão é um hobby." A Casa das Garças se propõe a organizar dez sessões ordinárias por ano e pelo menos uma reunião informal por mês - uma happy hour de intelectuais. "Eu quis fazer parte porque sabia que o nível do debate seria alto", diz Pedro Henrique Mariani, dono do Banco BBM. "É uma discussão ponderada, um meio-termo entre a academia e o mercado financeiro."

Os integrantes são tão reservados que os eventos ocorridos até agora passaram longe dos holofotes. Pouca gente soube, por exemplo, que a Casa promoveu um seminário em parceria com o Banco Mundial para discutir o que houve com a economia brasileira entre 1999 e 2002. Participaram nomes de peso do mundo acadêmico como Olivier Blanchard, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e Charles Wyplosz, do Instituto de Economia Internacional de Genebra. Vez por outra, funcionários do governo também participam. Joaquim Levy, secretário do Tesouro Nacional, Eduardo Loyo, diretor de Estudos Especiais do Banco Central, e Marcos Lisboa, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, já fizeram parte da platéia.

  • O BNDES, os fundos do Tesouro, deixou  o Brasil desgovernado;  formou um rombo no governo em torno de 8 R$trilhões,
No Brasil e no mundo, a grande impressa não divulga a influência de organizações representantes de grupos econômicos transnacionais, o sistema dominante.  É importante que os brasileiros saibam o que existe por detrás dos governantes entreguistas, que corrompem o Estado entre o sistema dominante do socialismo fabiano e do socialismo eurasiano [3]:
A maioria dos políticos brasileiros participam do mesmo modelo entreguista neoliberal estabelecido no Relatório Kissinger e no Consenso de Washington que norteiam as entidades globalistas como a ONU, o FMI, a Fundação Ford, o Diálogo Interamericano, a Comissão Trilateral, o Clube de Roma, o Clube de Bilderberg  o Forum de Davos, o Foro de São Paulo, Tanto essas entidades dos fabianos, como as entidades dos eurasianos, tem como objetivo estabelecer uma Nova Ordem Mundial a partir de uma ditadura de partidos corruptos em todos os países do mundo para garantir o lucro das empresas transnacionais e dos banqueiros internacionais. O Diálogo Interamericano (DI) ligado ao Foro de San Pablo, seminário a que FHC compareceu, e cuja ata de fundação subscreveu no início da década de 80 (1982), juntamente com LUIZ IGNÁCIO LULA da SILVA (pasmem!), é ONG ligada a órgão do Congresso dos EUA, o Centro Acadêmico Woodrow Wilson (CAWW), sendo suas verdadeiras finalidades estatutárias desconhecidas. FHC ocupa, alta posição na direção do DI Diretório Internacional [6]. 
Notas:
[1] - Swissleaks: fundo de investimento de Armínio Fraga é investigado nos EUA
ex-presidente do Banco Central teria transferido US$ 4,4 mi das Cayman para Suíça: http://noticias.r7.com/brasil/swissleaks-fundo-de-investimento-de-arminio-fraga-e-investigado-nos-eua-18032015
[2] - Lula Secreto foi treinado em Cursos ministrados pelos globalistas e desenhados sob medida para parecer da esquerda, apenas parecer da esquerda, para continuar atendendo o sistema dominante.
[3] - Juntos o socialismo Fabiano de FHC e o socialismo Eurasiano de Lula da Silva

2 comentários:

freestyle disse...

De onde vem o dinheiro pra comprar, manter e administrar tudo isso?

Marilda Oliveira disse...

erário brasileiro desviado pelos lesa-pátria, apoiado pelos globalistas anglo-americanos.