domingo, 6 de julho de 2014

Os que enfraqueceram o Regime Militar hoje promovem a falência do Brasil

Nota minha: - Pesquisando sobre a convenção OIT N.169 retificada na ONU em 2007 por Lula e o ex embaixador Celso Amorim sem ressalvas, oferecendo a ONU a oportunidade de abocanhar 50% do território nacional,  me deparei com os Conselho Missionário de Igrejas (CMI), que nem é realmente um órgão religioso mas se alia ao nefasto Conselho indigenista Missionário (CIMI), que tantos males tem causado ao nosso Brasil.  
01) O CMI,  por detrás da fachada da promoção de um falso ecumenismo religioso, funciona como coordenadora do indigenismo e outras formas insidiosas de interferência política em países de interesses para os seus mentores do Establishment oligárquico, como as ONGs que se infiltraram na Amazônia brasileira criando mentalidade nos nossos índios, com intenção de dividir territórios para usurpar. Um dos fundadores do CMI, o veterano militante das redes do CMI no Brasil, Anivaldo Pereira Padilha
02) As governanças civis formada por "intelectuais" e "guerrilheiros", antes de assumirem o poder em 1985, já preparavam as estratégias de domínio e poder, iniciaram utilizando a guerrilha, os conflitos, com a retirada do regime militar para a implantação do regime socialista autoritário no Brasil. 
03) O mesmo CMI - Conselho Mundial de Igrejas que incentivou, e ajudou a CNBB à destruir o Regime Militar brasileiro, alocando as ONGs na Amazônia e expulsando de lá os militares, hoje,  acreditando terem conseguido seus objetivos, está sendo danosa para a CNBB. Todos devem saber que esses Conselhos nada tem ha ver com igreja ou com qualquer doutrina, estão à serviço da Ordem Mundial, pelo domínio e usurpação dos países deixados  pelos "donos do mundo" sempre em desenvolvimento.
04) Em 1961 Cuba expulsou 131 padres. A CNBB vermelha, jogará uns contra os outros. 

  • O MARXISMO SE APODERA DA RELIGIÃO
    Embora o marxismo já tivesse grande influencia na teologia cristã protestante desde antes da primeira guerra mundial, esta influencia não teve maiores repercussões no pensar teológico em geral. Apenas depois do Concilio Vaticano II que esta “teologia dialética” de um grupo de teólogos protestantes começa a influir também sobre os teólogos católicos, criando uma corrente muito forte e muito perigosa de “teologia marxista”, que constitui a base doutrinal para a educação e a formação do novo clero da Igreja Católica; um clero completamente incorporado à revolução marxista e comprometido com seu êxito...Os esclarecidos, são testemunhas de algo inaudito; o marxismo, que é por definição ateu e materialista, se apodera da religião, instrumentaliza as igrejas para servir-se delas com o fim de alcançar o triunfo da revolução marxista, quer dizer, da destruição da religião e da crença em Deus.[3] 

A CNBB é vermelha.


E 1972 a CNBB criou o CIMI e em 1975 o CPT
    Em 1978  em Genebra
    D.Paulo Evaristo Arns CNBB, reverendo pastor presbiteriano Jaime Wright, Vanucchi e Eny Moreira são aplaudidos de pé, em 1978, ao chegar em Genebra. A advogada brasileira Eny Moreira apresentou ao representante do CMI Chuck Harper, a ideia de organizar um arquivo com cópias feitas em segredo dos autos da ditadura militar no Brasil, para punir os militares e os tirarem da guarda da Amazônia; o representante do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) ficou motivado: "Isso é possível? Podemos mesmo fazê-lo? - perguntou. Eny respondeu: “Sim, mas precisamos de apoio para o que o reverendo Jaime Wright e de dom Paulo Evaristo Arns estão fazendo.”
    O presidentes do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), dom Manoel João Francisco, e o presidente do Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI), bispo anglicano panamenho Julio Murray, também tiveram a oportunidade de saudar o público presente, o moderador do Comitê Central do CMI pastor luterano Walter Altmann, expressou seus sentimentos como brasileiro e membro da liderança do organismo ecumênico.


    Em 1980 em São Paulo
    A tendência interna do PT denominada "Articulação do PT" onde está o clero marxista, fundou o partido em 10 de fevereiro de 1980 no Colégio Sion em São Paulo.

    Em 1981 em Genebra
    Conselho Mundial de Igrejas (CMI),  reuniu-se em Genebra, em 1981, com mais de mil membros que compõem os diversos conselhos de defesa dos índios e do meio ambiente e entre outras estratégias decidiram: «É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes, para o seu desfrute pelas grandes civilizações europeias " não nacionais" cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico": Diretrizes N.4 [2]
    • EM 1984 O MST foi oficialmente fundado  pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). Esta, por sua vez, deve sua criação a outra entidade que nasceu no Brasil nos anos 70 em São Paulo a Comissão da Justiça e Paz, graças ao apoio que recebeu do CMI, controlada pelo agora ex-arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Atualmente, as principais figuras da CPT se converteram de fato nos verdadeiros comandantes do MST, como os bispos Tomás Balduino e Pedro Casaldáliga. A CPT foi fundada em Goiânia, em abril de 1.975; atualmente faz parte da organização Pax Christi, sediada na Bélgica, uma ONG com ativo trabalho na Colômbia, onde intermediou vários seqüestros perpetrados pela narcoguerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).
    Padre Tomás Balduíno no comando e membros do MST

    Em 1990 o clero marxista ajudou a fundar o foro de São Paulo (FSP). Foram realizadas reuniões em Itaici, com anuência do cardeal Arns, para o nascimento do Foro (FSP).
    Entendendo as finalidades de tomada de poder: Tentaram ardilosamente enfraquecer as Forças Armadas brasileiras, condenar os militares pelas punições aos comunistas aplicada no regime militar, como estratégia de enfraquecer e afastar a segurança militar da Amazônia e fronteiras brasileiras, na finalidade de infiltrar, alocar, as ONGs, os falsos índios, o Conselho Missionário de Igrejas na Amazônia  e em outras cidades do Brasil, para transformar a mentalidade dos verdadeiros índios e quilombolas brasileiros, que hoje dominados, induzidos, aprenderam a prática da violência para reivindicar as terras brasileiras para interesses alienígenas. O Conselho Missionário de Igrejas que se dizem humanistas, fazem persuadir ardilosamente nas urnas eleitorais fraudulentas os votos dos nativos e servos enganados pela falsa doutrina, para os políticos que se vendem por trinta moedas. Isso tudo é crime.  A Funai curadora vê e aceita. O Ministério Público que se diz proteger o indígena, que diz aprender com eles, entrega os indígenas de mão beijada para a escravidão por não nacionais. E o Estado omisso que não se faz presente para impor a ordem e o progresso da nação, nele incluído o indígena brasileiro.

    15.jpgUma contundente denúncia sobre o insidioso papel desestabilizador do CMI partiu do cardeal Joseph Ratzinger, então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano [hoje papa Bento XVI]. Em uma entrevista à Folha de S. Paulo de 10 de junho de 1997, ele afirmou: "Grande parte dos bispos católicos da América Latina se lamentam comigo do fato de que o Conselho Ecumênico de Igrejas [como o CMI também é conhecido] tem dado grande ajuda a movimentos de subversão, ajuda que talvez tivesse "boas intenções", mas que acabou sendo bastante danosa para o Evangelho."
    No Brasil, essa campanha de subversão permanente transcende a "frente dos direitos humanos". De fato, o CMI tem financiado e promovido diversas iniciativas contra o desenvolvimento e a soberania do País, com ênfase nas questões agrárias, ambientais e indigenistas, além de ser um dos principais promotores das campanhas de desarmamento civil. Entre as organizações não-governamentais (ONGs) que recebem o seu apoio direto, destacam-se o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), Via Campesina, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e Instituto Socioambiental (ISA). Praticamente cada grande projeto de infraestrutura e logística implementado no País, nas últimas décadas, tem se defrontado direta ou indiretamente com uma ação do CMI.

    Em linhas gerais, pode-se afirmar que o CMI está engajado em uma autêntica "guerra de quarta geração" contra o Estado nacional brasileiro, manipulando setores de sua própria sociedade contra os seus próprios interesses. O tema dos direitos humanos vem sendo instrumentalizado contra o Brasil desde a década de 1970, no governo de Jimmy Carter, que o utilizou como parte da estratégia para  anular o Acordo Nuclear Brasil-Alemanha. Seus principais coadjuvantes: o cardeal Arns e o rabino Sobel (conhecido pelo amor as gravatas) e com vínculos políticos nos EUA.
    Por detrás do projeto, estava o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), órgão que, sob a fachada da integração religiosa, oculta as altas funções que executa como integrante das redes mais intervencionistas do aparato de inteligência.
    O rabino Henry Sobel conhecido pelo incidente das "gravatas" era simplesmente o líder incontestável do judaísmo no país, gozava de prestígio e admiração de líderes das mais diversas religiões, e por isso mesmo era convidado a cultos ecumênicos e movimentos de paz. Em obediência a CMI (cumprindo os interesses da ONU), em plena ditadura militar, 1975 o rabino Henry Sobel, com o [.]> BOSCH Dom Paulo Evaristo Arns, e o pastor  americano James Wright, os três religiosos,  quando o jornalista Vladimir Herzog foi assassinado nas dependências do Doi-Codi, conduziram, um culto ecumênico usando o termo ("suicidado" pelos militares). O ato foi a primeira grande manifestação contra o regime militar (1964-1985) na década de 70.  Este ato estrategicamente preparado pelo CMI serviu para eles denunciarem o Brasil na ONU. Em junho de 2011, o CMI repassou ao Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, cerca de 4 mil páginas de documentos relacionados ao projeto Brasil: Nunca Mais!, que se encontravam em sua sede em Genebra, Suíça. Mais tarde, em novembro, o moderador do Comitê Central do CMI, o ex-pastor Walter Altmann, encontrou-se em Brasília com a ministra dos Direitos Humanos Maria do Rosário, para manifestar o apoio do CMI à constituição da Comissão da Verdade. Na ocasião, Altmann entregou à ministra uma cópia em espanhol do livro O Acompanhamento, de Chuck Harper, que relata o apoio do CMI às iniciativas de defesa dos direitos humanos na América Latina, entre as décadas de 1970 e 1990. O titulo completo do livro, publicado em 2006, é O Acompanhamento: Ecumenical Action for Human Rights in Latin America 1970-1990, apresentado por Harper como uma "história da resistência cristã no Brasil" (sic).

    Em 2006, o rabino Sobel teve um encontro com o Dalai-Lama, e esse ano foi convidado para o encontro de líderes religiosos com o papa Bento 16. O cara é um ícone de religiosidade, certo? E religiosidade rima com bondade, certo? no entanto em 2003, após o assassinato do casal de namorados Liana Friedenbach e Felippe Caffé, Sobel declarou na televisão ser a favor da pena de morte: "O judaísmo condena categoricamente a pena de morte. Mas, na qualidade de pai, disse: defendo a pena de morte em casos excepcionais". Ele foi duramente censurado. Dias depois, teve de se retratar publicamente.

    Uma das finalidades desses conselhos, CMI,CIMI, CPT, CNBB, MST... é acabar com o cristianismo 
    religião que predomina no Brasil,  desarmar a população, e fazer permanecer o Brasil submisso, sempre em desenvolvimento, para dele tirar seus recursos estratégicos.

    Vaticano, religião, ou interesses usando a religião para chegarem na Nova Ordem Mundial.
    Enquanto o Papa Francisco apoia o MST no Vaticano, haitianos, angolanos em idade militar chegam no Brasil sem as famílias, quando a Venezuela treina guerrilheiros do MST no Brasil, quando a Presidente do Brasil Dilma Rousseff tira as FFAA das principais Fronteiras brasileiras, é tudo muito preocupante!
      “Nós marxistas com o Papa para parar o diabo”
      Il Fatto Quotidiano, Roma, 3.11.2014



      [2] Mudança e Divergência: Diretrizes No 4 - ANO "0" do Conselho Mundial de Igrejas Cristãs para a Amazônia Brasileira
      [3] Miguel PORADOWSKI. El marxismo se apodera de la religion. Comunicação apresentada ao Congresso Mundial Anticomunista, Taiwan-Formosa, 1975. Revista Verbo, n. 133-134, mar-abril de 1975, pp. 521-522.
      http://www.blogdoambientalismo.com/alexandre-padilha-candidato-conselho-mundial-de-igrejas/

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