domingo, 6 de julho de 2014

A agenda secreta da CNBB, CIMI, CMI, CPT, MST, e organizações criminosos

Nota minha: - Pesquisando sobre a convenção OIT N.169 ratificada na ONU em 2004/2007 por Lula e o ex embaixador Celso Amorim sem ressalvas, oferecendo a ONU a oportunidade de fragmentar oportunamente 50% do território nacional,  me deparei com os Conselho Missionário de Igrejas (CMI), que nem é realmente um órgão religioso mas se alia ao nefasto Conselho indigenista Missionário (CIMI), que tantos males tem causado ao nosso Brasil. 
01) O CMI,  por detrás da fachada da promoção de um falso ecumenismo religioso, funciona como coordenadora do indigenismo e outras formas insidiosas de interferência política em países de interesses para os seus mentores do Establishment oligárquico, como as ONGs que se infiltraram na Amazônia brasileira criando mentalidade nos nossos índios, com intenção de dividir territórios para usurpar. Um dos fundadores do CMI, o veterano militante das redes do CMI no Brasil, Anivaldo Pereira Padilha
02) O mesmo CMI - Conselho Mundial de Igrejas que incentivou, e ajudou a CNBB à destruir o Regime Militar brasileiro, alocando as ONGs na Amazônia e expulsando de lá os militares, hoje,  acreditando terem conseguido seus objetivos, está sendo danosa para a CNBB. Todos devem saber que esses Conselhos nada tem ha ver com igreja ou com qualquer doutrina, estão à serviço da Ordem Mundial fabiana e eurasiana, pelo domínio e usurpação dos países deixados  pelos "donos do mundo" sempre em desenvolvimento.
03) Em 1961 Cuba expulsou mais de 500  padres. A CNBB vermelha, jogará uns contra os outros.
04) Por uma intuição muito lúcida de Dom Helder Câmara[9], que contou com o apoio no Vaticano do então Monsenhor Montini que mais tarde viria a ser o Papa Paulo VI, e com a aprovação do Papa Pio XII, em 1952 foi aprovada a fundação da “Conferência Nacional dos Bispos do Brasil”, a “CNBB”, como viria a ser conhecida.  
Mons. Cesar Zacchi recepciona Fidel Castro no Palácio da Nunciatura em Havana. Presentes Mons. Clarizio delegado Apostólico no Canadá (batina branca) e bispos cubanos.
Engajou-se assim a parte mais dolorida de nossa luta. Esta luta, antigamente a traváramos contra o lobo devorador. Agora, nossa própria fidelidade à Igreja levava-nos a travá-la contra ovelhas do mesmo rebanho. E, oh dor das dores! até com pastores deste ou daquele rebanho bendito de +NSJC.[5]
Observadores greco-cismáticos de Moscou, de fato agentes da KGB,  desembarcam em Roma como observadores do Concílio Vaticano II.
Um dos observadores greco-cismáticos de Moscou, de fato agentes da KGB, que desembarcaram em Roma como observadores do Concílio Vaticano II. (1962-1965)

MARXISMO SE APODERA DA RELIGIÃO E FUNDA O MST PARA INVADIR, TOMAR AS TERRAS BRASILEIRAS.
Em 1935, o Cardeal Leme cria no Rio de Janeiro a Ação Católica, para ampliar a influência da Igreja na sociedade. 

Em 1938 a dissolução da Ação Integralista Brasileira (AIB) por Getúlio Vargas e a derrota do Fascismo na II Guerra Mundial fizeram com que a Ação Católica se afastasse daquela linha ideológica e, com Dom Hélder Câmara, passou a adotar o modismo esquerdista, atrelado a pensadores como Emanuel Mounier, Teillard de Chardin, Lebret e outros.

Em Minas Gerais, a Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG reunia os principais agitadores da esquerda católica, como Herbert José de Souza ("Betinho"). Integrantes de renome da AP foram José Serra, Paulo Renato, Haroldo Lima, Vinícius Caldeira Brandt, Cláudio Fonteles, Cristóvam Buarque, Plínio de Arruda Sampaio, Henrique Novais, Jean Marc Von Der Weid e Marcos Arruda
.
Em  1960 no início da década, a Igreja estava ideologicamente dividida, tendo à esquerda Dom Hélder e à direita Dom Jaime de Barros Câmara e Dom Vicente Scherer. A Ação Católica tinha 3 organismos para condução de suas atividades: Juventude Estudantil Católica (JEC) - no meio secundarista, Juventude Operária Católica (JOC) - no meio operário, e Juventude Universitária Católica (JUC) - formado por estudantes de nível superior. A PUC do Rio de Janeiro, orientada pelo Pe. Henrique Vaz, era o principal reduto esquerdista da JUC, onde despontava o líder Aldo Arantes. 

Em 1961, no XXIV Congresso da UNE, a JUC, aliando-se ao PCB, elege Aldo Arantes para a presidência da entidade. “A AP cresceu com tal velocidade no movimento estudantil que nós, os comunistas, que vínhamos ganhando a presidência da UNE desde 56, a partir de 60 perdemos a AP, com Aldo Arantes, Vinícius Caldeira Brant, José Serra” (Sebastião Nery, in “Os filhos de 64”, Jornal Popular, Belém, PA, 6/10/1995).

Em 1962 logo depois, a UNE filiou-se à União Internacional dos Estudantes (UIE), organização de frente do Movimento Comunista Internacional (MCI), culminando na ira dos conservadores da Igreja, que expulsaram Aldo Arantes da JUC. Os católicos de esquerda, doutrinados para a “revolução brasileira”, abandonaram a Ação Católica e criaram a Ação Popular (AP)  após congresso realizado em Belo Horizonte. 

Em 1966, a AP optou pela luta armada e pelo foquismo(*), em Congresso realizado no Uruguai, e passou a publicar o jornal Revolução. A ação terrorista mais conhecida do movimento foi o atentado no Aeroporto de Guararapes, em 25/7/1966. O alvo era o presidente Costa e Silva, que se salvou porque o voo atrasou. [6]

Em abril de 1971, após a II Reunião Ampliada da Direção Nacional, a AP assumia a denominação de Ação Popular Marxista-Leninista do Brasil (APML do B). 


- Posteriormente, foi aprovada a tese de unificação da AP com o PCdoB. Maria José Jaime, membro do PT/DF (dirigente do INESC), foi um dos “militantes” que receberam treinamento na China, em 1969, quando pertencia à AP. 
- José Serra, Presidente da UNE quando se iniciou a Contra-Revolução de 31 Mar 1964 e Ministro da Saúde no Governo FHC, também pertenceu à AP[8]. 
- Embora o marxismo já tivesse grande influencia na teologia cristã protestante desde antes da primeira guerra mundial, esta influencia não teve maiores repercussões no pensar teológico em geral. Apenas depois do Concilio Vaticano II que esta “teologia dialética” de um grupo de teólogos protestantes começa a influir também sobre os teólogos católicos, criando uma corrente muito forte e muito perigosa de “teologia marxista”, que constitui a base doutrinal para a educação e a formação do novo clero da Igreja Católica; um clero completamente incorporado à revolução marxista e comprometido com seu êxito...Os esclarecidos, são testemunhas de algo inaudito; o marxismo, que é por definição ateu e materialista, se apodera da religião, instrumentaliza as igrejas para servir-se delas com o fim de alcançar o triunfo da revolução marxista, quer dizer, da destruição da religião e da crença em Deus.[3] 
O Cardeal de Santiago do Chile, Mons. Silva Henríquez artífice de uma das mais escandalosas colaborações com o comunismo. Na foto, abraça presidente marxista Salvador Allende na catedral chilena, 18.09.1971.
O Cardeal de Santiago do Chile, Mons. Silva Henríquez  artífice de uma escandalosa colaboração com o comunismo. Na foto, abraça o presidente marxista Salvador Allende na catedral chilena, 18.09.1971. [5]

A CNBB é vermelha.


Em 1972 a CNBB criou o CIMI e em 1975 o CPT
    Em 1978  em Genebra  Don Paulo Evaristo Arns CNBB, reverendo pastor presbiteriano Jaime Wright, Vanucchi e Eny Moreira são aplaudidos de pé, em 1978, ao chegar em Genebra. A advogada brasileira Eny Moreira apresentou ao representante do CMI Chuck Harper, a ideia de organizar um arquivo com cópias feitas em segredo dos autos da ditadura militar no Brasil, para punir os militares e os tirarem da guarda da Amazônia; o representante do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) ficou motivado: "Isso é possível? Podemos mesmo fazê-lo? - perguntou. Eny respondeu: “Sim, mas precisamos de apoio para o que o reverendo Jaime Wright e de dom Paulo Evaristo Arns estão fazendo.” O presidentes do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), dom Manoel João Francisco, e o presidente do Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI), bispo anglicano panamenho Julio Murray, também tiveram a oportunidade de saudar o público presente, o moderador do Comitê Central do CMI pastor luterano Walter Altmann, expressou seus sentimentos como brasileiro e membro da liderança do organismo ecumênico.



    A Família Arns tem um dos Mais Modernos Hospitais do Mundo. Que fica Localizado ao lado do Terminal Pinheirinho, Zona Sul de Curitiba; -  Mas tanto Zilda Arns como O Bispo Evaristo sempre tiveram envolvidos com Corrupção e Ajustamento com setores e personagens políticos comunistas; - Em 90 Enquanto Rezava uma Missa em SP dom.Evaristo proferiu palavras que Amaldiçoava o presidente da época Fernando Collor.Antes sempre defendeu os atos terroristas e se postou contra a Intervenção Democrática Militar e até dava abrigo a Terroristas dentro das igrejas para que estes não fosse presos; -  Zilda brigou muito com a primeira.dama Ruth Cardoso no Governo FHC se dizendo ela idealizadora de um projeto de ajuda humanitária a pessoas carentes no Brasil; - Mas a senhora Ruth Cardoso ganhou pois provou na justiça que o projeto sendo executado no Governo de FHC era dela e foi Elaborado com.os mínimos detalhes durante anos pela primeira Dama; - E durante o governo Lula o cardeal Evaristo fez a Festa pois defendeu o sarapiao e sempre esteve envolvido na proteção dos campesinos do  MST em inúmeras invasões de Terras em todo o Brasil.

    Em 1980 em São Paulo A tendência interna do PT denominada "Articulação do PT" onde está o clero marxista, fundou o partido em 10 de fevereiro de 1980 no Colégio Sion em São Paulo.

    Em 1981 em Genebra Conselho Mundial de Igrejas (CMI),  reuniu-se em Genebra, em 1981, com mais de mil membros que compõem os diversos conselhos de defesa dos índios e do meio ambiente e entre outras estratégias decidiram: «É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígenes, para o seu desfrute pelas grandes civilizações europeias " não nacionais" cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico": Diretrizes N.4 [2]
    • EM 1984 O MST foi oficialmente fundado  pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). Esta, por sua vez, deve sua criação a outra entidade que nasceu no Brasil nos anos 70 em São Paulo a Comissão da Justiça e Paz, graças ao apoio que recebeu do CMI, controlada pelo agora ex-arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Atualmente, as principais figuras da CPT se converteram de fato nos verdadeiros comandantes do MST, como os bispos Tomás Balduino e Pedro Casaldáliga. A CPT foi fundada em Goiânia, em abril de 1.975; atualmente faz parte da organização Pax Christi, sediada na Bélgica, uma ONG com ativo trabalho na Colômbia, onde intermediou vários seqüestros perpetrados pela narcoguerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).
    Padre Tomás Balduíno no comando e membros do MST

    Em 1990 o clero marxista ajudou a fundar o foro de São Paulo (FSP). Foram realizadas reuniões em Itaici, com anuência do cardeal Arns, para o nascimento do Foro (FSP).
    Entendendo as finalidades de tomada de poder: Tentaram ardilosamente enfraquecer as Forças Armadas brasileiras, condenar os militares pelas punições aos comunistas aplicada no regime militar, como estratégia de enfraquecer e afastar a segurança militar da Amazônia e fronteiras brasileiras, na finalidade de infiltrar, alocar, as ONGs, os falsos índios, o Conselho Missionário de Igrejas na Amazônia  e em outras cidades do Brasil, para transformar a mentalidade dos verdadeiros índios e quilombolas brasileiros, que hoje dominados, induzidos, sob a ingerência da Funai, aprenderam a prática da violência para reivindicar as terras brasileiras para interesses dos entreguistas e não nacionais. O Conselho Missionário de Igrejas que se dizem humanistas, fazem persuadir ardilosamente nas urnas eleitorais fraudulentas os votos dos nativos e servos enganados pela falsa doutrina, para os políticos que se vendem, que vendem o País. Isso tudo é crime.  A Funai curadora, corrupta vê e aceita. O Ministério Público que se diz proteger o indígena, que diz aprender com eles, entrega os indígenas de mão beijada para a escravidão por não nacionais. E o Estado omisso que não se faz presente para impor a ordem e o progresso da nação, nele incluído o indígena brasileiro.

    15.jpgUma contundente denúncia sobre o insidioso papel desestabilizador do CMI partiu do cardeal Joseph Ratzinger, então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano [hoje papa Bento XVI]. Em uma entrevista à Folha de S. Paulo de 10 de junho de 1997, ele afirmou: "Grande parte dos bispos católicos da América Latina se lamentam comigo do fato de que o Conselho Ecumênico de Igrejas [como o CMI também é conhecido] tem dado grande ajuda a movimentos de subversão, ajuda que talvez tivesse "boas intenções", mas que acabou sendo bastante danosa para o Evangelho."
    No Brasil, essa campanha de subversão permanente transcende a "frente dos direitos humanos". De fato, o CMI tem financiado e promovido diversas iniciativas contra o desenvolvimento e a soberania do País, com ênfase nas questões agrárias, ambientais e indigenistas, além de ser um dos principais promotores das campanhas de desarmamento civil. Entre as organizações não-governamentais (ONGs) que recebem o seu apoio direto, destacam-se o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), Via Campesina, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e Instituto Socioambiental (ISA). Praticamente cada grande projeto de infraestrutura e logística implementado no País, nas últimas décadas, tem se defrontado direta ou indiretamente com uma ação do CMI.


    Em linhas gerais, pode-se afirmar que o CMI está engajado em uma autêntica "guerra de quarta geração" contra o Estado nacional brasileiro, manipulando setores de sua própria sociedade contra os seus próprios interesses. O tema dos direitos humanos vem sendo instrumentalizado contra o Brasil desde a década de 1970, no governo de Jimmy Carter, que o utilizou como parte da estratégia para  anular o Acordo Nuclear Brasil-Alemanha. Seus principais coadjuvantes: o cardeal Arns e o rabino Sobel (conhecido pelo amor as gravatas) e com vínculos políticos nos EUA.
    Por detrás do projeto, estava o Conselho Mundial de Igrejas (CMI), órgão que, sob a fachada da integração religiosa, oculta as altas funções que executa como integrante das redes mais intervencionistas do aparato de inteligência.
    O rabino Henry Sobel conhecido pelo incidente das "gravatas" era simplesmente o líder incontestável do judaísmo no país, gozava de prestígio e admiração de líderes das mais diversas religiões, e por isso mesmo era convidado a cultos ecumênicos e movimentos de paz. Em obediência a CMI (cumprindo os interesses da ONU), em plena ditadura militar, 1975 o rabino Henry Sobel, com o [.]> BOSCH Dom Paulo Evaristo Arns, e o pastor  americano James Wright, os três religiosos,  quando o jornalista Vladimir Herzog foi assassinado nas dependências do Doi-Codi, conduziram, um culto ecumênico usando o termo ("suicidado" pelos militares). O ato foi a primeira grande manifestação contra o regime militar (1964-1985) na década de 70.  Este ato estrategicamente preparado pelo CMI serviu para eles denunciarem o Brasil na ONU. Em junho de 2011, o CMI repassou ao Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, cerca de 4 mil páginas de documentos relacionados ao projeto Brasil: Nunca Mais!, que se encontravam em sua sede em Genebra, Suíça. Mais tarde, em novembro, o moderador do Comitê Central do CMI, o ex-pastor Walter Altmann, encontrou-se em Brasília com a ministra dos Direitos Humanos Maria do Rosário, para manifestar o apoio do CMI à constituição da Comissão da Verdade. Na ocasião, Altmann entregou à ministra uma cópia em espanhol do livro O Acompanhamento, de Chuck Harper, que relata o apoio do CMI às iniciativas de defesa dos direitos humanos na América Latina, entre as décadas de 1970 e 1990. O titulo completo do livro, publicado em 2006, é O Acompanhamento: Ecumenical Action for Human Rights in Latin America 1970-1990, apresentado por Harper como uma "história da resistência cristã no Brasil" (sic).
    Uma das finalidades desses conselhos, CMI,CIMI, CPT, CNBB, MST... é acabar com o cristianismo 
    religião que predomina no Brasil,  desarmar a população, e fazer permanecer o Brasil submisso, sempre em desenvolvimento na ditadura do proletariado, para dele tirar seus recursos estratégicos.

    Vaticano, religião, ou interesses usando a religião para chegarem na Nova Ordem Mundial.
    Enquanto o Papa Francisco apoia o MST no Vaticano, haitianos, angolanos em idade militar chegam no Brasil sem as famílias, quando a Venezuela treina guerrilheiros do MST no Brasil, inclusive aloca não somente índios venezuelanos em Roraima mas pessoas disfarçadas de pedintes quando a Presidente do Brasil Dilma Rousseff/Lula tira as FFAA das principais Fronteiras brasileiras, é tudo muito preocupante!
      “Nós marxistas com o Papa para parar o diabo”
      clica no item abaixo e vejam o jornal do Vaticano!!!
      Il Fatto Quotidiano, Roma, 3.11.2014














      Notas: 
      foquismo é uma teoria revolucionária inspirada por Che Guevara e desenvolvida por Régis Debray. Foi adotada, nos anos 1960, pelos grupos armados.
      [2] Mudança e Divergência: Diretrizes No 4 - ANO "0" do Conselho Mundial de Igrejas Cristãs para a Amazônia Brasileira
      [3] Miguel PORADOWSKI. El marxismo se apodera de la religion. Comunicação apresentada ao Congresso Mundial Anticomunista, Taiwan-Formosa, 1975. Revista Verbo, n. 133-134, mar-abril de 1975, pp. 521-522.
      [4]http://www.blogdoambientalismo.com/alexandre-padilha-candidato-conselho-mundial-de-igrejas/
      [5]http://flagelorusso.blogspot.com.br/p/descontentamento.html
      [6]http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/13458-acao-popular-terrorismo-oriundo-da-igreja-catolica.html
      [7]http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/14069-a-joana-darc-da-guerrilha-a-papisa-da-subversao.html
      [8]http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=35800&cat=Artigos&vinda=S%20
      [9]Dom Helder Câmara começou sua vida pública como militante na direita pró-nazista. Ele foi, de fato, hierarca da Ação Integralista Brasileira (AIB), o movimento pró-nazista fundado por Plínio Salgado. Em 1934, o então Padre Câmara passou a fazer parte do Conselho Supremo da AIB. Dois anos depois, ele se tornou o secretário pessoal de Plínio Salgado e então Secretário Nacional de AIB, participando como protagonista em comícios e passeatas paramilitares que imitavam as dos nazistas na Alemanha. Suas convicções pró-nazistas eram tão profundas, que ao ser ordenado sacerdote fez questão de vestir, sob a batina, a famigerada “camisa verde” que era o uniforme da milícia integralista.
      Em 1946, o arcebispo do Rio de Janeiro queria fazê-lo seu bispo auxiliar, mas a Santa Sé recusou por causa de sua precedente militância pró-nazista. A nomeação veio apenas seis anos depois. Enquanto isso, Helder Câmara havia completado sua passagem do integralismo pró-nazista ao progressismo pró-marxista.
      Quando, em 1968, o escritor brasileiro Otto Engel escreveu uma biografia de Mons. Câmara, ele recebeu ordens sumárias da Cúria de Olinda-Recife proibindo-o de publicá-la. O arcebispo não queria que seu passado pró-nazista fosse conhecido.
      Da JUC para o PC. A Ação Católica Brasileira
      Em 1947, Padre Câmara foi nomeado Assistente Geral da Ação Católica brasileira, que, sob sua influência, começou a deslizar para a esquerda para abraçar, em alguns casos, o marxismo-leninismo. A migração foi particularmente evidente na JUC (Juventude Universitária Católica), da qual Helder Câmara era particularmente próximo. Assim escreve Luiz Alberto Gomes de Souza, então secretário da JUC: “A ação dos militantes da JUC (…) foi convertida em um compromisso que, pouco a pouco, se revelou socialista” (2).
      A revolução comunista em Cuba (no ano de 1959) foi recebida com entusiasmo pela JUC. De acordo com Haroldo Lima e Aldo Arantes, líderes da JUC, “o ressurgimento das lutas populares e o triunfo da revolução cubana em 1959 abriu a idéia de uma revolução brasileira à JUC”.  https://fratresinunum.com/2015/04/10/quem-foi-realmente-dom-helder-camara/

      3 comentários:

      Claudemir Claudemir disse...

      Me alegro em ler artigos tão desconhecidos como este, e que, com certeza, demonstra quanta falta de esclarecimentos, nós, povo brasileiro vivemos. E com isto, á merce de protagonistas do terrorismo, com movimentos disfarçados com nomes como a CMI.
      Me preocupo, quando vejo que os Estados Unidos, em uma paulatina estratégia, começa a se voltar para Cuba, com pretextos que ainda não sei aonde vai acabar, mas que, com certeza, fundará ali o seu Quartel General para uma futura inclusão nos países da América Latina. Temos que estar atentos. Nossas fronteiras, mais do que nunca, tem que ser preservada. E dar um basta a imigração de pessoas que, não sabemos qual a verdadeira finalidade, estão entrando em nosso país. Deveria haver regras mais severas para isto. E infelizmente não é o que acontece. Por isto creio que a ún ica e irreversível solução para o momento em que estamos passando é somente uma Intervenção Militar. E isto não pode demorar muito, ou então estará instalado o caos em nosso querido país. Tenho dito.

      Marilda Oliveira disse...

      Grata pelo seu ponderamento Claudemir, procuro informar o pouco que sei, porque a sociedade brasileira não sabe mesmo a origem de tudo!

      Marilda Oliveira disse...

      Veja Claudemir. Em 2010 a CNBB mandou emitir 50 milhões de panfletos contra a Dilma e o PT. Hoje, coage a igreja católica intimando os fiéis a assinar o manifesto a favor do Plebiscito comunista do PT. Isso não é Fé, Não é Religião, É USURPAÇÃO! a CF/88 diz Estado Laico!