sábado, 8 de março de 2014

FHC Clinton e o FMI, tira o poder político dos comandantes das FFAA por um assento no Conselho de Segurança da ONU

PSDB e o PT em conjunto, destruíram nossas Forças Armadas, encurralaram o povo brasileiro em segredo, tiraram de todos nós brasileiros, qualquer possibilidade de reação contra o avanço do comunismo no Brasil e na América Latina.
Tenho a dizer: Deram tempo de mais para os comunistas se prepararem, deixaram os comunistas e traidores da pátria do PSDB nos desarmarem, permitiram que FHC cortasse verbas, que abortasse programas de defesa de nossas Forças Armadas, que contingentes e regimentos militares fossem sucateados e eliminados e que o Foro de SP fosse criado e enraizado no país. Veio o governo Lula e aceitaram de forma passiva o envio de tropas para o Haiti, permitiram as reuniões do Foro no Brasil, o sucateamento progressivo e continuado das Forças Armadas, permitiram que o governo de Dilma Rousseff os humilhasse de forma vergonhosa, através da criação da Comissão da Verdade. Permitiram também que os comunistas do PSDB e do PT criassem raízes e implementassem o socialismo no país.
Mas a culpa não é somente dos nossos militares, mas também da mídia traidora, dos jornalistas marxistas que nos omitem a realidade dos fatos, que se vendem de forma traidora e que se foda o povo e o país, do povo que se deixou enganar por esses manipuladores comunistas, que deixou o sistema dominá-los e doutriná-los. 
 Omisso, conivente, o Feudal Sarney  hoje se cala 
dirigindo a clã dos governantes entreguistas
O decreto de 4.2.1985, assinado pelo ex-presidente Figueiredo, é mais uma prova cabal de que as Forças Armadas ou seja, a de guardiães isentos da ordem constitucional, conforme a Carta Magna de 1891, adquiriram graus de autonomia cada vez mais elevados em relação à sociedade, e procuram se "defender" sempre que sentem a mínima ameaça de agentes externos.
No decreto, Figueiredo concedeu aos ministros militares o poder de baixar atos relativos à transferência para reserva e reforma de oficiais superiores. Foi uma clara atitude política que visava impedir a ingerência nas Forças Armadas pelo governo civil que o sucederia. As Forças Armadas deram sua mensagem ao poder civil: estavam dispostas a tratar o governo com luva de pelica, mas o poder com mão de ferro. Está provado que as Forças Armadas são um ator político apto a competir com as organizações civis, por possuir uma doutrina, alto nível de institucionalização e ritos próprios. Assim sendo, não é surpresa que os militares, mais do que nunca, continuem a cultivar a condição especial de interventores, nos instantes em que julguem perigar o equilíbrio coletivo. A atual Constituição é vaga nesse sentido, não especificando quando e quem decide que é permitido intervir. 
POR QUE? Todo Poder Emana do Povo. Quem deve  intervir e convocar os demais, 
O Patriota; O Verdadeiro Brasileiro; Aquele que não se deixou corromper pela oligarquia financeira internacional,  pelos políticos corruptos; Aquele que tratou e trata a sociedade brasileira, o patriota como gente, com respeito; Aquele que ama o Brasil; Aquele que luta pelo Estado Democrático de Direito; Aquele que dá o sangue preciso for pela pátria amada Brasil.

A Fraude: Constituição de 1988 Art. 166.
serviços dos juros e amortização dívida pública 
foi liberado os recursos de qualquer setor,
submetendo o país aos grandes grupos financeiros.

Anatomia de uma fraude à Constituição 
Resultado de imagem para INSTITUTO CLINTON E FHC


De acordo com o estudo dos Drs: Adriano Benayon e Pedro Antônio Dourado de Rezende, Jobim e o líder do PTB na época, Gastone Righi (SP), teriam enxertado dispositivos no artigo 166.
Os autores do estudo afirmam que as mudanças foram feitas na etapa final da Constituinte, quando a Assembléia fazia apenas acertos no texto. Nessa fase, eram admitidas apenas emendas para melhorar a redação ou suprimir dispositivos.
Benayon e Rezende avaliam um requerimento feito para fundir os artigos 171, 172 e 173. Na página constava a alínea “b” do artigo 172 (atual 166), que previa não ser mais necessário indicar fontes de receitas nas emendas referentes ao pagamento do “serviço da dívida”. Ao invés de contar com as assinaturas dos líderes de todos os partidos, a folha tem apenas o nome de Jobim e Righi.
Com a mudança, o pagamento de juros e amortizações da dívida foi liberado, ou seja, passou a poder ser quitado com recursos de qualquer setor. O valor pago pelo serviço da dívida pública foi gerado principalmente pela fixação de altas taxas de juros. Segundo o estudo, tal fato trouxe enorme impacto para o país. “O mecanismo das altas taxas reais de juros, combinado com a capitalização destes, gera o crescimento automático das despesas com o serviço da dívida, além de causar a elevação de seu saldo”, afirmam os professores, que dizem ainda que o aumento das despesas resultou no enfraquecimento da economia brasileira e submeteu o país ao controle de grandes grupos financeiros. http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/trabs/fraudeac.html

Como o leitor verá à seguir nas atuações dos presidenciáveis que disseram governar o Brasil desde 1985 em segredo, praticaram o Estelionato Empresarial no Brasil; a omissão e desrespeito com o povo brasileiro é total, imaginável, aliada ao entreguismo e doação do patrimônio público brasileiro.
Todos os presidenciáveis agiram juntos e coniventes durante todo o tempo  usufruindo o erário desviado para  entre si e suas incompetências tomar de assalto o Brasil.

Todos os presidentes conviveram e convivem  com o fraude a constituição de 1988 no Art. 166 que favorece o pagamento dos juros da dívida pública, fato que a meu ver, foi uma saída para completar a incompetência administrativa de cada um deles como gestor e especialmente desviar o erário como temos comprovado através das investigações do Mensalão, Petrolão e outras.
http://www.cic.unb.br/~rezende/trabs/fraudeac.html 

Quando ouvimos os arautos a dizerem que temos que pagar ao estrangeiro, de quem é que pensam que eles falam??? de governos?? Se repararem nunca dizem realmente a quem devemos, falam sempre que devemos ao estrangeiro, aos mercados, a toda uma espécie de instituições sérias e credíveis mas a sua forma é sempre abstrata. Falam dos juros da divida, mas a quem é que pagamos os juros??? E por qual razão têm um estado soberano que pagar a bancos internacionais? Não deveria de ser ao contrário? 
Que dívida é esta? Para onde vai o erário desviado?
Portanto, os 44% de juros da dívida pública que atualmente o governo petista de Dilma e Lula pagam, nada mais é do que uma fraude na Constituição de 1988  em seu Art. 166, que beneficiou e beneficia eles, os dirigentes entreguistas da nação brasileira, e pelo desvio do erário público, prejudica absolutamente o Brasil e humilha a sociedade brasileira.

Consenso de Washington, além da criação do Ministério da Defesa
Em 1982, pelo que ficou estabelecido nos termos do Consenso de Washington, além da criação do Ministério da Defesa, da submissão do Brasil ao Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis, etc., o tanque de combate EE-T1 Osório, desenvolvido pela extinta Engesa S/A, importantíssima indústria de viaturas militares blindadas e de transporte que fazia parte do emergente complexo industrial militar brasileiro, é um dos melhores exemplos para se denunciar esta política que submete nossas FFAA ao contínuo desarmamento e a dependência da boa vontade de governos estrangeiros para o fornecimento, através das Comissões Mistas de Compras no exterior, de suprimentos e de material bélico caro, inadequado e ineficiente. 

Em 1991, com o fim da Engesa, articulado pelo governo dos EUA com a colaboração do governo entreguista brasileiro gerenciado por Collor de Melo, o Exército ficou sem um fornecedor nacional de um tanque de combate do mesmo nível do Abrams norte-americano, do Challenger inglês ou do AMX-40 francês e de outros carros de combate nacionais, como o Urutu e o Cascavel.
O tanque brasileiro era o único dos concorrentes projetado especificamente para atender às exigências da licitação. Ao final de uma semana de ensaios, o Osório havia vencido todas as provas. Com ajuda do presidente entreguista Collor, a Engesa desapareceu fechando cinco fábricas e extinguindo cerca de 6 mil empregos com graves consequências econômicas, sociais e militares.

Assim, o Brasil, que já esteve próximo de produzir um dos mais modernos tanques de guerra do mundo, infelizmente, hoje, voltou a ser um país importador de blindados usados, mal repotencializados e de segunda linha, como o Obus autopropulsado 105-M-108, porque em 1989 os EUA impediram que a Engesa vendesse 702 tanques pesados — os EE-T1 Osório — para o Exército saudita(06). 
Não podemos esquecer a decisão do ex-presidente José Sarney, em 1986, de lacrar um buraco na Serra do Cachimbo, no Pará, construído para testes nucleares(14). O entreguista Fernando Collor, logo que assumiu o governo em total submissão, foi com não nacionalista José Goldenberg(13), seu assessor de Ciência e Tecnologia, até a área militar de Cachimbo onde, em frente às câmeras de TV, mandou cimentar os poços com 600 metros de profundidade, que serviriam de local de teste para os primeiros artefatos nucleares brasileiros(12), e por "pressão" do governo norte-americano, Fernando Collor rejeita excelente oferta russa de transferência total de tecnologia espacial para o Brasil, através da nossa Elebra, e fecha negócio com a Orbiter americana, desviando assim US$ 18 milhões do programa para o desenvolvimento do VLS, até que bombardearam a Base de Alcântara no Maranhão assassinando 28 dos nossos maiores cientistas. (Hoje, com a tomada do poder pelos anarquistas, não sabemos se ter os russos no Brasil teria sido tão bom!!!!)
Collor criou a área Ianomami com 9,4 milhões de hectares. Portaria 580 de 15 Nov 91 do  Ministro da Justiça Jarbas Passarinho. Principe Charles Promoveu um seminário a bordo do seu iate Britannia, no rio Amazônas, com a presença do Pres Collor, o Min Lutzenberger e autoridades britânicas, assunto: A Reserva Ianomâmi, etnia inventada por antropólogos da WWF. Charles criou a Survival Internacional em 1991, para ser um braço indigenista da WWF. Não foram ouvidos o Conselho de Defesa Nacional, os Ministros Militares nem os Governos da Região, o Gov da Venezuela faz o mesmo com 8,3 milhões de hectares. Nação Ianomami com 17,7 milhões de hectares. Collor absoluto entreguista(15). Era o fôro de SP secreto, já atuante. FHC compartilhava de tudo! 

O ex-presidente da República (1992-1994)  Itamar Franco mentor do Real, escolheu ministros fracos e sem visão e os enfraqueceu ainda mais.  No entanto como engenheiro, e não como economista, que Itamar realizou seu maior feito: lançou o Plano Real, considerado o mais amplo e bem sucedido programa econômico já realizado no país, pondo fim à hiperinflação e estabilizando a economia. Itamar chegou a cogitar ser candidato novamente a presidente em 1998 e 2002. Como aconteceu com o político Eneas que denunciou na câmara o roubo do Nióbio e morreu com leucemia, Itamar Franco foi diagnosticado com leucemia vindo a falecer em junho de 2011.

ITAMAR FRANCO revela a farsa de FHC sobre o plano Real.

FHC INICIOU O ATAQUE A PETROBRÁS
Em 1993, o então ministro FHC no governo Itamar, promoveu um corte de 52% no orçamento de 1994 da PETROBRAS. Isto só não paralisou a empresa porque estourou no Congresso o escândalo do Orçamento, impedindo que se fechasse o orçamento geral da União antes de outubro de 94. Ainda assim, a PETROBRAS teve retardados diversos projetos em andamento.

Em 1994, Enquanto o ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, negociava no Congresso seu programa de estabilização da economia, a FIPE da Universidade de São Paulo, divulgava  a inflação de dezembro. Deu 38,52%. Para o mês de janeiro, a Fipe projetava uma taxa de 40%. Apenas o começo,  que a taxa mensal bateu em 50%.

Fernando Henrique Cardoso pagou pelos serviços de Robert Rubin secretário do Tesouro dos EUA na sua campanha eleitoral. Pois foi o secretário do Tesouro quem, junto com o FMI, manteve a moeda brasileira alta. O real brasileiro estava ridiculamente supervalorizado. Mas, com a aproximação das eleições, sua taxa de câmbio contra o dólar simplesmente desafiava a gravidade. Esse milagre levou Cardoso à linha de chegada com 54% dos votos. Quinze dias depois da posse de FHC. o real despencou e morreu.

Seis meses depois da eleição, o Real tinha aproximadamente a metade de seu valor no dia da eleição. A inflação aumentando e a economia implodindo. A taxa de aprovação de Cardoso, que se revelou um incompetente e uma farsa, caiu para 23% do eleitorado. Tarde demais. Ele já havia colocado a presidência no bolso.

Não restava muito da presidência de Cardoso além do título. Todas as políticas
importantes do orçamento ao emprego, foram ditadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e seu órgão irmão, o Banco Mundial. E por trás deles, dando as cartas, estava o secretário do tesouro, Robert Rubin que governou de fato como presidente do Brasil sem precisar perder uma única festa em Mahattan. Mas esse é o preço que Cardoso pagou pelos serviços de Rubin na campanha eleitoral. Pois foi o secretário do Tesouro quem, junto com o FMI, manteve a moeda brasileira alta.

Sabendo muito bem que a moeda seria destroçada logo depois da eleição, o Tesouro dos EUA garantiu que os Bancos Americanos conseguissem  tirar seu dinheiro do país em condições favoráveis. Entre julho de 2002 e a posse em janeiro do ano seguinte, as reservas em dólar do Brasil caíram de 70 bilhões de dólares para 26 bilhões de dólares, um sinal de que os banqueiros pegaram seu dinheiro e fugiram. Mas, a moeda permaneceu em alta antes da eleição porque os EUA deixaram clara sua intenção de substituir as reservas perdidas por um pacote de empréstimos do FMI

O apoio da elite internacional ao entreguista FHC foi selado pela presença no Rio, de Peter Mandelson, cão-de-caça político do primeiro ministro britânico, Tony Blair. 

O estranho e inédito apoio de Mandelson a FHC marcou o ingresso oficial de Cardoso no projeto da Terceira Via de Clinton e Blair.

Cardoso precisava de dez bilhões de dólares por mês só para pagar os empréstimos para salvar a moeda.  Novembro de 1998 pelo Banco Mundial e seu primo, o Banco Interamericano de Desenvolvimento, em um relatório ao British Council em Londres, em troca dos empréstimos usados para sustentar o valor do real – um completo fracasso -, o Brasil teria de cortar os salários e aposentadorias do governo e, em especial, fazer cortes nos serviços básicos como saúde e educação. Alguns salários e aposentadorias do Estado são definidos como múltiplos do salário mínimo  - fator previdenciário – por isso tem de ser cortado sem piedade. 

E o entreguista FHC. vendeu a  Congáz para a a Shell Oil e a British Gás. Quem a comprou? A Shell Oil e a British Gás. Quando? Em 1997, pouco depois que Tony Blair mandou seu principal assessor em visita ao presidente Cardoso.. O preço do  gás engarrafado  aumentou 150% em um ano FHC eliminou os subsídios. O governo do entreguista FHC impede a Petrobrás (BR e Petros) de entrarem no leilão da CONGÁS. É mais uma ingerência ilegal e imoral na empresa. 

Como parte da magia negra para manter a taxa de câmbio antes da eleição de FHC, Washington pressionou o Banco do Brasil a elevar a taxa de juros básica para 39%. O FMI pressionou por 70%. Nas ruas de São Paulo, isso se traduziu de taxas de juros de até 200% sobre empréstimos privados e créditos a empresas. FHC nomeia um conselho de raposas, entre eles Jayme Rotstein, empresário fracassado, lobistas dos usineiros e suplente de senador na chapa derrotada do Roberto Campos e Pio Borges com 23 denúncias de improbidade administrativa no BNDES junto com Mendonça de Barros.
Em 1995,  conivente secretamente ao fôro de SP,  FHC deflagrou a construção do gasoduto Bolívia-Brasil que vai permitir às empresas do Cartel das 5 irmãs venderem uma massa de 1,1 trilhão de m3 de gás ao único cliente possível (150 bi na Bolívia, 350 bi de m3 em Camisea, Peru, descoberto pela Shell em 1983 e até hoje não explorado e 600 bi de m3 na Argentina, pertencentes à Shell, Enron e British). E  a quebra do monopólio do petróleo com pressões, chantagens e barganhas com o Congresso Nacional.

O governo do entreguista FHC anulou o contrato de Gestão que havia entre o governo e a Petrobras.
O entreguista FHC envia ao Congresso a Lei 9.478 que iria regulamentar o setor de petróleo após a quebra do monopólio em 1995. A Lei extingue violentamente a Lei 2.004 que criou a PETROBRAS após um dos maiores movimentos cívicos ocorrido no País.
A Lei, além de desrespeitar a Constituição em vários artigos, efetiva a quebra do monopólio da União.
Sobrou à União o monopólio de rocha vazia. O artigo 60 permite a exportação do petróleo. O nosso petróleo que poderia nos suprir por 40 anos, pode ser exaurido em 10 anos comprometendo o nosso futuro. : “As empresas estrangeiras, nas seis licitações, não se interessaram por uma única área nova. Só quiseram comprar o que a Petrobrás já correu o risco geológico” (3).
Em 1997 o entreguista FHC cria a ANP - Agência Nacional do Petróleo, presidida pelo seu genro ivatista  o judeu sionista fabiano David Zilbersztajn. A ANP tem se mostrado a inimiga nº 2 da Petrobras. Atrapalha a empresa, cria fórmulas e dispositivos que a desfavorecem como a portaria nº 3 que a impede de se defender da inflação e da correção cambial.
Em vez de evitar a queda pela desvalorização controlada Washington e o FMI incentivaram vigorosamente taxas de juros acima de 50%”, ele disse. “Washington queria a reeleição de FHC” , dando seis meses aos financistas americanos para vender os títulos e moeda do Brasil em condições favoráveis. 

Um mês após a reeleição de FHC, o FMI ofereceu devidamente ao Brasil, um crédito no total de 41 bilhões de dólares. O Brasil não ficou com nada disso, é claro. Qualquer parcela que tenha realmente pingado no país embarcou no primeiro avião com os investidores e especuladores fabiano que o abandonaram.

Se o Golpe de Estado do Secretário do Estado  dos EUA Robert Rubin pareceu bem praticado, foi porque ele usou o mesmo método em 1994 para tornar-se "presidente" de fato do México. Mais uma vez, um partido governante sem credibilidade voltou ao poder pela força de sua moeda e das promessas de apoio dos EUA. Quatro semanas depois da posse do presidente Ernesto Zedillo o peso despencou, enquanto os credores americanos do México foram salvos por um fundo de empréstimo especial dos EUA.

Em 1997, o governo federal  do entreguista FHC privatizou a Rio Light, vendendo-a para a Electricité de France e a Houston Industries, do Texas. Os novos proprietários, que haviam prometido melhorar o serviço, rapidamente eliminaram 40% da força de trabalho da empresa. O preço da ação da Rio Light saltou de 194 reais para 259 reais. -

No dia 24 de agosto de 1997 FHC criou o Ministério da Defesa representado por um civil
O Foro de SP ordenou que seus líderes e dirigentes agissem com rapidez usando os instrumentos políticos da UNASUL para acelerarem o processo de criação de uma grande Força Militar Bolivariana que pudesse viabilizar o processo de comunização na América Latina. A ameaça foi um recado aos militares de países que ainda resistiam a predominação do Foro de SP de Lula e de Fidel Castro e do Diálogo Interamericano de Fernando Henrique Cardoso. Os socialistas fabianos do PSDB agiram e agem na ONU dominada pelos comunistas fabianos através de FHC para tornar a Intervenção Militar inviável em países latinos e principalmente no Brasil. A ordem suprema do Diálogo Interamericano do qual FHC é co-presidente era destruir o poder central do Brasil, ou seja, nossas Forças Armadas e desta forma, inviabilizar uma reação do poder central contra um golpe de Estado promovido pelas esquerdas socialistas que agem no Brasil.

O Secretário de Defesa dos EUA, William Perry, declarou ao jornal O Globo (06/05/1995) "que o seu governo [.] que as Forças Armadas de cada país passem a ser lideradas por um Ministro de Defesa que seja civil.   

No dia 24 de agosto de 1997, o Presidente brasileiro e entreguista FHC atendeu prontamente o DI (Diretório  Internacional) anunciou a criação do Ministério da Defesa,tirando todo o poder político dos antigos comandantes das três Forças Armadas. 

Foi uma clara manobra política para favorecer a candidatura do Brasil a um assento no Conselho de Segurança da ONU,
já que seria difícil explicar ao mundo como um país com vaga nesse Conselho aspira a decidir sobre questões de segurança internacional tendo quatro ministros militares respondendo pela pasta da Defesa. 

O Deputado Federal Benito Gama, da aliança governista,  afirmou que o novo Ministro da Defesa civil seria uma espécie de "rainha da Inglaterra", ou seja, reina mas não governa (ZAVERUCHA, 2000, p. 52). Em outras palavras, o Ministro da Defesa seria peça decorativa, pois o poder, de fato, continuaria nas mãos dos militares (LACERDA & CARVALHO, 1998).

Caberia ao Ministro da Defesa limitadas atribuições como a de centralizar o orçamento das Forças Armadas, comprar armas e redigir a política de defesa do Brasil. A fragilidade institucional do novo Ministro da defesa é evidente. O entreguista FHC quis indicar como diplomata Ronaldo Sardenberg (máfia verde 1 e 2) traidor
 fabiano,  para ser o novo Ministro da Defesa.


O entreguista FHC assinou o vergonhoso acordo 505, não desenvolvimento de mísseis (16), e paralisou o Programa Calha Norte.  

O entreguista FHC, quatro dias antes de deixar a Presidência da República, deixou em andamento a Lula,  as diretrizes do fôro de SP e Diretório Internacional assinou o Decreto n. 4 553, no dia 27 de dezembro de 2002, que entraria em vigor 45 dias após sua publicação – portanto, já no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. 

Esse diploma alterou o Decreto n. 2 134, de 24 de janeiro de 1997, relativo à competência das autoridades na classificação dos documentos ultra-secretos. Até então, o parágrafo único do Artigo 16 desse decreto estipulava que a classificação de tais documentos era feita pelos chefes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário federais. A partir do Decreto n. 4 553, a competência passou a ser do Presidente e vice-Presidente da República; de ministros de Estado e equiparados e dos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica – embora tais comandantes sejam hierarquicamente inferiores ao Ministro da Defesa. Ora, o Decreto n. 4 553 é inconstitucional porque tem prazos de sigilo superiores aos que a Lei n. 8 159, de 1991, determina: até 60 anos. Desde o início do governo Lula.

O entreguista FHC, quando Presidente da República, de uma vez só assinou em 1995 o Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis e em 1998 o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares. Hoje, tanto nosso Veículo Lançador de Satélites quanto nosso submarino nuclear e demais tecnologias nucleares patinam, por serem proibidos de dispor da tecnologia adequada para seus desenvolvimentos. Isso graças à tibieza e às convicções concordes com uma chamada nova ordem mundial do entreguista FHC seguindo pelo desviador Lula da Silva. E esses tratados nos escravizarão para sempre! Navegando sinuosamente entre o socialismo  fabiano e eurasiano, tornou-se refém da Trilateral Commission ao participar da fundação do Diálogo Interamericano, uma entidade entreguista privada, fundada nos Estados Unidos para limitar os esforços dos países latino americanos por uma verdadeira independência política, econômica, militar e tecnológica.
 
Povo brasileiro, convém não esquecer que a Lei de Segurança Nacional (LSN), de 1983 [17], braço jurídico da Doutrina de Segurança Nacional, continua em vigor. Trata-se de lei de proteção política do Estado, ou melhor, de um Estado autoritário (ZAVERUCHA, 2005, p. 210). FHC chegou a criar uma comissão para substituir a LSN, mas desistiu. No Congresso Nacional encontram-se emendas de parlamentares do PT propondo o fim da LSN. Nem o PT nem o Presidente Lula ousaram iniciar um debate sobre o tema. A demissão do ministro da Defesa, José Viegas e a assunção do vice Alencar são um incentivo para essas propostas continuarem em sono profundo [17].

Em 1998, o governo brasileiro de FHC pôs em leilão a empresa de eletricidade de São Paulo. Apesar de gritos e processos movidos por organizações de consumidores, a companhia foi ganha pelo único licitante, que pagou o preço mínimo pedido: o mesmo consórcio corrupto Houston-Paris. Imediatamente os novos donos anunciaram um excesso de mil funcionários. No mesmo ano, libera a importação de equipamentos sem IPI e ICMS para multi nacionais em total entreguismo da nação.
As condições dessa liquidação de ativos brasileiros são ditadas por um volumoso documento da consultoria americana Coopers & Lybrand (hoje chamada Price Waterhouse-Coopers). Enquanto o termo “mercado” é borrifado por todo o texto, o projeto é feudal e não capitalista.

Em 1999 As privatizações vergonhosas entreguista do governo FHC, Teles: Centro Sul (DF), Norte Leste (RJ e AM), e a Telesp (SP). O entreguista FHC vendeu a Embratel de porteira fechada, com satélites, redes de fibra ótica e tudo. Nos primeiros anos pós privatização a Embratel era hegemônica nas redes nacionais e internacionais de longa distância. Nas ligações locais de Brasília o controle estava nas mãos da Brasil Telecom, empresa controlada pelo Citibank através do banco Opportunity de Daniel Dantas e Lula da Silva doou por R$1,00 para Lulinha criando a BrOi. Tudo dominado. FHC terá que explicar entrega de satélites  brasileiros aos EUA.

O Brasil privatizado(10)
Sem citar a  privatização ou doação da nossa Vale do Rio Doce.
Privatizar a infra-estrutura reduz a dívida do governo, mas não a dívida pública.
O processo de “reformas” imposto por credores externos não se limita à tomadas de bens estatais.

O Brazilian Council da Grã-Bretanha promoveu uma reunião em Londres, em novembro de 1998, sobre os serviços públicos do Brasil. 
Foi apresentado um plano para “melhorar a eficiência no mercado de trabalho”, financiado pelo Banco Mundial. Os brasileiros não deveriam ver o documento. Mas eu (Grag Palest)  obtive uma cópia e decidi contar o que há nele.

O Plano Mestre do Banco Mundial propõe cinco aperfeiçoamentos para esse país que tem o menor compromisso com a educação e outros serviços públicos do hemisfério. 
Ele diz claramente;
 - Reduzir salários e benefícios
 - Cortar pensões
 - Aumentar as horas de trabalho
 - reduzir a estabilidade no emprego e o emprego.
  

Os debates  sobre o salário mínimo, gestor previdenciário, é uma farsa. A questão já fora decidida e anunciada em novembro de 1998 pelo Banco Mundial e seu primo, o Banco Interamericano de Desenvolvimento, em um relatório ao British Council em Londres (cujo segredo violo com alegria).

Lê-se no romance "Coningsby" de d´Israeli, que o mundo é governado por personagens muito diferentes daquelas que imaginam os olhos que não penetram atrás dos bastidores (10).
TOTAL SUBMISSÃO TOTAL ENTREGUISMO


ENTREGARAM O BRASIL PARA NÃO NACIONAIS!!
Em troca dos empréstimos usados para sustentar o valor do real – um completo fracasso -, o Brasil teria de cortar os salários e aposentadorias do governo e, em especial, fazer cortes nos serviços básicos como saúde e educação. Alguns salários e aposentadorias do estado são definidos como múltiplos do salário mínimo – por isso tem de ser cortado sem piedade.
Direitos básicos de uma sociedade civil. Isso é o socialismo dos globalista: primeiro atire em suas pernas, depois dê a eles aulas de samba.

Todo ano o entreguista presidente Cardoso decretava uma anistia, assim ninguém pagava as multas, e como crime de lesa pátria, favoreceu ainda mais a oligarquia sionista globalista international introduzindo no Brasil a Lei Kandir em 1996,  para beneficiar os exportadores do Brasil, como extração mineral nióbio, urânio,...

Os presidentes do Brasil deixaram os brasileiros  penalizados em pagar uma dívida pública desviada para eles governantes (fraude Art. 166), que falsos em seus comícios políticos,  enganaram a sociedade brasileira durante todo o tempo.

Se não bastasse os desvios, a corrupção, o roubo do erário público, os presidentes eleitos pelo povo, continuaram a enganar a sociedade brasileira. Foi fundada no Brasil em 1991 com parceria do entreguista FHC e secretamente por Lula da Silva, Fidel Castro, KGB, Farcs,...logo após a extinção da União Soviética, o Foro que batizaram de São Paulo, para darem a continuidade ao regime ditador comunista que financiado pelos socialistas globalistas internacionais,  praticaram por centenas de anos o genocídio. Fidel Castro levou a União Soviética  a falência, e ancorou sua frota no Brasil, doutrinando os guerrilheiros subversivos que enganando o povo durante todo o tempo, hoje ocupam o poder. Fidel Castro tornou-se milionário, e está reconstruindo a Cuba comunista com o dinheiro dos brasileiros, através de empréstimos autorizados pela presidenta Dilma Rousseff/Lula que entreguistas, retiram do Banco fomento BNDES brasileiro enquanto a dívida pública brasileira fraudada em seu art. 166 da CF/88[18] sobe sem critério, ultrapassando os três trilhões.

Povo brasileiro, o que nós próprios chamamos de democracia, em todo o planeta, é, de fato plutocracia, governo do dinheiro, em que os conglomerados e as grandes empresas globalistas internacionais elegem os políticos que depois vão governar as nações (motivo pelo qual o TSE não substituem as urnas eleitorais adaptadas a fraude), com tanto menos apreço pelas populações, quanto menos educadas e organizadas estas forem. E o povo contribui, no caminho do consumismo insano que devora o planeta. O voto deve deixar de ter relação com o dinheiro dos globalistas internacionais, e passe a ter comprometimento com as propostas dos candidatos nacionalistas.  Enquanto os regimes forem assim democracias de fachada, movidas a grana, não teremos paz, nem verdadeiro progresso. As modernas ferramentas da telemática(11) permitem perfeitamente que a cidadania participe diretamente da elaboração e da execução orçamentária e de todas as decisões que envolvam recursos públicos. Assim, teremos nossos parlamentares, executivos e magistrados sob o direto acompanhamento da população. Vamos nos mobilizar por um Brasil melhor. Basta, de corrupção no governo. Cobrem do Supremo Tribunal Federal, do Congresso Nacional, da PGR, da OAB, lutem pelo Brasil. O Brasil Merece Respeito.

Fontes:
01 - Greg Palast é um dos mais importantes jornalistas investigativos Americanos, trabalha para o "The Guardian", "The Observer", asssim como a BBC, destaca-se entre os jornalistas, com suas obcessões pelas provas documentadas e seus minucioso métodos de pesquisa. Autor do Livro " "A melhor democracia que o governo pode comprar" Editora Francis – SP – 2004 
03 - Hélio Fernandes  Tribuna da Imprensa - 22/6/2004
04 – O Brasil Privatizado Aloysio Biondi: http://www.fpabramo.org.br/uploads/brasil_privatizado.pdf
05 – Denise Rolemberg http://www.historia.uff.br/nec/sites/default/files/O_apoio_de_Cuba_a_luta_armada.pdf
06 - Ronaldo Schlichting é administrador de empresas
10 - Rothschild líder em privatização fusões & aquisições no Brasil...
http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2011/08/rothschild-e-lider-em-privatizacao-e.html
11 - A Internet é muito mais importante do que vocês podem imaginar. Ela é a manifestação física da consciência coletiva planetária, portanto não pode ser desligada. Se por alguma razão a Internet existente desaparecer, uma nova será criada no plano formativo através da consciência coletiva. Por milhares de anos a consciência individual esteve ativando fibras energéticas e estruturas sutis que permitem comunicação direta e fácil entre a consciência humana, como também para acesso ao conhecimento coletivo. A Internet é a manifestação de todas aquelas fibras energéticas quantum no plano material, e apesar de ser controlada por poucos, ela pertence a todos.
12 - http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2011/09/invasao-territorial-do-brasil-alcantara.html
13 - http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2012/02/mafia-verde-1-e-2-jose-goldemberg-e-o.html
14 - http://denunciandoadoidado.blogspot.com.br/2010/05/qual-era-posicao-do-pt-na-epoca.html
15 - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2012/02/wwf-ong-britanica-no-ataque-contra.html
16 - general Marco Antonio Felicio da Silva in O granadeiro emparedado
[17] - http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7170.htm
http://www.alertatotal.net/2014/03/doacao-secreta-do-erario-e.html

8 comentários:

ducamillo disse...

Prezada Sra.

Li com atenção sua matéria no blog Alerta Total bem como assiste o vídeo na mesma matéria. Pergunto-lhe: será que não estamos com a faca e o queijo nas mãos para acabar com este governo corrupto? Não será a hora de apoiarmos o Sr. Álvaro Dias ? Não podemos cobrar uma atitudes do do MP, OAB? Não podemos ir para as ruas e pedir o "impeachment" da presidente, baseados no artigo 49 da nossa constituição? Ou somos meros pagadores de impostos?
Abs.
Robertho Camillo

Marilda Oliveira disse...

Absolutamente correto Sr. Ducamilo.

Acompanho a luta do Senador Alvaro Dias por dezenas de anos. Estou com ele em sua jornada por dias melhores e mais transparentes politicamente para o nosso Brasil.

Por um Brasil melhor faço a luta divulgando, fazendo circular a verdade que a mídia sionista omissa e conivente, esconde da sociedade brasileira.

Marcia Zaros disse...

Só acredito em uma luta de resistência se for verdadeiramente vinda de uma iniciativa popular(sem indução da elite usando a sua própria grande mídia para manifestações "populares"(apenas testes de controle social). Acontece que eu não acredito que a massa brasileira seja tão interessada e tão bem informada da sua realidade para ser suficiente autônoma para lutar, nem mesmo acredito que seja de maioria patriota, a menos que esse "patriotismo" seja lutar pelo "pão e circo"(futebol e bolsa família). Nosso governo não é patriota, se vende muito facilmente e esta condição só é um reflexo do que é a grande massa brasileira. Então fica difícil montar uma resistência autêntica porque os verdadeiros patriotas são uma minoria.
Agora reparem que há um elo em comum com esses grandes políticos e a elite financeira global(suboran a todos),a maioria senão todos estão a serviço do sionismo que anceia dominar(dona da hiper-corporaçao que já monopoliza a vida no globo )que começa com a privatização da vida: as privatizações da água, as sementes transgênicas, a intenção de oferecer só dois alimentos ao mundo como base para todos os outros que são nada mais nada menos do que dois:(milho e soja trangênicas para uma ração universal para animais e humanos) o grande monopólio das riquezas minerais, monopólio das instituições financeiras . Então é isso só a ponta de um icegberg que muita gente ainda não entendeu que está acontecendo porque nunca faz a simples pergunta: para quem realmente nosso governo trabalha? Os grandes políticos representam realmente os intereesses de quem?Quem são realmente os grande inimigos das nações(que constroem um poder paralelo dentrod e todas),destruidores da autonomia dos países, dos povos? E a resposta é apenas uma para todas as perguntas: a elite globalista sionista. Seu grande projeto é instalar uma plutocracia e isto explica todos os eventos importantes no mundo no campo geo-político, social,ambiental e financeiro. Só não vê isso os alienados pela cultura de massa, letárgicos covardes.

Marilda Oliveira disse...

Prezada mestra Marcia Zaros. Grata por suas ponderações. Eu também só acredito em uma luta de resistência se vinda por iniciativa popular consciente. Faço circular à sociedade brasileira na esperança que acordem para o que de grave está acontecendo com a nação, a desnacionalização e entrega pelas governanças, seus bens mais preciosos, promovida e financiada pelos globalistas sionistas internacionais, para decretarem o comunismo ditador deles, favorecendo somente eles. Cobro insistentemente dos Congressistas, e como você menciona, a maioria senão todos a serviço do sionismo, não respondem os apelos. Porém, não desisto, persisto. A meu ver, o Brasil merece respeito. Respeito que os Três Poderes da República Brasileira não estão retribuindo ao Brasil que os acolheu como gestores.

JOSÉ AIGUPTOS disse...

Trabalhei na antiga CISA-Companhia Industrial Santa Angela, que fabricava os motores Montgomery, excelentes por sinal; a empresa mudou o nome, mas continuou a contar com colaboradores de elite (não eu, um simples de espíito) que foram para a Engesa. Esse que foram para a Engesa eram os melhores, elite técnica e intelectual de porte talvez difícil de encontrar em nossos Brasis. Pariram o Osório, carro de combate que de alguma forma teve como precursora a Bernardini. Menciono esses fatos, pois nossa História vem sendo relegada aos porões do esquecimento.

Permita-me, senhora Marilda Oliveira, discordar de seu anti sionismo, sugerindo voltar seus olhos para ações do Vaticano, que se o fizer assim, ficará surpreendida e horrorizada. Sim, existem judeus maus, tal como brasileiros, ingleses, alemães, russos, indianos, árabes e outros mais de outras nações e etnias, tal como existem os bons. Sugiro que a corrente anti sionista está fundada em preconceitos e julgamentos incorretos. Por outro lado, saúdo sua inteligência e argúcia, informando que buscarei transcrever, na íntegra, sua matéria de título 'Mudança e Divergência', em meu blog de título A Manha ou Almanhaque. Cordialmente a. Estéfani JOSÉ Agoston GRIFAO José Aiguptos

Marilda Oliveira disse...

Senhor JOSÉ AIGUPTOS grata por suas declarações.

Sim, alta tecnologia. A Engesa (Engenheiros Especializados S/A) era a maior fabricante de blindados da América Latina, e estava obtendo sucesso com dois de seus produtos, os carros Cascavel e Urutu, usados pelo Exército Brasileiro e exportados, principalmente para o Oriente Médio, onde tomaram parte na guerra Irã-Iraque.

Naquela época, a empresa brasileira viveu sua melhor fase. Entretando, a Engesa ainda não tinha desenvolvido nenhum veículo blindado sobre lagartas, e no caso do projeto, um MBT (Main Batlle Tank), eles não possuíam experiência. Mesmo enfrentando a resistência pela Alemanha, a Porsche se interessou em desenvolver um MBT junto com a empresa brasileira Engesa.

A Porsche possuíra experiência nesse tipo de blindados, e seria uma forma da Engesa adquirir mais experiência nesse assunto. Mas, novamente a parceria não deu certo, dessa vez por determinação do governo alemão, que ordenou que a Porsche cancelasse o projeto.

Diante do impasse dos grandes fabricantes de MBT, a Engesa decidiu procurar diretamente as empresas fornecedoras desses fabricantes e, com base na tecnologia aí adquirida, desenvolver ela mesma o projeto do MBT. Essa decisão custaria a existência da empresa no futuro.

Com a extinção da Engesa o Governo brasileiro destruiu o sonho do brasileiro ao Prêmio Nobel, a novas tecnologias, a formar brasileiros especialistas em tecnologias avançadas, a competir com o primeiro mundo sem submissão. O que seria R$507 milhões de dívida para uma empresa brasileira e viável, ocupada pelos maiores engenheiros especialistas do mundo, com propostas de compras milionárias, e sem falar na Embraer,.

No entanto, os governantes sem competência para gerenciar, colocaram o Brasil na sua total submissão. O FMI enviou ao Brasil, um crédito no total de 41 bilhões de dólares, que no Brasil nada ficou, embarcou no primeiro avião com os investidores e especuladores que o abandonaram. O Brasil perdeu sua autonomia,ganhou a dívida pública, e os brasileiros os impostos mais caros do mundo.
Saudações,

Rosangela de Melo Sa disse...

É muito difícil para os analfabetos, e semianalfabetos entenderem tamanha tramóia.
É com tristeza que leio as verdades secretas da politicagem.

Marilda Oliveira disse...

Grata Sra. Rosangela pelas ponderações. Lutemos enquanto existir forças contra os governantes corruptos, e autoritários.