terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A OTAN

Os brasileiros  conscientemente atentos, não se deixam induzir por grupos de pessoas. Percebem os sofismas por trás da pretensão dos que pregam que o Brasil é pacífico ”que é a de  conscientizar interesses ferozmente poderosos de ex adversos do desenvolvimento do Brasil e a de corromper a bandidagem amoral e inconsequente.  

Pergunto? Se os EUA não pode porque a Rússia pode! não consigo entender "os intelectuais" que apoiam o bloco comunista BRICS aonde o atual governo brasileiro desviou bilhões inconstitucionalmente para se integrar ao bloco comunista BRICS!


"A  ENTRADA DA OTAN  NA AMÉRICA DO SUL  E O INDUZIMENTO À IDÉIA DE QUE  SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME: NÃO FICA E NEM COME"
                                  Profa. GUILHERMINA COIMBRA*
..."O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer"..., in EINSTEIN, Alberto ;
"...Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."(in Edward Everett Hale,  clérigo e escritor norte-americano, 1823-1909). 
 

Os nossos comentários são "o dever ser"
In "A OTAN entra na América do Sul", LOPES Roberto, Pesquisadora USP, Jornalista especializado em assuntos militares, graduado em Gestão e Planejamento de Defesa no Colégio de Estudos de Defesa Hemisférica da Universidade de Defesa Nacional dos Estados Unidos, em Washington, D. C. EUA, cujo texto na íntegra está abaixo -  lemos atentamente o seguinte:
..."Amparados em um estudo intitulado Shoulder to Shoulder: Forging a Strategic U.S.-EU Partnership (“Ombro a Ombro: Forjando uma Parceria Estratégica Estados Unidos-União Européia”), produzido por um casal de funcionários do governo americano (ex-Secretário-Assistente Adjunto para Assuntos da Aliança Atlântica dentro do Departamento de Estado) e Frances G. Burwell ..." ..."autoridades da Organização do Atlântico Norte (Otan), tentaram arrancar do então ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim, um indício que fosse de concordância acerca de uma certa “Iniciativa da Bacia do Atlântico”: o plano de riscar do mapa o conceito básico de divisão entre Atlântico Norte e Atlântico Sul"...A manobra permitiria expandir a influência do pacto militar ocidental pelo formidável corredor de massa líquida – 106,4 milhões de quilômetros quadrados – margeado pela costa oriental do continente americano e pelo litoral ocidental africano – acesso natural aos Oceanos Índico e Pacífico, e ainda à Antártida.
Não deu certo. Firmemente instruído, em Brasília, pelo Ministério das Relações Exteriores – guardião de uma política externa que privilegiava (e ainda privilegia) os contatos Sul-Sul –, Jobim mostrou-se inflexível em negar acolhimento à “Iniciativa da Bacia do Atlântico”. A investida sobre o país-gigante da América do Sul foi um desdobramento da expansão da OTAN pós queda do Muro de Berlim, em 1989..."
..."A OTAN serve-se, para obter seus propósitos expansionistas, da independência e da agilidade do bloco comercial conhecido como Aliança do Pacífico, entidade que reúne Chile, Peru, Colômbia e México, está prestes a filiar mais nove países – Paraguai inclusive –, e mantém um relacionamento muito mais franco com a União Européia do que o protecionista, burocratizado, politizado e confuso Mercosul.

Em Buenos Aires, o notório estreitamento de laços de Chile e Colômbia com a União Européia e a Otan não é ignorado – e nem as possíveis conseqüências desse processo para o esforço diplomático que os argentinos fazem, objetivando rotular a presença militar britânica nas Falklands (denominação que o arquipélago das Malvinas tem no Reino Unido) como desestabilizadora da paz no Atlântico Sul..."

..
..."Os militares do Chile estão associados aos argentinos na Força de Paz Binacional Cruz del Sur, colocada à disposição das Nações Unidas em dezembro de 2011, mas esse contingente nunca foi requisitado" ....
Daí porque escrevemos, confirmamos e assinamos a sugestão da OTAS.


O TRATADO DO ATLÂNTICO SUL composto de tropas Sul Americanas - é o raciocínio LÓGICO, COERENTE, DE BOM SENSO, NATURAL E INEVITÁVEL!

Não vemos nenhum incoveniente, nem contra-senso, face..." ao reconhecimento do que envolve a América"... do Sul. Não devemos desfocar: o foco é a América do Sul, onde se situa o Brasil.


Perguntas que não querem calar: o fato das Malvinas invadidas não foi suficiente para que já estivessem  se preparando? Ou, será que esperam ser pegos de "surpresa", vale dizer: esperam serem surpreendidos por uma "surpresa" anunciada?


Amigos, "muy amigos",  "friends close friends", direito de defesa à parte, devidamente assegurado o exercício.

 
No Atlântico Sul os Sul Americanos somente devem admitir a OTAS -  Organização do Tratado do Atlântico Sul - que a "inteligentzia" e os MREs dos Estados da América do Sul já deveriam, há muito tempo,  ter tido a idéia de estar preparando, face às ameaças veladas etc. etc.
A Organização do Tratado do AtLântico Norte/OTAN, rechaçada em toda a Europa, está  tentando ameaçar a América do Sul - e já  está no Atlântico Sul.
A OTAN declarou que se ocorrer qualquer conflito entre qualquer país e os EUA eles estarão sempre do lado dos EUA. 
Mas, insistem para que o Brasil se una a eles na defesa do referido Oceano Atlântico.
Quer dizer: a OTAN insiste para que o Brasil apoie a defesa de interesses contrários aos interesses Sul-Americanos, logo o Brasil, o   maior país da América do Sul; com interesses grandiosos na América do Sul (pesquisem em fontes confiáveis os superavits dos intercâmbios comerciais Brasil-Venezuela, Brasil-Argentina e outros países Sul Amercianos) signatário da UNASUL; signatário do  MERCOSUL, o qual não é absolutamente ..."protecionista, burocratizado, politizado e confuso", muito pelo contráriosignatário  do BANSUR, e signatário de uma série de Tratados Interregionais Sul Americanos; o Brasil amigo de seus vizinhos-Sul-Americanos,  com enormes interesses na América do Sul?  
Brincadeira! Ridícula por demais, a pretensão da OTAN, como dizem os brasileiros e devem  dizer os Sul Americanos!.
Inimaginável o Brasil dos brasileiros residentes no  Brasil, apoiando forças contrárias aos interesses de seus vizinhos.
A posição do Governo do Brasil tem que ser firme: JAMAIS OTAN! FORA PROPOSTA INDECENTE DA OTANNO OTAN! NEVER INDECENT OTAN PROPOSAL! GO HOME OTAN! JAMÁS OTAN! FUERA PROPUESTA INDECENTE DE LA OTAN!
A rejeição in totum da proposta da OTAN tem que ser feita com todos os arguemntos de direito e de fato. entre eles o de que, o Brasil é o único país-Continente, do qual as empresas internacionais e multinacionais, retiram em paz, os maiores lucros de seus investimentos!  E todas elas tem suas filiais nos demais Estados Sul Americanos, trocam experiências, funcionários e fazem grande negócios. Já pensaram a remessa de lucro dessas empresas não poder voltar para os respectivos países de onde são nacionais, por causa de uma proposta insana como a da OTAN?  Pensem Senhores, "think about  Sirs, piensen Señores"!
O Brasil É AMIGO - podemos, até dizer, o Brasil é o ÚNICO amigo desinteressado que eles os signatários da OTAN iinda conseguem ter: os demais têm muito mas, são fortes interesses que os obrigam e ajudam a dissimular o que realmente sentem entre eles, por eles: o de dividirem entre si, as re-construções do que viciosamente costumam destruír, no mundo-que se permite-ser destruído.
Os brasileiros estão  atentos. Não adianta fazerem as politiquinhas ridículas com os indígenas nem com os favelados, não!
Está todo mundo de olho! Até as donas de casa, estudantes de primeiro e segundo graus (não têm Mestrados nem Doutorados, não!)  quando provocados pensam mais do que se imagina. E pensam, ridicularizando:..."decidiramre-descobrir o Brasil, através  da cooptação dos indígenas e dos favelados". Verdade, e verdade, verdade também, que ambos, aceitaram, inteligente e espertamente os  re-descobrimentos.
Mas, não se iludam.
Lembrem-se dos exemplos históricos, no  qual paizinho desarmado, botou para correr..., etc. etc... apesar de tantos chocolates e benesses com as quais pretendiam conquistá-los.
 
Melhor não repeti-los!
Melhor parar enquanto é tempo, com esta marcha insana, insensata e ridícula - que somente os obcecados em invasões, em se apropriarem ridiculamente de territórios alheios e etc. etc., e etcs., insistem em pagar para ver, esforçam-se em não ver!

Copiar o que sempre deu certo não é desdouro, é prova de  inteligência e modo de manter a soberania sobre o território brasileiro.
O cúmulo da desfaçatez foi a ameaça velada contida na participação  de general estrangeiro, representando  a OTAN, em Seminário de Defesa internacional, realizada em um Hotel, no Rio  de Janeiro, promovido por uma instituição brasileira de relações internacionais.
Disse o general da OTAN:..."de qualquer modo e em qualquer circunstância, a OTAN estará sempre apoiando os EUA...".
O problema dos Governos Sulamericanos é impedir a qualquer custo que sequer tentem transformar a América do Sul em um Oriente Médio, um Egito, uma Síria, um Afeganistão. e outros mais - destruídos pelos Estados signatários da ORAN - e re-construídos pelos mesmos, a peso de ouro.  (Esta tem sido uma nova infeliz e ridícula forma "descoberta"  por eles de burlar os princípios administrativos da contratação pública (publicidade, eficiência, legalidade, moralidade, licitação pública etc., etc., e etc., etc.).
Chegam nos países alvos, destroem tudo e depois posam de "heróis" (???) "bons mocinhos", como se o restante da humanidade fosse massa acéfala e não percebesse o quanto cobram e recebem para as re-construções.

Se é ou não com a cobertura da OTAN, não interessa: a todos eles o nosso profundo desprezo, desdém, repulsa!
As Repúdio, às campanhas do desarmamento da segurança nacional do Brasil! Repúdio ao incentivo à “não reação” e à ignorante campanha do desarme do Brasil desarmado: são incentivos implícitos e explícitos para atrairinvasores e na seqüência, todo tipo de sofrimento, miséria, penúria, infortúnios.
Se os de fora do Continente Sul Americano pensam que os Governos e os residentes na América do Sul são massa de manobra que permitem se deixar idiotisar e se conformar com as insanidades que os de fora costumam maquinar - não demonstram grande saber, esquecem as experiências históricas e insensatas, com raciocínios que não vão além das próprias necessidades. 

Uma das táticas (ou será estratégia?) para convencer os renitentes em aceitar o inaceitável tem sido justamente mandar "enviados" com a mesma "ideologia", de modo que, desarmando os "ideólogos" - fazê-los agir exatamente como querem (não lembram, faz pouco tempo, as gargalhadas incontidas no encontro de dois ex-presidentes de países superdesenvolvidos?).


Há que se ficar de sobreaviso, atento!
Os brasileiros  conscientemente atentos, não se deixam induzir por grupos de pessoas. Percebem os sofismas por trás da pretensão dos que pregam que o Brasil é pacífico”que é a de  conscientizar interesses ferozmente poderosos de ex adversos do desenvolvimento do Brasil e a de conrromper a bandidagem amoral e inconsequente.  

As campanhas  do desarmamento do Brasil e da população brasileira, assim,como o incentivo a “não reação” são incentivos implícitos e explícitos ao banditismo e à desorganização da segurança pública nos Estados-membros da Federação do Brasil.
A paz advém de atitudes pacíficas, mas, poderosamente persuasivas, corajosamente, demonstrados nos exemplos  históricos de como-fazer.  
A paz, que os brasileiros querem para o país no qual residem, é a paz conquistada pelos brasileiros preparados persuasivamente.
Há que se informar a população sobre a necessidade do Estado ter o poder dissuasório, em defesa dos seus dois maiores patrimônios: a vida e o território, onde residem. 
Parar com esta ridícula história de "pacifismo": Estados "pacifistas" são entendidos como aqueles Estados que têm que continuar eternamente em desenvolvimento, explorados como meros extratores de matéria-prima. Não é mais o caso do Brasil, nem muito menos  o da América do Sul..

Vide exemplos da África (mutilada pelas granadas fabricadas e lá colocadas de acordo com os interesses dos invasores). Vide o caso do Oriente Médio e outros.
Força Governo brasileiro: o Brasil já resistiu antes!
Resista mais um pouquinho sem nenhuma subserviênciade igual para igual, Governo brasileiro! Não esqueçam que Vs./Governo Brasileiro estão representando o BRASILZÃO, com mais de duzentos milhões de residentes - que pensam, existem e exigem respeito de todos os interlocutores de Vs./Governo Brasileiro.
E vivas aos que defenderam e conseguiram defender-se de invasores, exemplos para o Brasil que, também, lembrando Gonzaguinha ..." não tem medo de fumaça e não se entrega, NÃO!-  . 


NO COMANDO O MINISTRO NELSON JOBIM!!??
O governo brasileiro está preocupado com o novo conceito estratégico da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que permite a intervenção em qualquer lugar do mundo onde os interesses dos países integrantes tenham sido lesados, com ou sem a autorização prévia da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Isso é carta branca”, disse hoje (7) o ministro da Defesa, Nelson Jobim, ao participar de conferência internacional promovida pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), no Rio de Janeiro. Ele não crê que isso possa afetar os interesses brasileiros, mas deu um recado: “O Brasil tem um compromisso muito sério na América do Sul com a preservação da soberania da Argentina sobre as [Ilhas] Malvinas”.

No contexto da segurança internacional, o ministro defendeu os objetivos do país de garantir a soberania nacional e a integridade do território; a construção de uma identidade sul- americana de segurança e defesa baseada na cooperação; e a ampliação da capacidade de respaldo da política externa por parte da estratégia de defesa. Para isso, terá grande importância, segundo ele, o aparelhamento das Forças Armadas. “A defesa é um projeto de desenvolvimento, porque fundamenta um bem público intangível, que é a segurança.”

O ministro afirmou que o Brasil vai continuar pleiteando um assento no Conselho de Segurança da ONU e insistindo na busca de “relacionamentos produtivos e não excludentes com todos os atores relevantes”. Por ser um país tolerante, que busca sempre o diálogo e a cooperação, o Brasil poderá contribuir muito no Conselho de Segurança da ONU, assinalou.

Jobim assegurou, contudo, que a posição brasileira é de distanciamento da questão da Líbia, apesar de a intervenção naquele país ter sido autorizada pela ONU. O Brasil não se intromete em conflitos externos que objetivem fazer a paz, mas em ações de manutenção da paz, esclareceu. “Não contem conosco”, afirmou. O governo brasileiro vê com cautela esse tipo de intervenção, porque, muitas vezes, pode esconder interesses de outras nações, acrescentou..

Ele disse que as experiências de soluções armadas no Oriente sempre acabaram em condições de agravamento da situação de instabilidade. “O que temos que buscar é uma situação de estabilidade na região que seja produzida interna e não imposta de fora”. Jobim lembrou que a questão das armas de destruição em massa no Iraque que foram a motivação para a invasão norte americana naquele país. E indagou: “Onde estavam [as armas]? Ninguém respondeu”.

O ministro reafirmou que a Constituição Federal não prevê o desenvolvimento de armas nucleares. A tecnologia é desenvolvida no país para atuação nas áreas de energia e saúde e, também, para impulsionar um submarino mais ágil e moderno para defender a costa nacional, onde se destaca a exploração do petróleo da camada pré-sal.

Fonte: Exame

Nenhum comentário: