terça-feira, 20 de agosto de 2013

Holocausto Sovietico Russo Bolchevista concurso financeiro Rothschild em mentes doentias de profunda intolerância

Werner Sombart, no seu livro, ” The Jews and Modern Capitalism-1911 / Os  Khazars   e o capitalismo moderno,” declarou que a partir de 1820, se vivia a: “Era Rothschild,” e concluiu que havia, “apenas um poder na Europa e esse poder é Rothschild.”

A suposta ditadura proletária favorece a ditadura dos fabianos e eurasianos. Estes não querem destruir o capital, mas tornar-se os seus únicos senhores(34).

eles estabeleceram o socialismo discretamente, por meio do controle de preços, que serviu para manter a aparência de propriedade privada. Os proprietários eram, então, privados da sua propriedade sem saber e, portanto, sem sentir a necessidade de defendê-la pela força

Uma das coisas que mais me chama a atenção nos anti  revisionistas de um modo geral, é a violência com que atacam a liberdade de estudo, pesquisa, opinião e expressão dos revisionistas. Pergunto, onde está a democracia, justiça e igualdade que os mesmos defendem? porque será que eles pensam que só o pensamento e a versão da história que eles defendem é que deve ser legalizada, e o resto deve ser proibido e atacado com violência? bem... só há uma resposta, são fascistas disfarçados de democratas ...

O ser humano deve ter a visão que o mundo foi desenvolvido sobre mentiras. Todos devem recapitular e analisar com domínio e senso crítico, o movimento revolucionário que iniciou em 1789, aonde a sorte da humanidade passou a depender das forças de associações na época oculta (¹), e até hoje persistem, utilizando os mesmos critérios. Os oligarcas-sionistas-bolchevistas EUA, a Revolução Francesa, as Guerras Napoleônicas, o nascimento da ideologia comunista, a I Guerra Mundial, a Revolução Bolchevique, o nascimento da ideologia nazista, a II Guerra Mundial, a fundação da ONU, a criação do Estado de Israel, a Guerra do Golfo, o nascimento da Europa Unida... `armas silenciosas’ de Sua Majestade trapalhão o Príncipe Bernardo de Lippe de Holanda (ex oficial das S.S.),  um verdadeiro manual prático para professar uma ciência que, por meio do controlo  da economia, quer subjugar o mundo inteiro escritos entre 1700 e 1800 e financiados entre outros, por Mayer Amschel Rothschild. Até os dias atuais, utilizam sem qualquer pudor, à situação de os países trabalharem, servindo-se do povo para expropriarem as conquistas que os protege deixando a nação vulnerável a uma montagem de liberdade desordenada, licenciosa e impregnada de idéias doentias e de cultura nefasta.

A Arte da omissão Comunismo e Bolchevismo são o espírito  de homens do mal:


85 - 90% of Jews are Khazars

You will find that approximately 85 - 90% of peoplein the world today who call themselves Jews areactually Khazars, or as they like to be known,Ashkenazi Jews.  These people knowingly lie tothe world with their claims that the land of Israel istheirs by birthright, when in actual fact their realhomeland is over 800 miles away in Georgia.
Os Rothschilds alegam que eles são Judeus, não são não, quando de fato eles são Czares. Eles vieram de uma região chamada Khazaria, a qual está nas terras ocupadas entre o Mar Cáspio e o Mar Negro, atualmente o local onde está a Geórgia. A razão dos Rothschilds alegarem serem Judeus é que os Czares debaixo das ordens do rei, converteram-se ao judaísmo no ano de 740 D.C., mas é claro que isso não indica que seus genes asiáticos dos povos mongóis também converteram-se ao judaísmo. Você irá descobrir que aproximadamente 90% das pessoas no mundo hoje, que alegam serem judeus, são na verdade Czares, ou como eles gostam de serem conhecidos, Judeus Ashkenazim(36).

A elite dos Czares bolchevista comunista camuflada, secreta, oculta,  incitou a sangrenta Guerra dos Bôeres(17), na África do Sul, que precipitou e prolongou na I Guerra Mundial, que fundou o sionista FED, que teve como conseqüência a orquestração da Segunda Guerra Mundial e o surgimento do nazismo, eles transferiram os países da Europa Oriental e a China para os comunistas, com planos discutidos e aperfeiçoados desde NEW YORK, eles manipularam os EUA e a Grã-Bretanha para combater uma guerra perdida na Coréia e outra guerra perdida no Vietnãeles destruíram a infra-estrutura do Afeganistão e do Iraque, e nos dias modernos atuais o movimento secreto (hoje com múltiplas ramificações como; Grupo Bilderberg, Skull and Bones, Sionistas, Fabian Society, CFR, RIIA, Iluminattis, Maçonaria, B’nai B’rith, etc), hoje, 2013, estão precipitando uma guerra total contra o Irã e o mundo muçulmano.

  • A judaico-maçonaria foi a primeira responsável pelo assassinato cruel de toda a família imperial russa. URSS é dissolvida pelo maçom Mikhail Gorbachev (1991). Pergunto? Com que intenção o comunista cubano Fidel Castro que até então era financiado pela URSS, em 1990 fundou secretamente no Brasil junto com o presidente Lula da Silva e as FARCs (Forças Revolucionárias), o Foro de São Paulo. Pela desorganização, vandalismo, corrupção, crimes, tráfico, criminalidade, salários baixos, viciados, desemprego... que se encontra o Brasil hoje, acredito que foi para dar continuidade no Brasil ao regime totalitário da dissolvida União Soviética enganando a sociedade brasileira durante todo este tempo!
Assim, prostrados e cegos pelo brilho da TV, os carneiros do imenso rebanho brasileiro assistem inertes a implosão das bases da sociedade livre concomitantemente com a implantação de regras de uma nova ordem que concretiza a perda da liberdade, da propriedade, do pensamento e da verdade...

Soviets:
"Mão oculta, pentagrama"(37)
[Imagem: Lenin-Freemason-Hidden-Hand.jpg][Imagem: poster-01.jpg][Imagem: second_veil.jpg][Imagem: article-0-02DEDC910000044D-377_233x423.jpg]

Na primeira Guerra Mundial  1914,os Rothschilds da Alemanha emprestam dinheiro aos alemães, os Rothschilds britânicos emprestam dinheiro aos britânicos e os Rothschilds franceses emprestam dinheiro aos franceses. Os Rothschilds tem o controlo das três maiores agências de notícias europeias, Wolf na Alemanha, Reuters na Inglaterra e Havas na França. A agência Wolf é usada para manipular o povo alemão para o fervor da guerra. A Alemanha estava a ganhá-la, pois estava a ser mais  financiada pelos Rothschilds do que a França, Itália e Inglaterra. 


O genocídio do Czar e família
Nicolai Aleksandrovich Romanov,  filho do imperador Alexandre III, que governou o Império Russo entre 1881 e 1894, e da imperatriz Maria, dinamarquesa. Nicolau II chefiou um regime autocrático, era um homem muito inteligente, mas insensível ao seu povo, pois utilizou muitos recursos financeiros para se manter na guerra contra o Japão e na Primeira Guerra Mundial, enquanto a população russa passava fome e vivia em condições precárias (Os Rothschilds, não apoiaram o Czar da Rússia porque este estava do  lado que a França, Itália e Inglaterra).
E, após a derrota na Guerra Russo-Japonesa, em 1905, teve que enfrentar a Revolução de 1905, depois da qual foi convocado um Parlamento (Duma), para redigir uma Constituição que limitaria os poderes do czarismo; em 1906, a Primeira Duma foi dissolvida e o regime autoritário, restaurado (Um grupo Rothschild apoiado por judeus sionistas liderados por Georgi Apollonovich Gapon, tenta derrubar o Czar da Rússia num golpe de estado comunista. Falham e são obrigados a fugir da Rússia para a Alemanha, única a dar-lhes refúgio).
Na Primeira Guerra Mundial, pensando em anexar territórios na península balcânica e assim atingir o Mar Mediterrâneo, Nicolai II lutou pessoalmente contra o Exército alemão; os russos sofreram humilhantes derrotas; isso agravou ainda mais a insatisfação do povo em relação ao regime czarista, já fortemente abalado por grave crise econômica. Em 15 de março de 1917,diante do movimento revolucionário vitorioso, abdicou o trono russo. Nicolau II e sua família foram presos e enviados à Sibéria e, depois, para Ekaterimburg, na região dos Montes Urais.

Na Revista “Truth” Dez,1912,  George R. Conroy afirma que o banqueiro Jacob Schiff, “é o chefe do grande banco privado, Kuhn, Loeb, and co, o qual representa os interesses de Rothschild deste lado do Atlântico.  Jacob Schiff forma em 1913 o Anti Defamation League (ADL) nos Estados Unidos. Esta organização tem como objectivo difamar quem questione ou desafie a conspiração global Rothschild como “anti-semita”. Estranhamente, no mesmo ano também criam o seu último e actual Banco Central nos Estados Unidos, Federal Reserve (Reserva Federal) FED.  O congressista Charles Lindbergh declarou na sequência da aprovação em 23 de Dezembro/12: que os lucros sejam superiores a US $150 bilhões por ano. A Federal Reserve nunca publicou a sua contabilidade. (uma empresa privada, nem Federal é nem tem reservas, o maior crime de todos os tempos).

Em out. de 1917 Jacob Schiff membro do Conselho Adm. da Kehilla (Kahal) judaica, mantendo relações íntimas com a organização sionista universal Poale realizou na Russia a revolução social sob a nominação de conselho do povo ( 34 pag.121, VI) – Algumas semanas após, rebentou na Alemanha a revolução social comandada pela judia Rosa de Luxembourg que assumiu a direção política da revolta e o judeu Hugo Haase, seguindo as mesmas diretrizes observadas na Rússia. (34, pag 122, VI e VII). De Stockholmo o judeu Max Warburg comanditava igualmente Trotsky e Cª. Que também contavam com o concurso do Sindicato Westtchalia-Reno importante sociedade judia do hebreu Olef Aschberg do Nye Banken de Stockholmo e do judeu Juvotovski, sogro de Trotsky. Assim,  estabeleceram as relações entre os multimilionários e os proletários judeus.

Os Rothschilds ordenam aos bolcheviques que controlam, a execução do Czar Nicolau II e toda a sua família na Rússia, ainda que o czar tivesse abdicado a 2 de Março.  Esta execução pretende obter o controlo do país mas é também um acto de vingança pelo bloqueio de Czar Alexandre I ao plano Rothschild de governação mundial em 1815 no Congresso de Viena,  e pela aliança de Czar Alexandre II com o presidente Abraham Lincoln em 1864.  É extremamente importante para os Rothschilds abaterem toda a família do Czar, incluindo mulheres e crianças, como forma de fazer jus à promessa feita por Nathan Mayer Rothschild em 1815. Ele é projectado para mostrar ao mundo o que acontece quando se tenta atravessar à frentes dos Rothschilds

“Na noite de 16-17 de julho de 1918, um esquadrão da polícia secreta bolchevique assassinou o último imperador da Rússia, Czar Nicolau II, junto com sua esposa, Czarina Tsaritsa Alexandra, seu filho de 14 anos, Tsarevich Alexis, e suas quatro filhas. Eles foram executados com uma saraivada de tiros em um quarto de meia-cave da casa em Ekaterinburg, cidade na região dos Montes Urais, onde eram mantidos prisioneiros. A execução das filhas foi consumada com baionetas. De modo a evitar um culto ao Czar morto, os corpos foram levados em uma carroça até a zona rural e apressadamente enterrados em uma cova secreta.(sucessores após Nicolau II,(35)

Nicolau II, contudo, nem foi acusado, nem julgado. Ele foi secretamente condenado à morte – junto com sua família e criadagem – na calada da noite, em um ato que se parece mais com um massacre feito por bandidos do que uma execução formal.
Por que Lênin e Sverdlov abandonaram seus planos de um julgamento-espetáculo do ex-Czar? Na opinião de Wilton, Nicolau e sua família foram assassinados porque os chefes bolcheviques sabiam muito bem que lhes faltava genuíno apoio popular, e com razão temiam que o povo russo jamais aprovaria o assassinato do Czar, mesmo com pretextos e fomalidades legalistas.
Por sua vez, Trotsky defendeu o massacre como uma medida útil e até necessária. Ele escreveu:
A decisão [de matar a família imperial] foi não só conveniente, como necessária. A severidade dessa punição mostrou a todos que nós continuaríamos a lutar sem misericórdia, sem nos determos em nada. A execução da família do Czar foi necessária não apenas para abalar nossas próprias fileiras, mas para mostrar que não havia retorno, que à frente se encontrava ou a vitória total ou a total ruína. Isso Lênin percebeu muito bem.
Levante revolucionário retratado como pogrom: No dia seguinte, um grupo de patriotas Russos organizou uma procissão carregando ícones e retratos do Czar. Eles também foram atacados pelos Judeus que desinformados recebiam ordens dos czares Rothschild. Vinte anos mais tarde, o revolucionário Semyon Diamantstein admitiu que “um dispositivo explosivo foi atirado na procissão Ortodoxa para provocar uma reação. Na reação que se seguiu, muitos Judeus foram mortos. Os relatos da imprensa estrangeira alegavam no que havia se tornado costume previsível: “milhares e dezenas de milhares de Judeus inocentes haviam sido mortos e que jovens garotas e crianças foram estupradas e estranguladas”. Mas Diamantstein inconscientemente corroborou os relatos oficiais sobre o incidente que alegava que nenhuma mulher e criança estavam entre os mortos, quando escreveu que “a impressionante maioria dos Judeus mortos feridos pertenciam aos melhores, dispostos a lutar, elementos mais jovens, que estavam nos grupos de auto-defesa. Eles morreram em batalha, mas não se entregaram.” O que foi reportado como um pogrom foi em realidade uma “batalha” revolucionária em que muitos soldados Judeus desinformados e  inocentes morreram.
Muitos historiadores insistem que os Judeus da Rússia rebelaram-se porque haviam sido oprimidos. Evidência, porém, demonstra que o oposto foi o caso. Os Judeus rebelaram-se porque eles haviam se emancipado. “Os Judeus”, escreve Nora Levin descrevendo as conseqüências de 1917, “tinham pouca razão para lamentar a queda de um regime que os havia confinado em um grande gueto – a Zona de Residência e havia, com poucas exceções, os barrado do curso normal da vida Russa.” O simples fato da matéria é que foi a abertura do Czar às idéias do Iluminismo como educação e emancipação que abasteceram a elevação do Judeu revolucionário na Rússia durante a Era Dourada inaugurada por Alexandre II. Como Solzhenitsyn diz, “Quando o rótulo de ‘perseguidor dos Judeus’ é colocado nos Russos, suas intenções são falsificadas e sua competência exagerada.”(38)


“Em seu livro de 1920, o veterano jornalista Robert Wilton faz uma avaliação igualmente dura:
Toda a história do Bolchevismo na Rússia está indelevelmente marcada com o selo da invasão estrangeira. O assassinato do Czar, deliberadamente por 
Georgi Apollonovich Gaponplanejado pelo judeu/clã/rothschild Sverdlov (que veio à Rússia como um agente pago da Alemanha) e executado pelos judeus Goloshchekin, Syromolotov, Safarov, Voikov e Yurovsky, é um ato não do povo russo, mas desse invasor hostil.
Na luta pelo poder que se seguiu à morte de Lênin em 1924, Stalin surgiu vitorioso sobre seus rivais, conseguindo depois condenar à morte quase todos os mais destacados e antigos líderes bolcheviques – inclusive Trotsky, Zinoviev, Radek e Kamenev.

“É certo que o judaísmo/czar/rothschild no seu todo empregou todos os esforços para provocar o desmoronamento da Rússia monárquica que considerava o obstáculo mais formidável as suas ambições e a seus diversos instintos; todavia o judaísmo influiu com todo o seu peso, na balança revolucionária, contra o governo do verdadeiro Czar (34 pg.122).  Como é possível explicar que os judeus em geral e grandes financeiros judeus em particular espalhem e subvencionem, em toda a parte, o socialismo e o bolchevismo, destruidores do capital que é uma das suas forças? A RESPOSTA É: É claro que os judeus/czar/rothschild assim procedem, em seu proveito, e provavelmente sorriem da nossa ingenuidade.(34 – pg.123, II e III)

A suposta ditadura proletária favorece a ditadura dos fabianos e eurasianos. Estes não querem destruir o capital, mas tornar-se os seus únicos senhores(34).

Vejam o exemplo:

Em 1906 Os  czares Rothschilds vendem a sua companhia de petróleo do Mar Cáspio e  Mar Negro à Royal dutch e Shell, alegando a crescente instabilidade na região e o aumento da concorrência Rockefeller (a família Rockefeller é descendente de Rothschild através de uma linhagem feminina), donos da Standard Oil. 

David R. Francis, embaixador dos Estados Unidos na Rússia, avisou em despacho de janeiro de 1918 a Washington: “Os líderes bolcheviques aqui, a maioria dos quais são judeus e 90 por cento dos quais são exilados que retornaram, pouco se importam pela Rússia ou qualquer outro país mas são internacionalistas e estão tentando começar uma revolução social universal.” Não é preciso exagerar a parte que tiveram esses judeus internacionais e em sua maioria ateus na criação do Bolchevismo e no suscitamento da Revolução Russa.

1919:  In January, Ashkenazi Jews, Karl Liebknecht and Rosa Luxemburg, are killedas they attempt to lead another Rothschild funded Communist coup, this time in Berlin, Germany.

Em Russofobia, um livro escrito dez anos antes do colapso do governo comunista, ele notou que os judeus eram “surpreendentemente” numerosos entre o pessoal da polícia secreta bolchevique. A característica judeidade dos carrascos bolcheviques, continua Shafarevich, fica bem evidente na execução do Czar Nicolau II: Esta ação ritual simbolizou o fim de séculos de história russa, podendo ser comparada apenas à execução de Carlos I na Inglaterra ou Luís XVI na França.

Não surpreende que Yakov M. Yurovksy, o líder do esquadrão bolchevique que realizou o assassinato do Czar e sua família, fosse judeu, como o era Sverdlov, o chefe soviético que assinou conjuntamente a ordem de Lênin para a execução.

Igor Shafarevich, um matemático russo de fama mundial, tem criticado severamente o papel dos judeus na derrubada da monarquia Romanov e no estabelecimento do governo comunista em seu país. Shafarevich foi um dos principais dissidentes durante as décadas finais do governo soviético. Um destacado ativista pelos direitos humanos, ele foi um membro fundador do Comitê em Defesa dos Direitos Humanos na URSS.

O historiador Salo Baron ressaltou que um número imensamente desproporcional de judeus entrou na nova polícia secreta bolchevique, a Cheka, e muitos dos que a Cheka considerava culpados eram fuzilados por investigadores judeus. 

A liderança coletiva que emergiu nos dias finais de Lênin era encabeçada pelo judeu Zinoviev, um Adônis loquaz, mesquinho e de cabelos ondulados cuja vaidade não tinha fim.

O embaixador da Holanda na Rússia, Oudendyke, fez quase a mesma observação alguns meses depois: “Se o Bolchevismo não for imediatamente cortado pela raiz, ele vai se espalhar de uma forma ou de outra por toda a Europa e pelo mundo inteiro, pois foi organizado e executado por judeus que não têm nacionalidade e cujo único objetivo é destruir para seus próprios fins a ordem existente das coisas.”

“A Revolução Bolchevique,” declarou um dos principais jornais da comunidade judia americana em 1920, “foi em grande parte o produto do pensamento judeu, do descontentamento judeu, do esforço judeu de reconstruir.”

Com a notável exceção de Lênin (Vladimir Ulyanov), a maioria dos líderes comunistas que tomaram o poder na Rússsia em 1917-20 eram judeus: Kurt Eisner, chefe da revolução bolchevista dos conselhos de Munich, Max Lowenberg, o Dr. Hurt Rosenield, Gaspar Wollheim, Max Rotschild, Karl Arnold, Kranold, Rosenhek, Birnbaum, Reis e Kaiser.  O judaísmo prefere não aparecer claramente. Só entra em luta com uma nação ou um governo, quando estes lhe impedem o domínio ou a exploração do país (⁴).

Como prova da submissão na época dos EUA pelos sionistas: O judeu Ashkenazi, Samuel Untermyer, do escritório de advocacia Guggenheim, Untermyer and Marshall. Samuel  faz chantagem  4 de março/1913 com Woodrow Wilson é eleito o 28º Presidente dos EU., devido um caso amoroso com a mulher de um amigo.  O judeu Ashkenazi, Louis Dembitz Brandeis é nomeado a 04 de junho de 1916  para o Supremo Tribunal dos Estados Unidos pelo Presidente Wilson, como pagamento acordado pela chantagem de Samuel Untermyer.  Justice Brandeis é também   eleito líder do Comité Executivo para Assuntos Sionistas, cargo que detém desde 1914.

Atrocidades e a Grande Fome de 1921. Comunistas chacinam 50 milhões de Russos das classes media e alta entre 1919 e 1938. URSS, primeiro estado do Grande Oriente Maçônico.
Stalin, Lenin e Kalinin, em 1919.
[Imagem: trotsky.jpg]


Alguns historiadores acreditam que o Terror Vermelho utilizado foi necessário para os bolcheviques se manterem no poder, porque eles não tinham apoio popular suficiente. A tortura era extrema e terrível, a Cheka amarrava oficiais brancos em tabelas e, lentamente, os alimentava em fornos ou tanques de água fervente, a pele era  removida das mãos das vítimas para a produção de 'luvas', o checo Voronezh laminava pessoas nuas em torno de barris cravejado internamente com pregos, as vítimas foram crucificados ou apedrejados até a norte, o checo Kremenchug empalava o  clero e enterrava vivo camponeses rebeldes, em Orel , jogavam água fria sobre prisioneiros nus e os obrigava a andar nas ruas de inverno até que eles congelavam, em Kiev, o chinês Red do regimento do exército colocava os ratos em tubos de ferro fechado em uma extremidade com arame e outro  fechado com o corpo de um prisioneiro, os tubos erão aquecidos até que os ratos roíam através das entranhas da vítima no esforço para escapar.  As execuções ocorreram em caves de prisão ou pátios, ou, ocasionalmente, na periferia da cidade. Depois que o condenado era despojado de suas roupas e outros pertences, eram metralhados em lotes individuais com um revólver. La gente a la que se le mataba en la cárcel fue por lo general con un disparo en la parte posterior del cuello al entrar en la bodega de ejecución. As pessoas  mortas na prisão era geralmente com um tiro na nuca quando elas entravam na adega execução. Las víctimas que iban morir fuera de la ciudad eran transportados por camión, atadas y amordazadas, a su lugar de ejecución, donde a veces se hicieron cavar sus propias tumbas. [ 31 ] As vítimas  fora da cidade eram transportados por caminhão, amarrado e amordaçado, até o local da execução, onde cavavam as suas próprias sepulturas. Segundo Edvard Radzinski , "tornou-se uma prática comum para tomar como refém o  marido e esperar por sua esposa para  comprar a  vida do marido  com o seu corpo". [32] A República Pyatigorsk organizou um "dia do Terror Vermelho" para executar 300 pessoas em um dia. Ordenaron a las organizaciones del Partido Comunista local elaborar listas de ejecución. Eles pediram às organizações locais do Partido Comunista fazer listas de execução. De acuerdo con uno de los trabajadores de la Checa , «este método poco satisfactorio dio lugar a una gran cantidad de sedimentación privada de viejas cuentas... De acordo com um dos trabalhadores da República ,"este método insatisfatório levou a um monte de colonização privada de velhas ... En Kislovodsk , a falta de una mejor idea, se decidió a matar a personas que estaban en hospitales».  Em Kislovodsk , por falta de uma idéia melhor, o partido decidiu matar as pessoas que estavam em hospitais.  Los miembros del clero fueron objeto de abusos particularmente brutales. De acordo com os documentos citados pelo falecido Aleksandr Nikolaevich Yakovlev , então chefe da Comissão Presidencial para a reabilitação das vítimas da repressão política, padres, monges e freiras foram crucificados, jogados em caldeirões de piche fervente, cortavam o couro cabelo, estrangulou-os, considerando-se a comunhão com chumbo derretido e  após os afogando em buracos no gelo [33](30)

As pessoas e as firmas ligadas a essa obra de destruição foi promovida e fomentada claramente por influências judaicas quando o judeu Jacob Schiff declarou publicamente que a revolução Russa fora realizada em virtude do seu concurso financeiro para isso, comandou Trotski (judeu) para promover na Rússia a revolução social  Leon Trotsky, um dos principais perpetradores ateus da Revolução Russa, e Herbert Aptheker, o téorico-chefe “ateu” do Partido Comunista dos EUA, estão orgulhosamente listados em diretórios judaicos tais como Who's Who in World Jewry [6] e Who's Who in American Jewry. [7] Churchill descrevia o comunismo como uma “confederação sinistra” de “Judeus internacionais” que “puxaram o povo russo pelo cabelo de suas cabeças e tornaram-se praticamente os mestres intocáveis desse enorme império.”[10]  As flutuações cíclicas seguirão tendo lugar, a curva do desenvolvimento capitalista não se inclinará para cima senão para abaixo” (relatório aos membros do Partido Comunista Russo, utilizado por Trotsky para o III Congresso da Internacional Comunista; 23 de junho de 1921).


Nos dias de hoje, cerca de 90% das pessoas do mundo que se intitulam de Judeus são realmente Cazares, ou como gostam de ser conhecidos, judeus Ashkenazi. Estas pessoas alegam que a terra de Israel é deles por direito de primogenitura, quando na verdade, a sua pátria verdadeira está a cerca de mais 800 quilometros de distância. Então, da próxima vez se ouça um primeiro-ministro israelita “balir” sobre a chamada perseguição dos judeus, considere que cada primeiro-ministro de Israel foi um judeu de Ashkenazi. A linhagem mais rica do mundo e líder dos judeus Ashkenazi no mundo de hoje, é a família Rothschild. obtido esta posição através de mentiras, manipulação e assassinatos.  A sua linhagem também se estende às famílias reais da Europa e aos seguintes nomes de famílias: Astor; Bundy; Collins; duPont; Freeman; Kennedy; Morgan; Oppenheimer; Rockefeller; Sassoon; Schiff; Taft; and Van Duyn

Financiamento das Guerras pelos sionistas argentários:
Jack Morgan - filho e sucessor do banqueiro J. Pierpont  Morgan- reagiu convidando os seus clientes Remington e Winchester a aumentar a produção de armas. Argumentou que os EUA precisavam entrar na I Guerra Mundial. Incitado pela Fundação Carnegie e por outras frentes oligárquicas, Wilson cedeu. Como escreveu Charles Tansill em 'America Goes to War', "Ainda antes do início do conflito, a firma francesa Rothschild Frères enviou um telegrama a Morgan & Company de Nova Iorque sugerindo o financiamento de um empréstimo de 100 milhões de dólares, grande parte do qual ficaria nos EUA para pagar as compras francesas dos produtos americanos". A Casa Morgan financiou metade do esforço de guerra dos EUA, enquanto recebia comissões para contratar fornecedores como a GE, a DuPont, a US Steel, a Kennecott e a ASARCO. Todos eles eram clientes dos Morgan. A Morgan também financiou a Guerra britânica dos Bóeres na África do Sul e a Guerra Franco-Prussiana. A Conferência de Paz de Paris, em 1919, foi presidida por Morgan, que liderou os esforços de reconstrução tanto dos alemães como dos aliados. [19]  Em 1895 Morgan já controlava o fluxo do ouro dentro e fora dos EUA.. Henry Jacob Schiff  ajudou a financiar, entre muitas outras coisas, os esforços militares japoneses contra a Rússia czarista na Guerra Russo-Japonesa .  Schiff, membro de uma ilustre Ashkenazi Jewish família rabínica que traçou sua linhagem em Frankfurt de volta a 1370. Seu pai, Moisés Schiff, era um corretor para os Rothschilds (29)
Surge os EUA como o primeiro país do planeta, após a farsa da queda da bolsa de 1929 e o início para Segunda Guerra mundial de 1940
O irmão John Foster Dulles presidiu às garantias falsificadas da Goldman Sachs antes da queda da bolsa de 1929, dia conhecido como “quinta-feira negra”, os bancos do país estavam sobrecarregados de dívidas não saldadas, ações supervalorizadas de empresas que estavam em queda e, assim, recusaram refinanciamentos ou novos empréstimos para a habitação, automóveis etc. Calcula-se que cerca de mil hipotecas de casas foram executas por dia após 1929 (25). Assim, a primeira Guerra fez com que os EUA emergissem como a principal economia do planeta. As transações de produtos industriais e agrícolas se ampliaram com a abertura de créditos aos países aliados, seguidas pela concessão de empréstimos à Inglaterra, França e, posteriormente, Alemanha. A produção norte-americana deu um salto gigantesco em vários setores, destacando-se a indústria bélica, de material de campanha e alimentos. Os EUA se tornaram o maior credor do mundo e no final dos anos 1920, o país respondia por mais de 42% da produção industrial global. Enquanto isso, França, Inglaterra e Alemanha juntas detinham 28%. 

A crise dos agricultores norte-americanos seria o prenúncio de 1929.  Na medida em que as exportações diminuíam, os grandes proprietários não conseguiam saldar as dívidas contraídas com os bancos. Além disso, as ações das empresas tinham se sobrevalorizado imensamente num movimento de especulação financeira. A quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque não só iniciou uma profunda depressão econômica internacional que perdurou por toda a década de 1930. Também aprofundou os enormes conflitos inter imperialistas, abrindo, assim, os portões para uma nova guerra mundial. Na Grande Depressão, os Estados imperialistas procuravam defender suas burguesias como podiam. Não hesitaram em levantar barreiras tarifárias para proteger seus mercados dos efeitos da crise, contrariando as doutrinas de livre comércio em que afirmavam repousar a prosperidade do mundo. O fim da Primeira Guerra já marcava claramente a crise final da hegemonia inglesa no sistema capitalista, o declínio econômico da Europa e a expansão econômica dos EUA. No entanto, o imperialismo norte-americano ainda não tinha conquistado a posição de potência hegemônica na esfera capitalista. Isto é, sua ascensão ainda não representava uma nova divisão mundial de forças, esferas de influência e mercados. O poderio dos EUA e a debilidade do imperialismo europeu aumentaram os conflitos com as potências da Europa. Uma tendência prevista em análises da Internacional Comunista, particularmente por Trotsky, nos anos 1920,com o auxílio de Alexander Parvus, Trotsky chegou à conclusão de que o verdadeiro propósito da maçonaria era eliminar os estados nacionais e suas culturas e introduzir um estado mundial judaizado. Winston Churchill confirmou em 1920 que Trotsky era também um Illuminatus (Illustrated Sunday Herald, 8 de fevereiro de 1920.) Trotsky eventualmente alcançou uma alta posição na maçonaria, pois era membro da loja dos shriners, à qual somente maçons do 32º grau e acima podiam pertencer. Mediante uma política expansionista e agressiva, potências imperialistas, como o Japão e a Alemanha dos anos 1930, procuraram uma maior participação no mercado mundial. Já nos EUA, a partir do New Deal, plano empregado pelo presidente eleito Franklin Roosevelt, pôs uma breve interrupção à depressão. Diante de um enorme desemprego e um possível descontrole social, o governo fez com que o Estado interviesse na economia, criando grandes obras de infra-estrutura, salário-desemprego, assistência aos trabalhadores e concessão de empréstimos. No entanto, os Estados Unidos só conseguiram retomar seu crescimento econômico com o início da produção armamentista para a Segunda Guerra Mundial, no final de 1940 (26).

Os banqueiros e o FED
O CPA(Certified Public Accountan)  Thomas D. Schauf confirma as afirmações de  J.W. McCallister, da indústria petrolífera com ligações à Casa de Saud, escreveu no  The Grim Reaper que informações que obteve de banqueiros sauditas referiam que 80% do Federal Reserve Bank de Nova York – de longe o ramo mais poderoso do Fed – estavam em posse de apenas oito famílias, quatro das quais residem nos EUA., acrescentando que dez bancos controlam todos os doze ramos do Federal Reserve Bank. Menciona o N.M. Rothschild de Londres, o Rothschild Bank de Berlim, o Warburg Bank de Hamburgo, o Warburg Bank de Amsterdã, o Lehman Brothers de Nova Iorque, o Lazard Brothers de Paris, o Kuhn Loeb Bank de Nova Iorque, o Israel Moses Seif Bank de Itália, o Goldman Sachs de Nova Iorque e o JP Morgan Chase Bank de Nova Iorque. Schauf lista William Rockefeller, Paul Warburg, Jakob Heinrich Schiff e James Stillman Rockefeller como indivíduos que possuem grande quantidade de ações do Fed. [3-21-27] Jacob H. Schiff  liderava o banco de investimento a Kuhn, Loeb & Co ele foi o primeiro judeu líder 1880-1920 no que mais tarde se tornou conhecida como a "era Schiff", lutando com todas as grandes questões judaicas e os problemas do dia, incluindo a situação dos judeus russos sob o czar, americana e internacional anti-semitismo , o cuidado dos necessitados imigrantes judeus, e a ascensão do sionismo . (28)  Kuhn Loeb & Co.. Os Stillmans no Citigroup, casaram-se no clã Rockfeller no início do século. Eustace Mullins chegou às mesmas conclusões no seu livro ' The Secrets of the Federal Reserve', em que exibe gráficos ligando o Fed e os bancos seus membros às famílias Rothschild, Warburg, Rockfeller e outras. [4] O Secretário de Estado dos EUA  John Foster Dulles presidiu às garantias falsificadas da Goldman Sachs antes da queda da bolsa de 1929 (25) ajudou os irmãos a derrubar governos no Irão e na Guatemala. Eram ambos membros da Skull & Bones, do Council on Foreign Relations (CFR) e maçom do gráu 33º, [24].

A KGB Russa sempre utilizou como farsa o anti-semitismo e anti-imperialismo como uma rica fonte de antiamericanismo. Estudos do Talmud e pesquisa dos escritores modernos, chegamos a conclusão  que os europeus não eram os únicos praticantes de intolerância racial e religiosa. Na verdade, os Judeus vêm sendo bem proficientes, capazes nisso eles mesmos. As pesquisas e estudo mostra que o etnocentrismo(15) dos Judeus existia, existe; surgiu a imensa dúvida quando à origem das grandes guerras, seus mentores, e genocídio frio e calculista à centenas de milhares de vítimas como a  “Revolução Russa”   “As invasões, as grandes guerras” Por que por que nós fomos proibidos de saber tudo isso?

O jornal de Nova York, Forward, diário  bolchevista, também contribuiu com a sua cotização, tributo, divulgação, para o mesmo fim. Assim, se estabeleceram as relações entre os multimilionários e os proletários  assumindo os sovietes a direção do povo russo. O judeu Judas Magnes amigo íntimo de Jacob Schiff fundou a primeira associação bolchevista chamada Conselho do Povo. Declararam publicamente serem bolchevistas, concordar com os judeus e as doutrinas do bolchevitismo. Esta declaração se deu na comissão judaica da America em Nova York. Judas Magnes e Jacob Schiff mantinham relações íntimas com a revolução sionista universal Poale.  A guerra fria e o apoio maciço prestado pelos Estados Unidos ao Estado de Israel, fez com que os sionistas ocultassem deliberadamente estes aspectos da história. Trotsky estava morando em Nova York, quando a Revolução de Fevereiro de 1917 derrubou o czar Nicolau II (9).

Levado pela crença de que os Judeus são o “Povo Escolhido”
E para entender esse ocultamento é indispensável recordar a diferença — quando não, por vezes, a oposição — entre sionismo e judaísmo. Os anúncios de propaganda de guerra publicados nos Estados Unidos pelas revistas de maior circulação ou a mídia que é sionista, nunca apresentaram  ou apresentam soldados norte-americanos com traços fisionômicos que os pudessem identificar como judeus ou oriundos da Europa central, e além de ser muito raro que soldados judeus figurassem em filmes de guerra produzidos em Hollywood, eles eram personificados por atores com feições de tipo anglo-saxônico (₃). Levado pela crença de que os Judeus são o “Povo Escolhido,” o judaísmo é tecido por recitais crônicos de perseguições passadas.  Mesmo os Judeus não-religiosos de Israel e da América apoiam o estado ortodoxo de Israel, e eles apoiam várias organizações de Judeus ortodoxos ao redor do mundo, como um mecanismo de preservar a sua herança cultural e racial. Muitos de nós nunca vêem a realidade do chauvinismo e poder dos Judeus porque nós não organizamos os fatos espalhados como um todo coerente. Como um quebra cabeça de criança, a maioria de nós ainda não viu a figura completa. A mídia apaga o máximo de peças que consegue da nossa consciência, e qualquer um que conseguir juntar todas as peças é atacado com a maior arma moral: acusações de anti-semitismo. Dadas as poderosas influências judaicas que possuem tanto poder na mídia e finanças desta nação, é surpreendente que quaisquer Gentios ousem opor-se aos Judeus. Uma pessoa acusada de anti-semitismo enfrenta um duro inimigo organizado ao redor do mundo – um que fará de tudo para desacreditá-la, intimidá-la, e destruí-la. A tarefa de administrar o planeta detrás dos panos para conduzi-lo a uma Nova Ordem Mundial: Astor, Bundy, Collins, Dupont, Freman, Kennedy, Li, Onassis, Rockfeller, Rothchild, Russel, Van Duyn, Merovingios (famílias reais européias).

Existem Judeus intolerantes assim como existem gentios intolerantes. Também é verdade que existem muitos judeus que respeitam a herança da religião cristã. Mas a não ser que os Judeus não chauvinistas trabalhem para trazer à sua própria fé e comunidade o mesmo tipo de amor e reconciliação que Cristo ensinou, o ciclo de ódio entre judeu e gentio pode aumentar. Se isso acontecer, nós poderemos ver repetidos terríveis erros do passado. O sistema de governo, igreja e mídia trabalha zelosamente para diminuir a intolerância gentia com judeus. Esse objetivo só pode ser realizado através de um mesmo esforço para diminuir o chauvinismo, suspeita e raiva dos judeus contra os gentios. “Anti-semitismo e chauvinismo Judeu só podem ser enfrentados simultaneamente.” No entanto, ninguém ousa insistir que a fé judaica deveria expurgar as referências aos gentios como “inerentemente maus com almas inferiores Como se referiu Disraeli.”

O anti-semisitsmo sempre residiram na própria Israel
Numerosos escritores judeus como Bernardo Lazare, Alfredo Nossig, Kadmi-Cohen, assinalaram a concordância entre os dois pólos do judaísmo. Depara-se esse enigma: Como é possível explicar que os judeus em geral e grandes financeiros judeus em particular espalhem e subvencionem, em toda parte, o socialismo e o bolchevismo, destruidores do capital que é uma das suas forças? A resposta é: o fato existe. É claro que os judeus assim procedem em seu proveito, e provavelmente sorriem da nossa ingenuidade; aonde os demagogos dominam as multidões, mas os financeiros são senhores dos demagogos e, em último recurso os demagogos, no meio dos escombros da ordem pública e social e das tradições destruídas, o ouro é o poder único e representa a medida de todas as causas; é onipotente e reina sem contra-peso em detrimento da pátria, da cidade, da nação ou do império que caem, finalmente em ruínas. “Enquanto os Estados, cujos anos se contam pelas gerações humanas, são obrigados, para garantir a sua existência, a conceber e a praticar uma política a longo prazo, em vista de um futuro remoto, a finança, que se nutre de imediato e do tangível, procura resultados e sucessos rápidos, sem se preocupar com o amanhã da história” (⁵). Bernard Lazare, popular intelectual judeu na França no século XIX, investigou o papel de seu povo nos históricos conflitos com outros povos. No conhecido livro L'Antisemitisme, ele escreveu: Se essa hostilidade, essa repugnância tivesse sido mostrada para com os judeus somente em uma única época e em um único país, seria fácil determinar as razões locais desse sentimento. Mas essa raça vem sendo o objeto e ódio do meio todas as nações nas quais ela viveu. Como os inimigos dos judeus pertenceram à diversas raças (…) deve ocorrer que as causas gerais do anti-semisitsmo sempre residiram na própria Israel, e não naqueles que a antagonizaram. [8)  Nos dias atuais, o crescimento do antissemitismo na Hungria e do número de militantes de extrema-direita. O fenômeno, em um país onde mais de 500 mil judeus foram mortos durante a Segunda Guerra Mundial, preocupa o CJM (Congresso Judaico Mundial). Uma ideologia antissemita e anti-israelita muito preocupante”, afirmou Michael Thaidigsmann, porta-voz do congresso. “Os conquistadores israelenses, investidores, deveriam procurar outro país do planeta para se implantar porque a Hungria não está à venda”, declarou o presidente do Jobbik, Gabor Vona, durante o protesto realizado nas proximidades do Parlamento.(23)

Israel não pode mesmo existir sem a ajuda americana
Relata o historiador judeu Ralph Shoeman,Israel é tratado pelos EUA como parte de seu território, em todos os assuntos comerciais.O que motivaria uma potência imperialista a subsidiar tanto um Estado colonial? A verdade é que Israel não pode mesmo existir sem a ajuda americana, sem os US$ 10 bilhões anuais. Israel é, portanto, a extensão do imperialismo na região do Oriente médio. Israel é o instrumento através do qual a revolução árabe é mantida sob controle. É, portanto, o instrumento através do qual as ricas reservas do Oriente Médio são mantidas sob o controle do imperialismo americano. É também um meio através do qual os regimes sanguinários dos países árabes são mantidos no governo, graças ao clima de tensão gerado por uma possível invasão israelense.O quarto mito a que me refiro no livro, que tem influenciado a opinião pública mundial, refere-se à origem do sionismo, à origem do Estado de Israel. O sionismo tem sido apresentado como o legado moral do holocausto, das vítimas do holocausto. O movimento sionista tem como que se “alimentado” da mortandade coletiva dos 6 milhões de vítimas da exterminação nazista na Europa. Esta é uma terrível e selvagem ironia. A verdade é bem o oposto disso. A liderança sionista colaborou com os piores perseguidores dos judeus durante o século XIX e o século XX, incluindo os nazistas. Quando alguém tenta explicar isso para as pessoas, elas geralmente ficam chocadas, e perguntam: o que poderia motivar tal colaboração? Os judeus foram perseguidos e oprimidos por séculos na Europa e, como todo povo oprimido, foram empurrados, impelidos a desafiar o establishment, o statu quo. Os judeus eram críticos, eram dissidentes. Eles foram impelidos a questionar a ordem que os perseguia. Então, o melhor das mentes da inteligência judia foi impelido para movimentos que lutavam por mudanças sociais, ameaçando os governos estabelecidos. Os sionistas exploraram esse fato a ponto de dizer para vários governos reacionários, como o dos mares na Rússia, que o movimento sionista iria ajudá-los a remover esses judeus de seus países. O movimento sionista fez o mesmo apelo ao kaiser na Alemanha, obtendo dele dinheiro e armas. Eles se reivindicavam como a melhor garantia dos interesses imperialistas no Oriente Médio, inclusive para os fascistas e os nazistas.

Colaboração dos sionistas com os nazistas
Schoenman – Em 1941, o partido político de Itzhak Shamir (conhecido hoje como Likud) concluiu um pacto militar com o 3º Reich alemão. O acordo consistia em lutar ao lado dos nazistas e fundar um Estado autoritário colonial, sob a direção do 3º Reich. Outro aspecto da colaboração entre os sionistas e governos e Estados perseguidores dos judeus é o fato de que o movimento sionista lutou ativamente para mudar as leis de imigração nos EUA, na Inglaterra e em outros países, tornando mais difícil a emigração de judeus perseguidos na Europa para esses países. Os sionistas sabiam que, podendo, os judeus perseguidos na Europa tentariam emigrar para os EUA, para a Grã- Bretanha, para o Canadá. Eles não eram sionistas, não tinham interesse em emigrar para uma terra remota como a Palestina. Em 1944, o movimento sionista refez um novo acordo com Adolf Eichmann. David Ben Gurion, do movimento sionista, mandou um enviado, de nome Rudolph Kastner, para se encontrar com Eichmann na Hungria e concluir um acordo pelo qual os sionistas concordaram em manter silêncio sobre os planos de exterminação de 800 mil judeus húngaros e mesmo evitar resistências, em troca de ter 600 líderes sionistas libertados do controle nazista e enviados para a Palestina. Portanto, o mito de que o sionismo e o Estado de Israel são o legado moral do holocausto tem um particular aspecto irônico, porque o que o movimento sionista fez quando os judeus na Europa tinham a sua existência ameaçada foi fazer acordos, e colaborar com os nazistas. (12)


O comunismo  não pode ser mantido por muito tempo, exceto por meio do terror; o uso do terror são as características específicas mais necessárias para um líder comunista se manter no poder.  O comunismo como um sistema econômico requer um ato maciço de roubo — os meios de produção devem ser expropriados de seus donos e tomados pelo estado. É virtualmente certo que tais expropriações provoquem grande resistência por parte dos proprietários, resistência que só pode ser vencida pelo uso de força bruta, como evidenciado foi na União Soviética. Seu caráter é o dos ladrões armados preparados para matar caso isso seja necessário para dar cabo dos seus planosJá os nazistas, em geral não tiveram que matar para expropriar a propriedade dos alemães, fora os judeus. Isto porque, como vimos, eles estabeleceram o socialismo discretamente, por meio do controle de preços, que serviu para manter a aparência de propriedade privada. Os proprietários eram, então, privados da sua propriedade sem saber e, portanto, sem sentir a necessidade de defendê-la pela força



Pela queima de arquivo vivo a vingança contínua dos  bolchevistas
Porque Dresden? As montanhas dos corpos deixados em Dresden estiveram ignoradas pelo tribunal de Nuremberg. Em um ironia final, o promotores apresentaram fotografias dos mortos de Dresden como a "evidência" das atrocidades nazistas contra os judeus nos campos de concentração!
A Segunda Guerra Mundial estava no fim. Em 1945 Dresden não era nenhum ponto militar. Não existiam bases militares em Dresden, não era nenhum local estratégico, não existia indústria pesada, não tinha defesas aéreas, não tinha centros de comunicação importantes. Dresden era uma das mais bonitas cidades da Europa e das que tinha maior índice cultural do Velho Continente. Esta cidade era até conhecida como cidade dos refugiados e tinha sido declarada cidade hospital para os feridos da guerra. Dresden era uma das mais belas cidades da Alemanha, a capital da Saxônia era conhecida pela "Florença do Elba" devido à sua mundialmente famosa arquitetura Barroca. A economia de Dresden era sustentada, em tempo de paz, pelos seus teatros, museus, instituições culturais e indústrias artesanais, nomeadamente a cerâmica.  Assim, a 13 e 14 de Fevereiro de 1945 perto de 1200 bombardeiros Aliados (principalmente americanos e ingleses), seguidos de centenas de caças "bullet-spiting" levaram a cabo um triplo 'raid' aéreo em Dresden. Centenas de milhares de pessoas eram queimadas vivas desde o primeiro ataque e continuariam a morrer até ao terceiro. As violações maciças de mulheres alemãs que os soldados russos  bolchevista fizeram - tudo atos essencialmente contra a população civil. 
Se quer encher a boca com boas palavras sobre uma justiça para todos, então na II Guerra Mundial houve crimes de guerra cometidos pelos aliados e homens como Churchill e Truman têm responsabilidades nesses crimes, já sem referir Stalin. naquela altura a cidade estava a abarrotar de refugiados provenientes de todo o Leste mas principalmente da Prússia e da Silesia de onde fugiam aterrorizadas pelas crueldades cometidas pelos bárbaros soldados soviéticos que a isso eram incitados pelo demônio da propaganda Stalinista, o judeu Ilja Ehrenburg. Este dirigente soviético em campanhas maciças nas rádios e através de milhões de panfletos repetia constantemente perante os soldados vermelhos: "Matem, matem, matem. Ninguém é inocente. Nem os que estão vivos nem os que ainda não nasceram" ou então "se vocês, um dia, não tiverem matado pelo menos um alemão(ã) , então vocês não cumpriram o vosso dever moral para com a mãe pátria Soviética ". Churchill nas suas memórias citava o judeu Ehrenburg, na sua proclamação ao Exército bolchevista: "Os Soldados Vermelhos ardem como se fossem de palha para fazer dos alemães e da sua capital uma teia acesa da sua vingança; para vós, soldados do Exército Vermelho, soou a hora da vingança. Destroçai briosamente o orgulho racial das mulheres alemãs; tomai-as como despojo legítimo. Matai! Destroí, bravos e aguerridos soldados(40).
Pressão sionista para indenizações e extorsões.

A propagação das mentiras iniciaram com os serviços secretos aliados, apavorados com a destruição que fizeram na Alemanha, em estreito trabalho com o Congresso Mundial Judaico – sob a direção de Chaim Weizmann, que acumulava também o cargo de Presidente da Organização Mundial Sionista, com sede em Londres(39).
Fim da Segunda Guerra Mundial tudo se repete camuflado  de guerra santa,  e com diferentes métodos,  é o sionismo moderno...
O pós guerra do Kosovo. O grupo Bilderberg, dizia o artigo, nasceu no ano de 1954 e reúne as personagens mais ilustres dos diferentes campos a nível internacional. Entre as personagens presentes nas reunião eram citados: Giovanni Agnelli, H. Kissinger, Mario Monti Sua Majestade o trapalhão  Príncipe Bernardo de Lippe de Holanda (ex oficial das S.S.) entre outros; O lado obscuro do Clube Bilderberg - a pior maldade a qual nunca enfrentou a Humanidade - esta entre nós, usa os novos e amplos poderes de coação e terror que a ditadura militar-industrial global requer, para acabar com a resistência e governar aquela parte do mundo que resiste a suas intenções, o Instituto Tavistock,(14) organismo, por sua vez, colaborador do Clube Bilderberg, considera incompetente a população geral para educar seus filhos e propõe como sociedade ideal aquela em que os filhos são separados da família depois do nascimento e educados pelo Estado em centros nos quais vivem. Seus familiares só podem passar alguns momentos com eles (nunca em privado) e no caso, por exemplo, de querer comprar um presente, tem que  comprar outros para os companheiros de seu grupo, de maneira que os pais acabam por sentir-se desvinculados de seus filhos. O Estado paga aos pais por seus  filhos uma quantia estipulada. Unesco foi criada com o objetivo expresso de destruir o sistema educativo. Nossa resposta inadequada à crise e o que esperavam os engenheiros sociais do Tavistock. Outra forma de manipulação da conduta, que utiliza o Clube Bilderberg, é conseguir que a gente obtenha algo que quer, em troca de renunciar outra coisa (principalmente a liberdade). Mais adiante explico como vai surgir uma onda de seqüestros infantis, promovidos por eles, para levar os pais a uma situação de insegurança e ansiedade tão terríveis, que eles mesmos solicitarão a implantação de microchips nas crianças, para tê-los permanentemente localizados (11) - as suas deliberações secretas: os problemas financeiros internacionais; a liberdade de emigração e imigração; a livre circulação de produtos sem taxas alfandegárias; a união econômica internacional; a limitação da soberania dos Estados delegada na ONU ou em todos os demais governos supranacionais. formação de um grande Estado da Albânia depois da declaração de independência do Kosovo. Redesenho dos limites da região com o contínuo desmembramento da Jugoslávia por meio do retorno à Hungria da província do norte composta por 350 000 pessoas de etnia húngara. Continuação do estado de instabilidade e de conflito na região. Planificação da reconstrução das infraestruturas da região a cargo dos contribuintes ocidentais.

Quando a OTAN, representante de 28 Estados "democráticos", lançou toneladas de bombas sobre a antiga Iugoslávia nos Bálcãs, ficou patente e exposta a crise da esquerda com os valores marxistas/leninistas. Muita gente boa e organizações caíram na cantilena americana da "responsabilidade de proteger", da "campanha humanitária" e na campanha de "criminalização do inimigo atacado"e, ainda na "ingenuidade" do "fogo amigo" . O imperialismo, através da OTAN, com o apoio incondicional da UE,  conseguiu, depois de massacrar, assassinar e derramar muito sangue, fragmentar o Estado em diversos e pequenos cinturões étnicos, dos quais consegue , com muita facilidade, extrair riquezas naturais  e explorar a mais valia:    Servia, Montenegro, Kosovo, Eslovena, Macedônia, Croácia, Bósnia e Herzegovina.  Durante muito tempo depois, velhos militantes iugoslavos  denunciavam exaustivamente que organismos dos direitos humanos e  ONGs especializada em democracia haviam proliferado no país, algum tempo antes dos acontecimentos, para  nutrir  a ideologia pró- imperialista e arregimentar grupos mercenários e esquadrões da morte que fomentavam as provocações entre as etnias, que até então, sempre viveram juntas e sem problemas. Poucas organizações da esquerda lhes davam  ouvidos, seja na Europa, ou América Latina. Muita gente boa entorpecida com o fim da URSS e outras gentes  felizes  pela  "democracia" ter voltado aos países socialistas, como a Iugoslávia. existe uma rede de sociedades secretas que planeja por a soberania das nações livres sob o jugo de uma legislação internacional administrada pela Organização das Nações Unidas (ONU).  Esta rede está dirigida pelo mais secreto dos grupos: o Clube Bilderberg. A razão de que ninguém queira descobrir esta conspiração e opor-se a ela é, nas palavras do jornalista francês Thierry de Segonzac, co-presidente da Federação da Indústria do Cinema, dos Meios Áudio-visuais e Multimídia, muito simples: “Os membros do Clube BilderbergClube, Comissão Trilateral, Council for Foreign Relations, Clube de Roma,... Família Rothschild, Conselho dos 13, Conselho dos 33 e Comité dos 300.  Do Comité dos 300 fizeram ou fazem parte nomes como: Willy Brandt, George Bush, lord Carrington, Kissinger, Mitterand, Oppenheimer, Olof Palmer, princesa Beatrix, príncipe Rainier, Elisabeth II, JP Morgan, Cecil Rhodes, e claro David Rockefeller e Edmond de Rothschild. Eles também tinham ligações estreitas com a realeza européia..

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1-A.Cavalierhes rouges chrétiens.Bossard,editor,Paris,1929
2- The world Rovoluttion, 1992.
3- George H. Roeder Jr., The Censored War. American Visual Experience during World War Two, New Haven e Londres: Yale University Press, 1993, pág. 50.
4- Os ideais do bolchevismo. Jewish World, jan de 1929
5- J. Batault – O problema judeu, pág. 257
6- Who's Who In World Jewry. (1965). New York : Pitman Pub. Corp.
7- Who's Who In American Jewry. (1927-). New York : The Jewish Biographical Bureau.
8- Lazare, Bernard. (1967). Antisemitism: Its History And Causes; Translated From The French. London, Britons Publishing Co.
10- Churchill, W. (1920). Zionism versus Bolshevism: A Struggle for the Soul of the Jewish People. Illustrated Sunday Herald. February 8.
12- Ralph Shoeman - " A HISTÓRIA SECRETA DO SIONISMO", 1988
15- etnocentrismo - tendência que o indivíduo tem de menosprezar a cultura alheia, caracterizando-a como inferior a sua
16- Stanley Monteith, Syllabus: Iraq: The Untold Story “: Disponível a partir do Rádio Liberdade. Veja também . Veja também .
17- A Guerra Boer, o fator motivador era duplo, em primeiro lugar, os Estados em Boer estavam alocados em cima de um dos maiores depósitos de ouro do mundo, com o benefício extra de sua condição de lotes de diamantes e outros minerais preciosos .
Em segundo lugar, os Boers eram um grupo de europeus (holandeses Calvanists, Heugenots franceses, protestantes alemães) que tinha virado as costas para a ordem estabelecida, eles  tinha estabelecido para si uma pátria independente fora do sistema financeiro global, eles eram donos de um governo e controlavam o  banco central que emitiu moeda sem dívidas com lastro em ouro, o que significava que tinha inflação zero e zero de juros sobre o crédito.
Obviamente, um sistema de tal estado e financeira é diametralmente oposta à forma como os sistemas bancários de todos os outros países o trabalho (na época da Guerra Boer, Grã-Bretanha e os EUA haviam apoiado por moedas de ouro, mas não tinha uma estatal e controlada pelo banco central) e não era aceitável para os banqueiros internacionais que controlam o mundo - Os Rothschilds e seus parceiros / vassalos.
Não era segredo que Cecil Rhodes trabalhou para os Rothschilds e foram eles que financiaram todos os seus assassinos, planos grandiosos para a conquista imperial e exploração dos povos nativos. Portanto, a guerra Boer é um caso simples de um agente dos Rothschilds usando o dinheiro  Rothschild  para armar um grupo de terroristas mercenários em seguida, enviar esses bandidos para atacar um estado de dentro provocando guerra entre o Estado e o Estado controlado pelos Rothschilds (Grã-Bretanha ).
Não é nenhum segredo que os Rothschilds emprestaram o dinheiro do governo britânico para financiar a guerra para que os 1 milhão de tropas britânicas e do Império que serviram na África do Sul, eram mercenários efetivamente contratados e pagos pelos Rothschilds.
Centenas de milhares de soldados e civis morreram como resultado, ninguém sabe quantos civis morreram  em Boer, mas pelo menos 30 mil morreram nos campos de concentração britânicos sozinhos, ninguém sabe quantos foram mortos em suas próprias fazendas e propriedades rurais.
Portanto, o meu estudo da Guerra Boer levam-me a entender como as guerras são planejadas, organizadas, provocadas e financiadas, e quem está por trás desse mecanismo mal que mata pessoas inocentes en-masse, a fim de canalizar todo de ouro do mundo nas mãos de um punhado de famílias que controlam o sistema financeiro do mundo. Mesmo antes da partilha da África, os confrontos com os europeus já eram freqüentes. Várias foram as formas de luta empreendidas pelos povos subjugados, que muitas vezes resultaram em verdadeiros massacres.Sempre existiu, no entanto, por parte dos povos negros, resistência às ações dominadoras, com exceção daqueles que, para vencer seus inimigos locais ou conseguirem algumas vantagens, uniram-se aos conquistadores.Contudo, muito mais que a cooperação, prevaleceu a aversão, que se manifestou por todo o território. Como exemplo podemos citar o Império Zulu,fundado por Chaka, que entrou em batalha contra bôeres e britânicos, na África meridional e a Argélia ao norte, ocupado pela França desde 1830, que teve sua resistência como um dos símbolos das lutas anti-colonial, tão marcante, que chegou a ser transformadas em filme (A batalha de Argel).Embora não tão conhecidas, mas não menos importantes e sangrentas, ocorreram várias outras ações anti-coloniais, dentre as quais podemos aludir o movimento Mau-Mau, contra o domínio inglês no Quênia. Essa região era composta, antes da chegada do invasor britânico, por mais de 50 grupos, divididos entre sete etnias. Entre os vários povos destacavam-se os Nandis, Wangas, Akambas, Bangada, Massais, Luos, Abaluyias.Usando sua estratégia de expansão imperialista apoiada principalmente no comércio, os ingleses, desde sua chegada ao continente, tentaram interliga-lo através de ferrovias, assim construíram a estrada de ferro de Uganda que se unia ao interior do Quênia. Este fato provocou, de imediato, a reação dos Mandis, que, na primeira década do século XX, opuseram-se à chegada dos invasores.No intuito de promover a conquista da região, os britânicos confiscaram as melhores áreas propícias à agricultura. As concessões de terras fornecidas aos invasores, através da legislação agrária de 1915, possuíam validade de 999 anos. Outro fato a ser destacado refere-se à proibição de serem os imigrantes indianos proprietários de terras. Desta forma, a concentração fundiária foi sendo sacramentada através da discriminação racial. o trabalho compulsório, largamente utilizado pelo sistema colonialista, e a proibição do cultivo do café por africanos, devido ao fato de ser este produto o mais lucrativo no país, o que não deixa dúvidas sobre o caráter racista e monopolista da administração britânica. -  http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/africa-do-sul/partilha-da-africa.php
18- Democracy for the Few. Michael Parenti. St. Martin's Press. New York. 1977. p.178
19-  The House of Morgan. Ron Chernow. Atlantic Monthly Press NewYork 1990
21- "The Federal Reserve 'Fed Up'. Thomas Schauf. www.davidicke.com 1-02
22- The Secrets of the Federal Reserve. Eustace Mullins. Bankers Research Institute. Staunton, VA. 1983. p.179
24- Jim Marrs. HarperCollins Publishers. New York. 2000. p.57
25- A queda falsificada na bolsa em 1929, provocou queda de preços no mundo, conseguindo os sionistas os monopólios a preços irrisórios. Não há como entender a quebra de 1929 sem compreender as contradições econômicas, sociais e políticas do mundo que emerge após a Primeira Guerra Mundial (1914-1919).
(Mark Weber, The Jewish Role in the Bolshevik Revolution and Russia's Early Soviet Regime - Assessing the Grim Legacy of Soviet Communism)
26- Estados Unidos, um gigante de pós-guerra, Prof. Eduardo Simóes, Rede Estadual de Ensino de São Paulo.
27- Dean Henderson Autor de Big Oil & Their Bankers in the Persian Gulf ; Four Horsemen, Eight Families & Their Global Intelligence, Narcotics & Terror Network e The Grateful Unrich: Revolution in 50 Countries . Seu blog: http://deanhenderson.wordpress.com/        28- Naomi Wiener Cohen, Jacob H. Schiff: um estudo na liderança judaica americana -  Glazer, N (1957) judaísmo americano , UCP .
30- http://es.wikipedia.org/wiki/Terror_Rojo_(Rusia)-
31- George Leggett A Cheka:. Político Polícia de Lênin Oxford University Press ., 1986 ISBN 0-19-822862-7 , p. 199 199
32- Edvard Radzinsky Stalin:. a primeira biografia em profundidade com base em explosivos novos documentos dos arquivos da Rússia Segredo, Âncora, (1997) ISBN 0-385-47954-9 , p. 152–155 152-155
33- Yale University Press Alexander Nikolaevich Yakovlev. Um século de violência na Rússia Soviética., 2002. ISBN 0-300-08760-8 , p. 156 156
34 – As Forças Secretas da Revolução Léon de Póncis : http://pt.scribd.com/doc/38599001/As-Forcas-Secretas-Da-Revolucao-LEON-DE-PONCINS
35 - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2013/08/dirigentes-sovieticos-e-russos.html
36 - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2012/07/khazar-and-ashkenazim-jews.html
37 - http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-leon-tr%C3%B3tski-e-a-ma%C3%A7onaria
http://artedeomissao.wordpress.com/2012/06/23/a-historia-dos-rothschild-parte-8/#comment-2413
38 - The Jewish Revolutionary Spirit”, Fidelity Press, South Bend, Indiana, 2008, pp. 646-686
fonte na íntegra:http://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2012/03/verdade-sobre-os-pogroms.html
39 - http://inacreditavel.com.br/wp/a-luta-de-s-e-castan-contra-a-mentira-do-seculo/
40 - http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=28528

http://iamthewitness.com/doc/RothschildsTimeline-filer/frame.htm

2 comentários:

Gil Cleber disse...

Excelente texto, mas não muito diferente do que se pode ler em O Livro Negro do Comunismo.
Deve-se destacar, porém, que se os comunistas (a esquerda) procederam assim, a direita não foi muito diferente: o nazismo era uma representação da direita, como os neo-nazistas de hoje.

Gil Cleber disse...

O texto, no entanto, peca gravemente ao atacar os judeus. É um terrível desrespeito à memória das vítimas do nazismo. Não se pode condenar uma etnia com base no mal que alguns de seus representantes causou. Por exemplo, sabemos que a escravidão no Brasil era alimentada em grande parte de negros vendidos na África por negros de tribos rivais, mas a maldade destes, que vendiam seus irmãos, não pode servir de justificativa para a escravidão. Creio que o autor do texto faria bem se modificasse seus pontos de vista, nada éticos nem humanos.