segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Marina Silva ativista a serviço da monarquia britânica

Governador de Pernambuco Eduardo Campos diz a interlocutores que gostaria de ter a ex-senadora Marina Silva como vice em eventual chapa ao Planalto em 2014 e aplaude a nova sigla:


Esta notícia confirma que esse Eduardo Campos nada tem a ver com o avô Miguel Arraes. Confirma que está pretendendo fazer de tudo para concorrer, com chances, à presidência.

Fazer de tudo, infelizmente,  inclui o principal, que é perfilar-se como alguém disposto a manter a rota do modelo dependente que se vem aprofundando há mais de 50 anos no País, a qual chegou a ponto crítico desde a eleição de Collor e se torna cada vez mais incompatível com um futuro decente para o País e até de algum futuro (tout court).

Campos não pode ser tão desinformado, a ponto de não saber quais são as conexões de Marina Silva. Um resumo perfunctório segue abaixo, onde transcrevo meu comentário a informação enviada por correspondentes sobre a criação do tal partido dessa figura. Depois, transcrevo o link para a notícia recebida, que se refere a bilionários apoios com que já conta Marina.

 Marina Silva é evidentemente mais uma carta na manga do império anglo-americano  para enganar os brasileiros, animando-os a mais uma vez ir votar e receber rato por lebre (o dito é injusto com os gatos, daí a substituição).

Depois de tantas enganações que não há tempo de historiar aqui, mais uma: a de uma mestiça de índio, amazônida, defensora do meio ambiente e dos indígenas.

Os imperialistas continuam a usa, em muitos países, mulheres, negros, minorias,trabalhadores, cooptados para executar o programa da concentração, da desnacionalização, da desindustrialização e tudo mais que joga, entre outros, o Brasil na rabada do mundo, em contraste com seu ótimo povo e seus fabulosos recursos naturais. Fazem assim em muitos países.
Marina Silva é ativista a serviço da monarquia britânica, grande concentradora das minas de ouro e de outros minerais preciosos e estratégicos, no Brasil e em vários outros países produtores. O trabalho de Marina (portadora da bandeira olímpica em Londres) é ajudar no isolamento de áreas do território nacional para serem controladas por ONGs do aparelho ambientalista e indigenista mundial, para que as potências hegemônicas explorem aqueles recursos naturais sem deixar para o Brasil senão buracos. Talvez nem buracos, pois essas  imensas e riquíssimas áreas estão programadas para serem desmembradas do território nacional.

Alguém estava dormindo de touca, quando essa Marina estava sendo gordamente financiada e com  grande cobertura na mídia, para provocar o segundo turno, que ainda daria uma chance à tucanagem, e, no mínimo, conseguir evitar, como aconteceu,  a vitória de Dilma no primeiro turno? O investimento do império na Marina, que é antigo, teve aí um ponto alto, a que se deverá seguir um ainda mais alto com a próxima campanha à presidência.

Aqui entre nós, o PT não desfez coisa alguma dos desbragados entreguismos de Collor e FHC, inomináveis. A estória de trabalhador não serve mais. A de mulher tampouco. Agora é mulher e “indígena, de origem humilde, ecológica e indigenista”.

O povo não esquece o estrago histórico dos tucanos (estes não voltam mais). O PT, além de não ser solução - como não é nenhum partido no atual quadro institucional e na estrutura econômica do Brasil -  foi adicionalmente desacreditado com o mensalão.  Além disso, a crise deve vir mais braba, antes da eleição. No governo fica mais difícil ganhar.

Ótima chance, portanto, para mais um “novo”, a serviço do que há de mais velho e mais deletério: o imperialismo, esse mesmo que dizimou os índios no México e nos Estados Unidos, saqueia o mundo desde antes das Cruzadas e passou a fazê-lo em escala global sob a direção de Londres desde o século XVIII.

Então, a jogada do império está clara:  impingir uma nova marca no marketing da mentira, com a ajuda das TVs e de toda a mídia entreguista (desde antes de 1945, quando derrubaram Getúlio Vargas, pela primeira veze de grana grossa.

Vamos ver se os brasileiros continuam servindo de otários. Ou fazem algo sério, ou não serão mais cidadãos de um país sequer do futuro.
Adriano Benayon
Posted: 16 Feb 2013 01:25 PM PST

Neca Setúbal, herdeira do banco Itaú foi quem assinou o cheque para patrocinar o evento deste sábado, que lançou oficialmente o partido de Marina Silva; Guilherme Leal, que foi vice de Marina na candidatura à presidência em 2010, é fundador da Natura e dono de uma fortuna de US$ 1,6 bilhão.

Um comentário:

Anônimo disse...

kkkkkkkkkk... Cada uma que aparece...