segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Poder Dominante (10) - Eliminação da Auto-Determinação dos Povos

Mais um plano para o domínio mundial?
Em 3 de outubro de 1926, reuniam-se pela primeira vez alguns adeptos da idéia de uma Europa unida, para o Congresso Pan-Europeu em Viena. O organizador do encontro foi o “Conde” Coudenhove-Kalergi, que desde o início dos anos 20, defendia um ideário pan-europeu. Filho de um ex-embaixador do império austro-húngaro no Japão e abalado pela derrocada da monarquia, ele sonhava com uma grande Europa, uma verdadeira Pan-Europa, de Vladivostok até São Francisco.

O Plano Kalergi almejava desde seus primeiros documentos escritos, apresentados entre 1923 e 1925, a tomada de poder pelos judeus primeiramente na Europa e depois em todo o mundo.

Após a tomada de poder pela “raça nobre judaica”, também através da exigência por direitos iguais, este princípio deveria cair por terra: através da “justa desigualdade”, os judeus deveriam estabelecer seu domínio sobre os não-judeus.

Kalergi vê nos judeus os líderes do socialismo, comunismo e capitalismo. Aqui salta aos olhos a similaridade entre as visões de Kalergi e do Nacional-Socialismo quanto à avaliação do papel dos judeus.

A “raça superior judaica” - cujo poder sobre o Estado é o sonho de Kalergi - representa numericamente uma menor camada do poder e antevendo sabiamente já no início do século passado, Kalergi exige a proteção das atividades políticas dos judeus através do Código Penal.  - O plano do suposto Conde baseava-se em um utópico racismo judaico e apoiava-se em uma “raça superior judaica”. “Principal portador dos corruptos assim como dos íntegros nobres intelectuais, do capitalismo, jornalismo e da literatura, são os judeus. A superioridade de seu espírito, predestina-os como fator principal de uma futura nobreza. Uma espiada na história do povo judeu explica sua vantagem na luta pela liderança da humanidade.” (CORRUPTOS PROTEGIDOS PELA JUSTIÇA?)
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 49]

O conceito de “raça superior”, o qual é erroneamente postulado pela atual “história contemporânea” a Adolf Hitler, foi na verdade introduzido por Coudenhove-Kalergi para reforçar uma suposta reivindicação dos judeus pelo poder na Europa e em todo o mundo. O termo “raça nobre judaica” também é utilizado freqüentemente.

A fossa que Kalergi elaborou em 1924 para a repressão da maioria e proteção da minoria, livrando o caminho dos judeus para o poder das eventuais críticas, desempenha seu papel até esses anos iniciais do novo século.

Finalmente, como se origina um movimento político? Como é possível financiar seu início? Seria ele o fruto da contribuição de muitos, ou seja, fruto da vontade popular; ou ele atende interesses obscuros, não percebidos pela grande maioria? Kalergi responde:

“No início de 1924, nós recebemos um telefonema do Barão Louis de Rothschild: um de seus amigos, Max Warburg, de Hamburgo, tinha lido meu livro e queria me conhecer. Para minha grande surpresa, Warburg me ofereceu espontaneamente 60.000 Goldmark para fomentar o movimento durante os três primeiros anos”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Uma vida pela Europa”, pág. 124/125]

Como meio de alcançar este império mundial judaico, Kalergi é a favor da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, a eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.

Para tornar a Europa dominável pelos judeus, Kalergi quer transformar os homogêneos povos europeus em uma raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. “A conseqüência é que o mestiço unirá a ausência de caráter, inescrupulosidade, indolência, desleixo, crueldade e falta de fidelidade, com a objetividade, flexibilidade, o espírito aguçado, ausência de preconceito e amplitude de horizonte características tais que precisam ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável”[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 21

Os bancos podem interferir na Auto-Determinação dos Povos através de secretos investimentos? Foi um membro da Casa Bancária dos Warburg que ajudou a organizar o golpe no congresso americano em 1913, o qual conferiu ao Federal Reserve Bank o direito de imprimir o dólar e, desta forma, alavancou a primeira posição chave da economia mundial.

O pior de tudo foram as mentiras deslavadas aplicadas pelos governantes massacrando os povos espalhados pelo mundo a fora só e unicamente para atingirem o PODER 

Segundo os dados oficiais sobre a imigração, entram anualmente no continente Europeu cerca de 2-3 milhões de imigrantes. Se contarmos que a taxa de natalidade dos nativos é decrescente e dos imigrantes ultrapassa os 10%, concluimos que a médio prazo, o plano Kalergi estará plenamente realizado.  http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=71

A Declaração Universal dos Direitos Humanos:
Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.

2 comentários:

Márcia Regina disse...

"Eles" possuem um plano milenar de dominação, são capazes de compor uma agenda com programas seculares minuciosamente cumpridos a risca, é como se tivessem uma "bola de cristal", e eu que nem consigo cumprir uma agenda semanal...rs,rs.rs é pra rir e também chorar...snif..sniff
O que na realidade eu sempre me pergunto: é como "eles" dominam tanto conhecimento(monopólio milenar) de idéias(estratégias) que nos dias de hoje ainda são novidades para quase todo o mundo, ao ponto de muito facilmente tudo ser visto como fantasia ou teoria da conspiração, ou algo holiwodiano?
As vezes eu divago pensando que a elite sionista(os membros que vivem nos bastidores do mundo) não é humana ou terráquea, ou vai ver eu realmente não sei do que um ser humano é realmente capaz e todos os modelos de humanidade ou personalidades que me apresentaram em meu sistema educacional e cultural são uma farsa.

Marilda Oliveira disse...

Márcia, passa a ser assustador tantos se dizendo ATEU mas, disfarçados são aqueles que querem acabar com o cristianismo, e o pior os padres nada fazem!.O livro de Kevin MacDonald "A Cultura da Crítica" (2002) retrata o século XX como um século Judeu. Centenas de anos atrás, os Judeus eram um povo empobrecido vivendo principalmente na Europa Oriental cercados por populações hostis. Hoje, Israel está firmemente estabelecido no Oriente Médio e os Judeus se tornaram a elite mais rica e poderosa nos Estados Unidos e outros países Ocidentais.
Especificamente, organizações Judaicas promovem políticas e ideologias dirigidas a minar a coesão cultural, enquanto para si praticam políticas opostas. Enquanto eles promovem o multiculturalismo e o internacionalismo no Ocidente, eles insistem que Israel permaneça um enclave nacional racialmente puro para os Judeus. A “nom” é essencialmente a transferência de todo o poder para a Finança Internacional. A questão que surge: a “nom” é um fenômeno Judaico? Ou são intelectuais Judeus os peões de financistas, tanto Judeus quanto não-Judeus?
A "Escola de Frankfurt", por exemplo, foi um "culto Marxista Judaico" financiado pelo milionário Judeu Felix Weil. O influente livro de Theodore Adorno "The Authoritarian Personality" (1950) foi realmente patrocinado pelo Comitê Judaico Americano. Ele atribuía preconceito à repressão sexual Cristã e retratou grupos de adesão gentios (incluindo a religião Cristã, patriotismo e família) como indicações de desordem psiquiátrica, o Cristianismo é comumente retratado como mal nos cinemas, e Cristãos são até pintados como psicopatas. MacDonald vê o anti-Semitismo como o resultado de legítimos conflitos de interesse.
Nós temos sido usados como peões pelas figuras influentes mundiais propensas a destruir a civilização Cristã. A tendência "modernista" do Século XX pode ser vista nesses termos. MacDonald não sugere remédios. Mas para combater a "nom", nações Ocidentais devem retornar às suas raízes Cristãs e nacionais. — Nós podemos sentir que algo está errado, mas nós não podemos definir isso. Na realidade, nós estamos nos avançados estágios de uma conspiração de longo prazo para subverter a civilização Ocidental. "Modernismo" no Século XX foi uma fraude desenhada para despojar as pessoas de sua identidade familiar, cultural e religiosa, antes de escravizá-las em uma nova era de escuridão. Sociedades ocidentais devem retornar às suas raízes Cristãs e nacionais ou esse drama não terminará bem.