terça-feira, 15 de junho de 2010

Nordeste Pernambuco - A presença da elite globalista nas "ilhas de sanidade"

Quando uma imagem vale muito mais do que mil palavras:
  • EU DIGO: Os Estados Unidos representados pela elite dominante anglo-americana os lobos em pele de cordeiro, os fabianos que no Brasil agem como raposas através da ação maçônica mundial, preservarão o Brasil como estratégia de manipulação capitalista sanguinária, para atender no futuro a NOVA ORDEM deles, os banqueiros centralizadores do mundo. De quando em quando, é importante perguntar a ti mesmo, até que ponto o progresso exterior dominante que pretende os integrantes deste poder egoísta, concederá a paz de que eles necessitam para continuarem a praticar o mal, e somente o mal contra a humanidade. 
  • Foi intensa a luta dos EUA (Kennedy) contra o comunismo se alastrando pela América Latina? Oras, O povo não tinha condições de entender o que se passava, nem mesmo que a guerra fria era um acordo entre os EUA e a Rússia, para desenvolverem a tecnologia roubada da Gestapo,  que fora então roubada dos alienígenas; Passaram então a cobrar fortunas do povo já alienado, pelas novas tecnologias não desenvolvidas por eles e sim, roubada por eles.
O Grande Combatente da Liberdade tinha que combater não só a reação, mas também os equivocados, ciumentos e ambiciosos da própria esquerda, alguns deles depois trilhariam o caminho da perdição. Ainda hoje invejam a postura adotada por Arraes. 


A verdade é que nunca houve um líder de esquerda e nacionalista 
da estatura de Arraes.
"Sou um homem marcado,  mas esta marca temerária, entre as 
cinzas das estrelas, há de um dia se apagar"
(Miguel Arraes)

São essas as frases expostas nos capítulos 52, 55, 60 e 73 do Livro do Leitura do MCP- Movimento de Cultura Popular. Fica óbvio a orientação para o nacionalismo, mediante a ideologia nacional-reformista, se tratando de Pernambuco, pela gestão de Miguel Arraes (1963-1964).


- “Um governo nacionalista leva o progresso ao campo”. ▬ Recém-empossado governador do Estado, Miguel Arraes nomeou uma comissão para investigar os acordos existentes entre Pernambuco e os "globalistas" nos Estados Unidos. Formada por seis intelectuais: Antonio Baltar, Salomão Kelner, Augusto Wanderley Filho, Luiz Pandolfi, Gildo Guerra e Germano Coelho, secretário estadual de educação e cultura. Por decisão dos integrantes da comissão, Germano - professor de direito constitucional, com mestrado em Paris assumiu a presidência e a relatoría da comissão.
- Os trabalhos começaram em 12 de fevereiro e foram concluídos em 1º de maio de 1963. Reuniu documentos colhidos no Brasil e nos Estados Unidos.
- Germano Coelho presidiu e relatou um inquérito que se transformou na primeira e única contestação oficial à política do governo Kennedy para o Brasil. Contestação de um governo eleito, feita com base em documentos. Aconteceu em fevereiro de 1963 Contexto histórico de Recife em fins da década de cinqüenta e início da década de sessenta
- E ao juntar todas as informações constatou algo que, em conjunto e em minúcias, era impactante: Os globalistas nos Estados Unidos estava priorizando acordos diretos com estados onde os governadores faziam oposição ao presidente João Goulart, e beneficiando com o maior montante de recursos aquele que deveria ser o candidato oposicionista à presidência, Carlos Lacerda, governador da Guanabara. "Era uma invasão, uma invasão silenciosa. Estava tudo ali, nos dados que reunimos, nos documentos", recorda Germano. –
- Para o governo dos EUA era outra coisa: chamava-se "política das ilhas de sanidade administrativas",
termo cunhado pelo embaixador Lincoln Gordon. Oficialmente consistia no apoio preferencial aos estados que estivessem sendo "bem administrados". Coincidentemente, as "ilhas de sanidade" eram governadas por opositores de Goulart...
- O resultado do inquérito foi divulgado em reunião na Sudene, da qual participou o próprio embaixador Lincoln Gordon. Em 80 páginas, um contundente diagnóstico da ação norte-americana. "Foi uma surpresa para o Lincoln. Ele não esperava nunca um trabalho com aquela profundidade. Ele não conseguiu responder. Ficou calado. E eu disse para um colega na reunião: 'Calamos o imperialismo americano'", conta Germano, que mais tarde seria prefeito de Olinda e hoje é superintendente executivo do CIEE (Centro de Integração Empresa Escola).
- O estudo feito em Pernambuco ganhou repercussão nacional e internacional. Mostrava que os EUA estavam passando por sobre a autoridade da Sudene e do presidente  da República, assinando convênios diretos com os estados. Isso era inconstitucional, afirmava o inquérito, que virou livro da Editora Brasiliense, com o título ▬ Aliança para o Progresso ▬ resultado de inquérito, lançado ainda em 1963.
- Com base no estudo, Arraes cancelou todos os convênios assinados entre Pernambuco e os EUA. É a história desse inquérito que Germano Coelho nos conta nesta entrevista, concedida com duas características que ele mantém desde aquela época: um sorriso permanente e uma cultura que passeia pela história e pelo espírito das leis com a familiaridade de quem se sente em casa,
Os governadores "não nacionalistas" da região tinham tratamento VIP da Casa Branca - como nunca tiveram antes e como certamente nunca mais virão a ter.

Aluízio Alves (RN) e Virgílio Távora (CE) quando queriam passar o pires em busca de recursos para seus estados não iam para Brasília; iam para Washington. Pela Pan Am e partindo do Recife.

A presença dos norte-americanos no Nordeste Pernambucano também tinha seus lances inusitados por este motivo que questionamos até hoje o porque das exclusões do povo nativo! ou do migrante? para comparar apresento:    http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=8215

Hoje o presidente Kennedy é nome de rua ou avenida em todas as capitais do Nordeste.
  • Até paraninfo ele foi: turma de 1963 de economia da Universidade Federal de Pernambuco o escolheu como tal.
A solenidade foi em fevereiro de 1964, no Recife. O embaixador Lincoln Gordon o representou.
  • Os estudantes responsáveis pela indicação ganharam viagem aos EUA e foram recebidos pelo senador Robert Kennedy em Washington (em junho daquele ano).
"Sou um homem marcado,  mas esta marca temerária, entre as cinzas das estrelas, há de um dia se apagar". ( Miguel Arraes )
  • No dia l6 de setembro de 1979, Miguel Arraes chegava ao Recife depois de l4 anos no exílio. O comércio que marcou a sua volta, denominado Arraes Tá , foi em Santo Amaro. Foi o último grande ato público das esquerdas. O de maior emoção. O povo não esquecerá  Arraes  e queria levá-lo de volta ao governo para ele entrar pela porta que saiu. Mas ele se voltaria ao governo em l986. Em 82 colocaram outro candidato, mesmo sabendo que só Arraes  tinha condições de vencer o artifício da sublegenda.
    • O projeto de Reforma Agraria pretendido por Arraes para o Nordeste ficou no papel, seu  povo fugindo da seca seguiu para as  grandes metrópoles. 
    • Hoje 2011, esperamos que o Neto de Arraes eleito governador de Pernambuco mesmo concebendo o nome Acyoli "oligarquia anos 1930" traga o resgate do seu povo excluído pelos governantes, oligarcas, e centralizadores internacionais
    • http://mudancaedivergencia.blogspot.com/2010/07/campos-de-concentracao-no-nordeste.html

    2 comentários:

    James M. Hanson disse...

    Sou um Americano morando em Brasil. Fico cada vez mais pasmo com estas revelações que mostra como a boa vontade do povo Americano tem sido explorada pelos elites. Há tempo fiquei ciente da existençia de uma conspiração mais nunca tive idea de quão enorme e omnipresente fosse! Obrigado por suas esforças em devulgar estas informações. E para aqueles quem estão rogando pragas sobre os Yankees, melhor rezar que o povo americano se acordem, parem de ser explorado com "idiota util" e começa lutar contra os elites globalistas.

    Marilda Oliveira disse...

    Grata prezado James M. Hanson pelo seu comentário. E torcemos para que os EUA acorde a tempo retornando o que sempre foi uma Grande Potência sem a interferência dos "não nacionalistas".
    No Brasil a luta pela Democracia também está bastante árdua frente ao governo atual querer para o País a ditadura do proletariado. Vamos a luta!