quarta-feira, 26 de maio de 2010

CRÉDITOS DE CARBONO


Marilda Oliveira





Goldman Sachs Buys Into Carbon Offsets


01)  12 de novembro de 2008 06:41 Link 
O comité de investimento poderia chegar à conclusão de que este é o melhor investimento e o único disponível no momento?
Goldman, como todas as outras empresas dominada por velhos, homens brancos, com décadas de experiência no mercado, é refém dessa experiência. Os diretores simplesmente não podem imaginar um cenário global como o desdobramento, que nunca aconteceu antes, pois não pode estar acontecendo agora.
Eu tenho essa mensagem simples para os povos bons em Goldman: "Desta vez, é realmente diferente".
Dom Scherer
02) 13 de novembro de 2008 14:29 Link

No ítem 01 é  fulminante: financeiros a  tempestade gerada pela ganância desenfreada parece prestes a explodir no horizonte distante.
+ $ 6 bilhões em bônus para a Goldman Sachs.
+ $ 6 bilhões em bônus do Morgan Stanley.
US $ 66 bilhões em bônus estão sendo reservados para o "engenheiros" do sistema financeiro e da globalização económica.
Essas pessoas gananciosas no escuro, o pino! ternos listrados que pilharam o sistema capitalista e arruinaram a economia política da humanidade, transformando-o em um cassino e roubaram  suas riquezas para si e seus asseclas são as mesmas pessoas que agora estão de aviso não são  pessoas honradas querem é desmantelar o economia global.
Steven Earl Salmony
Campanha de Sensibilização sobre a população humana.
Arquitetura dos Credit Default Swaps por trás dos "Derivativos do Carbono"

Em cima de uma imposição desenha-se uma nova imposição. À apregoada imposição de um mítico aquecimento global seguiu-se a imposição de atribuir todas as culpas desse não-acontecimento ao diabolizado dióxido de carbono (CO2)  isso mesmo, o gás que você solta após a respiração ¬¬').
E agora temos o culminar disso tudo, ou seja, a imposição da imposição da imposição (seria melhor dizer imposição ao cubo) em que banqueiros trapalhões esfregam as mãos contentes arquitetando novas negociatas com o dito carbono.
Politicos de todo o mundo, abrigados nos hotéis de luxos de Copenhague, fingiam estar defendendo o "ambiente" e preparavam-se para dar o sinal verde para estas novas negociatas do capital financeiro.
Conheça os bancos de investimento que estão no mercado de carbono


Com os Estados Unidos considerando um projeto de lei climática que lançaria um esquema de comércio de emissões com um valor potencial de US$ 126 bilhões, bancos de investimento estão vendo nesse setor uma grande janela de oportunidades.
Os governos ao redor do mundo também devem se voltar para o setor privado e especialmente para os mercados de carbono, como uma maneira de arrecadar capital para combater as mudanças climáticas, durante o encontro da ONU em Copenhague em dezembro.
Os bancos de investimentos têm três estratégias principais direcionadas ao carbono: comprar e vender direitos de emissão em nome de clientes corporativos para lucrar com os spreads, negociar com seu próprio dinheiro e investir no desenvolvimento das compensações de carbono sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Quioto.
Na última categoria, o JPMorgan Chase & Co declarou na segunda-feira que está comprando a empresa agregadora de projetos de compensação EcoSecurities por £123 milhões (US$ 204 milhões).
O papel dos negociadores está sendo discutido nos Estados Unidos. Um dos legisladores que está compondo o projeto de lei no Senado, o Senador John Kerry, disse que a legislação deve ter controles rígidos sobre a especulação.
A seguir está uma lista com alguns dos bancos mais ativos, e o que eles fazem.

Bank of America Merrill Lynch <BAC.N>
Originação de projetos de carbono com proteção florestal (REDD)
Estruturação e investimentos nos mercados voluntários de carbono
Investimentos verdes e private equity

Barclays Capital <BARC.L>
Formador de mercados para clientes  e através de mesa proprietária
Alega ter negociado 2 bilhões de toneladas de permissões de carbono
Não possui investimentos proprietários em commodities de carbono
Grupos de pesquisa e estruturação

Citi <C.N>
Investimentos  no Sindicatum Carbon Capital
Negociações proprietárias

Deutsche Bank <DBKGn.DE>
Origina MDL e outros projetos de compensação de carbono
Formador de mercados nos esquemas europeus de carbono
Grupo de pesquisas

Fortis Bank Netherlands
Oferece financiamento de projetos para desenvolvedores do MDL em conjunto com a compra de créditos
Formador de mercado no esquema de limite e comércio de emissões europeu

Goldman Sachs <GS.N>
Investidor da Green Exchange – NYMEX
Investidor da desenvolvedora de projetos Blue Source

JP Morgan <JPM.N>
Possui a agregadora de VERs Climate Care
Origina projetos de MDL sob negócios climáticos mais amplos
Formador de mercado no comércio de carbono europeu

Morgan Stanley <MS.N>
Investidor da desenvolvedora de projetos MGM
Negociações proprietárias e para clientes

Nomura <8604.T>
Algumas negociações proprietárias e investimento em compensações de carbono

Societe Generale <SOGN.PA>
Co-proprietária, junto com a empresa química Rhodia, da desenvolvedora de projetos Orbeo                      A Orbeo comprou a desenvolvedora de projetos de MDL OneCarbon em junho
A Socgen negocia as compensações de carbono sob o MDL da Rhodia
Gerencia o Indice Global de Carbono SGI

O mesmo Goldman Sachs que tem tentáculos  na FED Federal Reserve, que está atualmente em ordenha ao contribuinte através da desvalorização do dólar, ao fazer troca de dinheiro em relação ao dólar no mercado. Acordem ...

Na europa estão acelerarando a construção da rede ferroviária de alta velocidade e pôr fim aos subsídios fiscais que as companhias aéreas desfrutam prioridades as ferrovias e empresas de ônibus. Os governantes brasileiros expropriaram a rede ferroviária Nacional no Brasil, criminosamente. Os lobbies americanos estão pedindo ao governo dos Estados Unidos para piorar a classificação do Brasil na lista de países que desrespeitam a propriedade intelectual. Se for aceita, a medida será uma contrarretaliação à ameaça brasileira de quebrar patentes para obrigar os EUA a reduzirem os subsídios aos produtores de algodão. O setor privado brasileiro avalia que o pedido de piorar a situação do Brasil na lista,não faz sentido porque o País foi autorizado a retaliar os EUA pela Organização Mundial de Comércio (OMC). Com o apoio até mesmo de companhias americanas, entidades empresariais brasileiras apresentaram um pedido ao USTR, o Escritório Comercial dos EUA, para retirar o Brasil da lista negra da propriedade intelectual. O documento de 19 páginas enumera os avanços do País, como o aumento do número de criminosos presos por pirataria e contrabando, que subiu de 249 em 2008 para 526 no ano passado. A petição é assinada por Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Coalizão de Indústrias Brasileiras em Washington e Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos. Fala Minha: — Os EUA não respeitam as regras muito menos os países em desenvolvimento; mas irão penalizar o Brasil nos subsídios esta atitude é descabida; em contrapartida, cobrarão como pagamento e multa CRÉDITOS DE CARBONO, que é milhões de vezes mais vantajoso. BRASILEIRO BONZINHO NÉ, isto demonstra mais uma vez que como sempre é tudo combinado, quem ganha são as instituições financeiras. Os EUA elaboram anualmente uma lista de países que não protegem a propriedade intelectual, como patentes, direitos de autor e cultivares de plantas. A lista não é reconhecida pelos fóruns internacionais, mas ainda assim é muito importante para a imagem dos países entre os investidores. As nações incluídas também ficam sujeitas a sanções comerciais dos EUA. O governo americano encerrou uma consulta pública sobre o tema. A discussão coincidiu com momentos tensos nas relações entre Brasil e Estados Unidos. O governo brasileiro também editou uma medida provisória que permite a suspensão dos direitos de propriedade intelectual. Fala minha: Já que não é reconhecida pelos fórum e o CO² é prioridade mundial para que cobrar a penalização? Neste caso parece premeditado!. Se o governo editou esta medida provisória porque o Brasil pagará com Créditos de Carbono? J.P. Morgam já está prevendo cifras bilionárias com estes créditos!. O caso do algodão já se arrasta há oito anos. O Brasil venceu a disputa na OMC, mas os EUA não retiraram os subsídios aos produtores de algodão. O xerife do comércio mundial, então, autorizou a retaliação. Os lobbies americanos aproveitaram a revisão da lista negra de propriedade intelectual para pressionar o Brasil. A Phrma, associação que reúne a indústria farmacêutica dos EUA, pediu o rebaixamento do País. Em documento enviado ao USTR, Brian Toohey, representante da Phrma, e diz que o Brasil deveria passar da “Watch List” para a “Priority Watch List”. A lista americana tem três classificações: a “Watch List”, de países que apresentam práticas pontuais de violação da propriedade intelectual, a “Priority Watch List”, de países com graves problemas, e a “Priority Foreign Country”, de nações com políticas que prejudicam os interesses americanos. Desde 2007, o Brasil está na “Watch List”. Entre 2002 e 2006, o País permaneceu na “Priority Watch List” por causa da ameaça de quebrar patentes de medicamentos contra a aids. A Phrma não menciona diretamente a possibilidade de o Brasil fazer retaliação cruzada, atingindo direitos à propriedade intelectual, mas se refere à atuação do País em fóruns multilaterais. “As ações do governo do Brasil na arena multilateral têm o objetivo claro de reduzir o nível de proteção de patentes em todas as áreas tecnológicas”, diz o documento. A Aliança Internacional para Propriedade Intelectual – entidade que reúne sete associações representando produtores de livros, CDs, software, filmes e outros – refere-se várias vezes à possibilidade de o Brasil usar retaliação cruzada contra os EUA no caso do algodão, quebrando patentes ou reduzindo pagamentos de royalties. A IIPA pede que o Brasil seja mantido na Watch List em 2010. A entidade recomenda ainda que o Brasil “evite legislação ou qualquer outra forma de implementação de retaliação cruzada contra propriedade intelectual de produtos dos EUA como compensação do caso dos subsídios ao algodão na OMC”. A IIPA lembra que o Brasil recebe benefícios do Sistema Geral de Preferências (SGP), que exige proteção “adequada e efetiva” para direitos autorais. Para o diretor de relações internacionais da Fiesp, Mário Marconini, a vinculação entre o painel do algodão e a lista negra da propriedade intelectual é abusiva. “O Brasil está apenas exercendo seu direito de retaliar. Não faz sentido mudar a classificação de propriedade intelectual em um contexto em que o País melhorou”, disse. O tripé gado-algodão-policultura é que nos sustentava no semi-árido. Atingido pelo bicudo na década de 1980, o cultivo de algodão afundou e, com a política macroeconômica dos anos 90, acabou de desaparecer. O modelo anterior, que dominou quatro séculos no semi-árido, desmontou. A crise do algodão puxou a pecuária para baixo porque parte dos custos da pecuária eram viabilizados pelo algodão. Sobrou a agricultura de alimentos, agora sem aqueles dois outros esteios. E, atenção, no mundo rural do Nordeste vivem aqueles 45% da população agrícola do país. Fala minha: Foi os EUA quem naquela época contaminou com a praga as mudas no Embrapa porque tinham estoque de algodão e o algodão brasileiro era o preferido, assim aconteceu o boicote ficando o Brasil penalisado. No meio da crise do algodão, veio a Constituição que estendeu ao meio rural a Previdência, e depois veio o Bolsa-Família para proteger os mais pobres. Essas políticas salvaram os mais pobres do mundo rural nordestino. Grande parte deles é sustentada por essas políticas sociais. Fala minha: Foi os EUA que através de estratégias na ditadura, distribuiu a população do nordeste pernambucano, bicotando a Reforma Agrária, e centralizando a população nordestina em São Paulo, e mantendo a área do nordeste livre como está até hoje; vindo agora a grande change de colherem o carbono visando cifrar bilionárias.
Aliança do Povo Suruí com USAID e Forest Trends debate créditos de carbono na COP 15 As metas podem vir de compromissos internacionais
Chefe Almir Suruí, Vasco Van Roosmalen do Equipe de Conservação da Amazônia, e Jane Goodall, durante a apresentação da COP 15 em Copenhague COPENHAGUE – Almir Suruí anunciou uma parceria com a ONG americana Forest Trends e a Agência dos Estados Unidos da América para Desenvolvimento Internacional (USAID), para organizar um fundo para vender créditos de carbono obtidos com ações de conservação na terra Suruí. Segundo escreve a Revista Época, desde Copenhague, Almir Suruí, uma das lideranças do povo indígena Suruí, em Rondônia, surpreendeu o mundo há 3 anos, quando fez um acordo com o Google Earth, com o apoio do Equipe da Conservação da Amazônia (ACT Brasil) e a USAID/Brasil, para ajudar a monitorar o território de seu povo e o desarmatamento na região em torno. “O processo começou há 40 anos anos”, diz Almir. “Desde então, estamos buscando uma forma de valorizar a preservação de nossa floresta. Ela tem tudo que precisamos para nossa sobrevivência. Ela estava sendo destruída em nome do desenvolvimento. E a vida do nosso povo corria perigo por causa disso. Há 40 anos, meu povo ainda usava arco e flecha para se defender. Há uma década, no entanto, entendemos que precisávamos de diálogo para conquistar respeito”. http://www.youtube.com/watch?v=sxvM386ojpg Quando os Suruí fizeram o primeiro levantamento do estado de suas terras, em 2004, descobriram que 7% da área de 248 mil hectares já tinha sido desmatada. Agora, segundo Almir, estão fazendo a recuperação dessa área e montando programas para que o povo continue vivendo da floresta e se defenda das pressões das madeireiras que agem no entorno. O governo dos Estados Unidos e também governos de estados americanos estão interessados em pagar [?] pelo desmatamento evitado no Brasil como forma de conseguir créditos para cumprir suas possíveis futuras metas de redução de emissões. Essas metas podem vir de compromissos internacionais, como o negociado em Copenhague ou de legislações, ou regulamentações dos próprios Estados Unidos. Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) Embaixada dos Estados Unidos SES, Quadra 801, Lote 03 70403-900 Brasília – DF Brasil Telefone: + 55 (61) 3312-7000 Fax: + 55 (61) 3312-7648 http://brazil.usaid.gov/ http://www.usaid.gov/
O transporte que os vinte mais prepararam para a fuga! Conseguirão?
'Like a corrida do ouro' O boom do metano da camada de carvão Blairsville - Os maiores produtores de metano no norte Bill McConnell da fazenda de 380 hectares de Black Lick Creek County, em Indiana não são 30 ou mais bovinos roaming em torno das suas pistas de greening da primavera.
VWH Campbell, Jr., Post-Gazette Bill McConnell - Como ruído, erosão, contaminação da água e nenhum dos lucros. Não mais. Não desde 2003, quando sete poços de metano da camada de carvão foram perfurados em seus pastos e sua cabeça de cavalo "pumpjacks começou seu som metálico, 24 horas por dia, sete dias por semana, o ressoar, batendo e bombeando. É uma variação de estanho nas orelhas, no cenário verde rural que está se tornando cada vez mais comum nas regiões da Pensilvânia carvão como os preços de carvão - a mesma química de gás natural - que subiu para máximos históricos, e as companhias de perfuração têm aproveitado a 24ª. decisão judicial-year-old que diz que quem possui o carvão possui o gás que vai com ele. Essa decisão permitiu que as companhias de gás para comprar os direitos para o carvão mineral e para a perfuração de centenas de poços de metano em fazendas, campos e bosques sem pagar nada a propriedade dos proprietários. Ele também criou problemas para os proprietários que recebem todo o ruído, erosão, contaminação da água e nenhum dos lucros. McConnell é um desses. Ele não poderia recusar o acesso da empresa de perfuração para a fazenda que ele comprou em 1988. Ele não recebe remuneração da empresa de perfuração para os 15 hectares de sua propriedade e pastagem as terras ocupadas por poços, estradas de acesso e seu pipeline direito de maneiras. Ele não pode usar essa terra, mas ele ainda tem que pagar impostos sobre ele. E, ao contrário dos proprietários de superfície da propriedade, que concordam em permitir que o gás natural também o desenvolvimento em suas propriedades, ele não recebe os pagamentos de royalties da empresa, o que pode fazer centenas de milhares de dólares ao longo dos 25 - a vida de 40 anos do poço. Jogue no valor reduzido de sua propriedade - que ninguém, ele disse, quer comprar uma fazenda com um poço de gás ou sete anos no jardim da frente que não pagam royalties - e McConnell acredita que a situação é mais injusta. "Eu reconheço que o metano da camada de carvão é um bem precioso, e que se os proprietários de propriedade de superfície que foram tratados de forma justa, poderia ser uma vantagem financeira para os agricultores da Pensilvânia, mas agora eu me sinto abusado", disse McConnell, que tinha falar para ser ouvido sobre uma bomba de poço, apenas a 400 metros de uma casa em sua propriedade. "Isso arruinou meu pasto, arruinou a minha estrada, e não há nada que eu possa fazer. "Talvez seja o mercenário em mim, mas se eles estivessem me pagando, gostaria de tolerá-lo melhor. Mas, como está, é uma imensa afronta fresca cada vez que eu olhar para ele. É uma ferida aberta". E ele não está sozinho. De acordo com o Departamento Estadual de Proteção Ambiental, existem 388 poços de metano da camada de carvão de bombeamento de distância em Armstrong, Cambria, Fayette, Greene, Indiana, Washington e municípios Westmoreland, com centenas de outros previstos ou autorizados. 'Like a corrida do ouro' O boom do metano da camada de carvão, que não começou a sério, na Pensilvânia, até 1999, coincide com um aumento de âmbito nacional em exploração de gás natural e desenvolvimento. Foi solicitado pela alta demanda de aquecimento doméstico e geradores de energia elétrica que empurrou de cabeça de poço preços tão elevados como 13 dólares por mil metros cúbicos no ano passado, e que agora estão em cerca de US $ 7,60 por mil pés cúbicos, ainda historicamente elevados. Ainda recentemente, em meados dos anos 1990, os preços do poço de gás natural foram cerca de US $ 2 por mil pés cúbicos. Como resultado, o número de poços de gás natural nacional cresceram 34 por cento entre 1999 e 2004, para 405.048. E o número na Pensilvânia quase duplicou, passando de 23.822 para 44.227, com mais de 7.000 desses novos poços perfurados apenas nos últimos dois anos. "Em Fayette, Washington e municípios Greene, poços de metano da camada de carvão estão surgindo em maior número, e há uma grande quantidade de poços de gás, em geral, indo em como as pessoas estão procurando maneiras de fazer um dinheirinho", disse Heather Fowler, diretor divisor de águas para o Fayette County District Conservação, que participou de dois fóruns públicos desde fevereiro, os dois que atraiu mais de 100 pessoas. "Os proprietários estão procurando a ajuda. Eles estão preocupados com a erosão em suas fazendas de sedimentos, em seus poços e de estradas e poços de cortar a sua terra." Leito de Carvão metano é encontrado dentro de camadas de carvão e extraído por meio de um poço perfurado na emenda de carvão, que bombeia a água e, eventualmente, o gás metano. Um site bem tipicamente ocupa cerca de meio acre, uma área que não inclui as estradas de acesso e as condutas dos poços a uma coleção e instalação de bombeamento. Se um proprietário de superfície também possui as costuras de carvão em sua propriedade, uma empresa de perfuração terá de negociar um contrato de arrendamento e pagamento de royalties - geralmente um oitavo das receitas de produção - para aproveitar o gás nas costuras, tal como que se quisesse perfurar rochas sedimentares outros subjacente a propriedade do gás natural. Mas, no final dos anos 1800 e início de 1900 os direitos para os meus veios de carvão foram adquiridos, ou "cortados", dos proprietários de superfície por empresas de mineração em grande parte de bacias do Estado. Estima-se que 70 por cento dos proprietários de superfície no Estado não possui o carvão em suas propriedades. Recentemente, as empresas de perfuração de poços de gás, incluindo vários do Texas e Ohio, foram comprando os direitos de carvão em vendas de xerife do condado de veios de carvão que não são extraídas porque está muito magro, mas que ainda contêm metano suficiente para tornar rentável de exploração de gás . Alguns poços de perfuração da camada de carvão em cinco ou seis camadas de carvão para extrair o metano. "É como uma corrida do ouro lá fora, no oeste da Pensilvânia", disse Richard Ehmann, advogado e ex-juiz de direito administrativo sobre o estado ambiental audiência Bord. "Tudo depende de quão rápido as empresas podem obter os seus poços para cima e para produzir." Regulamentação mínima O DEP reconhece que a perfuração do metano da camada de carvão está crescendo, e que tem causado preocupação nas zonas rurais, mas está fazendo muito pouco para regulamentá-la, exigindo apenas assim os operadores a apresentar um plano de erosão e sedimentação para assegurar uma licença. Não negociar contratos de arrendamento, resolver disputas ou monitorar o que veios de carvão estão sendo exploradas. A lei estadual exige que os poços sejam espaçadas pelo menos 1.200 pés e localizado a uma distância de 300 metros de uma casa. Joseph Umholtz, chefe da Divisão de Actividades de superfície na Mesa DEP's de Petróleo e Gas Management, disse que o pessoal do gabinete, apesar da adição de seis novos inspectores deste ano, é "esticado ao limite." "Nós trabalhamos para tentar ter os poços, espaçados de modo que causam o mínimo de problemas", disse o Sr. Umholtz. "Mas não podemos inspecionar todos os locais. Nós não temos pessoal suficiente. Se você tem um problema que você tem que chamar-nos". McConnell disse que uma grande parte do problema é de 1983 Pennsylvania caso da Suprema Corte conhecida como a decisão jurisdicional que lhe deu a propriedade do gás metano em camadas de carvão para os proprietários do carvão, e tem sido utilizado por companhias de gás para validar os seus direitos para acessar a propriedade privada. "Com a posse, há um direito de acesso necessárias e razoáveis e os donos do carvão têm interpretado que a inclusão perfuração de poços, construção de estradas, colocando portões nas estradas, correndo oleodutos, mas não houve litígio desde o início do metano da camada de carvão boom para confirmar esses direitos ", disse Fox Cy, que ensina mineral e do direito de propriedade da Universidade de Pittsburgh Escola de Direito. Fox disse que os E.U. Suprema Corte e em vários países ocidentais rejeitaram a exploração em caso Hoge e determinou que a venda de jazidas de carvão não incluem a venda do gás metano, que até recentemente era tratada como lixo e ventilada e nunca foi destinado a fazer parte da venda. Ele disse que os Dakotas, Illinois e Indiana passaram atos superfície danos que exigem a perfuração do metano da camada de carvão da empresa a assinar um acordo para pagar os danos para a terra ou as colheitas. Na Pensilvânia, diversos projetos foram introduzidos para resolver a questão, incluindo uma que daria propriedade superfície proprietários o direito de preferência se os direitos de carvão são acondicionados para venda a xerife. Um par de contas procurar a exigir um "acordo de uso de superfície" entre a superfície eo fazendeiro dono da emenda de carvão antes de qualquer perfuração poderia ter lugar. "Agora, vocês acham que têm o direito de só andar para a direita em sua propriedade, um poço, colocar em uma estrada e canos, eo proprietário da superfície não tem nada a dizer sobre isso", disse o deputado Tom Yewcic Estado, D-Johnstown, que introduziu duas das contas. "Mas o dono da superfície deve ter o direito de negociar a localização dos poços e estradas, oleodutos e ser compensado pelo uso de sua propriedade e ter seus direitos de água eo valor de suas terras protegidas." Steve Rhodes, presidente da Associação de Óleo e Gás da Pensilvânia, o petróleo e gás do grupo comercial dos produtores, disse que o grupo apoia a superfície do Sr. Yewcic legislação contrato de uso. "É um bom passo. Ouvimos queixas de fazendeiros descontentes, e parte do problema é que alguns dos direitos dos proprietários de minerais não ter sido tão direta como eles poderiam, ou deveriam ter sido", disse Rhodes . "Entendemos que existem obrigações mútuas para o direito de acesso". A oposição à legislação A Oil and Gas Association Independent of Pennsylvania, três dos 125 cujos sócios estão envolvidos no trabalho de metano da camada de carvão foi menos entusiasmado com uma solução legislativa. Louis D'Amico, diretor-executivo do grupo, disse que se opôs ao "direito de primeira recusa" conta, mas está trabalhando com o Sr. Yewcic à moda legislação que impediria os proprietários de superfície do depósito "ternos incômodo" para atrasar a perfuração de poços de gás. "É uma questão financeira. A chave é a danos e à capacidade de processar por perdas e danos", disse ele. Kathleen McGinty, secretário de Estado DEP, disse que o programa da Pensilvânia combustíveis alternativos tem uma prioridade de captação e utilização de metano de minas de carvão, mas teve o cuidado em aconselhar os proprietários sobre os seus direitos de superfície. "Junto com o sobressalto dos preços do gás, houve um pequeno aumento de preocupação entre os proprietários de superfície, mas nada foi decidido e ninguém foi tratada fora deste jogo", disse a Sra. McGinty. "Há uma necessidade de ação judicial ou legislativa final para resolver este problema. Certamente é uma área de contenção na necessidade de alguns esclarecimentos." Muito dinheiro está em jogo. Em 2005, o ano mais recente para o qual o Estado tem estatísticas completas, os poços da camada de carvão produzidos 1,8 bilhões de metros cúbicos de metano. Estima-se que há 2.700.000 milhões de metros cúbicos de metano recuperáveis em coalbeds Pennsylvania, 2,3 trilhões de pés do que em coalbeds betuminosa nas partes sudoeste e central do estado. Poços de metano camada de carvão, que geralmente são mais rasas do que regular poços de gás natural, o custo de $ 87.000 a $ 150.000 para a perfuração. Eles produzem uma média de 50 mil metros cúbicos de gás por dia, vale cerca de $ 380 por dia ou 138700 dólares por ano a preços de hoje, e pode funcionar por até 40 anos. "Em qualquer lugar existem camadas de carvão no subsolo poderá haver poços", disse McConnell. "Ela costumava ser que os proprietários de superfície só tinha que se preocupar sobre carvão lavráveis, as costuras grossas, mas agora qualquer emenda de carvão de 6 polegadas de espessura, é importante, por isso coloca as pessoas nem sequer pensar ou se preocupar antes poderia ser alvo para o desenvolvimento. "É um recurso fantástico. Mas é uma pena que não está sendo justo para os proprietários rurais." Publicado pela primeira vez em 28 de abril de 2007 às 09:59 Nota minha: É sempre assim, eles sabem dos prejuízos financeiros inclusive a saúde do cidadão; mas o que importa!, desde que o dinheiro se coloque a frente dos interesses da população em favor destes cruéis que querem comandar o mundo de qualquer jeito, e de qualquer maneira; e dando vergonha ver, as estratégias adotadas para diminuir a população mundial, visando sempre o lucro.
Eta!,... nada melhor que descobrimos um pote de ouro em nosso próprio quintal não acham! Pois é ! Hoje em dia muito se fala em nanotecnologia e de produção de energia com álcool, e a manipulação genética fica em segundo plano.
(ATENÇÃO) Usando uma bactéria muito comum na flora intestinal humana, chamada Escherichia coli a empresa LS9 após modificar geneticamente a bactéria está produzindo ainda biodíesel em pequena escala e estuda a viabilização da produção em grande escala. A produção do combustível é relativamente simples, mas em grande escala é outra coisa, ressalta o engenheiro responsável pela LS9 o químico Stephen del Cardayre. Prometendo ser quem sabe a nova corrida do ouro, o ouro negro como pode ser chamado, pois se tratar de cocô de bactéria trará novos horizontes para os novos tempos que pedem mais respeito à natureza e combustíveis renováveis de fácil produção. Como o consumo de alimentos no mundo cresce a cada dia, comida para esta bactéria não será difícil arrumar pois imaginem grandes usinas processando lixo e do outro lado saindo biodíesel. Nota minha: É total falta de respeito pelo cidadão que levou e leva em frente as Nações do Mundo todo. Estes que expropriam o Patrimônio dos países em desenvolvimento,e agora querem expropriar o organismo do cidadão puro e inocente, é uma BARBÁRIE e que deve ser contida. É preferível o verdadeiro Fim do Mundo do que ver os irmãos sofrerem sem saber o porque!.

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